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Dabster cria campanha de incentivo para a Kibon

A Dabster Comunicação, agência especializada em comunicação integrada, é a responsável pela criação da ação de marketing de incentivo “Ano de Felicidade” para a marca Kibon, de Unilever, que teve início no mês de maio.

O trabalho é fruto de uma concorrência com outras duas agências, na qual a Dabster Comunicação demonstrou ter conhecimento do canal a ser trabalhado.
Responsável pela criação, finalização e operacionalização da campanha, a agência vai ajudar a Kibon a conquistar novos clientes com ações de sell out e a incentivar as vendas com ações de sell in, ambas apoiadas em datas sazonais durante o ano inteiro, operando em lojas de conveniência e em farmácias.

“Esta não é a primeira vez que Unilever e Dabster Comunicação estão juntas, pois a agência já vem atuando em jobs para esse canal por meio de mapeamentos, ações de sell out e estandes em feiras”, destaca Carlos Palomino, diretor executivo da Dabster Comunicação.

Além da grande campanha estão sendo realizados outros trabalhos, chamados de “minicampanhas”, como a “Torcida do Coração”.

As ações promocionais menores proporcionam prêmios isolados e também contribuem para a pontuação na campanha master, onde o prêmio é ainda mais disputado e desejado.

Fonte: Promoview

O Boticário apresenta novo perfume para celebrar Dia do Homem

Criada para homenagear o Dia do Homem, a nova frangrância do Boticário, Malbec Absoluto, será lançada em uma campanha que envolverá um filme, anúncio e spot assinados pela AlmapBBDO.

O comercial mostra um homem se perfumando e assim que ele se vira e começa a caminhar, o cenário se transforma em um labirinto de espelhos e a imagem dele se multiplica. Ele, então, encontra uma mulher, que se encanta com a imagem marcante desse homem. A locução explica: “Homens marcantes deixam um pouco de si por onde passam.”

Com a assinatura “Malbec. Deixe a sua marca.”, a campanha prevê ainda um spot e um anúncio. A peça impressa, além do Malbec Absoluto, traz referências masculinas como a madeira e o couro para identificar um homem de personalidade marcante do produto.

Fonte: Administradores.com

Danone lança Danette chocolate meio-amargo

A tradicional linha de sobremesas lácteas da Danone traz o novo sabor Danette chocolate meio-amargo para completar a linha de sobremesas cremosas. Com a novidade, a marca, que já possui em seu portfólio os sabores Danette Chocolate ao Leite e Danette Chocolate Branco, entrega para o consumidor toda a satisfação de paladar que só o chocolate consegue proporcionar.

"Em nossas diversas interações com os consumidores, um dos sabores mais requisitados para Danette era o chocolate meio-amargo. Portanto, incluir esse sabor em nosso portfólio atende diretamente aos desejos dos consumidores brasileiros" explica Benoît Angénieux, gerente da marca. "Seguimos investindo em tendência de sabor para fortalecer o vinculo da marca com chocolate, garantindo aos fãs do produto uma experiência única de cremosidade e satisfação", enfatiza.

Danette Meio Amargo pode ser encontrado no varejo de todo o Brasil. Cada embalagem do produto contém duas unidades de 110 gramas cada.

Fonte: Promoview

Vigor lança embalagem exclusiva do filme ´Meu Malvado Favorito 2`para o público feminino

Vigor Alimentos acaba de fechar parceria e licenciar o uso dos personagens do filme "Meu Malvado Favorito 2", da Universal Studios. A partir de julho, os principais nomes da animação começam a aparecer nas embalagens da linha infantil da empresa. Esse licenciamento da Vigor reforça o novo momento da marca, que tem como um dos principais pilares a inovação e comunicação de seus produtos de modo a estreitar mais uma vez a relação de confiança com consumidores. Além das novas embalagens, a Vigor também apresenta o produto no sabor Uva, sem corantes artificiais, para completar a linha que já tem a versão tradicional. Ainda oferta ao público infantil a bebida mista de frutas Vig inteiramente reformulada, nos sabores Morango, Laranja, Maracujá, Uva e Maçã.

Fonte: Cidade Marketing

Newton X Darwin nas Empresas

Esse post é mais um que tem o objetivo de compartilhar as impressões e as tendências que, do meu ponto de vista, terão grande influência no mundo empresarial. Esse post especificamente vamos falar da mudança de um modelo baseado na fisica clássica Newtoneana para um modelo mais próximo da Teoria de Darwin.

Do meu ponto de vista, o mundo que vivemos atualmente é caracterizado pela velocidade da mudança e, consequentemente, pelo aumento da complexidade de sistemas e relações. Tal cenário vai contra as premissas sobre as quais a maioria das organizações cresceram. As empresas, principalmente as mais antigas, cresceram sobre a ótica da física de Newton que estabelecia uma exata correspondência entre causa e efeito e de que havia a certeza que até mesmo as mais complicadas situações poderiam ser resolvidas por meio de interações de algumas poucas leis e, dessa forma, prevendo o comportamento dos mais complexos sistemas ao longo do tempo.

No entanto, ao longo do tempo, a física clássica de Newton mostrou-se inadequada em diversas situações e vem sendo gradativamente substituída pela visão de que mesmo mudanças diminutas podem acarretar desvios radicais no comportamento de sistemas. Na verdade, chegou-se a conclusão que, ao contrário da filosofia de Newton, os sistemas tendem, espontânea e irreversivelmente, a um estado de desordem, ou de entropia crescente.

As premissas da física Newtoniana funcionaram muito bem enquanto as empresas controlavam o poder na economia, pois, dessa forma, era possível controlar a incerteza com o estabelecimento de diversos modelos e metodologias padrões, o que acabou por reforçar que as empresas eram sistemas fechados, ou seja, não eram impactados por mudanças externas ao seu sistema.

Sob essa visão, as mudanças são previsíveis – e podem ser antecipadas, pelo menos no horizonte de implementação dos planos. As decisões tomadas são comunicadas – e executadas fielmente ao longo da cadeia de comando. A consequência disso é que esse modelo mental foi reproduzido no tratamento às pessoas, tanto do ponto de vista delas como consumidores como também como trabalhadores.

Ocorre que a Internet, grande vetor da velocidade da mudança nos tempos atuais, é um sistema complexo e aberto formado por redes de agentes individuais que interagem para criar um comportamento autogerenciado, mas extremamente organizado e cooperativo. A Internet, cuja premissa básica é seu caráter público, possibilita a esses agentes individuais feedback do ambiente e, em função dele, ajustar seu comportamento, aprendendo com a experiência e retornam o aprendizado na estrutura desse mesmo sistema.

A convergência da tecnologia da informação e de telecomunicações, as contínuas reduções de custo (por exemplo, o preço do transporte de 1 trilhão de bits caiu de 150 000 dólares em 1970 para 12 centavos de dólar em 1999 — 38% ao ano) alteraram fundamentalmente o funcionamento de todas as redes humanas e tecnológicas. O resultado disso é que, assim como no passado o poder migrou dos governos para as empresas, essa convergência, potencializada pela Internet, fez com que o poder migrasse das empresas para as pessoas. Se entendermos que as pessoas não possuem comportamentos padrões entre elas, a tônica que move o funcionamento da economia é o da incerteza e da instabilidade.

Para sobreviver em um ambiente de incerteza e instabilidade, as empresas precisarão aprender a ser capazes de se adaptar e de inovar, ou seja, de se auto-organizar tornando-se em síntese sistemas complexos adaptáveis, redes humanas e tecnológicas. Nesse sentido, terão que substituir as premisas da fisica clássica Newtooniana pela teoria evolutiva de Darwin. Darwin falava da união do homem em redes para cooperar e garantir sua sobrevivência.

Como o ambiente é incerto, pois eles são conduzidos pelas pessoas em rede, o processo de desenvolvimento de produtos e serviços será conduzido de forma a acompanhar a evolução e mudança do comportamento das pessoas(consumidores).

Dessa forma, a tendência é que esse processo seja guiado por uma perspectiva βeta, ou seja, os produtos e serviços serão lançados não completamente prontos, mas funcionando e em contínuo aperfeiçoamento. A esse processo será inserido o aspecto da experimentação, como um processo de aprendizado com a experiência de uso das pessoas e retornando o aprendizado à estrutura desse mesmo processo.

Abordagens adaptativas, por sua vez, focam o rápido ajuste às mudanças da realidade. A ideia é aprender como as pessoas usam os produtos e serviços de fato. O segredo para a sobrevivência das empresas será “deixar-se evoluir”, procurando tornar-se mais aberta as mudanças da sociedade. Devem buscar experimentar novas estratégias (algo como provocar mudanças) para ver o que funciona e o que não e qual é mais eficiente em determinadas circunstâncias. Se pensarmos nas empresas como organismos abertos ao meio, criaríamos organizações cada vez mais ágeis e mais adaptáveis às mudanças.

Fonte: Hsm.com