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O Twitter de Deus

Fenômeno no Twitter, personagem que se apresenta como "criador do universo" fala sobre publicidade, marketing e outros assuntos divinos

Ele é onipresente, onisciente, onipotente e, já há algum tempo, também está online. De fato, os publicitários e todo o resto da raça humana têm muito a aprender com O Criador, seja pelo site SAC Divino, pelo Twitter (onde tem 260 mil "fiéis" seguidores – clique aqui para acessar) ou pela rádio Mix FM.

Veja os conselhos dados por Ele nessa reveladora entrevista, concedida à coluna Sapo de Fora do jornal Meio & Mensagem, publicada na edição 1409, que circula com data de 17 de maio.

Meio & Mensagem – Se todos os publicitários do Brasil pudessem ler essa entrevista, o que o Senhor diria a eles?

O Criador – Primeiramente, meus amados filhos, Eu os abençoo. E se os publicitários querem vender uma campanha de sucesso, devem apostar em um garoto-propaganda que dê a vida pela causa, em um produto que responda aos anseios de seu público-alvo e na garantia de que o que você oferece é muito melhor do que o produto de sua concorrência. Eis: Jesus, a salvação e o paraíso.

M&M – O Senhor acha que o que o Seu filho fez há mais de 2 mil anos é, mais ou menos, o que a publicidade faz hoje?

O Criador – Nossa gestão possui uma equipe de marketing muito mais eficiente do que toda a atual geração da publicidade, que se preocupa apenas com a compra de mídia em meios de comunicação de massa. Meu filho foi um visionário do marketing de guerrilha, que apostou na divulgação através do boca-a-boca. Veja bem, naquela época fizemos uma festa só com um pão, um vinho e 12 convidados e conseguimos gerar repercussão e buzz por mais de 2 mil anos. É verdade que, se não fosse por uma assessoria de comunicação eficiente, vocês jamais acreditariam em uma cobra falante, mas não se pode negar que transformar água em vinho foi uma excepcional jogada de mestre marqueteiro.

M&M – O que o Senhor pensa sobre a programação da televisão brasileira?

O Criador – Aproveitando que Eu ajudo a quem cedo madruga, os ditos profetas têm comprado todos os horários na madrugada das grades das emissoras. Entretanto, devo avisá-los de que o copo com água que eles mandam colocar sobre a TV só resolverá o problema se ele for sede. Advirto-lhes, ainda, que nenhum deles tem procuração para falar "em nome de Jesus" e, se as coisas continuarem dessa forma, o seriado mais famoso da televisão brasileira será Todo Mundo Odeia Cristo (uma menção à sitcom norte-americana Everybody Hates Chris).

M&M – E o que o Senhor acha dos intervalos comerciais atuais? O Senhor muda de canal na hora da propaganda?

O Criador – Filho, com os jingles sempre repetidos, com os roteiros previsíveis e sempre com os mesmos personagens, não precisa ser onisciente para saber o que acontecerá em cada propaganda e, no mínimo, desligar o aparelho.

M&M – Trazendo a questão para assuntos mais mundanos do que a publicidade, por que diabos afinal aquele vulcão explodiu, a terra tremeu no Chile e no Haiti e caiu uma chuva muito forte no Rio de Janeiro?

O Criador – Nossa gestão, em busca de conquistar novas almas para Minha causa, em época de mídia social, também tem apostado em virais, como a gripe suína – que, ao lado dos outros exemplos que citastes, é um de nossos teasers para 2012… Quem viver verá! (obs.: ninguém).

M&M – Se o Senhor está em todos os lugares ao mesmo tempo e sabe tudo sobre tudo, o que acha da produção publicitária do Leste Europeu?

O Criador – Obrigado por lembrar, amado filho. Atualmente, muita gente acredita que a única coisa que está em todos os lugares e sabe de tudo é o Google. Quanto à publicidade do Leste Europeu, ela é antiquada, voltada às mídias tradicionais, não dialoga com seu público, aposta em velhas equações defasadas e é baseada em fórmulas que unem cantoras de sucesso, jingles manjados e mulheres em trajes sumários. Assim como a brasileira…

M&M – Quais os próximos milagres que o Senhor pretende promover na esfera da publicidade?

O Criador – Já houve um grande milagre no meio midiático: a multiplicação dos pixels! Mas, sem dúvida, o maior milagre será fazer as grandes agências enxergarem que a mídia mudou e houve uma revolução copérnica: os consumidores não giram mais em torno das grandes agências e a mídia, assim como a Terra, não é mais chata nem o centro do universo.

M&M – O Senhor pode falar um pouco sobre a iniciativa do SAC Divino, um serviço que ajudou a melhorar a Sua comunicação conosco?

O Criador – Amado filho, em tempos de mídia digital, o – modéstia a parte – Todo-Poderoso aqui não poderia ser apenas onisciente, onipresente e onipotente; tinha de ser, também, online. Portanto, através do verbo "faça-se", inaugurei o Serviço de Atendimento ao Consumidor do Criador (www.sacdivino.org), pelo qual pretendemos ouvir atentamente e criticamente todos os diversos seres vivos existentes e transformar as informações coletadas em base para desenvolvimento de ações estratégicas; orientar os seres humanos, tendo total conhecimento do que está ocorrendo no Planeta Terra S/A; envolver as diversas áreas internas do Planeta Terra S/A nas questões trazidas pelos seres vivos, possibilitando o aperfeiçoamento dos produtos e serviços da Totalidade do Universo Corporation; e estabelecer, entre O Criador e todas as criaturas, uma comunicação única e personalizada, independentemente do sistema solar ou da galáxia na qual o erro na prestação de serviço foi reportado.

M&M – E quanto ao Twitter, qual o tamanho do Seu sucesso nessa rede social?

O Criador – Posteriormente ao SAC Divino, criamos o twitter @OCriador para divulgar as atividades de nosso serviço de atendimento. Atualmente, já possuímos mais de 700 mil visitas únicas em nosso Serviço de Atendimento e mais de 260 mil fiéis seguidores em nosso Twitter. Assumo que, desde o Velho Testamento, pouco tenho aparecido para Minhas amadas criaturas. Mas, em tempos de mídia socializada, acredito que essa foi a hora correta de, com o perdão do trocadilho, dar o ar da Minha graça.

M&M – Onde o Senhor busca inspiração para escrever seus textos?

O Criador – Nos quatro Ps, Meu filho: Profeta, Palavra, Paraíso e Penitência…

M&M – O Senhor emprestaria a Sua imagem para fazer propaganda de algum produto? Por quê?

O Criador – Já empresto todos os dias, Meu amado filho. Pois todos vocês, que são à Minha imagem e semelhança, diariamente fazem o papel de mídia ambulante, dada a socialização digital. O problema é que o Diabo está querendo comprá-los e – vou te dizer, hein? – tá barato pra caramba…
Por Felipe Turlão

Fonte: m&m online

Tic Tac gigante em ação promocional

O lançamento da campanha do novo Tic Tac Cereja e Maracujá, o primeiro frutado e mentolado da marca, chega em tamanho gigante primeiramente ao Shopping Eldorado, com “a maior mistura do mundo”: uma embalagem com 2,3 metros e mais de duas toneladas de pastilhas. A ação de marketing promocional, criada pela agência B/Ferraz, é acompanhada por divulgação na mída tradicional, peças para internet e spots em algumas praças.

A iniciativa envolve uma promoção, na qual os consumidores concorrem a 180 iPods. Quem acertar a resposta para a pergunta: “Qual sabor tem mais na caixa gigante (cereja ou maracujá)?”, também poderá ganhar um automóvel Fiat 500. Os consumidores residentes em outros Estados ou que não puderem ir ao shopping podem conferir a imagem em 360° da caixa gigante de Tic Tac e decidir o seu respectivo voto.

Além disso, sete réplicas da caixa vão circular por cidades do Interior de São Paulo, Rio de Janeiro e em Curitiba. A promoção termina no dia 05/09.
“A expectativa é atrair a atenção por meio do divertido e do inesperado. Como essa é a maior caixa de Tic Tac já produzida no mundo, acreditamos que o brasileiro valorizará a oportunidade de ver uma marca internacional fazendo algo único aqui”, diz Guillaume Simon, diretor marketing da Ferrero do Brasil, ao adiantar que o objetivo é que a embalagem entre para o Guinness Book, o livro dos recordes.

Com investimento total em torno de R$ 6 milhões, incluindo marketing e desenvolvimento de produto, o novo Tic Tac substitui o sabor Cereja Extra Mint.

Fonte: Promoview

Caminhoneiro vira “astro” em promoção da Volvo

A ação de marketing promocional “Vire um astro de cinema com o Volvo VM”, promovida pela Volvo em parceria com a Revista O Carreteiro e o programa Pé na Estrada da RedeTV chegou ao fim e, a OL Marketing foi a responsável pela criação do evento de encerramento do concurso cultural.

A promoção teve como objetivo selecionar um motorista de caminhão para atuar no longa-metragem “À Beira do Caminho”, que começa a ser rodado neste mês de junho pelo cineasta Breno Silveira. A produção é patrocinada pela Volvo por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e o caminhão presente na trama será um Volvo VM.

A ação promocional foi lançada em fevereiro deste ano, e o evento “Making Of – VM Astro de Cinema”, que marcou o final do concurso, aconteceu no dia 20/05, na fábrica da Volvo, em Curitiba (PR).

A OL preparou um ambiente com conceito cinematográfico para recepcionar os finalistas, que foram tratados como astros de cinema. Na última fase do concurso, os concorrentes participaram de gravações, com direito a produção no camarim e massagens relaxantes nos intervalos. Dentro da programação, os caminhoneiros visitaram a fábrica e fizeram test-drives com o VM.

Fonte: Promoview

Nova classe média exige produtos segmentados

Empresas lançam produtos e serviços para atender o novo perfil de consumidores

A nova classe C é uma realidade e, agora, maioria entre a população brasileira. A classe média cresce e exige novos produtos e serviços, o que mostra um novo caminho que as empresas devem seguir para se destacarem perante um consumidor cada vez mais preocupado com a alimentação saudável e a conveniência, por exemplo.

Apesar de uma mudança global no comportamento do consumidor, no Brasil, a classe C dita as regras de consumo daqui para frente. Pesquisa feita pelo Ibope para o projeto Brasil Food Trends 2020, realizado pelo Instituto de Tecnologia dos Alimentos em parceria com o Deagro (Departamento de Agronegócio da FIESP), mostra que as características do consumidor brasileiro da classe C estão alinhadas com países desenvolvidos.

O estudo embasa a crescente busca do brasileiro de classe média por conveniência e praticidade na hora da compra. A maior demanda referente às mudanças sócio-econômicas do Brasil também destaca o papel da mulher. Diferente do que foi visto nos últimos anos, hoje elas trabalham fora de casa, compram comida pronta e fazem suas refeições no trabalho. A importância da mulher nesta nova classe média motivou a Editora Abril a criar a Revista Máxima, cujo objetivo é exclusivamente atender as consumidoras da classe C.

Aumento de renda e de poder de compra
O crescimento relativo da população brasileira, entre 1950 e 2009, de 2,19% embasa o domínio absoluto da clsse C no país, que cresceu muito mais. Esta realidade obriga a indústria de alimentos a manter o seu posicionamento competitivo com maciços investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, seja de produtos ou de processos. Com o aumento da renda e do poder de compra da nova classe média, além do maior acesso à informação, o desafio será produzir bens que atendam às exigências do consumidor.

Neste cenário, as marcas devem entender a sua importância para as escolhas destes consumidores que, agora, buscam primeiro a qualidade dos produtos. “A marca é fundamental porque o consumidor acredita que está levando todo o pacote de qualidade e confiança”, diz Antônio Carlos Costa, Gerente do Departamento do agronegócio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em entrevista ao Mundo do Marketing.

Um dos segmentos que podem ganhar força junto com o crescimento da classe média no Brasil é de iogurte. Este é o primeiro produto citado pelos consumidores entre os de categoria Saudáveis e Funcionais. A conveniência também é um caminho sem volta. As lojas de bairro têm aderência em relação à Conveniência e Praticidade. “A proliferação de lojas menores que atendem melhor, com ambientação mais favorável, remete a um atendimento mais pessoal e personalizado. Apesar disso, esta tendência não é excludente. O supermercado continua tendo seu espaço. Não vejo este novo consumidor optando por apenas um modelo de compra”, acredita Costa.

Novas características de consumo
Uma das principais mudanças que já pode ser percebida com relação ao perfil deste novo consumidor é a busca por produtos de consumo que oferecem benefícios adicionais para a sua saúde, além de atributos como sustentabilidade e ética, que oferecerão diferenciação no mercado. A pesquisa feita para o Brasil Food Trends 2020 mostra que os brasileiros decidem suas compras com base em “Sensorialidade e Prazer”, “Saudabilidade e Bem-estar”, Conveniência e Praticidade”, “Confiabilidade e Qualidade” e “Sustentabilidade e Ética”.

Este comportamento está diretamente ligado ao aumento de nível de educação, informação e renda da população nos últimos anos. “Os consumidores emergentes representarão os grandes mercados para a indústria de alimentos no futuro", garante o Gerente do Departamento do Agronegócio da Fiesp ao portal. A explicação pela busca de produtos saudáveis e que proporcionem o bem-estar é o envelhecimento da população e a procura de um estilo de vida melhor, o que abre possibilidades para produtos como alimentos funcionais, naturais e cosméticos. A conveniência e a praticidade estão ligadas ao ritmo de vida dos consumidores que vivem em centros urbanos.

Há uma mudança na estrutura tradicional nas famílias e a economia de tempo e esforço resultam na demanda por refeições para microondas ou serviços delivery. Já a confiabilidade e a qualidade dos produtos são exigências de compradores mais conscientes e informados, que valorizam a garantia de origem e os selos de qualidade. Por fim, sustentabilidade e ética também estão em voga para os consumidores da nova classe média, principalmente pelo baixo impacto ambiental, por embalagens recicladas e recicláveis, por fontes renováveis e pelo gerenciamento de resíduos e emissões.

Máxima foca nas mulheres emergentes
A Editora Abril já percebeu a importância da nova classe média e investiu em um projeto segmentado para as mulheres que compõem este nicho. A Revista Máxima foi criada para abordar o comportamento e os desafios femininos, seus maiores desejos e como ela está inserida no novo cenário sócio-econômico mundial. “As vendas de revistas tradicionais para mulheres foram impulsionadas pela nova classe media, que exigiam uma publicação voltada para a nova classe média. A Máxima é uma revista focada na mulher que ascendeu socialmente”, aponta Demétrius Paparounis, Publisher da Revista Máxima.

O objetivo da Abril com este produto é oferecer e mostrar opções de compra para as mulheres que entraram recentemente na classe C e que começa a ter dinheiro para comprar de tudo. “A mulher nordestina que vive em São Paulo, pertencente à classe D, visita a família a cada cinco anos. Na classe C ela passa a ter conta bancária, pode parcelar as compras e visitar os parentes com pacote turístico. A revista tem o conteúdo voltado para estas novas conquistas da mulher”, explica Demétrius.

A Revista Máxima contou com um investimento de R$ 10 milhões em seu lançamento. Ao todo, o título estará disponível em 85% dos 25 mil pontos-de-venda disponíveis no Brasil. Isto significa presença em cerca de dois mil municípios no país. As pautas da Máxima serão definidas pelos editores e também pelo Clube de Leitoras, que opinam sobre os assuntos abordados periodicamente.

Por Thiago Terra

Fonte: Mundo do Marketing

Mudanças propostas pela UE podem destruir promoções

Novas normas de rotulagem de alimentos da União Européia estão a provocar uma série de debates por parte de marcas, varejo e consumidores. Isso porque medidas reguladoras divulgadas recentemente obrigam fabricantes a apresentarem nas embalagens de alimentos o preço por peso em vez do preço por quantidade. Assim, ações promocionais, com base em números de unidades, tais como seis pães pelo preço de quatro, poderão ser banidas.

As medidas não param por aí. Os fabricantes também poderão ser proibidos de rotular produtos com o número de unidades por embalagem. Alex Dzhuras-Dotta, diretor comercial de marketing da Ogilvy Action, defende que promoções por unidade são mais facilmente compreendidas pelos clientes e são relevantes para a forma como as pessoas compram. E Philip Circus, diretor dos serviços jurídicos do Instituto de Marketing Promocional (antigo Instituto de Promoção de Vendas), vai em defesa da indústria: “Eu não vejo por que não se pode usar os pesos e os números.”

Fonte: Promoview