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TexPrima brinda convidados do Fashion Rio e SPFW

A empresa que tem revolucionado o segmento têxtil nacional, a TexPrima, agora estende sua ação para os convidados VIPs dos eventos de moda. Na próxima edição do Fashion Rio e da SPFW, os eleitos irão ganhar um brinde exclusivo, com tema relacionado à Copa do Mundo: uma linda echarpe, em gaze dupla, da coleção Provence, em estampa geométrica, nas cores verde/amarelo, como pede a torcida brasileira.

O gift virá embalado numa sacola exclusiva em papel craft e dentro dela haverá ainda mais uma surpresa, para agradar em cheio todas as mulheres. O presente será distribuído nas primeiras filas dos desfiles de Walter Rodrigues, Acquastudio, Carlos Tufvesson, Printing, Juliana Jabour, Alexandre Herchcovitch (masculino e feminino), Glória Coelho, Carlota Joakina e Samuel Cirnansck, que a empresa patrocinará.

Fonte: Promoview

Ações promocionais engajam consumidor à sustentabilidade

Na Semana do Meio Ambiente, Promoview não poderia deixar de informar seus leitores sobre o assunto, e foi pesquisar para trazer conteúdo relevante sobre o tema mais falado atualmente, que é a sustentabilidade. Apesar de estar presente em dez entre dez planejamentos de ações promocionais, estudos recentes da TNS Ri e da empresa de pesquisas Recherche apresentaram dados sobre o envolvimento e as práticas de pessoas e companhias quanto à causa verde.

Surpreendentemente, apesar de existirem diversas marcas envolvidas com o tema por meio de projetos já em prática, o que perturba os estrategistas das práticas sustentáveis é a grande quantidade de indivíduos que sequer ouviram falar sobre o tema.

A relação dos brasileiros com a sustentabilidade é relativa. Hoje, 8% da população jamais escutaram e muito menos praticaram alguma atividade sustentável. Mas, o que a TNS Ri apurou é que, entre as preocupações dos consumidores, a mais citada foi o aquecimento global, seguido de falta d’água e poluição da mesma.

A TNS Ri dividiu esses consumidores em três grupos e os avaliou como “engajados”, “envolvidos” e “ausentes”, de acordo com sua participação e atitude quanto ao tema.

A maior parte dos brasileiros está inserida no grupo de envolvidos (51%) e somente 4% se enquadram nos “engajados”. Porém, apenas 1% destes engajados são, realmente, pessoas que mudaram seus hábitos radicalmente em prol da causa, apontam os dados. A pesquisa “Os consumidores estão fazendo os empresários verdes amarelarem?” registrou que 45% dos entrevistados são ausentes às práticas sustentáveis.

Dos engajados, a maioria se encontra em São Paulo e Porto Alegre, enquanto Rio de Janeiro e Salvador se destacam por terem consumidores mais ausentes. A grande razão daqueles que estão “envolvidos” são os fatores econômicos, o que leva a conclusão que eles realizam práticas sutentáveis mais pelo bolso do que pela consciência.

Já os ausentes estão em um processo embrionário de conscientização e, por isso, a melhor maneira é usar estratégias a longo prazo. Estes consumidores serão mais difíceis porque não são atraídos nem pela economia. Estes são os indivíduos que usam a água do prédio para retirar as folhas que ficam entre as pedras da calçada, aponta a pesquisa de comportamento.
No campo do consumo, 24% dos brasileiros nunca se preocuparam em comprar produtos “verdes”. Para 52% deles, o motivo principal é, segundo a pesquisa da TNS Ri, a dificuldade para encontrá-los nas prateleiras. Por este motivo as áreas de trade marketing criam táticas para que o consumidor opte por produtos verdes e a recompensa está em primeiro lugar.

É unanimidade que a recompensa é a melhor maneira de mobilizar as pessoas neste sentido. Os benefícios devem ser dados de imediato e precisam ser tangíveis. Os mais usados são desconto na próxima compra, ou pontos no cartão de fidelidade para quem não pegar sacolas de plástico.

O esforço começa a fazer com que o consumidor fique mais preocupado com as questões ambientais. A reciclagem, busca de práticas ecológicas e o conceito de que menos é mais, estão se refletindo em seus hábitos. Prova disso é a preferência por artesanatos comerciais, ao invés de lojas, e alimentação consciente. A pesquisa da Recherche mostra o tom da nova década e o reflexo no futuro. “É crescente a preocupação com o meio ambiente e com as questões políticas. Ainda há muitas dúvidas e o consumidor culpa o marketing pelo consumo desenfreado. Sem falar da crise de credibilidade em relação aos discursos ecológicos das empresas”, afirma Diva de Oliveira sócia da Recherche.

Mas, ainda existe espaço para boas notícias. De acordo com o estudo, o Dia do Consumidor comemorado no dia 15/03, que até então falava sobre os direitos do consumidor, teve como principal preocupação a redução do consumo.

Apesar de o consumo significar prazer, identificação e inclusão social, as pessoas estão enxergando o seu lado ruim, como a perda de controle dos gastos, dívidas e frustração. “Hoje, o consumo é quase o oitavo pecado capital”, compara Raquel de Oliveira Siqueira, sócia da Recherche. Trata-se da demonização do consumo e da reverência à sustentabilidade. Para o consumidor, a solução está ligada principalmente às ações individuais e o “Ser” começa a ser mais importante do que “Ter”.

A promoção é, sem dúvida, a principal estratégia para empresas conscientizarem consumidores. Promoview irá apresentar, no decorrer da semana, as principais ações “promo-sustentáveis” de 2010.

Fonte: Promoview

Farm faz relacionamento para manter-se amada

Grife carioca de roupas femininas investe em ações com clientes e parcerias com marcas

“Carioca é mais do que um registro de nascimento, é um estilo de vida.” É esse o lema que a grife feminina Farm leva, por meio de suas roupas, para o resto do Brasil e alguns outros lugares do mundo. A marca, que começou sua história com um investimento de R$1.200,00 na extinta Babilônia Feira Hype – berço de novos talentos da moda carioca no final dos anos 1990 -, hoje conta com 25 lojas e 170 mil clientes cadastradas em seu programa de relacionamento.

A história dos fundadores da marca com a moda começou por acaso. Kátia Barros era contadora e Marcello Bastos engenheiro. O desejo de Kátia de se envolver com moda fez com que eles abrissem uma franquia da grife paulista Mercearia. A empresa deu prejuízo ao casal e essa tentativa frustrada fez com que Marcello desacreditasse no trabalho com franquias de moda. Por isso, hoje, todas as lojas da Farm são próprias. “Temos as nossas crenças e a nossa forma de resolver nossos problemas, mas isso causaria problemas com os franqueados que tivessem planejamentos diferentes”, afirma Bastos, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Mesmo sem esses parceiros investidores, a Farm conseguiu construir uma marca tão forte que atualmente o investimento em cada loja – que deveria ser de R$1,7 milhão – cai quase pela metade, devido a convites e parceiras com grandes shoppings que consideram a loja um diferencial em seu mix. Foi o que aconteceu com a Farm do Shopping Iguatemi, em São Paulo. Esta é a loja que mais vende por metro quadrado no centro de compras. Para construir essa força, a marca não investe em campanhas para o grande o público, nem em desfiles nas tão visadas semanas de moda, mas sim em seu programa de relacionamento.

Elas querem Farm
Desde os tempos em que era um pequeno stand na feira de moda, a Farm identificou o seu público-alvo e passou a desenvolver não só as roupas, mas também as estratégias e as ações da marca para mulheres com um perfil determinado: em sua maioria, as clientes da Farm são estudantes universitárias e moradoras da zona sul do Rio de Janeiro. “Não queremos massificar nossa marca, por isso preferimos investir em ações que nos aproximem das nossas clientes, ao invés de tentarmos conquistar novos públicos”, conta André Carvalhal, Gerente de Marketing da Farm, em entrevista ao site.

A loja abriu sua primeira unidade em 1999, mas desde 2005 realiza o programa “Eu Quero Farm!”. As clientes cadastradas ganham um chaveirinho que deve ser apresentado toda vez que elas vão às lojas. As compras servem para, junto com outras informações, traçarem o perfil das consumidoras e ajudar na elaboração de relacionamento. Entre as vantagens de participar do programa estão comunicados, via e-mail, de lançamentos, envio de catálogos, direito a liquidações exclusivas, convites para preview de lançamentos, produtos especiais, newsletter mensal e dicas de looks para cada estação.

Outras ações específicas para determinados perfis de clientes também estão incluídas nessas iniciativas. Como um mini spa montado em parceria com a Biotherm na loja do Fashion Mall, no Rio, que convidou algumas consumidoras para fazerem tratamentos para a pele no local. Já as 50 melhores clientes da Farm foram convidadas para assistirem a uma sessão especial do filme Sex and the City 2. “As nossas consumidoras têm uma relação de carinho com a Farm, por isso nossas ações tentam reforçar essa relação”, diz Carvalhal.

Comunicação para se aproximar
Essa proximidade e o carinho entre a marca e o cliente são reforçados com as ações nas redes sociais. A grife tem um departamento totalmente dedicado ao Adoro Farm!, blog da marca, ao Twitter e ao e-mail Marketing. No Twitter e no blog, a relação fica mais próxima ainda e as internautas comentam sobre os produtos da marca e o atendimento nas lojas. Depois, tudo isso é repassado aos departamentos de Marketing e de criação.

A evolução das iniciativas em redes sociais resultou na criação de um aplicativo para iPhone (foto). A iniciativa fez da marca a primeira grife brasileira de roupas femininas a lançar o seu próprio programa para o aparelho da Apple no Brasil. Nele, a usuária tem acesso ao conteúdo do blog e ao lookbook da marca, que é renovado mensalmente. Agora, a Farm planeja disponibilizar iPads nos pontos-de-venda com imagens do lookbook das coleções. Os aparelhos se encontrarão em todas as lojas da grife, locais que abrigam grandes ações da marca em todo o Brasil.

Para a Farm, investir em novidades e ações nos pontos-de-venda – que chegarão a 35 até final de 2010 – é fundamental. A empresa testa desde os cabides até o cheiro que as lojas terão a cada mudança de coleção. Essas e outras iniciativas promovem experiências sensoriais e emocionais aos consumidores. Na unidade de Ipanema, os clientes podem escolher até que tipo de música ouvir nos provadores. “As nossas vendedoras também têm que ter o mesmo perfil das clientes, para facilitar o relacionamento”, conta Carvalhal.

Parcerias reforçam conceito
Outra iniciativa que faz sucesso nas unidades da Farm são os “mimos” oferecidos para as clientes a partir de parcerias. Uma ação com a Arcor disponibilizou doces da marca nas lojas da Farm no ano passado e possibilitou também a criação de uma linha especial referente ao dia de São Cosme e São Damião. Também em 2009, a parceria com a marca de sucos Do Bem forneceu as bebidas para as clientes. Outro produto que trabalhou com a Farm foi a cerveja Devassa, que disponibilizou geladeiras com os produtos durante o verão e inspirou a coleção “Coisa Nossa”, que tinha a ver com hábitos brasileiros, como o samba e o futebol. Por essa ligação da cerveja com o futebol, a Devassa volta às lojas Farm durante a Copa junto com a coleção desenvolvida especialmente para o evento.

Já a coleção de inverno deste ano rendeu uma parceria com o Sonho de Valsa. A união resultou no desenvolvimento de uma sapatilha inspirada nos bombons (foto). “Procuramos o Sonho de Valsa porque ele une os dois temas de nossa coleção: amor e sonho”. Para o verão de 2011, a Sorvete Itália fornecerá picolés de chocolate africano nas lojas.

Embora haja muitos convites para outras parcerias, uma triagem é feita para que todas essas ações sigam o posicionamento da marca. “Só realizamos parceiras com quem tem a ver conosco ou com a nossa coleção. Caso contrário, não aceitamos mesmo que ela seja benéfica financeiramente”, explica o fundador da marca. Enquanto isso, a Farm vai conquistando mais fãs.

Por Rayane Marcolino

Fonte: Mundo do Marketing

Frozen Yogurt faz sucesso focando um único produto

Yogoberry, Yoggi, Yofresh e Yoforia investem em expansão agressiva

Um conceito simples focado em apenas um produto e suas variações. É assim que as redes especializadas em Frozen Yogurt pretendem ganhar o mercado de franquias brasileiro. Marcas como Yogoberry, Yoggi, Yogofresh e Yoforia apostam em uma expansão agressiva e prometem, juntas, chegarem a mais de 200 lojas no país até o fim do ano.

O conceito, já tradicional nos Estados Unidos e na Europa, foi trazido ao Brasil pela Yogoberry, que inaugurou sua primeira loja em novembro de 2007, no bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro. Cerca de um ano depois, em dezembro de 2008, foi a vez da Yoggi chegar ao mercado carioca, abrindo sua primeira loja no Leblon e ajudando a popularizar o hábito de tomar Frozen Yogurt com os acompanhamentos como frutas, cereais e coberturas, chamados de toppings.

Já a Yogofresh iniciou seus negócios no Espírito Santo, enquanto a Yoforia escolheu o interior do estado do Rio de Janeiro para inaugurar seu primeiro ponto-de-venda. O Rio, no entanto, é o principal mercado do segmento e reúne a maioria das lojas das redes. O foco se dá tanto pelo potencial de mercado da cidade, quanto pelas características do carioca, que busca uma alimentação saudável e produtos com baixo teor calórico.

Brasil também produz Frozen Yogurt
Apesar da concorrência, a pioneira Yogoberry conta com uma personalidade própria para manter-se forte no mercado. “Desenvolvemos uma identidade nossa. Qualquer cliente que vá a uma loja Yogoberry tem condições de reconhecê-la visualmente. É um pacote que reúne produto, ambientação e atendimento personalizado”, explica Marcelo Bae, Diretor Administrativo da Yogoberry, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A preocupação com a qualidade do produto levou a empresa a desenvolver uma fórmula do frozen que é importada da Itália. A escolha é resultado de um trabalho de pesquisa de 18 meses feito pelas sócias Un Ae Hong e Jong Ae Hong, também nutricionista da marca, que tiveram a ideia de criar a Yogoberry inspiradas no sucesso alcançado pelo produto na Califórnia, nos Estados Unidos.

Ao contrário da principal concorrente, a Yoggi optou pela fabricação própria, em solo brasileiro. Com uma fábrica que produz cerca de 20 toneladas por mês, a empresa espera atingir 50 toneladas mensais no verão. “Buscamos a oportunidade de abrasileirar o produto. Não é porque deu certo lá fora que dará certo da mesma forma por aqui. É importante saber reconhecer as diferenças nacionais e regionais”, diz Bruno Grossman, Sócio-Diretor da Yoggi, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Mercado terá seleção natural
A meta de “abrasileirar” o Frozen Yogurt levou a Yoggi a conceber variações para cada local em que a marca está presente. “Cerca de um terço dos nossos produtos variam de acordo com a região em que a Yoggi atua. O cliente não tem que se adaptar à loja, nós que precisamos nos adaptar a ele” completa o fundador da rede, que hoje tem também como sócios o empresário Alexandre Accioly, o apresentador Luciano Huck e o técnico da seleção masculina de vôlei Bernardinho.

Apesar da forte expansão e do surgimento de um número cada vez maior de marcas no segmento, as redes mostram-se confiantes no trabalho realizado. “Há uma seleção natural no mercado. Sobreviverão poucas marcas”, acredita Larissa Dadalto, que junto com Clarice Caliman fundou a Yogofresh.

A Yogofresh teve sua primeira loja aberta em Vitória, no Espírito Santo, em agosto do ano passado. Em dezembro, a empresa chegou ao Rio de Janeiro e, assim como a Yogoberry, escolheu o bairro de Ipanema para expandir a rede. Hoje são 21 lojas em funcionamento que garantem um faturamento de R$ 70 a R$ 120 mil por unidade. A expectativa é chegar a 50 pontos-de-venda até o fim do ano em todo o país.

Yoggi quer ser a principal marca até 2011
A Yoforia também optou por um mercado fora da capital carioca. A primeira unidade da rede foi inaugurada em março de 2009, em Barra Mansa, no interior do Rio de Janeiro. A ida para a capital, entretanto, foi inevitável. “O Rio é sempre interessante. Desde o fim do ano passado focamos a zona sul carioca para dar mais visibilidade à marca. O resultado foi uma expansão durante este ano. Chegamos a 16 lojas franqueadas e esperamos terminar 2010 com 30 unidades”, conta Alexander, Diretor Comercial da Yoforia, ao site.

O sucesso do frozen yogurt mostra que ainda há espaço no mercado para as marcas que querem investir. A Yogoberry espera chegar ao fim do ano com 60 lojas, enquanto o planejamento da Yoggi é passar das 53 unidades atuais para mais de 80. Além disso, para ser a principal marca de Frozen Yogurt no país, a Yoggi pretende estar com 300 lojas até 2011.

“Ainda não existe diferenciação de marca neste segmento, mas no médio e longo prazo haverá. O cliente estará mais seletivo, procurando pelo melhor produto, o melhor atendimento e a marca com mais carisma. Queremos estar em todos os shoppings do Brasil. Não viemos por moda, viemos para ficar”, ressalta o Sócio-Diretor da Yoggi.

Yoforia busca lojas diferenciadas
Por outro lado, a Yoforia tem um posicionamento diferente e busca atuar com poucas lojas. “Queremos nos posicionar com apenas uma loja em territórios maiores. Temos unidades pequenas em função da necessidade, como é o caso do ponto-de-venda do Shopping Iguatemi, que possui 17m². Mas os espaços são estudados e adaptados à necessidade da região. Em Copacabana, por exemplo, a loja é feita para a praia, mais aberta, com banco na calçada”, compara o Diretor Comercial da marca.
Outra aposta da Yoforia é a busca por um preço mais acessível. Enquanto o investimento em uma franquia da concorrência chega a R$ 350 mil, a rede oferece unidades a partir de R$ 130 mil. Quando se fala do produto, também é preciso inovar. O foco em apenas um elemento – o Frozen Yogurt – é um desafio para as marcas que querem manter a competitividade.

Para isso, as redes abusam da criatividade na hora de criar receitas, elemento fundamental para aproximar e manter clientes, ao lado dos cartões de fidelidade e de pontos-de-venda atraentes. A Yogofresh, por exemplo, foi a primeira a lançar o frozen de chocolate no Brasil, que hoje também pode ser encontrado na Yoggi. A marca ainda oferece o Yogofit, frozen batido com o composto rico em proteínas Whey Protein, para conquistar o público que tem como hábito a prática de atividades físicas.

Sabores são cartas na manga
Já a Yoforia acredita que a melhor combinação para a base de Frozen Yogurt são as frutas silvestres e investe na junção do iogurte com frutas como a lichia. Na Yoggi é possível ainda encontrar sabores como jabuticaba, doce de leite, chocolate belga e coco. Nas lojas da rede, o cliente também pode customizar o seu sabor se optar pelo Yoggi Blend, escolhendo os ingredientes que serão misturados ao iogurte na hora.

A cada estação, a Yoggi também lança variações para agradar ao paladar dos consumidores durante o ano todo. No inverno, o Yoggi Paçoca Chic (frozen com calda de chocolate e farofa de paçoca) tem sido uma das sugestões da empresa. “É importante não brigar com o inverno, mas sim brincar com ele”, diz Grossman, durante a entrevista.

A Yogoberry mantém o pioneirismo e não fica atrás da concorrência. A marca lança a ação “Sabor do Mês”. Em junho, por exemplo, os clientes podem experimentar a edição limitada de maçã verde. “A base é o mais importante. Temos uma série de novidades que serão lançadas gradativamente. O Rio tem mais de 20 lojas Yogoberry, mas nos outros estados o negócio está apenas começando. Na medida em que tivermos a necessidade de apresentar novos produtos, estaremos preparados para isso. Hoje são 47 sabores que já estão prontos para serem lançados”, conta o Diretor Administrativo da marca.

Por Sylvia de Sá

Fonte: Mundo do Marketing

Duloren contra a pedofilia

A Duloren, maior grife de moda íntima em distribuição do Brasil, lança em julho sua nova campanha publicitária que promete gerar polêmica. Pela primeira vez, a campanha será lançada nas mídias sociais (Facebook, Orkut e Twitter – @dulorenbrasil), passando depois para a mídia impressa e para os mais de 20 mil pontos de venda da marca.

As redes sociais da marca já estão sendo gerenciadas pela Simples Agência, responsável também pela veiculação desta campanha online. A peça, criada pela Agnelo Pacheco Rio, é uma crítica aos recentes casos de abuso sexual a crianças divulgados pela imprensa.

Há dez anos a Duloren não fotografava uma campanha no exterior e escolheu a Itália como locação para as novas fotos. Assim, a imagem terá a praça de São Pedro, no Vaticano, como cenário. Em primeiro plano, a modelo – de lingerie, é claro – mostrará um crucifixo para um homem de costas, acompanhado da frase ‘Pedofilia. Não’.

“Já fotografamos em Paris e nos Estados Unidos, mas nos últimos anos ficamos pelo Brasil, como uma forma de prestigiar ainda mais nosso País. Agora, para mudar um pouco, decidimos dar um ‘pulinho’ lá fora. E nada melhor do que a Itália para servir de locação para a nova campanha”, diz Denise Areal, diretora de Marketing e Estilo da Duloren.

Fonte: portaldapropaganda.com.br