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Quando você falou sobre e-mail marketing pela última vez?

Há quem diga que, todas as vezes que alguém comenta sobre e-mail marketing, está tentando ressuscitar uma prática ultrapassada. No entanto, devemos destacar que as campanhas de e-mail marketing não estão mortas; pelo contrário, estão bastante vivas quando aproveitadas da forma correta.

Segundo Nicole Delma, autoridade em e-mail e database marketing nos EUA, em sua palestra no Fórum E-Commerce Brasil 2013, 68% dos consumidores virtuais já realizaram negociações pela web motivados por um e-mail marketing recebido. Esse é um percentual que, simplesmente, não pode ser ignorado.

É bem verdade que muitos empreendimentos apostam em estratégicas infrutíferas ao enviar e-mails a seus consumidores e, por isso, não obtêm retornos satisfatórios. E, nesse caso, uma única dica é capaz de direcionar suas campanhas ao objetivo mais importante que é a aceitação do público: conheça seus consumidores! Isso mesmo; entenda quem compra de você!

Parece conversa ‘pra boi dormir’, mas como Nicole destacou, “’quando falamos de marketing, todos têm uma opinião diferente!”, ou seja, antes de fazer lançamentos, promoções, apresentações… antes de fazer marketing e vender, entenda seu público. Eles são os principais interessados em comprar e sua loja, os mais desejosos em vender. Que tal facilitar o processo?

Por isso, relembre a última vez que você falou sobre e-mail marketing e reveja sua postura diante desta ferramenta que, só está adormecida e sem futuro, para os ouvidos desatentos do mercado virtual, que não conseguem escutar o que está sendo dito pelos próprios alvos da ação, os clientes.

Pense bem e boa sorte!

Fonte: Administradores

Muito mais que um logotipo

Autora: Maria Isabel Montañes

Arapuã, Mappin, Mesbla, Kolinos, Cica, Gurgel e Bamerindus. Esses são alguns exemplos de marcas poderosas, que impactaram diretamente o consumidor por anos a fio, mas que, de uma hora para outra, ´desapareceram´ do mercado. Mas qual é o motivo? O que leva uma empresa a dar fim em uma marca?

A maioria dessas marcas desapareceu devido à fusão de uma empresa com outra. Esse é o caso da Cica, que foi fundada em 1941, e mudou de dono várias vezes, sendo que, a Unilever foi um deles. Em 2003 foi criada a Knorr Cica e em 2007 a marca foi eliminada do mercado. Outro caso é o da Kolynos, uma das mais célebres na área de cremes dentais no Brasil. Sua fabricante, a subsidiária brasileira dos laboratórios Wyeth-Whitehall foi comprada numa operação mundial pela Colgate. Ao proibir o uso do nome Kolynos, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica – Cade, na época, tentou evitar o que considerava uma "concentração excessiva", já que as marcas Colgate e Kolynos, juntas, detinham aproximadamente 79% do mercado nacional. Uma decisão inédita no Brasil tirou a Kolynos do mercado por quatro anos. Em 2003, a Colgate decidiu aposentá-la. Resultado: a Kolynos se transformou num daqueles estudos clássicos da gestão e do marketing.

Todos nós, como consumidores, percebemos como o mundo está mudando de forma acelerada. As relações dos consumidores com os produtos e serviços seguem um caminho que já está traçado. Esse fato só reforça a importância das marcas em nossas vidas. Neste mundo globalizado, onde várias marcas já não mais existem, que os empresários, principalmente os pequenos e médios, devem fazer para que suas marcas entrem e permaneçam na galeria daquelas que vencem o jogo do mercado, numa disputa tão acirrada e competitiva?

Independente do porte ou segmento da empresa é importante, em primeiro lugar, saber gerenciar a marca de forma eficaz e efetiva. O objetivo é evitar problemas de imagem com os produtos e serviços ofertados. Vale lembrar que hoje, além da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon, há diversas mídias sociais, como o Facebook, Twitter, e sites especializados em reclamações. O Reclame Aqui, por exemplo, é um deles: com mais de quatro milhões de pessoas cadastradas e uma média de 7 mil reclamações de consumidores por dia, o que antes era um canal informal de queixas se tornou uma eficaz ponte entre empresas e consumidores. Não é a toa que essas mídias causam mais danos às marcas do que o Procon!

Os empresários não podem ignorar, de forma alguma, o poder dos usuários nas redes sociais para a imagem de sua marca. O acesso à informação está cada vez mais fácil. Ou seja: tudo que diz respeito a uma determinada marca não é mais segredo para ninguém. Um exemplo: no dia 17 de outubro a Marisa lançou a campanha Primavera/Verão. O filme, que foi ao ar em rede nacional, causou enorme controvérsia nas redes sociais, porque uma moça magra apareceu experimentando peças de roupa e se olhando no espelho, ao comentar seus esforços para conquistar a silhueta sequinha para o verão. O texto faz uma "justa homenagem às leguminosas e sopas ralas que fizeram minhas refeições menos alegres, mas que farão meu verão mais feliz". Com certeza, a Marisa chamou atenção. Mas não do modo que almejava. Na página da marca foram inúmeras críticas que acusam a loja de machismo e de estar fazendo apologia aos distúrbios alimentares. De uma hora para outra, o slogan da maior rede de lojas de moda feminina e íntima no Brasil se tornou "De mulher pra mulher. Machista".

Nesse contexto, podemos perceber o nível de relacionamento que os clientes têm com a marca a todo o tempo. Para os detentores desse poderoso instrumento de comunicação, é importante se posicionar, encontrar um caminho ainda não explorado e atuar de forma criativa e eficaz sobre o mercado. É imprescindível sempre lembrar que as pessoas, ao consumirem uma determinada marca, sabem que estão levando um conjunto de valores por trás dela. Uma marca tem o poder de transmitir confiança, criatividade, responsabilidade e ética. Ela é muito mais que um logotipo. Qualquer pessoa que deseja ter um negócio bem sucedido, precisa, antes de mais nada, se preocupar com a marca.

Maria Isabel Montañes é diretora da Cone Sul Assessoria Empresarial.

Fonte: ClienteSA

Meias são produzidas com restos de café

Batizadas de Atlas, as meias criadas pela marca norte-americana Ministry of Supply utilizam café usado para manter os pés frescos e livres de mau cheiro.

Depois de serem recolhidos em padarias, bares e outros estabelecimentos, os restos de grãos torrados são limpos e misturados ao tecido, tornando as meias três vezes mais eficazes na absorção de suor e odores do que as versões convencionais.
O produto que inibe o mau cheiro dos pés é elaborado com algodão, poliéster reciclado e restos de café queimado, resíduo que filtra e absorve o odor e o suor e deixa os pés mais confortáveis. De acordo com os criadores das meias Atlas, o resíduo é uma arma contra o chulé, pois sua superfície esponjosa atrai as moléculas de carbono que compõem o mau cheiro – liberadas quando entram em contato com a água.

O tecido inteligente é capaz de identificar quais as áreas mais quentes dos pés das pessoas, melhorando a ventilação nestas zonas. Os desenvolvedores das meias Atlas também realizaram um mapeamento de pressão, a fim de localizar os pontos que mais suportam peso nos pés e dar suporte, melhorando a circulação de sangue nestes locais.

O projeto foi lançado em junho no Kickstarter e a marca de Boston arrecadou um valor superior à verba necessária para dar início à produção das novas meias. Perto das convencionais, a Atlas ainda tem um preço salgado: para garantir um par, é preciso desembolsar, no mínimo, 63 reais, mais os custos de envio.

Fonte: Promoview

Ação promo leva torcedor corintiano pra jantar com Ralf

No dia 29/08, corintianos poderão ter a chance de jantar com o volante Ralf. Para participar da ação de marketing promocional, o torcedor precisará comprar um ingresso no site. O encontro é limitado a 50 pessoas e acontecerá no Vica Pota Pizzaria, em Higienópolis (SP).

O torcedor também terá a opção de comprar um kit com camisa do Corinthians azul ou branca, que será entregue pelo jogador Ralf, já autografada. Quem não adquirir, poderá levar o seu próprio uniforme para ganhar uma assinatura do atleta.
O valor do ingresso é de R$ 249,00. Com o kit, a quantia fica em R$390,00. Durante o evento ainda será sorteado uma camisa do volante moldada em madeira. Parte do valor arrecadado será revertido ao hospital do Graacc, entidade que combate o câncer infantil.

Fonte: Promoview

Embalagem avisa quando o remédio está vencido

Visando evitar que pacientes distraídos utilizem medicamentos vencidos, a dupla de designers Kanupriya Goel e Gautam Goel criou uma embalagem que avisa, de forma bastante aparente, quando o remédio passou do prazo de validade.

A invenção chamada Self Expiring (Auto Vencimento, em tradução livre) faz com que o lacre também vença com o tempo, revelando imagens no lado exterior do medicamento que inibem o consumo.
A embalagem é composta por duas camadas, a parte superior com a tradicional data de validade e outra contendo uma tinta que escorre para a parte superior, conforme o tempo passa.

A ideia que ganhou destaque na premiação alemã, Red Dot Design Award, também poderia ser utilizada para inibir a venda de medicamentos vencidos no mercado negro.

Fonte: Promoview