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Sua comunicação é um cheque em branco?

Eduardo Zugaib

Quando falamos em vendas, falamos em comunicação. Quando falamos em liderança e relacionamento em equipe, também. Quando falamos em motivação também falamos sobre comunicação. Enfim, quando falamos de pessoas, falamos invariavelmente sobre comunicação.

A compreensão dessa importante competência humana e o despertar para o seu desenvolvimento – seja na esfera pessoal, corporativa ou institucional – não pode ser tratada de forma incompleta, derivando apenas para ações que focam na melhoria da construção do discurso e da capacidade de falar em público.

É preciso, antes de qualquer coisa, compreender a outra ponta dessa corda, onde residem a compreensão e o engajamento, consciente de que, se a mensagem foi pouco compreendida, a responsabilidade maior é e sempre será de quem emite essa folha de cheque.

Apesar de gradativamente estar caindo em desuso, graças ao crescimento dos meios de pagamento eletrônicos, uma folha de cheque nos ajuda a visualizar bem essa responsabilidade. Se você já preencheu uma, você deve ter percebido que é fundamental ser preciso, escrevendo os números de forma legível.

Feito isso, para evitar duplos sentidos, é preciso escrevê-los também por extenso, reforçando a mensagem em uma outra abordagem.

A assertividade entra em cena quando tornamos o cheque nominal, atribuindo aquela quantia – que é a nossa mensagem – à determinada pessoa ou empresa. É fundamental situá-la no tempo e no espaço, determinando o nome da cidade e a data. E, por fim, assumir a responsabilidade sobre ela, assinando.

Faltou alguma coisa? Sim. Em comunicação, assim como uma folha de cheque, é fundamental que os espaços que sobraram sejam preenchidos. A razão é simples: onde falta informação, sobra espaço para a imaginação.

E em se tratando de imaginação, dificilmente você, como emissor da mensagem, terá algum controle sobre aqueles a quem a dirigiu. Se sobrou espaço, alguém poderá preenchê-lo, algumas vezes por maldade ou, na maioria dos casos, não apenas pela ignorância, mas pela tendência que temos de completar o final das histórias que nos chegam com base em nossas próprias perspectivas e pontos de observação, interferindo em sua forma e conteúdo a cada vez que as levamos adiante.

Na prática, o nome disso é boataria. Se houver maldade – e acredite, o ser humano ainda é cheio dela – o nome passa a ser fofoca.

Logo, a objetividade (que é a capacidade de tornar os objetivos claros, sem subjetividades, transparecendo o fim que se pretende atingir) e a assertividade (a forma como essa objetividade é colocada, expressando pensamentos e sentimentos de maneira direta, clara, honesta e apropriada ao contexto), precisam caminhar lado a lado.

Faltou alguma coisa? Sim. Certificar-se que o cheque chegou ao seu destino certo, foi recebido e compreendido. É onde entra a prática do feedback, que marca o bom líder, o bom vendedor e demais profissionais que lutam pelo bom combate em comunicação. Um combate onde a eficiência não se mede por aquilo que ele fala, mas por aquilo que seu público-alvo compreende, sempre consciente de que, neste caso, a responsabilidade é toda dele.

Sem essa de “já falei mil vezes a mesma coisa” ou “subentende-se que”. É muito provável que, quem já falou mil vezes a mesma coisa, tenha errado mil vezes na forma ou na falta de compreensão do seu público, perdendo a credibilidade no meio desse caminho. E é certeza absoluta que em comunicação, especialmente aquela que visa resultados específicos – a pessoal, a institucional e a corporativa – nada se subentende: ou é, ou não é.

Não adianta deixar espaço em branco para que a imaginação do interlocutor complete a mensagem conforme seu estado de espírito no dia, ou os seus objetivos pessoais, que podem ser positivos ou negativos, éticos ou não.

Quando precisar comunicar algo a alguém ou a algum grupo em específico, certifique-se como você ou sua empresa podem estar preenchendo esse cheque, para evitar transtornos desnecessários. Transtornos que podem desacreditá-lo como líder, fazendo-o ‘despencar’ para a cadeira de chefe. Que podem colocar uma interrogação sobre a sua reputação de vendedor que, com a velocidade com que corre hoje a informação, certamente chegará antes de você nos seus próximos clientes. Transtornos que podem criar verdadeiros entraves profissionais entre você e a sua equipe de trabalho e deixando o terreno fértil para que brotem a fofoca e a boataria.

Reconhecer a comunicação como possível causador de problemas ou gerador de soluções é o primeiro passo que vai assegurar que o cheque de nossa comunicação não esteja chegando em branco onde deve chegar, se é que chega em algum lugar.

A única diferença entre a comunicação e uma folha de cheque é que, no caso do cheque, “sustar” a informação emitida de forma incorreta, é um pouco mais fácil do que no caso da mensagem disparada sem qualquer tipo de preocupação com estes detalhes. É pagar pra ver.

Fonte: Promoview

Coca-Cola presenteia consumidores com bonecos em 3D

Ainda na campanha Share a Coke, lançada pela Coca-Cola em maio na Europa, Israel e em alguns outros países, a marca agora oferece a oportunidade de customização feita com impressora 3D.

Apesar de algumas pessoas em Israel terem reclamado da natureza discriminatória da ação de marketing promocional anterior (já que não há nomes árabes na lista dos 150 nomes para personalização nas garrafas), a Coca-Cola continua com as ações no país.

A escaneadora 360º (o nome da empresa que fabricou a peça não foi revelada) transforma as imagens em um modelo 3D. Depois, uma impressora 3D traz as imagens à vida. Os bonecos ficam prontos em poucas horas.
Para ganhar, os consumidores têm que fazer o download da aplicação no smartphone, e fazer uma versão mini.
Apesar do lado ambiental da campanha ser altamente questionável – garrafas menores significam mais gasto – sua implementação tecnológica define a tendência do uso de digitalização 3D e impressão como uma forma de entreter e interagir com o público.

Fonte: Promoview

5 mentiras que te contam sobre trabalho

A palavra trabalho é visto hoje pela grande maioria da sociedade como um peso que deve ser enfrentado por todos. Uma forma de ganhar dinheiro. É necessário não por ser um ato de realização, mas sim devido a razão que dentro de uma economia com base no capital, quem não possui uma fonte de renda não pode manter suas mínimas necessidades. O termo foi tão distorcido nos dias atuais que muitas vezes quem diz: “Eu amo meu trabalho” é visto como louco ou que tem um “trabalho fácil”, do tipo que todos gostariam de ter. Levanto nesse artigo algumas mentiras que de tanto repetidas muitos já enxergam como verdade e entendem que o trabalho é um peso que deverá ser carregado ao longo da vida (ou até se ganhar uma fortuna na loteria).

1. Trabalho é sacrifício: Quando se faz a correlação de trabalho com sacrifício, pensa-se em algo dolorido que exige muito de quem o faz e que não enxerga um valor, é vítima do trabalho realizado. Sacrifício é exatamente o oposto, se dividirmos a palavra sacrifício temos: Sacer (sagrado) e Facere (fazer), portanto sacrifício é fazer algo sagrado. A associação de trabalho a sacrifício tem que ser vista não como fazer algo pesaroso, desagradável e sim como fazer algo sagrado, algo que se de muito valor e importância.

2. Trabalho é para ganhar dinheiro e se aposentar: É de necessidade humana provir seu sustento e o de sua família, mas pensar que escolher um trabalho apenas com este foco é desperdiçar uma vida. O trabalho deve vir como uma busca de realização pessoal, uma atividade em que se possa por em prática as principais habilidades pessoais e desse modo contribuir para o próprio crescimento e o crescimento dos demais. Passar 30/35 anos da vida exercendo uma profissão durante 8 horas diárias (ou mais), em que não se pode utilizar os potenciais apenas focado em ganhar dinheiro é um desperdício do que cada individuo pode fazer.

3. Depois que você escolher uma profissão não dá para mudar: Muitos vivem insatisfeitos no trabalho/profissão que exercem, mas não mudam pelo medo de começar do “zero” de não dar certo e continuam até o dia que a saúde grita e pede para que a pessoa pare. Durante uma vida vamos exercer varias profissões, seja de forma mais direta ou indireta. Um operador de máquinas em uma indústria, quando chega do trabalho exerce vira professor para o filho pequeno; a professora de geografia vira “vendedora” entre as amigas quando indica uma loja de roupas ou perfumes; o gerente de banco faz o papel do psicólogo no happy hour com o amigo que acabou de terminar um relacionamento; a coordenadora de recursos humanos da empresa vira agente de viagens quando os funcionários que vão entrar em férias lhe pedem sugestões para viajar. E desse modo todos compartilham suas experiências com os demais, e se aquilo pelo que as pessoas te procuram for a chave para uma nova profissão? Ali está uma paixão, algo pelo qual te motiva em aprender mais e ajudar os outros? Lembre-se cada recomeço nunca é do “zero”, existem muitas vivencias acumuladas ao longo dos anos à espera de serem utilizadas.

4. Escolha um trabalho que esteja em alta no mercado: A demanda do mercado não pode ser esquecida ou deixada de lado, mas as necessidades das pessoas são ilimitadas. Será que aquela solução que você criou para a própria vida não pode ajudar os outros? É mais fácil mudar todas suas habilidades para atender uma demanda do mercado ou encontrar um nicho que precise de suas habilidades? Cada um pode contribuir com algo novo para as pessoas.

5. Existem pessoas que têm trabalho fácil: Pensar que todos que gostam de trabalhar é devido ao trabalho deles serem “fácil” de fazer é um engano mental. Fácil ou difícil é uma medida que depende de cada um e está relacionada com a habilidade que aquela pessoa tem para fazer aquilo. O que pode ser fácil para um pode ser extremamente difícil para outro. Tenha em mente que começar uma carreira e obter sucesso nela exige esforço, se hoje pode parecer fácil para aquela pessoa, saiba que ela se esforçou e continua se esforçando a cada dia para encontrar um nicho para usar suas habilidades, se especializando, e trabalhando focada para obter bons resultados.

Mude seus pensamentos e mude sua realidade. Não caia na armadilha do negativismo enxergue o lado bom das coisas e elas se tornaram boas, seja agora para o aprendizado e posterior crescimento.

Carlos de Paula: É autor do E-book: Coaching como ferramenta de transformação, como transformar sonhos em metas realizáveis. À venda pela Amazon. Neste livro o autor ilustra como construir metas desafiadoras e a importância delas na conquista dos projetos de vida. www.ouroborostreinamentos.com

Fonte: Administradores

A administração do estado mental e emocional e o sucesso nas negociações

O sucesso em qualquer negociação, isto é, a obtenção de resultados de qualidade superior, está na dependência de três fatores: domínio do processo de negociação, conhecimento efetivo da realidade externa, ou seja, do contexto e competência para se administrar os próprios estados mentais e emocionais.

Processo é o caminho que se percorre do início até o final e é a espinha dorsal de qualquer negociação. Compreende três momentos: preparação, reunião de negociação e controle/avaliação. A maioria das negociações é ganha ou perdida de acordo com a qualidade da preparação. Uma coisa é certa, quem não leva a sério a preparação de uma negociação está se preparando para o fracasso. Portanto, é fundamental se ter consciência da importância da preparação e não cair na armadilha das desculpas como “não tive tempo” e outras do mesmo gênero.

O paradoxo é que quem alega que não tem tempo para se preparar, acaba tendo que encontrar tempo para o retrabalho, ou seja, para a correção dos erros cometidos em negociações mal feitas. Continua sendo melhor prevenir do que remediar. Uma boa preparação deve começar por uma boa avaliação ou interpretação da situação e esta é principal razão do sucesso de Warren Buffet: “Se você não é capaz de avaliar o seu negócio melhor do que o mercado, você não é do ramo”. Devemos também ter presente que vivemos num mundo probabilístico, ambíguo e cheio de incertezas. Assim, é boa prática considerar três cenários: otimista, realista ou mais provável e o pessimista pois, crer você acredite ou não, a Lei de Murphy existe. Além disto, devemos considerar estratégias, táticas, concessões e impasses. De qualquer forma, é sempre preciso ter presente que a negociação só acaba quando o acordo foi cumprido e não quando foi formalizado. Existem aqueles que usam as táticas da situação de fato. Prometem uma coisa e fazem outra.

O segundo ponto relevante para se chegar à excelência numa negociação é o conhecimento efetivo da realidade externa, importando em dois vetores: o conhecimento do negócio e o das pessoas envolvidas na negociação. Por conhecimento do negócio entendem-se as características técnicas, econômicas, jurídicas, fiscais, contábeis e financeiras do que se está negociando, bem como dos agentes econômicos envolvidos. Quem não conhece o seu negócio é como alguém que anda de táxi numa cidade estrangeira, sem falar o idioma do país. Os conhecimentos das pessoas com quem se está negociando importa em suas características e padrões comportamentais, conjunto de interesses, bem como os respectivos níveis de autoridade. Sempre saiba a autoridade da pessoa com quem você está negociando.

Finalmente, o terceiro e mais importante fator de sucesso numa negociação, é a competência para se administrar os próprios estados mentais e emocionais, pois sem isto não se tem acesso aos próprios recursos, sobretudo nas situações de tensão, estresse e adversidades. Podem acontecer vários dificultadores que vão do “apagão emocional” ou “deu um branco”, até às reações intempestivas, a "la Zidane", que botam tudo a perder, quando se tem o jogo na mão. Isto sem falar nos vários tipos de medo como fracasso, rejeição e até mesmo do sucesso.
A administração do estado mental e emocional tem como ponto de partida o conhecimento da relação mente/corpo. É aí que surge o SRRED de uma pessoa, que é um importante fator de diferenciação. Ou seja, sono, respiração, relaxamento, exercícios e dieta.

A boa administração do estado mental e emocional tem como um dos seus fundamentos a consciência da importância de nossas decisões e de nossa responsabilidade sobre elas. Tudo o que somos hoje é fruto das decisões que tomamos no passado e o que seremos amanhã é fruto das decisões que estamos tomando atualmente. Ou no dizer de Jean Paul Sartre: “Não importa o que fizeram de mim. O que importa é o que eu faço com o que fizeram de mim”. Existem cinco categorias de decisão que são fundamentais: em que prestar a atenção, a qualidade dos diálogos internos, que significado dar às coisas, que crenças devemos ter e o que fazer para obter resultados.

De acordo com a Lei da Atenção Concentrada, quando uma pessoa foca a sua atenção numa idéia, esta se concretiza por si mesma. Cabe então ficar consciente de nossos diálogos internos. Existem dois padrões típicos. O primeiro é de lamentação, recriminação, justificação, busca de pontos fracos e culpados. O segundo é o da busca de soluções e resultados, aceitação da realidade, sem conformismo, e perguntas inteligentes para se mudar o foco de atenção e eliciar recursos internos. O padrão que se segue faz a diferença da água para o vinho. Cabe ainda citar o psicólogo esportivo Rod Gilbert: “Perdedores visualizam as penalidades do fracasso e os vencedores visualizam as recompensas do sucesso”.

Três operários estavam fazendo uma mesma obra e foram perguntados sobre o que estavam fazendo. O primeiro respondeu que estava assentando pedras. O segundo que estava fazendo uma escada. O terceiro que estava construindo uma catedral. Saber escolher significados fortalecedores para tudo o que se faz na vida, faz uma grande diferença.

Um outro ponto relevante é o que trata das crenças que, inclusive, afetam o nosso sistema imunológico. Crença é um comando hipnótico que você dá para você mesmo. Um levantador de peso, capaz de levantar duzentos quilos, pode ficar incapaz de levantar uma agulha, quando em estado de transe, recebe um comando neste sentido. Portanto, é fundamental identificar e se desiponitizar das falsas convicções e crenças, para que se possa agir com a máxima efetividade, pois em última instância, são as nossas ações que indicam a direção em que estamos indo e os resultados que vamos obter. E, em negociação, tudo o que fazemos está vinculado ao processo de negociação.

Assim, se você quiser ter resultados expressivos nas negociações, defina seus sonhos e objetivos e domine o processo de negociação, procure ter conhecimento efetivo da realidade externa e desenvolva sua competência para administrar seus estados mentais e emocionais. Mas saber tudo isto apenas não basta, pois em verdade, não é quem sabe que faz a hora, mas sim quem sabe fazer. É isto que faz a diferença entre vencedores e perdedores.

Fonte: Administradores

Ação promo com “Descubra seu Chevrolet Premiado”

Nos dias 17 e 24/08 a Novavitoria Concessionária Chevrolet em parceria com agência de marketing promocional, EH! Promo realizou uma ação chamada “Descubra seu Chevrolet Premiado”.

As promotoras distribuíam gravatas em bares e restaurantes, fazendo com que o cliente fosse ate a concessionária para descobrir se a sua gravata esta premiada, gerando oportunidade de vendas.
A campanha é nacional e sorteia por meio das gravatas até 25 veículos na hora da entrega da gravata na concessionária e um Camaro ao final da ação promocional.

Fonte: Promoview