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Os clientes estrategicamente importantes

A importância do Business intelligence (BI) e do Customer Relationship Management (CRM), para a gestão do relacionamento com o cliente e, a busca de novas oportunidades de negócios para as organizações, pode ser entendido como sendo o conjunto de estratégias, processos e ferramentas concebidas dentro de uma filosofia orientada para o consumidor, na qual tem como objetivo identificar os clientes estrategicamente importantes, do ponto de vista econômico, e, potenciais formadores de opinião.

As ferramentas também são fundamentais para prospectar novas oportunidades de negócios e aumento de market share junto a determinados clientes ou segmentos, maximização dos lucros e implementação do cross selling com o objetivo de aumentar a rentabilidade ou incentivar a venda de produtos que estão em grande quantidade em estoque.

Quando uma empresa decide pela implementação de um projeto de BI e CRM, ela está optando pela sua transformação em uma organização direcionada para as necessidades de consumo do cliente e ampliando o horizonte para novas possibilidades de parcerias estratégicas. Neste contexto, onde utilizamos a tecnologia como fator competitivo, o relacionamento com o cliente passa a se constituir em diferencial competitivo, funcionando como uma nova ferramenta de marketing tão poderosa quanto obter um simples cadastrado, que não tem por objetivo tomar decisões que serão estratégicas para buscar novas oportunidades de negócios.

Com base em uma estratégia definida, todos os processos que envolvem transações com os clientes têm de ser realinhados com o objetivo de atender as necessidades de consumo atuais e futuras. Resultando em profundas mudanças organizacionais que deverão ser implementadas para alinhar a organização aos novos cenários. Afinal, estruturas organizacionais fundamentadas somente em aspectos como: demográficos, geográficos ou orientadas ao produto não são compatíveis com uma organização orientada para o mercado. Para isto devem contar com o aval da alta administração, sendo detalhadamente planejadas e, principalmente, cuidadosamente colocadas em prática através de um plano de ação que envolva toda a organização.

Outro aspecto importante que não pode ser esquecido, refere-se ao aprimoramento da competência dos colaboradores no sentido de fazer com que eles saibam como resolver determinadas situações problema, interagir com os clientes e parceiros e ainda serem capazes de entender e trabalhar com as novas tecnologias e ter a flexibilidade necessária para se adaptar aos novos processos.

No que se refere à tecnologia que vai ser empregada para suportar a nova organização direcionada ao cliente, é fundamental a elaboração de um planejamento estratégico no qual esteja claramente especificado como os processos de negócio terão o suporte com a retaguarda tecnológica necessária a interface entre os demais sistemas e infraestrutura. Um planejamento estratégico bem elaborado de TI constitui condição sine qua non para se evitar surpresas desagradáveis relacionadas aos gargalos futuros, devido a deficiência de um prévio planejamento detalhado dos processos ou na aquisição indevida de determinados softwares.

Por fim, a empresa que busca a inovação para ser competitiva tem de estar orientada para o cliente, no qual o processo de mudança deve ser conduzido gradativamente, com fases bem definidas nas quais colocadas em prática, deverão contar com um estreito monitoramento e redirecionamento do plano de ação, caso seja necessário.

O projeto de Bi e CRM para ser bem sucedido implica na necessidade de uma integração de todas as áreas funcionais da organização dentro de uma visão sistêmica e focada no mercado com o objetivo de satisfazer clientes, parceiros e stakeholders.

Nivaldo Meneses é coordenador do curso de pós graduação em Empreendedorismo e Inovação e docente do curso de MBA em Gestão Empresarial da Estácio

Fonte: ClienteSA

Sherwin-Williams leva fãs à Mostra Black

A Sherwin-Williams, acaba de lançar em sua página no Facebook uma ação de marketing promocional que premiará seus fãs com pares de ingressos para a terceira Mostra Black, uma das mais importantes mostras de design e arquitetura no Brasil, que acontece em São Paulo até o dia 09/07.

Para participar, basta acessar a página da Sherwin-Williams no Facebook e responder as perguntas que serão postadas semanalmente até o dia 26/06. A primeira questão, “Qual cor da Sherwin-Williams é perfeita para você e por quê?”, já está no ar.
Os autores das duas respostas mais criativas para cada pergunta ganharão os ingressos. Os anúncios dos vencedores serão feitos sempre às quartas-feiras, ao mesmo tempo em que as novas perguntas serão lançadas.

Fonte Promoview

Sonho de Valsa cria o Plantão do Amor

Em ação criada pela W3haus, o bombom Sonho de Valsa terá pela primeira vez um Plantão do Amor?em sua fanpage, durante todo o dia 12 de Junho, com uma equipe para responder em tempo real aos consumidores que mandarem perguntas ou pedirem dicas para comemorar a data. Para surpreender a pessoa amada, a equipe poderá sugerir restaurantes, frases românticas, presentes, receitas, entre outras dicas.

Fonte: ClienteSA

Os 4 Cs do sucesso

Todos nós queremos alcançar o sucesso, é bem verdade, mas qual o conceito de sucesso que você tem atualmente? Geralmente o sucesso é associado à fama, glamour, prestígio e status. Mas isto por si só não traz felicidade. O que nos traz felicidade, é a sensação de plenitude, que é determinada a partir dos 4 Cs do sucesso que são:
•Capital social – Vivemos em comunidade, ou seja, em grupos, por isso a importância das interações sociais. Você integra vários grupos: do trabalho, da faculdade, da igreja, de amigos, etc. O capital social envolve coisas intangíveis, tais como, amizade, solidariedade, boa vontade entre as pessoas e as famílias que compõem uma unidade social. Essas relações tornam-se ricas e proveitosas quando há troca de conhecimentos e ajuda mútua.
•Capital físico – O conceito de capital físico utilizado neste artigo refere-se ao principal de todos os capitais que podemos ter: a saúde. Praticar exercícios físicos, alimentar-se adequadamente, dar boas risadas, enfim, gozar de boa saúde, é o maior bem que podemos ter.
•Capital intelectual – O capital intelectual é um ativo humano intangível, representa o conhecimento, a criatividade e a inteligência do indivíduo, que são traduzidos em valor a partir do que é feito com ele. O ser humano tem uma vantagem em relação aos animais, porque é um ser pensante, dotado de racionalidade.
•Capital financeiro – Não basta de gozar de boa saúde, ter inteligência, bons relacionamentos e viver sem dinheiro. O dinheiro não traz felicidade, mas a falta dele pode acarretar infelicidade. Segundo pesquisas, um dos principais motivos de brigas entre casais é a falta de dinheiro. É a prestação do imóvel que está faltando, é a escola do filho que está atrasada. Não é preciso ter muito dinheiro, mas uma renda que te permita ter um bom padrão de vida.

Enfim, conclui-se que, ter uma vida de sucesso, significa trabalhar esses quatro capitais a seu favor, de forma que você possa ter uma vida satisfatória, plena e realizada. Para isso é importante estabelecer o equilíbrio e ter muita disciplina.

Fonte: Administradores.com

A hora e a vez do turismo brasileiro

O Brasil vive um período de franca expansão no turismo, impulsionado pelos grandes eventos mundiais como Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas. De acordo com o Ministério do Turismo, em 2012, o setor cresceu 13,1%, em relação ao ano anterior. As 80 maiores empresas do segmento faturaram R$ 57,6 bilhões e empregaram 115 mil pessoas.E, em um cenário de crescimento acelerado e de ganhos de competitividade, o mercado interno poderá alcançar,no ano de 2014, o patamar de 500 mil postos de trabalho nas atividades características do turismo.

Mas estamos preparados para absorver as mudanças e receber o crescente fluxo de turistas em nosso País? O mercado dá a resposta.De Norte a Sul do Brasil, setores como o da hotelaria ainda estão carentes de profissionais qualificados e especializados. Os problemas atingem áreas diversas. Vão desde a oferta de um bom serviço de transporte público, escassez de táxis,dificuldades para encontrar vagas em estacionamento, alimentação…e por ai segue uma extensa lista.

A questão se agrava quando pensamos que uma significativa parcela de turistas é formada por estrangeiros, e esbarramos na barreira do idioma. Receber bem o turista é sinônimo de recebê-lo mais vezes no futuro e ter um grande aliado que vai sugerir a cidade visitada como destino para outros amigos. Por isso, é importante pensar longe!

Assim como cresce a demanda de mercado, cresce também o interesse de profissionais em se qualificar. De olho nessa necessidade, o IPOG inaugura, no dia 13 de setembro, a primeira turma do MBA Gestão Estratégica de Hotelaria e Turismo.

O Foco da pós-graduação é resguardar um espaço decisivo do mercado de formação empresarial na área de Hotelaria e Turismo. A preocupação em estabelecer competências para o segmento norteia o curso, procurando-se assim dotar os participantes de competências e ferramentas para o fortalecimento da capacidade de decisão e consequente melhoria do seu desempenho profissional.

“O curso é fundamentado nos pilares organizacional, operacional, ambiental e premia os alunos com a oportunidade da vivência de mercado através de estágios”, explica a professora e coordenadora do MBA, Telma Merjane.

“Isso diminui a distância entre a teoria e a prática. É um diferencial que permite focar nos aspectos da gestão estratégica e gestão operacional”, explica o também coordenador, Cláudio Costa.

Leonardo Ferreira Santos é gerente de uma grande rede de hotéis em Goiânia. Com 18 anos de experiência, ele já trabalhou em países como Estados Unidos e China. Na hora de comparar os serviços internacionais com os oferecidos no Brasil, as críticas são inevitáveis. “Ainda brincamos de hotelaria. Muitas redes conseguem oferecer o básico em conforto aos clientes, mas ainda estamoslimitados. E turismo envolve toda uma cadeia de serviços que precisa ser reformulada e melhorada”, observa Leonardo.

O gerente afirma que vai fazer o curso em busca de aperfeiçoamento. “Especializar é preciso. É uma forma de se valorizarenquanto profissional e de agregar valores para a empresa onde trabalhamos. Acredito que, por ser direcionado aos gestores, o curso tem o poder de abrir a visão do empresário e mudar nossa postura cultural que confunde servir bem com ser servil. E aí deixa de atender com qualidade o seu maior patrimônio, o cliente”, conclui Leonardo.

Fonte: Administradores.com