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Cool hunters: caçadores de tendências que trazem o futuro às empresas

Descobrir as tendências do mercado pode ser um fator-chave para a sobrevivência de um produto ou marca, principalmente em áreas com mudanças frequentes, como a moda ou o entretenimento. E, justamente, descobrir as tendências do mercado e o que há de mais novo nele é o desafio de um profissional especializado: o chamado o cool hunter. Ainda pouco conhecido, o trabalho de cool hunting é saber observar, registrar, analisar, interpretar e tirar as informações corretas, identificar tendências com um olhar estratégico e, a partir daí, influenciar moda, design e publicidade. São analisados padrões de comportamento, consumo, roupas e tudo mais que expresse o desejo futuro do consumidor. O cool hunter está sempre com uma máquina fotográfica nas mãos e de olhos, ouvidos e mentes abertos.

Em uma situação hipotética, podemos exemplificar a atuação de um cool hunter: muito antes de surgir todo o furor sobre as questões ambientais, ele já estava analisando hábitos comportamentais e de consumo e notava que a preocupação das pessoas com o meio ambiente cresceria a cada dia. Também foi o cool hunter que percebeu que os apartamentos construídos eram cada vez menores. Cruzando essas duas informações, o profissional encontrou um nicho de mercado: o desenvolvimento de bicicletas dobráveis, as quais seriam uma alternativa não poluente ao transporte e ocupariam pouco espaço. Com a ideia do produto, o cool hunter apresenta-a a uma empresa disposta a comprá-la, desenvolvê-la e produzi-la. Anos depois, certamente, as bicicletas dobráveis já terão sido produtos muito comuns em lojas especializadas e em grandes magazines, e as empresas precursoras terão investido e lucrado com o negócio, enquanto as outras, que não contaram com esse tipo de profissional, já terão perdido uma boa fatia de mercado.

Existem diversas empresas que já contam com este profissional. Normalmente, seus cool hunters são pessoas modernas, com grande poder de observação, antenadas com o que está acontecendo no mundo e apreciadoras de arte, cultura e música. Eles estão espalhados pelo mundo inteiro, atualizam os sites quase que em tempo real para que, quem contratou seus serviços, obtenha as informações em primeira mão, como modelos, cores, tipos, hábitos de consumo, etc. Um bom exemplo do trabalho de cool hunting é o portal www.coolhunting.com, em que se pode saber o que há de novo na moda, na arquitetura, no universo tecnológico, entre outros.

Isso nos sugere que esse novo profissional irá ditar e “prever” grande parte do que o consumidor irá procurar daqui a algum tempo. Uma mina de ouro para empresários dispostos a ganhar novos mercados e inovar com seus produtos.

Por Socci Comunicação

Fontes:
– IBOPE
– Fashion Bubbles
– abcDesign.

Brindes para as donas de suas próprias vidas

No Brasil, as mulheres já representam a metade do número de pessoas empreendedoras

Elas já não são mais donas de casa. São donas de suas próprias vidas. Em 2001, as mulheres ocupavam a marca dos 29% dos empreendedores brasileiros, de acordo com a Global Entrepreneurship Monitor (GEM), pesquisa que mapeia a atividade empreendedora em mais de 60 países. De 2007 para cá, mais de 10 milhões de mulheres abriram seus próprios negócios e, em 2010, passaram a representar quase a metade dos empreendedores do mercado nacional (49,3%). Do universo entrevistado pelo instituto, em 2011, 58% das mulheres alegaram ter aberto um negócio porque perceberam uma oportunidade de mercado, não necessariamente porque desejavam ter uma fonte de renda própria. Em 2011, abraçar e investir numa oportunidade de negócio foi o estímulo de 69% das mulheres ouvidas no estudo.

No comandando de suas empresas passaram a chamar atenção de outras instituições como SEBRAE, que por meio de um levantamento aponta para números que confirmam o estudo da GEM. De cada 100 empreendedores individuais, 45% são mulheres. De acordo com a consultoria Rizzo Franchise, cerca de 61 mil delas estão à frente de alguma franquia que fatura até 32% a mais do que as lojas gerenciadas por homens. Segundo, a economista e pesquisadora Gina Paladino, que acompanhou o estudo GEM 2012, as mulheres estão planejando melhor e procuram compreender o mercado de atuação pretendida.

A partir desses estudos e pesquisas, fica uma indagação importante para o mercado de brindes dirigido para mulheres. Especificamente para mulheres empreendedoras, quais são os brindes que agradariam esse público? Uma pesquisa rápida entre os fornecedores de brindes revela que os mais procurados são os kits femininos, que incluem produtos e acessórios para maquiagem, acessórios para cozinha, velas aromáticas e tantos outros. Todos são válidos, sem dúvida. Mas, estamos falando de mulheres empreendedoras, donas de seus próprios negócios. Quais seriam os brindes mais adequados para esse público?

Segundo Luiz Salvador em entrevista para o Meio & Mensagem: “Uma empresa jamais deve atrelar seu nome a algo que não seja de qualidade, para não estragar sua reputação. Pode até dar uma caneta de R$ 0,40, mas ela precisa escrever, porque a imagem da empresa também está relacionada ao brinde. Claro que quanto mais caro melhor a qualidade e a aparência do brinde. Caro ou barato, o mais importante é que o brinde seja duradouro, porque, assim, o brinde circula por mais tempo, garantindo maior tempo para a fixação de imagem de marca”. O empresário deixa claro, então, que o mais importante é oferecer um brinde que agrade o público-alvo, que tenha qualidade e seja relevante. Tudo para manter a imagem de marca da empresa que oferece e assina a campanha que oferece o brinde.

Portanto, mulheres que conquistaram mais do que independência financeira e que estão em posição de liderança devem ser percebidas como público do mercado de brindes corporativos. Aqueles que além de relevantes estão especialmente de acordo com o perfil dessas consumidoras. O mercado, geralmente, disponibiliza brindes como agendas, canetas de luxo, conjuntos para escritório como brindes dirigidos para homens. Nada mais equivocado. Os números apontam para 50% de mulheres em postos de proprietárias e dirigentes de suas empresas. Campanhas dirigidas para essas mulheres devem ser repensadas e os modelos podem ser superados, a ponto de considerarem que mulheres empreendedoras podem ser presenteadas com brindes relacionados às suas posições profissionais. Afinal, são donas de suas próprias vidas.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fontes:
Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP)
Rede Mulher Empreendedora
Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios
Meio & Mensagem

Hotéis investem em produtos de beleza para atrair clientes

Amenities são meios de agradar hóspedes e fixar a imagem de marca dos hotéis

A hotelaria é uma indústria de serviços e como tal, sua principal finalidade é o fornecimento de hospedagem, alimentação, segurança, atividade de recreação e lazer e outros serviços ligados à condição de receber bem. As ações de planejamento são decisivas para o sucesso do empreendimento e devem levar em conta a parte mais importante e interessada do processo: o hóspede. Para o cliente o produto hotel é intangível, pois, na verdade, ele quer descanso, prazer, lazer, diversão. A estadia pode tornar a viagem inesquecível.

A teoria dos 4 Ps de Philip Kotler* é um bom começo para compreender e investir num empreendimento no setor de hotelaria: Público – as pessoas são a razão do negócio. O empreendedor deve conhecer o perfil, os hábitos e as necessidades do público que deseja atingir e atender; Produto – a pesquisa de mercado é a melhor ferramenta para definir o produto, ou melhor, os serviços que serão oferecidos para o público. Ela deve considerar a localização geográfica onde se encontra o empreendimento; principais características; pontos turísticos; infraestrutura, enfim, todos os aspectos importantes que farão a diferença na estadia do hóspede; Preço – deve ser flexível e variável, ou melhor, de acordo com o perfil do público-alvo, instalações do hotel e épocas do ano. Promoção – ações de propaganda e promoção são ferramentas importantes para a comunicação do empreendimento no mercado. Além das ações de relações públicas dirigidas para o público interno (funcionários e fornecedores) e externo (trade turístico e comunidade). Os objetivos de comunicação dependem do tamanho e da fase em que o empreendimento se encontra. Em geral, investe-se em comunicação para aumentar as vendas, melhorar a imagem de marca do hotel, promover eventos especiais em épocas de alta na região onde está localizado o empreendimento e atrair novos clientes.

Hotéis investem em produtos de beleza para atrair hóspedes
Pesquisas de marketing no setor de hotelaria concluíram que as pessoas escolhem itens de beleza pelas embalagens e aromas; e os amenities são produtos que agregam valor para divulgar um determinado estabelecimento hoteleiro e uma marca de cosmético. Existem marcas famosas que desenvolvem produtos para hotéis, em versão miniatura, como é o caso das marcas Trousseau e da L’Occitane.

A Trousseau apostou em mais um segmento do mercado a ser explorado. A partir das qualidades características da empresa lançou a grife Trousseau Hotel Collection para atender ao mercado nacional e internacional de hotéis de luxo. A linha oferece produtos como jogos de lençol, toalhas e roupões de banho, além da linha completa de amenities. A marca L’occitane também oferece uma delicada linha de amenities exclusivamente desenvolvida para hotelaria, presente nos mais charmosos hotéis e companhias aéreas de todo mundo. Oferecer aos hóspedes esse cuidado especial agrega valor e prestígio ao negócio.

Uma parceria entre marcas que produzem amenities e hotéis – que sabem da importância de agradar hóspedes e atrair cada vez mais clientes – envolve uma ideia simples e muito produtiva para os dois lados. De um lado, as marcas de produtos de beleza sabem que quando o hóspede experimenta amenities pela primeira vez mais um cliente é conquistado, considerando que vai querer consumir o produto em tamanho original. De outro lado, quando o hotel oferece amenities de marcas consagradas sabe que está agregando valor a imagem de marca do empreendimento. Assim, além das ações que envolvem descanso, prazer, lazer e diversão, outros resultados são conquistados a partir do investimento promocional: consumidores satisfeitos com os agrados que fazem da estadia uma experiência sensorial inesquecível.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fonte:
Trousseau
L’occitane
*Philip Kotler, catedrático no ensino e no planejamento de marketing.

Sampling e degustação. A mecânica com maior participação e a mais querida dos brasileiros

87% preferem experimentar os produtos antes de comprá-los

No Promológico, a degustação aparece como a mecânica de maior participação (55% dos entrevistados já participaram mais de uma vez). Os brasileiros gostam tanto desse tipo de promoção que a pesquisa observou exemplos de pessoas que se inscrevem em sites ou redes sócias para receberem amostras. E faz sentido que essa promoção seja a mais querida. Hoje em dia, os consumidores experimentam os produtos antes de comprar. Então, por que não podem experimentar seu produto? Essa foi uma das questões que apareceu como uma discussão importante em todas as regiões do Brasil. Foi assim que a pesquisa decidiu questionar os motivos pelos quais algumas marcas ainda não perceberam isso. Afinal, trial realmente funciona. Tanto é que 88% dos brasileiros gostariam de degustar mais produtos dentro dos supermercados. Homens (69%) e mulheres (78%) são impactados de formas diferentes por essa mecânica promocional.

Sampling é muito usado para lançamento de produtos e a pesquisa descobriu que o consumidor quer experimentar mais, não apenas no momento do lançamento do produto. Afinal, a mecânica pode ser usada em qualquer momento do ciclo de vida do produto, desde que alinhada com os objetivos da marca. O sucesso dessa mecânica depende muito da qualidade da entrega. O sampling não pode contemplar aquelas amostras minúsculas; precisa ser de verdade para que o consumidor consiga ter uma experiência real com o produto. Por exemplo, não adianta oferecer uma mostra grátis de um sabão em pó que só dá para lavar uma peça de roupa. A métrica precisa mudar: de pessoas impactadas na ação para a quantidade de conversão. Afinal, 82% dos entrevistados concordam que o sampling leva à compra de produtos não experimentados anteriormente à ação.

Nesta matéria, toma-se como exemplo o case do Iogurte Grego da Vigor que desenvolveu um plano de marketing focado no PDV por meio de degustação. Com o objetivo de posicionar a Vigor como uma marca inovadora e atual, a empresa mudou o jeito de falar de iogurte. Até então, a comunicação da categoria focava atributos funcionais, utilizando argumentos que todos já sabiam: produto saudável, fonte de proteínas, vitaminas e cálcio. Para sair do lugar comum, a marca deixou de lado tudo que é racional. A partir daí, a comunicação começou a investir em conceitos como “Vigor Grego não é só mais um iogurte. É uma experiência sensorial. É bom porque é ultracremoso e ultrassaboroso”. E como o produto era diferenciado, proporcionar sua degustação era chave para a propagação da novidade e a rápida aceitação da linha.

A solução foi fazer um recall da marca, um formato totalmente inusitado na categoria, convocando os brasileiros a comparecer a um dos supermercados participantes “munidos de RG e colherinha”. O hotsite disponibilizava mais informações sobre os PDVs participantes. Os filmes publicitários foram criados com depoimentos reais de pessoas no supermercado tentando descrever a prazerosa sensação de experimentar o iogurte grego. A ideia era retratar a experiência de consumo do produto como algo surpreendente e inexplicável, como nunca se imaginou em um iogurte.

Por meio da campanha, a marca surpreendeu o consumidor com inovações em primeira mão (lançamento de novos sabores – maçã e canela, ganache e goiabada) A estratégia de mídia consistiu em impactar e massificar a mensagem para estimular rapidamente conhecimento e geração de fluxo para o ponto de venda.
Após um ano de trabalho, Vigor é Top of Mind em iogurte grego. Por meio das ações de degustação que desenvolveu, quadruplicou o volume no período e atingiu a liderança de mercado em São Paulo Capital, passando a ser vista como uma marca moderna e inovadora. O lançamento de Vigor Grego também foi o lançamento de uma nova fase para a Vigor. Considerando que era vista como uma marca sem grandes diferenciais, pode-se dizer que a ação promocional gerou a ação de comunicação. Exatamente o contrário do que geralmente acontece. Coisa de grego? Com certeza, ideias que dão resultado oferecem aquele gosto gostoso de renovação.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice
Fontes: NewStyle – www.promologico.com.br
Vigor

A importância do E-mail Marketing

Acredite ou não, algumas pessoas realmente gostam de receber e-mails anunciando produtos ou serviços.

Alguns consumidores lêem essas mensagens e fazem sua opção de compra baseada nessa forma de propaganda online.

Não é sem motivo que a Forrester Research acredita que a indústria de e-mail marketing movimentará US$ 4,8 bilhões em 2004, quando mais de 200 bilhões de e-mails comerciais serão enviados todos os dias.

Quantas dessas mensagens vão funcionar e encorajar novos negócios? Isso vai depender diretamente do conteúdo que possuírem.

O que faz um e-mail marketing ser bom? Como isto influência os consumidores?
O que vemos é que os e-mails possuem um tremendo apelo
junto aos consumidores que estão online há pouco tempo.

No entanto, constatamos que quanto mais experientes são os internautas, mais avessos eles ficam com e-mails promocionais, achando tais mensagens cada vez menos úteis.

Isso ocorre mesmo considerando-se que os e-mails estão sendo enviados para pessoas que pediram para recebê-los.
A lição é que os anunciantes precisam fazer com que os e-mail atendam aos interesses dos consumidores.

Estratégia para o uso do e-mail marketing:

O e-mail é bom pela sua capacidade de retenção da mensagem e pelo seu baixo custo. Em um nível básico, a idéia é tornar o e-mail tão personalizado e relevante quanto possível.

Isso significa que as empresas precisam ter dados bastante detalhados de seus clientes, devem saber a que tipo de produtos eles estão respondendo, de modo a moldar as mensagens aos desejos de seus consumidores.

Uma das maneiras de conseguir isso é “investigando” o cliente no momento em que assina ou se registra em seu site: que tipo de promoções gostaria de receber? Em que tipo de produtos está interessado? Saber isso é a chave para tornar os e-mails mais úteis e interessantes para quem os recebe.

Atualmente, vários segmentos de mercado estão usando os e-mails. As empresas que utilizavam ações de marketing impressas (mala direta, etc.) estão adotando o e-mail de maneira mais efetiva, criando conteúdos mais pessoais e relevantes do que os utilizados em outras formas de propaganda.
O e-mail marketing pode ser eficaz para qualquer tipo de negócio, desde que seja utilizado de forma apropriada.