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Promoção de turismo de eventos terá R$ 2,7 milhões

Para consolidar o Brasil como um dos maiores receptores de eventos do mundo, a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) abriu edital de chamamento público no valor de R$ 2,7 milhões para que órgãos públicos e associações sem fins lucrativos realizem ações de promoção na área de turismo de eventos.

As inscrições encerraram-se no dia 31/07 e foram apresentadas 27 propostas, vindas de vários estados, que totalizaram R$ 6,4 milhões. As ações de captação ou de promoção deverão ocorrer no período de agosto de 2013 a fevereiro de 2014.
“O Comitê Técnico da Embratur está analisando as propostas que poderão receber recurso financeiro para a execução de ações de apoio à captação e promo de eventos internacionais, como congressos, convenções, oficinas, fóruns, seminários, simpósios, assembleias e eventos esportivos. A previsão é que o resultado saia no dia 20/08”, explicou Katia Bitencourt, chefe de gabinete da Presidência da Embratur.

Segundo dados da última Demanda Turística Internacional (2011), o segmento de negócios, eventos e convenções corresponde a 25,6% do motivo da vinda de estrangeiros para o país. Dentre os principais objetivos do Programa, está o fomento do turismo de negócios e eventos, consolidação do Brasil como destino sede de eventos, além de preparar o País para os megaeventos esportivos.

De acordo com Kátia, o edital deve incrementar os resultados do programa, realizado no mesmo formato, em 2012. “O Brasil teve o quinto maior crescimento na captação de eventos no ano passado, na comparação com 2011. É o que aponta levantamento pela ICCA (International Congress & Convention Association), mostrando que o Brasil subiu de 304 para 360 eventos internacionais o ano passado”, disse.

“Além da grande movimentação financeira gerada pela presença dos visitantes internacionais nos eventos, o país se beneficia em aspectos muitas vezes incalculáveis, referentes à construção da imagem e aos avanços propostos com a realização destes eventos”, completou.

Para ações de captação, o valor disponível é de R$ 1,2 milhão. Já para ações de marketing promocional, o valor será de R$ 1,5 milhão, totalizando os R$ 2,7 milhões. Os valores máximos para as propostas são de até R$ 125 mil para ações de apoio à captação e até R$ 150 mil para ações de apoio à promoção.

Fonte: Promoview

Hyundai lança aplicativo para smartphones ´Meu HB20´

A Hyundai Motor Brasil acaba de disponibilizar a seus clientes o aplicativo para smartphones Meu HB20. Com ele, proprietários da linha HB20 terão à mão serviço de assistência 24hs, calculadora de combustível e outras informações. Feito com uma plataforma de fácil navegação e disponível para os sistemas operacionais Android e iOS, o aplicativo oferece experiência de assistência ao consumidor. Entre as funcionalidades estão: Meu HB20, Encontre uma concessionária, Service Number 1, Manual do proprietário e Calculadora de combustível.

Fonte: Cidade Marketing

As quatro características de um vendedor de sucesso

Trabalhar como vendedor não é uma atividade fácil, muito menos tranquila. Cumprimento de metas, conhecimento sobre produtos, atender e conquistar clientes, são algumas das tarefas desses guerreiros das vendas. E como obter o sucesso no ramo? O profissional deve possuir um perfil todo voltado à área comercial, inclusive o psicológico – um dos primeiros fatores a ser observado em um vendedor.

Assim, o sócio-diretor da consultoria Tekoare e especialista em vendas e consumo, Claudio Diogo, destaca quatro características essenciais em um profissional da área para se alcançar o sucesso:

1. Egodrive: É a necessidade que algumas pessoas têm de convencer outras. O fato de querer convencer alguém não faz da pessoa um chato, não se deve confundir persistência com insistência. O persistente possui consistência e relevância no que diz e comprova – estas pessoas não gostam de “não” como resposta. Ela tem a necessidade do “sim” e a habilidade de provar às pessoas que suas ideias são viáveis. Dedica boa parte do tempo pra estudar argumentos e processos tanto dela mesmo quanto das outras pessoas. Quando ouve o "não", entende que não foi interpretado corretamente e procura novos e convincentes argumentos.

2. Resiliência: Capacidade que uma pessoa tem de absorver um “choque”, sem deixar de lado sua essência. A profissão de vendedor é uma das mais estressantes que existem. A pressão aparece de todos os lados e se escuta a palavra “não” frequentemente. O profissional precisa estar sempre preparado para negociações difíceis, que podem durar meses. Esta habilidade lhe proporciona "frieza" para pensar, enquanto outras pessoas se desesperariam.

3. Senso de organização: Um bom vendedor gosta de Excel e de outras ferramentas de controle. O planejamento faz com que ele busque o objetivo de forma organizada, cumpra regras, seja ético e saiba aproveitar todo o processo que circunda as vendas em seu benefício. Analisa pontos fortes e fracos e começa não a manutenção da venda, mas sim o que chamamos de pré-venda.

4. Pré-venda: Caracteriza aquele vendedor que consegue manter clientes apaixonados por ele, pela empresa dele e pela marca que ele representa. O profissional deve navegar pelo mundo do business de forma natural (tanto pessoa física quanto jurídica). O bom vendedor deve poder circular entre todas as empresas e pessoas, sem qualquer tipo de bloqueio. É alguém que cria, provoca e induz relacionamentos entre partes interessadas, no intuito de ajudá-las. Assim, ele consegue enxergar o que outros não veem: oportunidades de novos negócios. Como consegue ter a "visão do todo", torna-se apto a ajudar empresas na melhor decisão e passa a ser um provedor de sucesso – aí sim o ciclo da venda se fecha.

Segundo Claudio Diogo, uma venda só termina quando o cliente volta a comprar de você. “Se não compraram novamente, estão com a venda incompleta. Pense nisso e procure-os”, finaliza.

Fonte: Administradores

Gerenciamento de Riscos nas empresas

Pode-se dizer que o risco é um conceito inerente a qualquer atividade empresarial. Quem investe ou empreende sabe que os resultados dependem de vários fatores, externos e internos, e a possibilidade de “algo não dar certo” está sempre presente no dia a dia da gestão.

O escritor e economista norte-americano Peter Lewyn Bernstein tem uma frase que ilustra bem esse fenômeno: “Quando investidores compram ações, cirurgiões realizam operações, engenheiros projetam pontes, empresários abrem seus negócios e políticos concorrem a cargos eletivos, o risco é um parceiro inevitável. Contudo, o risco não precisa ser hoje tão temido: administrá-lo tornou-se sinônimo de desafio e oportunidade”.

Se não é possível eliminar totalmente os riscos, mesmo porque as chances de aproveitamento das oportunidades seriam suprimidas, a necessidade de gerenciá-los ganha cada vez mais importância. Na prática, esse processo permite que os gestores reflitam de forma estruturada sobre as variáveis que podem afetar a dinâmica e os resultados do negócio, discutindo alternativas concretas caso “o pior venha a acontecer”. Em tempos de incertezas crescentes, o raciocínio sobre os cenários mais pessimistas é um mecanismo que pode ser determinante na disputa por um lugar no futuro. No mínimo, caso a alternativa desfavorável se concretize, sai na frente quem pelo menos raciocinou sobre aquela possibilidade.

O escopo de análise varia de acordo com o perfil da empresa, já que cada atividade tem suas características específicas, mas basicamente os riscos podem ser de origem externa: políticos, econômicos, sociais, ambientais, tecnológicos e legais; ou interna: financeiros, pessoais, tecnológicos, de conformidade, de inovação, entre outros. O exercício básico é construir alternativas de cenários possíveis para cada variável e desenvolver o raciocínio estratégico para responder à seguinte questão: se o pior cenário se concretizar, o que a empresa deve fazer? Por exemplo, qual o risco de um grande contrato ser interrompido de supetão? Se isso acontecer, o que fazer? Caso um grande fornecedor interrompa o fornecimento de uma matéria-prima essencial, qual a alternativa? Ou, ainda, se um grande concorrente entrar no mercado local de forma agressiva, como competir com ele?

Esse processo envolve cinco passos: (1) identificação das variáveis que impactam no negócio, (2) avaliação do grau de risco (pouco, médio, alto impacto), (3) tratamento, (4) monitoração e (5) informação. Um gerenciamento eficaz dos riscos requer diversos cuidados, desde a definição de papéis, responsabilidades e desenho dos processos críticos à governança do gerenciamento de riscos, implantação de sistemas de controle e comunicação, entre outros.

Porém, mais que definir processos, é preciso que os princípios e a importância dessa ferramenta estejam disseminados entre a equipe e incorporados ao planejamento da empresa. Do ponto de vista estratégico, é muito arriscado não pensar sobre a pior alternativa com receio de que ela possa acontecer. No que diz respeito à gestão de riscos, é prudente ser paranóico!

Fonte: Administradores

Camicado apresenta ação promocional “Casamento do Ano”

A Camicado, rede especializada em casa&decoração, apresenta uma ação promocional que traz inspiração para o grande dia e que promete agradar a todas as noivas.

Para participar, basta fazer uma lista de casamento em uma das 42 lojas da Camicado, entre os dias 19/08 a 15/09.
A noiva ganhará um voucher para assistir o filme “Casamento do Ano”. O voucher deverá ser apresentado na bilheteria dos cinemas participantes e na compra de um ingresso, a noiva ganhará o convite para mesmo dia e sessão.

Fonte: Promoview