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A Comunicação da Empresa

Todos sabem o papel que a publicidade ocupa dentro do marketing de uma empresa. Mas nem todos conhecem os tipos de comunicação existentes e, muito menos, quando devemos utilizar cada um deles. Normalmente, podemos dividir a comunicação em três campanhas:
1 – Campanha Institucional
2 – Campanha Promocional
3 – Campanha de Divulgação
Nos três casos, o objetivo é o mesmo: tornar nossa marca ou produto conhecido e apreciado. Mas nem tudo para por aí. Em cada um dos casos, a forma como vamos expor o nosso produto ou marca na mídia vai determinar o público que queremos atingir e como fazê-lo.

Na Comunicação (ou campanha) Institucional, a empresa desenvolverá todo o trabalho, visando tornar a marca conhecida e fortalecendo sua imagem junto ao seu público alvo. A campanha institucional é algo muito comum de se ver hoje em dia. São as campanhas que comumente vemos na mídia de massa, como TV´s e revistas, que procuram passar a filosofia de trabalho da empresa e o posicionamento que adotam perante seus consumidores, concorrentes e toda a sociedade. Neste tipo de campanha, nunca veremos uma empresa falando explicitamente sobre os serviços e produtos que tem a oferecer. Ela não se trata de venda e, sim, de conquista. Da conquista da confiança das pessoas em tudo o que a empresa faz, do que é.
Já a Campanha Promocional tem seu foco totalmente voltado para a venda. Este tipo de ação geralmente é colocado em prática quando a empresa precisa estimular as pessoas a consumirem seus produtos. A ela sempre está agregado algum tipo de premiação, bonificação ao público que compra o produto em questão. Numa estratégia de comunicação, este tipo de campanha sempre é utilizado para alavancar as vendas de um produto em baixa, ou no lançamento de um novo produto de uma linha. Ela é muito utilizada por anunciantes que comercializam seus produtos através do comércio varejista.

A Campanha de Divulgação utiliza-se de ações onde o objetivo é divulgar o produto ou serviço que a empresa tem a oferecer para o seu público alvo. Este tipo de campanha geralmente é muito confundido com a comunicação institucional, mas são completamente diferentes. Como já foi descrita, a divulgação serve para falar do que sua empresa tem, para oferecer e a institucional mostra ao público o que sua empresa é.

A comunicação de divulgação também é chamada de campanha de sustentação e serve, principalmente, para manter o produto/serviço na lembrança do seu público alvo, mantendo as vendas estáveis, dentro dos objetivos da empresa.

Portanto, independentemente do tamanho da empresa e da verba que irá ser empregada, é importante se ter em mente que antes de aumentar as vendas é preciso conquistar a confiança do nosso público alvo. Seja através do trabalho de pré e pós-vendas ou através de um mega evento de comunicação. As pessoas precisam conhecer nossa empresa e nosso produto muito bem antes de adquiri-lo e, conseqüentemente, incorporá-lo ao seu cotidiano pessoal ou profissional.

Satisfação Garantida durante a Negociação!

Todo empresário, antes de fechar um novo negócio, precisa estar ciente da relação que pretende manter com essa nova empresa. Afinal, se tem como objetivo estabelecer um bom relacionamento, visando uma fidelização para futuros negócios a longo prazo, precisa fazer com que esse novo cliente sinta-se satisfeito durante esse primeiro negócio.

Mas como deixar o cliente satisfeito quando o assunto são valores e, claro, sem sair prejudicado? Em princípio, antes de qualquer negociação, deve-se levar em conta o tipo de negócio que se está fazendo, por exemplo, se você estiver comprando um imóvel de determinada pessoa, muito provavelmente após adquirir esse bem, você não entrará mais em contato com o ex-proprietário. Nesse caso, seu único objetivo é realizar um bom negócio, pelo melhor valor possível.

Mas se você estiver vendendo seu produto para um novo cliente, seu interesse será a satisfação total dele, para que se torne fiel à sua empresa.

Nesse caso, vale a pena sacrificar um pouco sua margem de lucro em um primeiro momento, fazendo com que o outro lado fique satisfeito com o resultado. Afinal, em muitos casos, o bom relacionamento será mais importante do que o resultado dessa primeira negociação.

Pense bem antes de fazer qualquer negociação, avalie relações que podem representar grandes negócios a médio e longo prazo e boa sorte!

Estresse ocupacional atinge 70% dos brasileiros

Problema originado pelo ambiente de trabalho é uma das principais
causas de perdas nas empresas

“Empresa contrata profissional que saiba lidar com altíssimo nível de pressão”. Esse tipo de requisito tornou-se comum nas corporações brasileiras. Com isso, o estresse ocupacional é hoje uma realidade presente em grande parte das empresas. De acordo com uma recente pesquisa realizada pela International Stress Management Association (Isma), cerca de 70% dos brasileiros sofrem de estresse no trabalho, porcentagem semelhante à de países como a Inglaterra e os Estados Unidos.

Assim como o estresse convencional, a doença é causada por fatores externos: uma reação do organismo à tensão, seja ela física ou mental. O estresse ocupacional, no entanto, tem origem ou pode ser agravado pelas condições existentes no ambiente de trabalho. Seus principais sintomas são perda de apetite; insônia; irritabilidade; dificuldade de concentração; distúrbios de memória; emagrecimento (ou ganho de peso excessivo); sudorese de extremidades (principalmente mãos); sensação de que está sendo observado ou perseguido no local de trabalho e, por vezes, o desenvolvimento do quadro mais grave do estresse, o chamado “distúrbio do pânico”.

Para identificar se um indivíduo sofre de estresse ocupacional, é necessário fazer um estudo detalhado, de preferência com um grupo de trabalhadores da mesma empresa, explica Dr. Aizenaque Grimaldi, Médico Coordenador da PROSEG, instituição especializada em Medicina do Trabalho e Engenharia de Segurança do Trabalho.

“Como o estresse pode ser desencadeado por múltiplos fatores, para ser caracterizado como de origem ocupacional torna-se necessário conhecer o ambiente de trabalho, os ritmos e tempos das funções desempenhadas, chefias, cultura da empresa, como são desenvolvidas as atividades durante a jornada de trabalho, como é o relacionamento entre os trabalhadores, etc.” Além disso, destaca, “é importante se ter também uma noção da vida particular do trabalhador, já que o estresse pode estar sendo gerado no ambiente familiar, no círculo social ou sob outros aspectos da vida do profissional”.

Para as empresas, o estresse ocupacional pode consumir boa parte dos gastos anuais, pois gera acentuada queda de produtividade, refletida nas horas de trabalho perdidas pelo absenteísmo, pagamentos de eventuais horas-extras necessárias, desperdício de material de trabalho, além de custos elevados com assistência médica. Nos Estados Unidos, por exemplo, estima-se em US$ 300 bilhões os prejuízos anuais nas empresas por problemas relacionados ao estresse no trabalho. “Pode-se dizer que, atualmente, esse problema é uma das causas principais de aumento dos custos de uma empresa”, afirma Grimaldi.

Solução – Através da medicina já é possível minimizar os efeitos do estresse ocupacional, mas, segundo Grimaldi, o controle do problema deve ser realizado, principalmente, dentro das próprias empresas. “Evitar o problema é quase impossível, já que existem fatores individuais e extra-laborais que também interferem”, diz. O que se pode fazer é tentar harmonizar o ambiente profissional, de forma que as condições de trabalho se tornem agradáveis.

Empresas especializadas na implantação de Programas de Qualidade de Vida utilizam técnicas e mecanismos que vão desde relaxamento até programas de ginástica laboral, por exemplo. Os Programas também englobam mudanças físicas no ambiente de trabalho – como a diminuição das divisórias que restringem o contato entre os trabalhadores; palestras sobre Qualidade de Vida e cuidados com a saúde; apoio psicológico; implantação de programas e atividades recreacionais ou uma área de convivência, entre outros.

Os benefícios com a prevenção do estresse ocupacional relacionam-se diretamente com o aumento da produtividade e, conseqüentemente, dos lucros. Além, claro, de propiciar uma melhora considerável no ambiente profissional. No Brasil, os principais fatores que contribuem para a demanda excessiva de agentes estressores no trabalho são: redução de mão-de-obra sem redução da quantidade de trabalho; inflação; custo de vida; incertezas no painel econômico nacional; concorrência de empresas com maior tecnologia ou menor preço – tudo isso se reflete na vida da empresa; responsabilidades e atribuições excessivas; falta de apoio.

Fonte: Dr. AIZENAQUE GRIMALDI DE CARVALHO – presidente da Sociedade Paulista de Medicina do Trabalho (SPMT) e membro da Diretoria Executiva da ANAMT (Associação Nacional de Medicina do Trabalho).

Medidas Seguras para as vendas On-Line!

As compras pela Internet tornaram-se uma grande comodidade, principalmente para as pessoas que não gostam ou não têm paciência para enfrentar demora e filas em caixas de lojas.
Mas apesar do conforto oferecido pelas compras on-line, é preciso tomar alguns cuidados para que ela não vire uma grande dor de cabeça, conforme alerta o especialista em Direito Digital, Ludovino Lopes. O advogado também recomenda algumas dicas tanto para os consumidores realizarem compras seguras, quanto para empresas que comercializam produtos pela Internet não sofrerem com fraudes e inadimplências.
Em primeiro lugar, segundo Lopes, é preciso que o consumidor conheça seus direitos antes de ir às compras on-line, conheça se possível a empresa da qual está comprando e fundamentalmente se informe claramente das características e condições do produto ou serviço pelo qual se interessou. A chamada loja virtual não está isenta de riscos, mas em muitos casos ela é uma opção muito mais segura e certamente mais cômoda do que outras.
Como em todas as coisas na vida, comprar pela Internet requer uma dose elevada de bom senso e de percepção do que possa estar certo ou errado. Da mesma forma como não compraríamos numa loja suja, desorganizada, onde o atendente não saiba informar-nos sobre os produtos, também não devemos entrar e comprar num site que não tenha ou não dê informações sobre os produtos, onde tudo parece jogado e não exista sequer uma manifestação de comprometimento com a privacidade e sigilo dos meus dados pessoais.
Dicas para os consumidores:
• Busque informações sobre o site, verificando se existem ou não reclamações de outros consumidores. Pergunte referências a amigos ou familiares e informe-se nos serviços públicos de ajuda ao consumidor sobre a empresa, como por exemplo, no site do Procon da sua localidade ou da sede da sua empresa;
• Verifique se existe algum serviço de atendimento (telefone ou e-mail). Desconfie de lojas que não possuem meio de comunicação com seus clientes, seja para esclarecer dúvidas, para ouvir ou receber reclamações;
• Verifique todas as informações sobre o produto ou serviço ofertado especialmente características, preços, valores de fretes, despesas adicionais, prazo de entrega ou execução, condições e formas de pagamento e procedimentos para reclamação;
• Verifique se o site opera em ambiente seguro. A forma mais simples de fazer isso é verificar se aparece no canto inferior da tela um cadeado ou chave, antes de digitar dados pessoais, fazer cadastros ou inserir dados como número do cartão de crédito, clique nele e verifique se é real e pertence aquela entidade onde está fazendo a sua compra virtual;
• Verifique quais as medidas que o site adota para garantir a privacidade e segurança dos consumidores (todo site profissional de compras on-line possui uma Política de Privacidade e Segurança);
• Guarde todos os comprovantes e dados da sua compra, como nome do site, itens adquiridos, valor pago e forma de pagamento, número de protocolo da compra ou do pedido, até que a entrega seja feita ou durante o prazo estipulado pela Lei;
• Exija o envio da nota fiscal;
• Adote uma atitude pró-ativa, questionando-se sobre as práticas da empresa on-line e contribua para divulgar fraudes e práticas abusivas (nacional e internacionalmente).
Dicas de seguranças para as empresas:
• Dê o maior número possível de informações, sobre a empresa e sobre os produtos ou serviços ao consumidor;
• Defina claramente o processo de venda, as condições, custo total e procedimentos de confirmação (via e-mail para o destinatário);
• Não receba ou cobre valores antes da confirmação efetiva da compra;
• Elabore uma Política de Privacidade clara, concisa e em linguagem acessível ao consumidor;
• Estabeleça regras específicas, que tranqüilizem os pais e permitam o alcance das crianças somente se o seu produto é voltado para este público;
• Estabeleça uma política rigorosa de não alteração do preço no período entre a contratação e a entrega efetiva ao consumidor;
• Defina claramente a política de reembolsos;
• Indique claramente as condições de garantia do produto;
• Estabeleça um canal de comunicação efetivo. A maioria dos conflitos é passível de ser resolvido amigavelmente (e conquistam o cliente).
Fonte: Ludovino Lopes – advogado especializado em direito digital

Os novos jargões do mundo empresarial

As 20 expressões mais usadas na área de gestão de pessoas

Constantemente, palavras "importadas" de diferentes segmentos invadem os escritórios e a rotina dos executivos e uma das maiores “saias justas” que um profissional pode passar é não entender o que está sendo discutido em uma reunião de negócios. Muitos fingem que entendem, até discorrem sobre o tema e acabam fazendo comentários totalmente equivocados. Outros, ouvem e ficam quietos por vergonha de admitir que não sabem o que está sendo falado.

Desconhecer algumas expressões não significa estar ultrapassado, mas estar atualizado e antenado com as novidades passa a ser pré-requisito importante para a ascenção profissional de qualquer executivo. João Pedro Caiado, presidente da Human Development Organization International, especialista em serviços de headhunter e coaching, diz que para se manter atualizado sobre os termos e acompanhar a velocidade das informações, pesquisa e leitura são fundamentais. "O profissional deve acompanhar as mudanças e estar antenado às novidades para não se expor negativamente em reuniões importantes", afirma o consultor.

Para auxiliar os profissionais neste assunto, o especialista conversou com executivos de diversas áreas e relacionou os 20 principais termos que um profissional necessita conhecer:

1. COACH – facilitador; instrutor; entidade (pessoa, equipe, departamento, empresa, etc.) que atua como agregador das capacidades de cada elemento da cadeia (equipe, departamento etc.);
2. EMPOWERMENT – dar poder ao grupo/equipe;
3. BENCHMARK – (marcos referenciais) – processo sistemático usado para estabelecer metas para melhorias no processo, nas funções, nos produtos, etc, comparando uma empresa com outras. As medidas de benchmark derivam, em geral, de outras empresas que apresentam o desempenho "melhor da classe", não sendo necessariamente concorrentes;
4. E-PROCUREMENT – utilização da Internet para automatização dos processos de compra e gestão de bens e serviços necessários à atividade da empresa;
5. HOUSEKEEPING – técnica para iniciar e manter os processos de Qualidade e Produtividade Total em uma empresa;
6. ON THE JOB – No dia-a-dia do trabalho. Ex: treinamentos on the job. Utilizar a rotina, dentro das tarefas práticas de um indivíduo sem levá-lo para a sala de aula. Como um estágio prático supervisionado diretamente;
7. TEAM BUILDING – dinâmica de grupo em área externa, na qual os participantes são expostos a várias tarefas físicas desafiadoras, as quais são exemplos comparativos dos problemas do dia-a-dia da empresa. Tem como finalidade tornar uma equipe integrada;
8. DOWNSIZING – redução dos níveis hierárquicos em uma organização, com o objetivo de aproximar os níveis operacionais da alta direção;
9. JOIN-VENTURE – associação de empresas, não definitiva, para explorar determinado negócio, sem que nenhuma delas perca sua personalidade jurídica;
10. MARKET SHARE – participação no mercado;
11. OUTPLACEMENT – investimento de uma empresa na recolocação de ex-funcionário em outra organização;
12. OUTSOURCING – terceirização de todas as atividades que não fazem parte do negócio principal de uma empresa;
13. TURNOVER – rotatividade, movimentação, giro, circulação; medida da atividade empresarial relativa ao realizável em curto prazo, vendas;
14. CORE BUSINESS – relativo ao próprio negócio ou especialidade no negócio que faz;
15. B2E – BUSINESS-TO-EMPLOYEE – relação entre a empresa e o funcionário;
16. BUDGET – porcentagem do faturamento da empresa destinada a ações de MKT, vendas, novos negócios, etc;
17. KAIZEN – processo de melhorias contínuas, com bom senso e baixos investimentos;
18. ABSENTEÍSMO – do francês absentéisme, derivado do inglês absenteeism, de absentee, ou pessoa que falta ao trabalho, à escola etc. Que vive ou está, via de regra, ausente;
19. JUST-IN-TIME – metodologia com base nas pessoas, cuja filosofia é eliminar tudo aquilo que não adiciona valor ao produto. O objetivo é fornecer exatamente as peças necessárias, nas quantidades necessárias, no tempo necessário.
20. STOCK OPTIONS – incentivo que permite aos funcionários comprarem ações da empresa em que trabalham por um preço abaixo do mercado.

Fonte: João Pedro Caiado – consultor em recursos humanos, e especialista em serviços de headhunter e outplacemente