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Internet móvel atingirá 1 bilhão de usuários em 2011

Ericsson estima que o número de internautas no mundo com acesso a conexão veloz sem fio vá dobrar neste ano

Brasil concentra 19,45 milhões de acessos à banda larga móvel

O número de usuários de banda larga móvel deve superar 1 bilhão em 2011, poucos meses depois de ter atingido a marca dos 500 milhões, segundo a Ericsson, fabricante de equipamentos para telefonia móvel. O uso de computadores portáteis, celulares e tablets, mais recentemente, impulsionou a internet móvel nos últimos anos.

A região Ásia-Pacífico deve representar a maior parte do número de usuários, cerca de 400 milhões, seguida pela América do Norte e pela Europa Ocidental, com mais de 200 milhões cada uma, segundo a Ericsson.

A companhia divulgou que, em 2008, usuários de internet móvel somavam 200 milhões. Até 2015, a Ericsson aposta em um crescimento para 3,8 bilhões, indicando uma aceleração no ritmo de expansão do setor.

Segundo os dados mais recentes divulgados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o Brasil concentra 19,45 milhões de acessos à banda larga móvel. Isso representa quase 10% da população brasileira, que, de acordo com os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), chega a 190,7 milhões de habitantes.

Fonte: Portal Exame

Em Praga, dono de café permite que clientes coloquem preço no que consomem

Além de alimentos, alguns objetos como cartazes de filmes também estão à venda no local

Em Praga, a proposta de um café está chamando a atenção dos clientes. O proprietário, Ondrej Lebowski, de 42 anos, aboliu a lista de preços em seu estabelecimento, o Lebowski’s, e permite que os clientes definam quanto querem pagar por aquilo que consomem. Além de alimentos, há outros objetos à venda no local, como cartazes de filmes e livros, e os clientes podem colocar os preços também nesses produtos. De acordo com o empresário, sua ideia tem sido bem-sucedida e atrai cada vez mais fregueses. “Os clientes tentam chegar ao preço certo. Alguns dão mais, outros dão menos”, conta.

Fonte: Portal PEGN

Conteúdo: a sua marca tem?

Conteúdo de marca cria identificação, proximidade, relacionamento e envolvimento com o consumidor
Já não é novidade que as marcas viraram mídia. Muitas delas, no entanto, ainda não se tocaram. Apesar de o Brasil ser um dos poucos países no mundo em que a mídia de massa, especialmente a TV, ainda predomina, fazendo assim perdurar um modelo de propaganda da idade da minha avó, é nítido, claro e notório que os hábitos dos consumidores mudaram. Principalmente os novos consumidores, os early adopters e a Geração Y.

Essas pessoas que consomem como nunca e que influenciam a compra de famílias inteiras, não são mais o alvo da propaganda. Quando querem um produto ou um serviço, elas vão até as marcas. Mudou a mão e a via agora é dupla. Não adianta mais as empresas fazerem a mídia tradicional como única forma de comunicação, “empurrando”. O modelo tem que se reinventar para que a marca “puxe” o consumidor. O que não é nada fácil. Mas também não é impossível.

Em palestra exclusiva para brasileiros, em Nova York, realizada há poucos dias, Marc Gobé, fundador da Emotional Branding, autor do livro de mesmo nome e um dos maiores especialistas em marca do mundo, mostrou o quanto as marcas são chatas ao não aderirem ao novo modelo. A saída é fazer delas um show, um entretenimento. Isso porque as pessoas saem de casa para ir a um espetáculo.

Marketing de Conteúdo
O que as marcas precisam é entregar conteúdo relevante ao seu público. O consumidor precisa se ver na marca. Há vários modelos práticos. Desde o brand entertainment, ou brand content, até a atitude de marca. Veja o caso da Red Bull. Como uma marca transgressora, que tem propósito e atitude, ela se alimenta da aventura e de eventos inusitados para atrair consumidores. Ela promove conteúdo.

Tenho ouvido e visto cada vez mais sinais do que já chamaram até de Marketing de Conteúdo. Independente do nome, a realidade é que a sua marca deve promover algo que atraia o consumidor. Esse algo pode ser um serviço, um aplicativo mobile, um game ou um blog em que você dá dicas de decoração, como bem faz a construtora Tecnisa. Não é difícil. Basta ver qual é essência da marca, qual é o propósito dela, e desenvolver os projetos. E aqui que está o problema.

Uma marca que desenvolve um conteúdo de qualidade, relevante, útil, pertinente, diferente, interativo e alinhado aos objetivos estratégicos da empresa se diferencia das demais. Cria identificação, proximidade, relacionamento e envolvimento com o consumidor. Forma uma grande barreira de saída e pode ajudar em uma crise. Promover conteúdo neste mundo conectado em rede é um ótimo caminho para engajar as pessoas. Para ajudar a comprar ao invés de vender.

Fonte: Mundo do Marketing

Compre e ganhe na promoção da Nestlé no Nordeste

A Nestlé Brasil está realizando uma ação de marketing promocional em comemoração aos seus 90 anos. A promoção “Sombra, Verão, Nestlé e Água Fresca“, foi desenvolvida exclusivamente para a Região Nordeste. A cada R$ 40,00 em compras de produtos Nestlé, o consumidor ganha uma moringa. São quatro modelos exclusivos, todos com design remetendo à arte naïf, também conhecida como arte primitiva moderna.
As promotoras da Nestlé estarão nos principais supermercados do Nordeste para efetuar a troca. Em paralelo, os consumidores que adquirirem um Ninho sachê 800g ou um Nescau sachê 800g ganharão uma unidade da linha Fast, que possui três opções de produtos – Neston Fast e Nescau Fast, com 300 ml, e Alpino Fast, com 280 ml. A ação promocional é coordenada pela agência Momentum.

Fonte: Promoview

Os anúncios mais efetivos de 2010

Estudo detecta quantas pessoas são afetadas e quantas tomam alguma ação. Confira algumas das peças
A campanha da Apple que apresentou o iPad foi um dos anúncios de revista mais efetivos do ano passado, ao lado de outras peças criadas para Kindle, para o “The Pacific”, da HBO, e para joalheria Bulgari.

A conclusão é do estudo Vista, um dos serviços que a Time Inc. e a Starcom MediaVest disseram que iriam lançar para provar a performance da publicidade em revista.
Pelo método, que é online, a Vista mede todos os anúncios em todas as edições das principais revistas. Dentre outros critérios, a empresa conta a lembrança sobre o anúncio, a associação à marca e ações que os leitores tomam como resultado. As campanhas, então, são ranqueadas de acordo com sua efetividade.
Confira alguns dos anúncios citados pelo Advertising Age:

Audi A8: a campanha atingiu 40 milhões de consumidores e 60% dos leitores disseram ter tomado alguma ação.
iPad: a peça apareceu em títulos variados (negócios, esportes, entretenimento e feminino) atingindo 174 milhões de consumidores, sendo que 63% tomaram alguma ação.

Kindle: campanha atingiu 761 milhões de consumidores, sendo que 57% deles tomaram alguma ação.

Bvulgari: a ação chegou a 90 milhões de consumidores e 44% deles tomaram iniciativas por conta dela.

Pantene: campanha apareceu em revistas femininas, gerando audiência de 105 milhões, com 65% dos consumidores tomando alguma ação.

Calvin Klein: apareceu em revistas segmentadas, gerando audiência de 9 milhões e com 64% deles tomando alguma iniciativa.

iPhone: veiculada em revistas de viagens, esportes, entretenimento e negócios, gerou audiência de quase 282 millhões, com 52% de consumidores tomando alguma ação.

Fonte: M&M Online