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6 passos para aprender mais rápido (e melhor)

São Paulo – “O que distingue as pessoas que chegam ao topo é que elas aprendem melhor e mais velozmente que as outras”. Esta frase foi dita a Fernando Jucá, sócio da Atingire – empresa de treinamento e desenvolvimento – por um ex-presidente com passagens por grandes empresas.
Na semana passada, Jucá reuniu profissionais de RH, em São Paulo, para discutir o processo de aprendizagem. A inquietação dividida pelo especialista durante o evento estava relacionada ao fato de que muitos treinamentos oferecidos pelas empresas aos seus executivos acabam falhando no seu objetivo principal: mudar comportamentos para atingir resultados melhores.

Certamente, muitos profissionais já tiveram a sensação de tempo perdido ao serem convocados para treinamentos na empresa. De acordo com Jucá, é comum ouvir dos executivos frases como: não adianta realizar programas de treinamento, nessa empresa as coisas nunca mudam”, ou “para que me inscrever em um curso de técnicas de apresentação, se não tenho o dom de falar em público”, ou ainda “o treinamento foi bom, mas quem deveria ter participado era o meu chefe e não eu…”.

“O que todas essas frases revelam é a ausência de uma competência fundamental atualmente: a expertise em aprender”, diz Jucá. Esta expertise, diz ele, é fundamental, já que a partir dela o processo de desenvolvimento de outras competências torna-se efetivo. “Há até um campo de pesquisa na área educacional em torno do termo heutagogia, que reflete sobre como é possível desenvolver a nossa capacidade de aprender a aprender”, lembra o especialista

Mas, o que fazer para desenvolver esta capacidade? O que é preciso mudar para aprender mais rápido? Segundo o especialista, algumas mudanças em relação ao que os profissionais entendem como aprendizado são essenciais para turbinar a sua capacidade de aprender. Confira:

1 Atividade só intelectual x conexão direta com comportamentos

“O aprender é percebido como uma atividade puramente intelectual”, diz Jucá. Ou seja, você aprendeu o nome da capital de Botswana ou quando ocorreu a Guerra do Paraguai e guarda essas informações na cabeça. Se alguém perguntar, você responde e pronto.

O primeiro passo é mudar esta concepção de aprendizado, segundo Jucá. “Aprendizado implica a mudança de comportamento. Se tal mudança não ocorreu, estamos falando apenas de enciclopedismo gratuito, para gastar em almoços e festas”, explica.
2 Absorver x enriquecer ou modificar modelos mentais
Grande parte das pessoas imagina o aprendizado como um processo de absorção, pura e simplesmente, lembra Jucá. E se aprender é mudar comportamentos, a relação direta é com modelos mentais.

Eles são o gatilho para a mudança de comportamento, diz Jucá. “Modelos mentais são construídos e refinados sem parar. As fontes para esse processo são quase infinitas, mesmo que muitas vezes sutis”, explica o especialista.

Um comentário de um colega no corredor sobre o chefe pode ajustar seu modelo mental sobre perspectivas de carreira, por exemplo. “Os resultados frustrantes de uma reunião com a equipe de vendas podem reforçar seu modelo mental sobre o trabalho em equipe”, diz Jucá.

3 Conteúdo vem pronto de fora x o conteúdo é transformado por mim

O conteúdo vem pronto, resta absorver por meio da atividade intelectual. Este é mais um exemplo de quão deslocado pode estar o seu conceito de aprendizado.
Jucá explica. “Há uma interação constante entre novas experiências e meus modelos mentais, uma coisa influencia a outra”, diz.

Imagine duas pessoas que participam da mesma frustrante reunião de vendas citada no item 2. “O aprendizado ainda assim poderia ser completamente distinto”, diz Jucá.

4 Fontes formais, como livros x experiências variadas, às vezes até a leitura

De onde vem o conhecimento? “Dos livros, oras”, podem dizer alguns. “Da internet, mais especificamente do Google, diriam outros”.

Grande parte das pessoas entende que o conhecimento está nos cursos, livros, na internet, enfim são várias as fontes, mas todas formais. Jucá faz um contraponto: “o aprendizado vem de experiências variadas, às vezes até a leitura”, diz Jucá.
5 Momento específico x o tempo todo
Agora vou ler um livro, agora vou estudar, enfim só agora vou aprender. Conforme explica Jucá, é frequente dividirmos o tempo em dois momentos: hora de trabalhar, hora de estudar.

“Pode perguntar para um executivo o que ele fez no dia. Ele vai dizer que comandou, pensou, se comunicou, escreveu…dezenas de verbos, sem a menção da palavra aprender”, diz Jucá.
É importante desfazer essa separação. Aprender não é algo que se faz em um momento específico, você aprende o tempo todo.

6 Acúmulo gradual de saber x desaprender também é essencial

“Interessante também que a atividade de aprender sempre é associada ao acúmulo gradual de conhecimentos”, diz Jucá. É como um copo que vai sendo cheio de água, por exemplo. Você não descarta nada, apenas inclui novas informações.

De acordo com Jucá, desaprender é o x da questão e o grande desafio para os adultos interessados em turbinar a capacidade de aprender.
“A maior dificuldade dos adultos versus as crianças em aprender é explicada não porque não conseguimos fazer novas conexões neurais para enriquecer nossos modelos mentais e sim porque é muito difícil enfraquecer conexões neurais antigas, modificando então nossos modelos mentais atuais”, diz o especialista.

Assim, não deixe que o conhecimento antigo cristalizado paralise a transformação de modelos mentais. Por fim, fique com esta definição de aprendizado: “aprendo quando enriqueço ou modifico meus modelos mentais, alterando meu comportamento”.

Fonte: Administradores.com

Durex anuncia preservativo da Daft Punk

A marca de preservativos Durex fechou parceria com a dupla francesa Daft Punk para lançar uma nova linha de camisinhas batizada com o nome da popular canção Get Lucky, do álbum Random Access Memories lançado em maio deste ano.

De acordo com Entertainment Wise, os preservativos foram distribuídos primeiro para os DJs e alguns meios de comunicação, mas a expectativa é que eles sejam vendidos na Europa nos próximos dias. Um dos primeiros músicos que recebeu o produto foi 1DJ Diplo que publicou uma foto da embalagem no Instagram.

O produto não tem nada de especial, mas a grande diferença é a embalagem que mostra a imagem do single Get Lucky, a mesma foi usada para o vídeo promocional do disco deles deles.

Fonte: Promoview

Cornetto Cupidity invade as festas na Capital paulista

Quem nunca tentou aproximar dois amigos que tinham tudo em comum? Em tempos de tecnologia e redes sociais e todo vapor, Cornetto lança uma ferramenta divertida que irá aproximar muitos casais em baladas da Capital paulista.

A Cornetto Cupidity é uma máquina semelhante a uma cabine de foto instantânea. Dentro dela haverá uma touch screen com um miniquestionário em que o consumidor deverá preencher com o seu perfil. A partir daí, o cupido digital procura em seu banco de dados qual pessoa daquela balada, já cadastrada, tem mais afinidade com a que fez a experiência.
A máquina imprime uma foto da pessoa escolhida pelo cupido. Na foto, além da imagem, terá impresso o endereço do Facebook da pessoa, para um posterior contato. Quem passou pela experiência sairá com uma foto de seu ”par-perfeito” e poderá procurá-lo pela balada.

Para facilitar o encontro dos casais, a ação disponibilizará pulseiras de neon com a cor de acordo com o seu interesse (homem ou mulher). E para quem não estiver muito antenado na ação de marketing promocional, promotores estarão caracterizados como cupidos, divulgando e ajudando os futuros pretendentes durante o evento.
A primeira balada escolhida para a ação foi a festa Farofada, realizada no Anhembi, sábado (29/06). Ao todo, a “Cornetto Cupidity” marcará presença em 15 festas até o final do ano, todas em São Paulo. Para saber mais, acesse o Facebook da marca.

Fonte: Promoview

Simplicidade e inovação, o novo perfil do Marketing

Pra que complicar e deixar tudo mais complexo, difícil e demorado? Criar algo simples e inovador é a nova “pegada”, criar um produto que chegue para o publico de forma simples e de fácil entendimento é o que move os novos profissionais do Marketing.

Nada muito complexo enche os olhos do cliente, a missão do Marketing é ser simples e inovador, criar algo que chame a atenção sem precisar de muita interpretação.

Inovações é o que move o mundo, do vale do silício a uma favela. Pessoas altamente criativas e curiosas estão dedicando-se a realizar seus sonhos e consequentemente o de outras pessoas.Neste momento dezenas de indivíduos,focados em dar sua contribuição para o mundo, encontram-se trabalhando com afinco em cima de projetos que tem a capacidade de afetar positivamente centenas e até milhões de vidas.

Ser simples, como assim? Uma maneira muito interessante de buscar a simplicidade é atentando-se a uma necessidade próxima da realidade de quem vai criar o instrumento inovador, pois isso distancia o que é inútil e apenas aproxima o que realmente tem valor e vai claramente contribuir para a solução do problema observado.

Não adianta criar algo muito sofisticado e que não exista publico, tem que ser simples e direto, algo que o cliente sinta-se impactado assim que observar o produto. Que sinta a real necessidade e contribuição para sua vida.

Um exemplo muito claro é a invenção da roda moderna por John Dunlop, onde o mesmo observou um problema e buscou uma solução simples e muito inovadora , mas o que fez notar e solucionar de maneira tão prática foi a sua aproximação do problema, a sua necessidade de transportar de forma mais rápida e menos cansativa.

Com a necessidade se cria uma solução.

Bibliografia:

Palestra do profissional de Marketing Rafael Liporace para a Endeavor Brasil.

Fonte: Administradores

A importância da marca para a micro e pequena empresa

O empresário brasileiro, principalmente o dono da micro e pequena empresa, teima em deixar de lado algumas coisas fundamentais para a expansão do seu negócio. Uma delas é o design e a comunicação de sua marca. Infelizmente, os cuidados com a imagem acabam sendo uma daquelas coisas que entram na lista do “resolvo quando crescer”. Mas o fato é que as chances de crescer diminuem consideravelmente quando essa decisão é deixada para o futuro.

Quando se desenvolve um projeto, seja o nome da empresa ou do produto, uma nova palavra é adicionada ao dicionário do nicho de atuação. Esta palavra vai transmitir um significado para o mercado, agregando valores e conceitos únicos que vão ajudar a diferenciar a empresa da concorrência.

Para quem acha que a marca não importa, tem uma historinha famosa dos tempos da antiga União Soviética, quando esta era totalmente comunista e consequentemente não existiam marcas. Reza a lenda que uma das fábricas de televisão do governo possuía técnicos mais experientes e que os aparelhos eram montados com maior qualidade. Esta informação tornava estas TVs mais desejadas.

Mas como diferenciá-las das outras se nenhuma tinha marca? Bem, os “camaradas” descobriram que as TVs feitas naquela dita fábrica possuíam uma numeração de série específica, então quando uma família tinha o privilégio de comprar uma TV, eles varriam as lojas do governo em busca daqueles tais números de série. Neste caso, a marca que transmite a percepção de valor, foi criada espontaneamente. O número de série virou a marca, mesmo que esta não tenha sido uma decisão do fabricante.

Definir com carinho a imagem de uma empresa é uma das tarefas mais importantes a se fazer quando se inicia um negócio. Esta escolha direcionará as ações seguintes para conquistar e manter uma fatia de mercado, o famoso marketshare. Ela também ajuda na construção da imagem com a qual seu negócio será visto e lembrado pelo mercado.

Quando um empresário não toma a iniciativa de escolher a comunicação logo no início, acaba vendo o mercado fazer esta decisão em seu lugar, mesmo contra sua vontade. Para manter o destino do negócio sob controle, não tem jeito, é preciso investir tempo na construção da marca. É necessário dedicar esforços a uma coisa chamada branding, Atividade esta pouco conhecida e menos ainda praticada pelos pequenos empresários.

Existem muitas definições para branding, porém, uma das que eu mais gosto é essa: “Branding é o encapsulamento da declaração de missão, objetivos e alma de sua empresa, expressa através da voz e da estética corporativa”, de Marjorie Clayman.

Na prática, quando olharmos no dicionário mercadológico o sentido da nova palavra que surgiu com o nascimento da marca, deveremos encontrar a essência da missão (da empresa ou do produto) e esta deve traduzir a forma como a nova comunicação deverá ser entendida e percebida pelo seu consumidor.

Então entenda de uma vez por todas: marca importa sim. Sem marca, não existe diferenciação. Ser diferente, mas não comunicar é, no mínimo, um pecado – pra não dizer burrice.

Marcelo Lombardo é sócio fundador da NWG Tech, e criador do Omiexperience, software de gestão para micro e pequenas empresas.

Fonte: ClienteSA