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A ilusão de “a marca mais lembrada”

Jack Trout é um mestre. Ele e Al Ries criaram uma das grandes revoluções do Marketing que chamou “Posicionamento”. Leia e reflita sobre o que disse Jack Trout. “Estude tudo o que existe sobre pesquisa de marketing e você verá que o gasto incrível que já se fez com isso parece não ter ajudado a maior parte das empresas que hoje estão cheias de problemas”.

Uma das maiores fabricantes de aparelhos auditivos do mundo, a Oticon, fez um grande investimento em pesquisa de opinião e focus group para saber por que mais de 80% da população com problemas de audição e recomendações médicas se recusavam a usar aparelhos.

Os entrevistados disseram que o problema estava nos preços altos. Mas a Oticon suspeitou disso. Considerou que aquelas pesquisas, na verdade, só conseguiam coletar o que estava no nível consciente dos entrevistados. “Preço” parecia óbvio demais, ou talvez uma simples desculpa. Produzir um aparelho mais barato acabaria sendo uma cilada com enormes perdas.

A empresa investiu, então, numa outra pesquisa – desta vez mais profunda e conduzida por psicólogos. Eles descobriram o real motivo porque as pessoas não usavam aparelho auditivo. Sabe o que? A imagem mental que faziam. As pessoas se sentiam velhas ou envergonhadas – principalmente as que estavam nos primeiros estágios da perda auditiva, entre 40 e 50 anos.

Com estes dados, a Oticon não passou a fabricar aparelhos pequenos – como muitos fariam. Julgou que isto só reforçaria os sentimentos negativos dos usuários. A empresa optou por produzir aparelhos maiores, porém, bonitos, que parecessem acessórios femininos coloridos ou com fones de celulares tipo bluetooth.

O resultado surpreendente foi um grande sucesso! Os novos designs dos aparelhos foram até premiados em feiras especializadas.

Qual é a conclusão disso? Quando consumidores são pesquisados, eles falam daquilo que está em seu nível consciente. Mas o nosso consciente, na maior parte das vezes, é contrário ao que pensamos sentimos e agimos de fato. O consciente quer ser politicamente correto e concordar com os parâmetros sociais predominantes.

É no subconsciente que está o verdadeiro guia do comportamento humano. Acessá-lo significa ter em mãos o mapa da mina.
Jack Trout recomenda aos empresários não festejarem o primeiro lugar de sua marca na mente do consumidor quando isto é indicado através de pesquisas simples – aquelas que fazem perguntas diretas. Na verdade, a marca pode até ser, sim, a mais lembrada. Mas isto não revela nada em termos dela ser ou de que será a mais consumida.

Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é simplicidade. É autor do livro “Torta de Chocolate não Mata a Fome – Inspirações para a Vida, o Trabalho e os Relacionamentos”, Editora nVersos, 2012.

Fonte: hsm.com.br

O papel do agente de mudanças

Por Jorge Bassalo*

Gerir os aspectos humanos e emocionais em cenários de mudanças organizacionais tornou-se um fator crítico de sucesso para as implementações de projetos. Garantir a adaptação às mudanças e o alcance dos resultados esperados significa conseguir engajamento e compromisso de toda a estrutura organizacional.

Um processo de mudança organizacional, que tem sua origem no topo da organização a partir do alcance de uma intenção estratégica, pode estar fadado ao fracasso, pois seu êxito compreende coletivizar e comprometer pessoas com as novas ideias. Quem são os responsáveis por essa árdua tarefa? Quem são os facilitadores do processo de mudança organizacional? Quem são esses agentes de mudança?
O papel do agente, termo utilizado para se referir aos que facilitam o processo de mudança, é um dos mais difundidos nas metodologias de GMO (Gestão de Mudanças Organizacionais).

Eles podem ser externos – no papel de consultores – ou internos: profissionais das áreas de gestão de pessoas, gestores e equipes de projeto, lideranças organizacionais ou ainda pessoas que exerçam o poder na organização pela influência dos seus pares.

Portanto, se estes atores internos serão também os facilitadores das mudanças organizacionais, deverão estar preparados e engajados para a condução do processo.

Como, então, facilitar o engajamento destes atores? A prática de GMO vem mostrando que a formação de agentes de mudança internos é uma construção que pode se consolidar ou não ao longo do projeto, e que envolve diversos fatores, tais como patrocínio e maturidade organizacional em gestão de pessoas.

Um dos aspectos críticos em projetos é a mobilização dos agentes de mudanças internos (lideranças e equipes de Recursos Humanos) quanto aos seus papéis e responsabilidades. O que inclui, além de responsabilidades técnicas, comportamentos que facilitem a mudança na base da organização não envolvida diretamente com o projeto e suas definições estratégicas.

E também, o compromisso com atividades vinculadas à gestão dos aspectos humanos: reuniões e fóruns de mapeamento de impactos organizacionais, planejamento de estratégias de comunicação e treinamentos, facilitação de fóruns de discussão, reuniões de lições aprendidas, entre outros.

Isto significa que, como líderes, serão os responsáveis por informar e dialogar com as equipes quanto aos aspectos da mudança (o que muda efetivamente, os impactos dessa mudança e os benefícios que se pretende alcançar); viabilizar aos grupos a capacitação para operar no novo cenário e tomar decisões assumindo riscos para o negócio.

É comum, também, que as áreas vinculadas a pessoas e processos não entendam o seu próprio papel como “donas” do processo de gestão dos aspectos humanos nas mudanças organizacionais, adotando postura de distanciamento do projeto e da realidade das equipes envolvidas, tendo como uma das consequências, a falta de preparo para facilitar a consolidação da mudança após o término do projeto.

Percebe-se, então, que suportar e facilitar o processo de transição organizacional perpassa por aspectos subjetivos como a mobilização de agentes de mudança internos. Este é um processo contínuo para a construção e amadurecimento frente às etapas de implementação do projeto. Formá-los pressupõe, principalmente, dar-lhes condições de se apropriarem desse papel. Este é o papel do consultor, como facilitador externo do processo de mudança.

*Jorge Bassalo é sócio-diretor da Strategy Consulting, consultoria especializada em Gestão de Mudanças Organizacionais.

Fonte: Promoview

Americanas.com dá início à ação promo “Meu pai é o cara”

A Americanas.com lançou no dia 09/07, a ação de marketing promocional “Meu pai é o cara e merece os melhores presentes”.

A ação promocional acontece pelo Facebook e vai equipar a sala do pai vencedor com seis presentes, incluindo eletrônicos da Sony como Smart TV 3D e PlayStation 3. Para participar, basta entrar na aba do concurso até o dia 04/08, e enviar uma foto com legenda, mostrando que a sala é o lugar especial para estar com o seu pai.
O participante com a foto e a legenda mais criativa será a vencedor. O resultado será divulgado no dia 12/08, pelo Facebook e o vencedor ganhará os seguintes prêmios: Smart TV 3D LED 42” Sony; Home Theater blu-ray 3D Sony, Filmadora full HD Sony; PlayStation 3 Slim 250GB com controle Dual Shock 3 Sony, Sofá Linoforte e bancada suspensa Madetec.

Fonte: Promoview

Brahma em parceira com Santos FC inauguram vestiário da Vila Belmiro

O Santos FC e a Brahma reinauguram nesta quarta-feira (10), às 11 horas, o vestiário da Vila Belmiro que passou por reforma durante a Copa das Confederações. As obras foram executadas entre Brahma e o Peixe e tiveram participação da torcida santista.

Nesta reforma, o vestiário ficou mais moderno e ganhou mais espaço de circulação: a área de aquecimento foi ampliada e as banheiras individuais de hidromassagem deram lugar a um spa. Além disso, uma TV foi instalada para exibição de vídeos e uma câmera transmite ao aparelho imagens ao vivo da arquibancada, para os atletas verem como está a torcida no estádio.

Os armários também foram modificados. Os antigos, feitos de alumínio e com portas, deram espaço para móveis abertos e de madeira, e ídolos do clube de todos os tempos foram escolhidos pela torcida para batizarem os novos armários dos atletas do atual elenco santista. E alguns desses nomes estarão presentes na inauguração, como Pepe, Serginho Chulapa, Zito, Clodoaldo, Megalvio e Lima.

Os sócios do Peixe também têm espaço garantido no novo vestiário. Em uma homenagem aos fãs que ajudam o time a melhorar o espaço da Vila Belmiro, o clube e a Brahma decidiram homenagear os Sócios Rei. Até o dia 30 de junho, os associados do Peixe que curtem o www.facebook.com/BrahmaSantos puderam enviar fotos para compor um mural que será feito em uma das paredes do vestiário.

"Esta reforma deixa a Vila Belmiro ainda mais moderna e aconchegante. Os sócios e torcedores terão a oportunidade de fazer a visita monitorada e conferir pessoalmente as melhorias", convida o vice-presidente Odílio Rodrigues Filho.

Para o gerente regional de esportes da ambev, Felippe Messias, a obra é uma estratégia de marketing diferente adotada no futebol. "Com o marketing estruturante, a Brahma consegue em conjunto com o clube detectar uma real necessidade e executá-la. É um legado para o Santos e sua imensa torcida. Além de investirmos no vestiário mais famoso do mundo, será um espaço que pretende suprir as necessidades diárias dos jogadores".

Fonte: Cidade Marketing

E-mail não lido nunca existiu

O principal objetivo das empresas quando se comunicam por e-mail é transmitir informações, engajar seu consumidor e criar relacionamento, mas essa expectativa parece um pouco distante da realidade. Segundo estudo realizado pela Return Path – The e-mail intelligence report Q4 2012 – apenas 67% dos e-mails enviados chegam à caixa de entrada dos destinatários brasileiros – embora isso não garanta leitura. Desse universo, 16% sequer chegam ao destino e para fechar a conta, outros 17% vão para a caixa de spam automaticamente.

Esse dado apenas indica quanto à falta de qualificação no envio de e-mails pode se traduzir em prejuízos para os remetentes seja em sua reputação online, no seu investimento em comunicação e até mesmo na imagem diante de quem recebe. Ter o nome da empresa nas temidas black lists, por exemplo, pode causar diversos transtornos de comunicação à empresa e sair delas pode ser trabalhoso.

Para estabelecer uma comunicação eficiente e precisa é necessário também sair do lugar comum da comunicação em massa. Quanto mais customizada ela é, melhor será o resultado. Ela precisa ser focada e objetiva, ou seja, é necessário agregar conteúdo à mensagem. A concorrência é grande e se você deseja chamar a atenção para sua mensagem precisa ser assertivo sem perder de vista a atratividade, mas sem exageros.

Hoje, validar as preferências dos consumidores ou leads é uma das formas de racionalizar os envios e ao mesmo tempo respeitar o código de ética online. Já existe uma política específica para envio de correspondência eletrônica, mas algumas empresas já estruturaram outras ainda mais detalhadas.

A customização eleva o grau de relacionamento com o cliente, já que ele se sente respeitado no que toca seus interesses e seu tempo. Da parte da companhia, a qualidade dos resultados tem um ganho expressivo, que podem ser medidas por soluções desenvolvidas para esse fim.

Falando nisso, investir em ferramentas de monitoramento é indispensável para mensurar o sucesso da campanha. Muitas delas geram relatórios bem completos, o que possibilita qualificar o mailing, medir a taxa de interesse (por exemplo, quais mensagens foram apenas visualizadas ou quais foram clicadas) ou até mesmo testar em quais horários o envio pode ser mais efetivo.

Periodicamente, solicitar a atualização de informações ajuda a focar mais os esforços. Com o tempo os interesses mudam, mas muita gente se esquece de alterar as preferências. Quanto mais conciso for o cadastro, mais precisa será a sua métrica e consequentemente, melhor será também gerenciamento.

Um dos grandes ladrões de tempo no ambiente de trabalho são os e-mails. Algumas empresas, por exemplo, já coíbem o uso da ferramenta como chat, solicitando aos seus colaboradores que consolidem as informações importantes em uma ou duas trocas de e-mail após o fechamento das informações. Isso evita carregar o tráfego e lotar os servidores com dados irrelevantes.

Para enxugar ainda mais, algumas plataformas de envio já estão sendo adaptadas para o meio corporativo. Integrada à intranet, o colaborador escolhe quais e-mails deseja receber diretamente na caixa postal sem que isso bloqueie os comunicados relevantes internos. Os demais podem ser consultados pelo sistema, trazendo um ganho de qualidade de tempo e mais absorção das informações.

Cada vez mais o e-mail concorre com outros meios de comunicação, portanto seja assertivo. Para que sua comunicação exista e seja efetiva, ela precisa ser lida. Caso contrário, o destino é o lixo.

Carlos Pulic é diretor de Operações da Simpress

Fonte: ClienteSA