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Sherwin-Williams leva fãs à Mostra Black

A Sherwin-Williams, acaba de lançar em sua página no Facebook uma ação de marketing promocional que premiará seus fãs com pares de ingressos para a terceira Mostra Black, uma das mais importantes mostras de design e arquitetura no Brasil, que acontece em São Paulo até o dia 09/07.

Para participar, basta acessar a página da Sherwin-Williams no Facebook e responder as perguntas que serão postadas semanalmente até o dia 26/06. A primeira questão, “Qual cor da Sherwin-Williams é perfeita para você e por quê?”, já está no ar.
Os autores das duas respostas mais criativas para cada pergunta ganharão os ingressos. Os anúncios dos vencedores serão feitos sempre às quartas-feiras, ao mesmo tempo em que as novas perguntas serão lançadas.

Fonte Promoview

Sonho de Valsa cria o Plantão do Amor

Em ação criada pela W3haus, o bombom Sonho de Valsa terá pela primeira vez um Plantão do Amor?em sua fanpage, durante todo o dia 12 de Junho, com uma equipe para responder em tempo real aos consumidores que mandarem perguntas ou pedirem dicas para comemorar a data. Para surpreender a pessoa amada, a equipe poderá sugerir restaurantes, frases românticas, presentes, receitas, entre outras dicas.

Fonte: ClienteSA

Os 4 Cs do sucesso

Todos nós queremos alcançar o sucesso, é bem verdade, mas qual o conceito de sucesso que você tem atualmente? Geralmente o sucesso é associado à fama, glamour, prestígio e status. Mas isto por si só não traz felicidade. O que nos traz felicidade, é a sensação de plenitude, que é determinada a partir dos 4 Cs do sucesso que são:
•Capital social – Vivemos em comunidade, ou seja, em grupos, por isso a importância das interações sociais. Você integra vários grupos: do trabalho, da faculdade, da igreja, de amigos, etc. O capital social envolve coisas intangíveis, tais como, amizade, solidariedade, boa vontade entre as pessoas e as famílias que compõem uma unidade social. Essas relações tornam-se ricas e proveitosas quando há troca de conhecimentos e ajuda mútua.
•Capital físico – O conceito de capital físico utilizado neste artigo refere-se ao principal de todos os capitais que podemos ter: a saúde. Praticar exercícios físicos, alimentar-se adequadamente, dar boas risadas, enfim, gozar de boa saúde, é o maior bem que podemos ter.
•Capital intelectual – O capital intelectual é um ativo humano intangível, representa o conhecimento, a criatividade e a inteligência do indivíduo, que são traduzidos em valor a partir do que é feito com ele. O ser humano tem uma vantagem em relação aos animais, porque é um ser pensante, dotado de racionalidade.
•Capital financeiro – Não basta de gozar de boa saúde, ter inteligência, bons relacionamentos e viver sem dinheiro. O dinheiro não traz felicidade, mas a falta dele pode acarretar infelicidade. Segundo pesquisas, um dos principais motivos de brigas entre casais é a falta de dinheiro. É a prestação do imóvel que está faltando, é a escola do filho que está atrasada. Não é preciso ter muito dinheiro, mas uma renda que te permita ter um bom padrão de vida.

Enfim, conclui-se que, ter uma vida de sucesso, significa trabalhar esses quatro capitais a seu favor, de forma que você possa ter uma vida satisfatória, plena e realizada. Para isso é importante estabelecer o equilíbrio e ter muita disciplina.

Fonte: Administradores.com

A hora e a vez do turismo brasileiro

O Brasil vive um período de franca expansão no turismo, impulsionado pelos grandes eventos mundiais como Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas. De acordo com o Ministério do Turismo, em 2012, o setor cresceu 13,1%, em relação ao ano anterior. As 80 maiores empresas do segmento faturaram R$ 57,6 bilhões e empregaram 115 mil pessoas.E, em um cenário de crescimento acelerado e de ganhos de competitividade, o mercado interno poderá alcançar,no ano de 2014, o patamar de 500 mil postos de trabalho nas atividades características do turismo.

Mas estamos preparados para absorver as mudanças e receber o crescente fluxo de turistas em nosso País? O mercado dá a resposta.De Norte a Sul do Brasil, setores como o da hotelaria ainda estão carentes de profissionais qualificados e especializados. Os problemas atingem áreas diversas. Vão desde a oferta de um bom serviço de transporte público, escassez de táxis,dificuldades para encontrar vagas em estacionamento, alimentação…e por ai segue uma extensa lista.

A questão se agrava quando pensamos que uma significativa parcela de turistas é formada por estrangeiros, e esbarramos na barreira do idioma. Receber bem o turista é sinônimo de recebê-lo mais vezes no futuro e ter um grande aliado que vai sugerir a cidade visitada como destino para outros amigos. Por isso, é importante pensar longe!

Assim como cresce a demanda de mercado, cresce também o interesse de profissionais em se qualificar. De olho nessa necessidade, o IPOG inaugura, no dia 13 de setembro, a primeira turma do MBA Gestão Estratégica de Hotelaria e Turismo.

O Foco da pós-graduação é resguardar um espaço decisivo do mercado de formação empresarial na área de Hotelaria e Turismo. A preocupação em estabelecer competências para o segmento norteia o curso, procurando-se assim dotar os participantes de competências e ferramentas para o fortalecimento da capacidade de decisão e consequente melhoria do seu desempenho profissional.

“O curso é fundamentado nos pilares organizacional, operacional, ambiental e premia os alunos com a oportunidade da vivência de mercado através de estágios”, explica a professora e coordenadora do MBA, Telma Merjane.

“Isso diminui a distância entre a teoria e a prática. É um diferencial que permite focar nos aspectos da gestão estratégica e gestão operacional”, explica o também coordenador, Cláudio Costa.

Leonardo Ferreira Santos é gerente de uma grande rede de hotéis em Goiânia. Com 18 anos de experiência, ele já trabalhou em países como Estados Unidos e China. Na hora de comparar os serviços internacionais com os oferecidos no Brasil, as críticas são inevitáveis. “Ainda brincamos de hotelaria. Muitas redes conseguem oferecer o básico em conforto aos clientes, mas ainda estamoslimitados. E turismo envolve toda uma cadeia de serviços que precisa ser reformulada e melhorada”, observa Leonardo.

O gerente afirma que vai fazer o curso em busca de aperfeiçoamento. “Especializar é preciso. É uma forma de se valorizarenquanto profissional e de agregar valores para a empresa onde trabalhamos. Acredito que, por ser direcionado aos gestores, o curso tem o poder de abrir a visão do empresário e mudar nossa postura cultural que confunde servir bem com ser servil. E aí deixa de atender com qualidade o seu maior patrimônio, o cliente”, conclui Leonardo.

Fonte: Administradores.com

A importância de uma estratégia bem feita

Recursos Humanos, Marketing, Produção, Logística, Finanças e… Cadê a Estratégia para nortear e coordenar isso tudo?

Tendo em vista o que foi tratado no artigo "Torne-se aquilo que você deve ser" acerca da necessidade de alinhamento do propósito organizacional com o propósito de cada colaborador a seu serviço, buscar-se-á neste texto clarificar o que vem a ser a Estratégia. De antemão, Frise-se que este artigo não buscar esgotar o entendimento sobre o assunto, e sim servir como ponto de partida para quem pretende se aprofundar na temática Estratégia Empresarial.

Como área de estudo da Administração, a Estratégia é um tema recente, tendo Peter Drucker como um dos pioneiros na discussão dele no âmbito das corporações empresariais. Todavia, a Estratégia é assunto milenar, tendo se originado e se desenvolvido no seio das forças armadas. Exemplo disso está num dos grandes clássicos da literatura empresarial acerca do tema, A Arte da Guerra, de Sun Tzu. E o que vem a ser estratégia?

Quando desejamos algo que não temos, planejamos tê-lo. Por sua vez, como processo probabilístico, o planejamento demanda ações que mitiguem as incertezas quanto ao futuro e conduzam aos resultados desejados. E são essas ações (o como fazer acontecer) de que se ocupa a Estratégia. Daí, acrescentamos o indivíduo (aquele que faz acontecer) e chegamos a uma definição empresarial do termo: estratégia é o conjunto de ações que conduzem pessoas e organizações a perseguir e alcançar objetivos previamente estabelecidos.

Embora seja um tema com grande interesse nas áreas acadêmica e de negócios, a Estratégia faz parte de nosso cotidiano de maneira intuitiva: quando pretendemos ingressar numa faculdade ou perder aqueles quilinhos que chegam a pesar em nossa consciência, definimos formas de atingir os esses objetivos. No caso da faculdade, traçamos a nossa estratégia de preparação para o vestibular; quanto aos quilinhos, esboçamos uma dieta e/ou uma série de atividades físicas. O que distingue essas estratégias daquelas traçadas por grandes corporações é o grau de complexidade do processo.

No âmbito organizacional, várias são as maneiras de definirmos a estratégia mais apropriada para que a entidade possa alcançar seus objetivos, aproximando-se, assim, de sua visão e cumprindo a sua missão. Para tanto, há diversos estudos que auxiliam nesse propósito, sendo que os principais na área de Estratégia Empresarial são atribuídos a, dentre outros, Michael Porter e Henry Mintzberg. No caso de Porter, podemos citar as suas três estratégias genéricas:

1. Liderança em custo;

2. Diferenciação;

3. Enfoque (de custo ou diferenciação).

Contudo, uma estratégia que vem ganhando repercussão é a Estratégia do Oceano Azul, de W. Chan Kim e Renée Mauborgne, uma vez que vai ao encontro do movimento de inovação de valor cuja vanguarda é atribuída aos setores de tecnologia da informação e entretenimento.

Para que a estratégia escolhida seja bem-sucedida, ela deve originar-se de um processo profundo e fidedigno de análise interna e externa da organização (daí a importância da Matriz SWOT) e ter plano de ação que garanta a sua devida implementação (nesse caso, a ferramenta 5W2H é uma grande aliada). Além disso, há que se avaliar a performance da estratégia por meio de indicadores balanceados (BSC), a fim de identificar se os objetivos organizacionais estão se concretizando conforme planejado. Se não, procede-se a uma análise dos desvios, principalmente osdesvios negativos, com vistas à tomada de decisão que potencialize os desvios positivos e corrija os desvios negativos.

Adicionalmente, não podemos esquecer a importância do alinhamento entre cultura, estrutura,pessoase demais processos organizacionais à estratégia traçada, visto que as organizações são sistemas. Portanto, cada parte desse sistema deve estar interrelacionada e direcionada ao objetivo programado.

Fonte: Administradores.com