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Empreendedorismo em ação

“Empreendedorismo não é uma ciência, nem uma arte.É uma prática.”(Peter Drucker)

Desde o ano 2000 participo do Núcleo de Jovens Empreendedores (NJE), uma das diretorias do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP). O grupo tem por objetivo identificar, aglutinar e desenvolver lideranças institucionais e empresariais, bem como promover a capacitação profissional e pessoal, incentivando e difundindo ações empreendedoras nos diversos setores da economia brasileira.

A atuação do NJE dá-se mediante a realização de palestras, cursos, reuniões de networking, visitas técnicas empresariais, ações sociais, entre outros eventos, com destaque para um congresso anual realizado de forma itinerante em polos econômicos do Estado. Em 2013, este evento acontecerá em Santos, nos dias 5 e 6 de setembro.

Através do Congresso, buscamos o debate propositivo de temas relacionados a boas práticas de gestão, além de apresentar cases de sucesso. A programação deste ano conta com a presença de Paulo Skaf (presidente do CIESP/FIESP), Ozires Silva (fundador da Embraer), Fábio Barbosa (presidente executivo do Grupo Abril), além de renomados conferencistas. Serão 18 palestras, além de um espetáculo teatral corporativo e a participação do Coral Cênico do SESI. A agenda completa está disponível em www.nje.com.br.

O evento é aberto ao público e totalmente gratuito, pois é nosso propósito maior compartilhar o conhecimento. E embora beneficiados com a generosidade de todos os palestrantes, que participam em sistema pro bono, a realização envolve custos diversos. Por isso, organizar um evento deste porte é uma autêntica ação empreendedora, na qual as seguintes competências são exercitadas:

1. Planejamento. Começamos a organizar este congresso no dia seguinte ao término do realizado ano passado. Foi quando definimos a cidade-sede, iniciamos a busca pelo auditório, formulamos os primeiros convites aos palestrantes e principiamos a formatação de um projeto para captação de patrocínios com a finalidade de tornar a iniciativa autossustentável. Esta anterioridade foi o que nos permitiu conseguir espaço na agenda da maioria dos conferencistas.

2. Ousadia. Pela primeira vez em dez anos, o congresso será realizado em dois dias e com uma feira de exposição paralela. É dever de todo empreendedor tomar iniciativas e correr riscos calculados, porém com responsabilidade.

3. Negociação. Com recursos escassos, barganhar torna-se imperativo. Assim, conseguimos reduzir custos, propor permutas, buscar apoios diversos.

4. Resiliência. A famigerada expressão “o ‘não’ nós já temos” é constantemente lançada. No decorrer do processo, acostumamo-nos a ouvir negativas: de palestrantes, de fornecedores, de patrocinadores potenciais. E não desistimos.

5. Administração do tempo. Mesmo trabalhando com um ano de antecedência, o tempo conspira contra nós continuamente, em especial quando consideramos que os integrantes do NJE/CIESP são todos voluntários. É um exercício constante conciliar as demandas pessoais, corporativas e também institucionais.

6. Pensamento estratégico. Todas as ações são engendradas pensando não apenas no evento em curso, mas nos próximos, em especial o que será realizado em 2014, no município de Santo André. Por isso, um conferencista sem agenda ou um patrocinador sem verba neste ano, são automaticamente nomeados prospects potenciais.

7. Networking. A força das redes de contato e dos relacionamentos mostra-se essencial para possibilitar a construção de uma programação tão valiosa. E as mídias sociais assumem seu protagonismo na divulgação do evento.

8. Trabalho em equipe. O êxito perseguido é fruto da dedicação de diversas pessoas. Assim, há os que se envolvem em comunicação visual, na elaboração de manuais e releases, nas tratativas com os conferencistas, nas negociações com os fornecedores, em aspectos jurídicos e contratuais. Cada qual em sua expertise.

9. Liderança. No momento, estou como diretor estadual deste grupo. Notem: estou, e não sou, pois toda liderança é transitória, ainda mais quando em uma entidade ou associação. Assim, o dever do líder é supervisionar, subsidiar, apoiar, empoderar e incentivar sua equipe. E seu maior desafio é preparar quem o substituirá.

10. Marketing. É o fator essencial que referendará o sucesso do evento. Sem uma comunicação adequada, atraente, envolvente e ampla, todo o esforço será em vão.

Por fim, é importante fazer dois registros. Primeiro, que a força da marca CIESP, cuja credibilidade foi construída no decorrer dos últimos 85 anos, abre portas, o que enseja enorme responsabilidade ao representar a entidade.

Segundo, o apoio de nossa diretoria, tanto na sede, quanto nos 42 escritórios regionais distribuídos em todo o Estado de São Paulo, a quem, em nome de todos os integrantes doo NJE, presto a maior gratidão.

Fonte: Administradores

Canal Brasil apresenta campanha institucional com presença na TV e nos principais cinemas

"A gente se entende". Com este conceito, a agência Loja Comunicação criou a campanha que marca os 15 anos do Canal Brasil. A ideia é trazer os temas que formam a identidade do canal – música, cinema e irreverência – representados pelos apresentadores Lázaro Ramos, José Wilker, José Mojica, MV Bill, Charles Gavin e Moska. O time ainda ganha o reforço do cantor Ney Matogrosso. A Campanha terá veiculação nacional, com presença na TV e nos principais cinemas. Com 30", o filme "A gente se entende" traz os artistas tentando adivinhar o nome de um filme através da mímica de Lázaro Ramos. O que gera um conflito entre os que preferem que o tema continue cinema e aqueles que preferem que seja música. A produção é da Cinerama Brasilis. Além disso, estará também na mídia impressa de todo o país. Como também na mídia exterior, busdoors e taxidoors, no Rio de Janeiro, e no metrô e vídeos em ônibus, em São Paulo.

Fonte: Cidade Marketing

O brinde na forma de conceito

O brinde, além de objeto de desejo, atribui conceito à marca.

Com o mercado de consumo cada vez mais exigente, as empresas especializadas em brindes e produtos promocionais sofisticam e adaptam suas linhas de produtos para atender as expectativas de seus clientes, que buscam, além de qualidade, peças que expressem o conceito de uma marca.

Na decisão de compra, as empresas devem avaliar que um brinde de pouca qualidade pode afetar sua imagem. O sócio proprietário da Artelaser, Murilo Alexandre Fendrich, empresa fornecedora de serviços aos fabricantes de brindes, afirma que “os consumidores de hoje têm consciência de que um brinde de má qualidade pode afetar a imagem da empresa perante os clientes. O que se percebe no mercado interno é a introdução de novos valores, e o fator preço não é mais o que decide o fechamento ou não da compra. Avalia-se a qualidade, o design e a personalização dada aos brindes”.

Considerando que o brinde tem a função de criar uma sólida relação comercial entre cliente e empresa, o setor tem realizado alto investimento em inovação, criando novos formatos de produtos, materiais com responsabilidade ambiental e novas texturas, sempre com o intuito de fazer o produto remeter à marca um conceito sólido e positivo.

Outro ponto muito importante do brinde é o valor emocional que ele agrega à marca, já que é considerado um objeto de desejo. Além de apresentar a sua devida utilidade, que é um fator importantíssimo, a peça tem de vir atrelada ao bom gosto, modernidade e, principalmente, ao afeto.

As empresas, mais do que nunca, estão entendendo a importância de sempre serem lembradas, não somente em datas festivas, mas o ano inteiro. Por isso, o investimento em brindes de alta qualidade, modernos, inovadores e, principalmente, úteis, oferece à marca um conceito de excelência, sempre valorizado pelos clientes.

Por Socci Comunicação

À Presidenta!

Mercado está pronto para atender possível onda de brindes femininos com a vitória de Dilma Roussef

A democracia brasileira concebeu maturidade ao eleger uma mulher para a Presidência da República. A afirmação virou um jargão na boca de analistas e repórteres desde a eleição de Dilma Roussef ao Planalto. O importante é que o Brasil seja administrado de forma consciente, com responsabilidade em relação às mudanças ocorridas durante o governo Lula, que alteraram a face da nação. Ponto para as mulheres, que (teoricamente) vivem expectativas em relação a possíveis transformações de suas realidades – tanto no mercado de trabalho quanto na vida social. Em relação ao mercado de brindes, uma demanda devido ao destaque das mulheres é possível. Por isso, o setor está preparado caso surja uma onda no horizonte próximo com uma enxurrada de pedidos de ‘presentes’ para esse público.

Edson Oliver, gerente de vendas da Fiorese Bríndisi, foi taxativo: “Caso ocorra alguma demanda, estaremos prontos para atendê-la”. Oliver revela que, nos últimos quatro anos, o mercado passa por uma reestruturação, com um cliente mais exigente, e com o sucesso dos brindes com apelo de tecnologia de ponta, como pen drivers customizados, MP4s, porta- retratos digitais, etc. Mas que, em relação às mulheres (o público-alvo da Fiorese Bríndisi), são os folheados e os kits de correntes com pingentes customizados que têm grande demanda. Lu Gonzalez, gerente comercial da M.Korn Joalheiros, também afirmou que a empresa está pronta para atender a uma possível onda de presentes dirigidos para as mulheres. Segundo ela, toda sociedade sentiu a valorização da mulher, e a vitória da presidenta é o ápice desse movimento. “Afinal, uma mulher que lutou e chegou lá com classe e elegância é o melhor exemplo que podemos ter”, disse. E que vê, realmente, a eleição de Dilma Roussef como um grande impulso ao setor. Principalmente no de joias e semijoias em que a M.Korn atua (praticamente direcionado ao público feminino). Ela considera que a mulher circula mais que o homem nos espaços de consumo, como supermercados, lojas, shoppings, e – com as mudanças a partir da vitória da presidenta, deve existir um impacto em todos os mercados. “O homem toma a cerveja, mas na maioria das vezes quem compra é a esposa”, conclui. Ainda segundo ela, o público feminino é mais exigente, e por isso força o mercado, as empresas e seus departamentos de marketing a se atualizarem em relação a brindes. “Este é o motivo que nos leva às feiras internacionais”, conta. Lu Gonzalez revela que os profissionais de marketing sabem disto, e procuram sempre empresas que apresentem este perfil, de observadoras do comportamento feminino, para adquirirem o produto certo para o momento certo de presentear. “É impressionante como conhecem e entendem; parece que compram para eles mesmos”, revela.

A exigência da mulher como parâmetro para o aperfeiçoamento das empresas também ficou evidente no depoimento de Tatiana Kaz, da Núcleo Line. Segundo ela, o mercado de brindes já reflete o papel da mulher na sociedade, que está cada vez mais atento ao fenômeno de valorização da mulher, tanto que as ações promocionais foram deixando de incluir apenas perfumes e cosméticos e passaram a trabalhar com produtos vendidos em shoppings, mercados, e outros pontos de vendas. “Com o passar do tempo, ficou evidente o poder de decisão da mulher”, disse. “Não está mais ligado somente à questão doméstica”, completa.

Com a demanda de brindes que pode chegar a qualquer momento, não haverá mulher sem ‘presentes’ no Brasil. Um brinde à Presidenta!

Por Vinícius Miguel Costa – Grupo Bríndice

Neuromarketing. Um conjunto de ferramentas a serviço da pesquisa de mercado

Possibilidades e limitações desse novo campo de investigação mercadológica

Considerando que, nos últimos anos, o neuromarketing vem ganhando credibilidade e espaço no mercado de pesquisas de marketing, Prof. Pedro Calabrez Furtado, sócio-fundador da NeuroVox e professor da Pós-Graduação da ESPM, destaca a necessidade de uma percepção clara a respeito das possibilidades e limitações desse novo campo de investigação. Somos capazes de ler a mente do consumidor? O neuromarketing tornará obsoletas as tradicionais metodologias de pesquisa de mercado? Em palestra promovida pela ESPM, Calabrez abordou diversas questões a respeito do tema com o objetivo de desmistificar o neuromarketing, situando-o na realidade prática da pesquisa de mercado.

Segundo o especialista, neuromarketing é um conjunto de metodologias e ferramentas embasadas na neurociência, desenvolvido para colaborar com a pesquisa de marketing, na identificação e interpretação do comportamento do consumidor. Pode-se afirmar que neuromarketing é a aplicação de tecnologias neurocientíficas em pesquisas mercadológicas. Ou seja, é a união da ciência e do marketing para explicar a motivação do consumidor em relação à preferências, escolhas e decisões.

Ferramentas como a Eletroencefalografia (EEG) – análise gráfica das correntes elétricas do encéfalo registrada por eletrodos aplicados no couro cabeludo – a FER (Facial Expression Recognition) – reconhecimento das expressões faciais – e a Neuroimagem por Ressonância Magnética Funcional são exemplos das tecnologias utilizadas pelo neuromarketing em pesquisas, que pretendem analisar ativações cerebrais de consumidores em contato com determinada peça publicitária ou promocional, produto, embalagem ou marca.

Considerando que, nos últimos anos, o neuromarketing vem ganhando credibilidade e espaço no mercado de pesquisas de marketing, Prof. Pedro Calabrez Furtado, sócio-fundador da NeuroVox e professor da Pós-Graduação da ESPM, destaca a necessidade de uma percepção clara a respeito das possibilidades e limitações desse novo campo de investigação. Somos capazes de ler a mente do consumidor? O neuromarketing tornará obsoletas as tradicionais metodologias de pesquisa de mercado? Em palestra promovida pela ESPM, Calabrez abordou diversas questões a respeito do tema com o objetivo de desmistificar o neuromarketing, situando-o na realidade prática da pesquisa de mercado.

Segundo o especialista, neuromarketing é um conjunto de metodologias e ferramentas embasadas na neurociência, desenvolvido para colaborar com a pesquisa de marketing, na identificação e interpretação do comportamento do consumidor. Pode-se afirmar que neuromarketing é a aplicação de tecnologias neurocientíficas em pesquisas mercadológicas. Ou seja, é a união da ciência e do marketing para explicar a motivação do consumidor em relação à preferências, escolhas e decisões.

Ferramentas como a Eletroencefalografia (EEG) – análise gráfica das correntes elétricas do encéfalo registrada por eletrodos aplicados no couro cabeludo – a FER (Facial Expression Recognition) – reconhecimento das expressões faciais – e a Neuroimagem por Ressonância Magnética Funcional são exemplos das tecnologias utilizadas pelo neuromarketing em pesquisas, que pretendem analisar ativações cerebrais de consumidores em contato com determinada peça publicitária ou promocional, produto, embalagem ou marca.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fontes:
Ciclo de Palestras na ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing / Propmark