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Análise: Qual o comportamento do Consumidor 2.0?

Chegou a hora e a vez do consumidor 2.0, uma nova realidade na qual as empresas devem se ajustar emergencialmente para potencializar suas vendas e divulgar adequadamente suas marcas.

Esta expressão é designada para apontar o novo consumidor e os conjuntos de características relacionadas às suas opções de compras, juntamente com as informações que o leva a tomada de decisão. Isto é, o novo consumidor tem a tecnologia como principal ferramenta de decisão.

A conquista deste consumidor é muito mais complexa do que as simples ações publicitárias, já que a tecnologia proporcionou uma revolução na relação de compra. Atualmente há uma facilidade muito grande de localizar os produtos, maiores opções de compras e, principalmente, um senso muito mais crítico para definição do que e de quem irá consumir.

Exemplo disto é a evolução de sites de reclamações e de direito do consumidor, dentre os quais o mais destacado é o Reclame Aqui. Mas a preocupação vai muito além, pois as redes sociais também são fontes de informações e reclamações atualizadas constantemente.

As redes sociais e internet têm tudo a ver com o Consumidor 2.0, sendo cada vez mais utilizada pelo uso de tabletes, computadores, notebooks e smartphones, equipamentos que fazem com que o consumidor participe ainda mais do mundo virtual. A novidade para empresas é que não basta mais saber expor sua marca, agora se tornou necessária a busca de uma ‘reputação positiva’.

Assim, como vender bem para este público? O primeiro passo, como dito, é a reputação, mas também é preciso pensar em uma página bem feita na rede. As informações da sua empresa devem estar sempre atualizadas, com conteúdo relevante. Com esta regra, suas ações terão muito sucesso.

Pense que seu site ou página nas redes sociais são as novas vitrines de seus produtos, e a apresentação é fundamental para compor uma boa diagramação, além da organização por categoria que permite ao usuário curtir e realizar a compra de forma direta ou indireta.

Mas isso é só o começo, questões como posicionamento em buscadores, dentre outras devem ser levadas em conta. As empresas não podem mais deixar de lado este grupo de consumidores, pois eles são os precursores do que será o consumo daqui em diante. E você, já está preparado?

Ricardo M. Barbosa é diretor executivo da Innovia Training & Consulting, professor de programas de pós-graduação em conceituadas instituições de ensino, Consultor em Gestão de Projetos há 15 anos e já atuou como executivo em grandes empresas como Ernst & Young Consulting; Wurth do Brasil; Unibanco; Daimler Chrysler.

Fonte: Administradores

Expomusic vai fazer barulho em São Paulo

A Expomusic é considerada a maior feira de música da América Latina. O evento é aguardado por milhares de profissionais para a grande realização de negócios do ano e desejado pelo grande público visitante. Ela acontece entre os dias 18 e 22/09, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

O encontro contempla novidades em instrumentos musicais e os últimos lançamentos do mercado mundial e ampla programação musical e contato entre público e artistas admirados. Trata-se de uma oportunidade para jovens talentos e novas bandas tocarem e darem impulso à suas carreiras. Serão cinco dias respirando, testando, reciclando, falando e vivendo música.

Fonte: Promoview

Bar se inspira na Bolsa de Valores para vender cervejas

Cerveja virou assunto sério para os frequentadores de um bar temático de Porto Alegre. Localizado na Rua Padre Chagas, um dos mais tradicionais pontos da vida noturna da Capital do Rio Grande do Sul, o lugar tem sistema semelhante ao de um pregão da bolsa de valores. Com base na lei da oferta de procura, os preços das bebidas oscilam de acordo com o volume de vendas.

A cotação da cerveja pode ser conferida pelos consumidores em um painel de 20 metros quadrados instalado em torno do lounge bar. É possível ver também o valor das mais de 45 variedades da bebida por terminais que ficam distribuídos pelas mesas.
“Quanto mais a marca é pedida, mais valorizada fica. A variação do preço de uma cerveja pode chegar a 80% em uma noite. Não tem limite mínimo ou máximo”, explica Cezar Bittencourt Gonçalves, um dos sócios do Nasdaq65.

“A mais cara é uma cerveja belga chamada ‘Deus’. Custa em torno de R$ 200,00, mas o preço nunca é fixo aqui no bar”, afirma. Para definir os preços da cerveja, são usados 15 parâmetros.

Entre os diversos fatores que influenciam na variação dos valores estão a lei de oferta e procura, o prazo de validade da cerveja e a quantidade no estoque. Tudo funciona automaticamente.

Um software criado exclusivamente para o bar em Porto Alegre identifica a saída dos produtos por meio dos terminais e calcula o valor da cerveja.

A aposta dos proprietários com a variação do preço da cerveja de acordo com as vendas é que a brincadeira provoque o aumento do consumo dentro do bar. “As cervejas que não têm muita saída ficam mais acessíveis, e, com isso, acabam saindo também. É uma forma de regular nosso estoque automaticamente”, diz.
Leonardo Bastianello, de 28 anos de idade, e Eduardo Feijó, de 26 anos de idade, concordam que o sistema usado no bar temático influencia a escolha. “Dá para variar bastante as marcas de cerveja que você toma. Na medida que uma marca não está sendo muito vendida, fica barata e o cliente fica tentado a beber”, dizem os amigos.

Além da cotação instantânea, a tecnologia é outra das atrações para os clientes. Em cada canto, há um terminal touch screen com o cardápio completo e ilustrado com a descrição das bebidas e dos pratos servidos no local. Com um simples toque, o cliente faz o pedido.
O trabalho dos funcionários também é facilitado com a tecnologia existente no bar. No local, o serviço do garçom é apenas fazer a entrega dos pedidos e limpar as mesas. “Não tem mais a gritaria atrás do garçom. Ficou bem mais fácil meu trabalho. O pedido chega direto lá dentro do bar”, conta Marjore Nowgli Dichet, de 25 anos de idade, garçom do bar.

Por meio dos terminais também é possível trocar mensagens entre as mesas, comprar músicas para tocar no ambiente e adquirir objetos personalizados em uma loja virtual. O sistema foi inspirado em um bar de São Paulo.

O investimento total no bar chegou a R$ 1,5 milhão. Na inauguração, na noite de 31/07, o Nasdaq65 recriou em 3D a fachada do lounge bar, utilizando dois projetores de alta potência.

A técnica chamada de Mapping 3D é utilizada em todo o mundo para lançamentos e apresentações de grandes marcas. O Nasdaq65 conta ainda com um restaurante tailandês no segundo andar. Conforme os proprietários, é o primeiro bar de Porto Alegre formatado para receber reuniões corporativas.

Por: Vinicius Rebello.

Ser pessimista dá muito trabalho

Constantemente, converso com pessoas que estão infelizes em algum aspecto de suas vidas. Seja no relacionamento familiar/amoroso, no trabalho, com a profissão que escolheu, com o país onde vive…Enfim, os motivos são os mais diversos. O fato é que existe algo incomoda, que tira a paz e muitas vezes, ofusca a nossa missão: viver a partir de nossas próprias escolhas. Até mesmo os acomodados, eles escolheram não fazer nada! Simples assim.

Viver é escolher! O tempo inteiro, consciente ou inconscientemente, estamos fazendo escolhas. Vamos fazer um teste? Você programa o despertador para tocar às 06:00 da manhã, pois às 08:00 você tem que estar na empresa onde trabalha, quando ele toca, subjetivamente, ele está dizendo: hora de levantar, o trabalho te chama. Logo, você decide sair da cama ou continuar nela. Seja qual for à razão que leve você a trabalhar, naquele momento, a ação a ser realizada é fruto da sua decisão, portanto, processo de escolha em xeque.

Infelizmente, a maioria das pessoas tem o hábito de culpar alguém por algo que não está bem. Exemplos?

1- A política no Brasil é uma vergonha! Os políticos não defendem os direitos do povo! (Concordo) Mas quem elegeu os políticos? A maioria dos eleitores brasileiros.

2- A empresa que eu trabalho não me valoriza! Sério? E por que você mesmo não faz isso? Só existe uma empresa para se trabalhar? Será que não passou da hora de você fazer novas escolhas? Enxergar novas possibilidades?

3- Meus professores não ensinam nada! E por que você não busca o conhecimento de outras formas?

Caros leitores, o que quero mostrar com esses exemplos é que em tudo na vida existem várias e inúmeras possibilidades, e escolher é indispensável.

Entretanto, muitos resistem a assumir a função “eu sou o único responsável pelas minhas escolhas” e inconscientemente, optam em viver reclamando, pois é mais fácil e confortável para o ego, colocar a culpa em algo ou alguém pelas coisas não estarem muito bem. Mas isso não é tudo. Depois do status “ mais uma vítima do sistema”, ainda tem a cultura pessimista (nada para mim dá certo, isso nunca vai mudar, a política no Brasil nunca será democrática de verdade, meu marido nunca irá mudar, minha vida não tem jeito…). Triste notícia: tudo isso é verdade! Sabe porquê? Porque você já desacreditou do poder de fazer escolhas, em sair da zona de conforto, de recomeçar, de se reinventar, quebrar paradigmas! Tudo começa a partir do pensamento. Quer ver? Experimente tomar uma decisão no calor da emoção (se imagine com muita raiva ou decepcionado com algo ou alguém).

Pensamento negativo à Sentimento negativo à Ação negativa

Aí você respira, o humor se acalma, repensa e possivelmente, consegue perceber outra possibilidade de escolha, que com certeza será mais assertiva. Faz sentido para você?

Aonde eu quero chegar? Quero te dizer que: ser pessimista dá muito trabalho e nos priva de vivermos em paz consigo e com os outros, além de propiciar uma perca incrível de tempo para buscar novas soluções. Pessoas pessimistas geralmente, são: "reclamonas", desagradáveis, baixo astral e por que não dizer insuportáveis. Que o mundo não é perfeito, todo mundo sabe, mas nem por isso nós devemos deixar de enxergar o lado bom dos acontecimentos, pois tudo na vida é aprendizado e é necessário inclusive, aprender com as escolhas erradas que fizemos.Tudo isso faz parte!

“A vida é a soma das suas escolhas.” (Albert Camus)

Talvez você ainda não tenha tomado essa consciência, mas somos autores e protagonistas de nossas histórias. Nunca se esqueça disso!

Fonte: Administradores

Como usar o próprio salário para financiar um negócio empreendedor?

Empreendedores que buscam lançar suas startups frequentemente enfrentam uma miríade de decisões difíceis, sendo que a maior delas é a questão do financiamento inicial. Se você sempre se perguntou "como eu posso financiar isto?", ou "eu posso financiar meu negócio por conta própria, enquanto mantenho meu trabalho atual?", a resposta é sim — você pode, absolutamente.

O indiano Vasu Akula e dois sócios lançaram a Voziq no final de 2011 com um objetivos simples em mente: ajudar as companhias que adquiriram serviços de análises avançadas e soluções em inteligência de negócios a utilizar melhor as informações às quais têm acesso.

O que faz a startup baseada em Washington D.C rara é que Vasu e seus parceiros não utilizaram investidores externos para dar vida à Voziq. Eles criaram a empresa por conta própria, enquanto trabalhavam regularmente durante o dia.

Vasu e seus cofundadores originalmente brincaram com várias ideias diferentes (como oferecer tanto consultoria quanto produtos). Entretanto, Vasu ouviu meu conselho sobre oferecer apenas serviços enquanto sustenta o negócio apenas com o salário do mês. Foi uma ótima maneira de trazer valor imediato aos clientes, aprendendo sobre suas necessidades, tudo enquanto construíam um produto com uma visão de longo prazo. Sim, o produto ficou em banho-maria, mas uma relação inestimável com o cliente já havia sido estabelecida, a entrada de clientes-chave estava garantida e, é claro, o dinheiro continuou a entrar.

A ideia por trás da Voziq começou com Vasu e dois colegas profissionais da área de TI, todos com mais de quinze anos de experiência em companhias listadas entre as 100 maiores da Fortune 500. Vasu descobriu que a maior parte das companhias utilizava alguma forma de análise de dados, mas permaneciam estagnadas nesse ponto. Pelas suas estimativas, 95% das empresas que adquiriam soluções avançadas de análise e business intelligence não estavam utilizando todo o potencial da ferramenta e dos dados coletados. A tecnologia estava sentada na estante, sem gerar nenhum valor.

Existia uma oportunidade intocada ali, e a Voziq é uma plataforma que Vasu e seus associados construíram do zero. Ela foca nas análises de mídias sociais e ajuda a revelar a mensagem por trás de um volume massivo de dados. Utilizando categorias, benchmarks e relatórios customizados, a Voziq transformou a voz do cliente, a voz dos competidores e a voz dos influenciadores da indústria em informações inteligíveis baseadas em um panorama real, para vários departamentos dentro da organização do seu cliente.

Como uma startup auto-financiada, as finanças da Voziq sempre foram apertadas, e por isso os seus fundadores decidiram manter os empregos diurnos até que atingissem razoável validação junto a clientes reais. Vasu afirma que a Voziq estava apta a atingir esse objetivo utilizando o Desk e outros contratantes de fora da América do Norte, onde eles poderiam obter um trabalho de qualidade por um custo relativamente baixo.

A situação da Voziq ilustra o cenário de uma startup com dois ou mais cofundadores. Vasu observa que nem todos os que financiam a startup precisam deixar os seus empregos; um ou dois podem continuar trabalhando enquanto os demais desenvolvem o plano de negócios e realizam prospecções. Dessa maneira, ele diz, você pode financiar sua companhia através do seu próprio salário enquanto os demais executam as ideias centrais da startup.

Ele também enfatiza a importância de estar pronto para se sacrificar logo após a primeira validação da ideia de negócio. Desde que cada cofundador da Voziq decidiram manter seus empregos regulares, assumiram um bom pedaço de trabalho no desenvolvimento de produtos e negócios, que executavam durante as noites e fins de semana. Uma vez que eles começaram a sentir alguma tração, passaram a atuar como consultores independentes em áreas relacionadas para continuar recebendo salários enquanto concentravam esforços na Voziq.

Atualmente, as prioridades da empresa são outras. Os três cofundadores contribuíram pesadamente em serviços de consultoria e alavancaram consultorias externas para continuar o desenvolvimento do produto. Vasu afirma de forma encorajadora que ele e seus associados planejam passar a se dedicar completamente à Voziq, trazendo mais clientes e receita.

Sair do chão e se tornar uma empresa rentável é o principal objetivo de qualquer negócio, e estes são marcos especialmente significativos para uma startup auto-financiada. Com esses objetivos dentro do alcance, Vasu diz que a Voziq planeja continuar seguindo a metodologia 1M/1M, focando mais nos clientes do que em investidores como uma forma de financiar e validar o trabalho. Atualmente, eles têm 250 empresas utilizando seus serviços, mudaram com sucesso para um cenário de fluxo de caixa positivo e estão prontos para levar a Voziq para o próximo nível de sucesso e lucratividade.

O que eu acho gratificante sobre a história da Voziq é que ela pode ser um template para vários outros empreendedores dos quais ouvimos falar constantemente. Centenas e milhares de profissionais ao redor do mundo ancoram no sonho empreendedor. A maioria sem capital. Para esses empreendedores — pródigos em expertise, mas sem dinheiro — financiar o negócio com o próprio salário é um bom caminho para começar.

Fonte: Administradores