Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

Uma análise das técnicas de negociação

Consultor avalia como fazer uma boa negociação seguindo as dicas de um especialista brasileiro.

Outro dia, recebi pela Internet a informação de que havia alguém que era, não apenas o “maior especialista em negociação”, mas também o “maior negociador do Brasil”. Fiquei entusiasmado, pois um dos postulados que adoto e difundo é o de que “quem quer ter sucesso deve estudar e aprender com o sucesso”. E nada mais fantástico do que aprender com alguém melhor, entre outros tantos nomes de peso, do que Eike Batista, Jorge Gerdau, Jorge Paulo Lemann, Roger Agnelli e Carlos Ghosn – um brasileiro naturalizado francês.

De qualquer forma, como além de consultor em negociação sou master practitioner em Programação Neurolinguística, resolvi fazer o básico, ou seja, um desafio linguístico àquilo que em PNL é enquadrado na categoria de "Comparações sem Padrão": Melhor em relação a que? Melhor de acordo com quais critérios, parâmetros ou sistema? Houve algum concurso? Ou alguém, sei lá por que razão, simplesmente resolveu se intitular desta forma, mesmo sem fundamentação na realidade? Assim, resolvi estudar a questão mais a fundo e confesso que esperava algo mais do ”maior especialista em negociação do Brasil”. Vejamos, a seguir, alguns pontos relevantes.

1º. As duas formas de se conduzir uma negociação

Um conceito fundamental é que existem duas formas de se conduzir uma negociação que são barganha de propostas e solução de problemas. Se você estiver negociando um apartamento, um carro, uma geladeira ou um guindaste, você pode negociar na base da barganha de propostas. Mas existem situações que só a negociação com base na solução de problemas resolve como foi, por exemplo, a negociação entre o Egito e Israel, para tratar da questão da península do Sinai e que resultou no acordo de Camp David. Mais ainda: no ambiente interno de uma empresa, onde ocorre um número incomensurável de negociações, a barganha de propostas costuma levar ao perde/perde ou a soluções de pior qualidade. O fato é que, embora se fale muito em sinergia nas empresas, só é possível alcançá-la caso haja uma cultura organizacional que privilegie a condução de negociações internas com base na solução de problemas. Sem isto, nada feito.

Vejamos como o conceito se aplica à atividade de vendas. Existem três tipos de vendedores, tira pedido, empurra produto – tipo vendedor pitbull, e consultor do cliente. O empurra produto é basicamente um barganha de propostas e há situações em que é possível se chegar a bons resultados desta forma. Mas hoje em dia, com a comoditização rápida de produtos e serviços e as compras baseadas em menores preços, a negociação feita por meio da solução de problemas tem uma resposta de maior qualidade, como mostram os conceitos de "Criação de Valor para o Cliente", de Ram Charan e o de "Vendas Complexas", como utilizado por Jeff Thull.

2º. A negociação conduzida na base da barganha de propostas

Caso se conclua que uma negociação deva ser conduzida na base da barganha de propostas, existem alguns procedimentos clássicos que costumam servir de guia, entre eles: pedir mais do que se espera receber; não aceitar a primeira proposta e ainda fazer cara de quem comeu e não gostou; dizer ao outro que tem que fazer melhor do que isto para se poder pensar em fechar o acordo; só conceder caso se receba algo em troca, de preferência de valor maior do que aquilo que se concedeu; utilizar a tática do mocinho e bandido direta ou indiretamente, neste caso com o emprego de autoridade limitada; fazer uma falsa demanda para depois conceder e obter algo em troca; solicitar concessão no momento do fechamento. Neste último caso existem dois procedimentos, a mordida e a surpresa final. A mordida consiste em solicitar uma pequena concessão, como por exemplo, uma gravata como condição para se comprar um terno. Já a surpresa final é mais pesada. Na reunião de fechamento do acordo, quando um dos lados está firmemente convicto de que tudo está resolvido e que a reunião é somente para a mera formalização do que já foi combinado, o outro lado, com base num um pretexto qualquer, solicita uma grande concessão, como um desconto de 20% ou mais. E esta é a razão do nome da tática. Se você não estiver preparado para esta possibilidade, pode cair direitinho.

De qualquer forma, convém salientar que existem duas formas de barganha de propostas: a agressiva e a suave. Na agressiva o negociador não está se preocupando com o relacionamento com a outra parte. Na suave, o objetivo é chegar ao limite do outro, ou seja, obter o máximo possível de concessões, dando a ele a impressão de que venceu ou que houve um ganha/ganha. Isto é, o falso ganha/ganha.

3º. A negociação conduzida na base da solução de problemas

Negociar na base da solução de problemas é bem mais difícil, pois além de se conhecer todas as táticas e procedimentos usados por negociadores barganha de propostas, é necessário se entender de solução de problema, processo decisório e comunicação. Entre os princípios que servem como guia na solução de problemas estão: não se deixar envolver pelas táticas ganha/perde; separar as pessoas dos problemas, mantendo o foco ou tendo em vista os interesses, necessidades, temores, expectativas e objetivos; primeiro compreender e depois se fazer compreender para se poder encontrar a solução; identificar interesses comuns, complementares, opostos e distintos e, em função disto, criar alternativas de ganho comum; desenvolver critérios objetivos de decisão.

Não resta a menor dúvida de que negociar com base da solução de problemas demanda bem mais competência do que negociar na base da barganha de propostas.

4º. Os três momentos do processo de negociação

É lugar comum que a preparação é a base do sucesso em qualquer negociação. Mas para uma ótima preparação, deve-se considerar, não apenas as óticas de todas as partes envolvidas, mas também as de um observador neutro. Igualmente as perspectivas otimista, realista e pessimista, ou seja, é preciso ter presente que a "Lei de Murphy" existe. Para levar em conta todos estes fatores, utilizo a matriz de preparação. Na preparação, também devem ser consideradas cinco áreas, conforme o MIN (Modelo Integrado de Negociação): conhecimento do assunto, três cenários, processos, relacionamentos e realidade pessoal dos negociadores como crenças e valores.

Um outro ponto importante é que toda a negociação é um processo composto por três momentos: preparação, execução e controle/avaliação e que a negociação não acaba quando o acordo foi firmado, mas sim quando foi cumprido. E tem gente que esquece disto.

Certa ocasião, uma empresa solicitou um produto com 24 mil horas de vida útil e o vendedor só dispunha, e entregou, um com 12 mil horas. Quando perguntado ao gerente comercial por que havia feito aquilo, a resposta foi: lá ninguém controla nada e quem compra não é quem usa o produto. Além do mais, não há um bom banco de dados e sistema de comunicação interna. Também deve-se considerar que existem as chamadas empresas com números imbatíveis, que não são de alto nível, como pode parecer à primeira vista. São empresas em que nada bate com nada. Os números do financeiro não batem com os do comercial e os da produção.

O fato é que existe o resultado ganha/perde, ao contrário do que afirma o maior especialista. Um outro exemplo é o de uma empresa de consultoria que na hora de fazer a venda manda os seus melhores especialistas. Na hora de fazer o projeto manda o estagiário. Devemos ter presente que o repertório de truques para enganar o outro lado é bastante elevado e constitui aquilo que chamo de táticas ganha/perde. Existem duas categorias: as falcatruas e as táticas psicológicas. Quem falar de ganha/ganha sem conhecer este conjunto de táticas, pode estar sendo profundamente ingênuo.

5º. Conclusão

Se você me perguntar se eu gostei de ter me aprofundado no conhecimento do “maior especialista em negociação do Brasil”, diria que sim. Mas vamos baixar um pouco a bola. Menos, pois negociação não é só barganha de propostas. Além disto, posso afirmar que existem outros consultores em negociação que tem, pelo menos, a mesma competência do maior especialista. Nos meus relacionamentos pessoais posso citar, pelo menos três nomes. Fora do meu círculo de relacionamentos, outros tantos.

Quanto a mim, faço minhas as palavras de Muhammad Ali, um extraordinário lutador de boxe que foi campeão mundial da categoria dos peso pesados e considerado por muitos especialistas o maior pugilista de todos os tempos: “Eu bem que tento ser modesto, mas quando eu tento me faltam os argumentos”.

Por José Augusto Wanderley (consultor em negociação e excelência de desempenho e autor do livro Negociação Total e autor da Editora Gente).

Fonte: Hsm.com

O endomarketing fideliza clientes internos e clientes externos

Quando faço as perguntas abaixo a funcionários de empresas participantes dos meus treinamentos e palestras de vendas, as respostas não causam surpresa:

1) Qual a razão da existência e proposição da sua empresa?

2) Aonde ela pretende chegar e como quer ser reconhecida?

3) A empresa acredita e coloca em prática os princípios estabelecidos por ela?

Logo na primeira pergunta, a resposta mais comum é que “a empresa visa apenas lucro e quer crescer a custa dos funcionários”. Quando o colaborador pensa assim, será que apenas ele está errado?

Conversando com o gestor de uma empresa, onde os funcionários usam crachás com a Missão, Visão e Valores da organização, perguntei se todos entendiam bem o que estava escrito ali. A resposta foi que a maioria nem lê, simplesmente usa o crachá para cumprir uma norma.

Sempre digo e repito nos meus artigos e palestras que as empresas se preocupam muito com estratégias de marketing para atrair clientes e vender mais. Mas será que esses esforços e os custos disso não poderão ser reduzidos, aumentando a eficiência, lucratividade dos negócios e fidelização de clientes?

Do que adianta declarações de Missão, Visão e Valores, recheadas de belas palavras, espalhadas em todos os lugares, se as pessoas nem sabem o significado de cada coisa? É preciso, em primeiro lugar, que a empresa seja muito bem “vendida” para os colaboradores. Mas, por outro lado, será que todos estão dispostos a “comprá-la”?

Para que os funcionários realmente entendam o propósito da empresa (Missão), aonde ela pretende chegar (Visão) e no que acredita e pratica (Valores), é fundamental que isso não fique apenas em palavras bonitas. Tem de ser bem difundido e colocado em prática, começando pelos diretores, para que todos tenham consciência e trabalhem com o mesmo objetivo.

Sendo assim, em vez de a empresa trabalhar fortemente apenas o marketing externo, deverá também dar muita atenção ao marketing interno. São os clientes internos que vão fazer com que os processos, máquinas, sistemas, relacionamentos, venda, atendimento etc., funcionem em perfeita sintonia. Entretanto, para que isso aconteça, é preciso que todos estejam dispostos a dar o máximo de sua contribuição por estarem satisfeitos e terem orgulho da empresa em que trabalham.

Sempre se fala que o capital mais importante de uma empresa é o humano. Pode ser verdade ou não, vai depender da qualidade desse capital. Gente despreparada e sem comprometimento não contribui em nada para o bom desempenho da empresa. Só serve para fazer com que as coisas não funcionem. Já funcionários preparados, motivados e comprometidos, fortalecem o capital humano da empresa e devem ser preservados, pois são essas pessoas que vão fazer com que ela se diferencie no mercado.

Para que se tenha um capital humano de alta qualidade e valorizado, entre outros fatores, deve ser levado em consideração o seguinte:

>> Contratar apenas bons profissionais.

>> Pagar salários justos (de acordo com a competência, desempenho, comprometimento, proatividade, atingimento de metas).

>> Exercer boa liderança.

>> Ter um ambiente de trabalho sadio e harmonioso na empresa.

>> Colocar em prática boas ações de endomarketing.

Uma boa definição de endomarketing é de Saul Bekin (livro A Hora da Virada – Raúl Candeloro): Alinhar os objetivos empresariais do negócio aos objetivos individuais do público interno da organização.

Fonte: Administradores.com

A relação entre autoconfiança e sucesso

Sabemos que a autoconfiança exerce um papel fundamental para o sucesso ou fracasso mental, impactando diretamente em nossas ações e propósitos.

O próprio Tiger Woods afirma que: “ A coisa mais importante é acreditar que você pode vencer, muitas pessoas não acreditam”.

A autoconfiança não está sempre relacionada com alto desempenho, até porque se isso fosse verdade as pessoas autoconfiantes obteriam sucesso em tudo que realizassem e sabemos que isto não é verdade.

Acreditar em si mesmo e em sua capacidade aumenta significativamente as chances de encontrar resoluções para os problemas apresentados.

No entanto, engana-se quem pensa que a autoconfiança só pode ser conquistada através de vitórias, Michael Jordan por exemplo fala sobre ganhar confiança através do fracasso.

O astro do basquete já perdeu mais de 9000 arremessos, quase 300 jogos, falhou repetidas vezes e mesmo assim acredita que seja este o motivo de seu sucesso. Não deixou de acreditar em si mesmo e persistir dedicando-se cada vez mais.

Ser autoconfiante é acreditar que pode realizar satisfatóriamente um comportamento desejado.

Quando esperamos que algo saia errado, criamos a chamada profecia auto-realizável, ou seja, se você espera que algo aconteça cria-se barreiras psicológicas fazendo com que realmente aconteça. A expectativa de fracasso, leva ao fracasso.

A falta de autoconfiança afeta o desempenho porque em parte desvia a concentração para outro foco impactando significativamente seu estado de espirito e seus comportamentos.

Desenvolver a autoconfiança é fundamental para estar bem consigo mesmo e assim buscar os resultados que deseja.

Já o excesso de confiança é na verdade uma tentativa de enganar a si mesmo, pois acaba sendo maior do que a própria capacidade do individuo, que acredita não precisar se preparar ou fazer esforço para alcançar seus objetivos.

Embora a autoconfiança seja um determinante, te leva até certo ponto e não pode superar a falta de competência.

A autoconfiança ideal é aquela em que você esta tão convencido de que pode alcançar suas metas que buscará meios e trabalhará arduamente para que o melhor aconteça.

Isto não significa que todas as vezes obterá sucesso, mas acreditar em si mesmo é um passo fundamental para lidar com erros ou fracassos, mantendo assim o foco necessário para continuar persistindo.

Fonte: Administradores.com

Tudo deixa Nissin Miojo com sotaque nordestino

Caravana Nissin Miojo é o nome da mais recente ação de marketing promocional regional da Nissin-Ajinomoto para estreitar relacionamento com os consumidores do Interior do Nordeste.

Até 31/10, a empresa vai percorrer 34 cidades de Pernambuco e 30 da Bahia, levando ações de recreação, bem-estar, beleza, gastronomia e entretenimento para a população. A Agência Tudo é responsável pelo key visual do projeto e pela produção na Bahia. Em Pernambuco, a ação promocional será realizada pela Agência Ria.
A Caranava Nissin Miojo é uma continuidade do projeto que aconteceu em 2012 em Pernambuco. Devido ao enorme sucesso, a empresa decidiu ampliar a ação para a Bahia e proporcionar a troca de experiências entre os participantes num ambiente convidativo e interativo com atividades gratuitas para toda a família.

A ação tem pequenas diferenças entre um Estado e outro, mas seu conceito geral consiste em montar tendas temáticas em locais públicos e estratégicos das cidades. Culinária, beleza, artesanato e recreação infantil são os temas que inspiram o projeto, cuja expectativa é atingir 65 mil pessoas.

Segundo Alessandra Elias, gerente de Marketing da Nissin-Ajinomoto, a Caravana surgiu a partir das histórias de superação das famílias do Brasil e do envolvimento da empresa nesse cenário, já que a marca trabalha para facilitar o dia a dia das pessoas, ajudando os brasileiros a manter o bem-estar de sua família, sem esquecer a importância de um alimento prático, saboroso e nutritivo.

Conheça as Atividades da Caravana Nissin Miojo em cada Estado

Pernambuco

A Tenda “Na cozinha com você” será o local onde dicas de culinária serão apresentadas por meio do preparo de receitas. Pintura em unhas, com uma técnica moderna de impressão, será o destaque do espaço ‘No espelho com você’.

Já o espaço ‘Com a criança para você’ oferecerá um videogame com jogos interativos para entreter a criançada. E o ‘Na Cidade com Você‘ vai trazer monitores interativos para fotos, além de expositores com os produtos da Nissin-Ajinomoto.

Além da Caravana, que percorrerá o Interior do estado, Recife e Grande Recife receberão mais uma ação entre 15/07 e 26/10. Trata-se de um caminhão-cozinha, com uma estrutura de piso retrátil com capacidade de 20 pessoas por aula na qual serão ministradas aulas práticas de culinária com as linhas Nosso Sabor, Lámen tradicional e cremoso.

O caminhão-cozinha passará por bairros de Recife e alguns municípios próximos, entre eles Bongi, Vila Tamarineira, Pina, Tamanadaré, Prazeres, São Lourenço, Igarassú e Jaboatão.

Bahia

Na Bahia, as tendas seguem uma proposta de funcionar como uma extensão da casa das consumidoras. Na “Cozinha”, um culinarista vai elaborar receitas agregando a praticidade e o sabor do Miojo com a utilização de ingredientes da culinária local que fazem parte do dia a dia do consumido.

Já na tenda “Sala”, o foco será o reaproveitamento de copos de Cup Noodles na confecção de sugestões de objetos decorativos, como vasos, porta-tempero e muito mais.

As dicas de maquiagem e beleza serão oferecidas na tenda “Quarto” na qual as consumidoras poderão registrar o momento em uma fotografia e levar como recordação. Para as crianças, a Nissin-Ajinomoto pensou em algo muito especial, uma atividade na qual elas terão que encontrar pacotes de Miojo mergulhando em uma piscina repleta de macarrão instantâneo feito de espuma.

Fonte: Promoview

Os benefícios do coaching na sua trajetória profissional

Vivemos tempos exponenciais, onde sofisticação processual, competitividade intelectual e demandas interpessoais praticamente justificam a convenção do “super profissional”. É preciso saber posicionar-se diante de expectativas muitas vezes desleais. Buscar ajuda para não extrapolar os limites já não é mais uma opção, mas uma condição. Os benefícios do coaching, portanto, têm sido uma alternativa recorrente daqueles que buscam equilibrar as vertentes profissional, social e familiar.

Até pouco tempo atrás o coaching era um privilégio apenas das grandes empresas, mas hoje os próprios profissionais recorrem aos seus recursos para desenvolverem habilidades que os ajudem a serem assertivos quanto à gestão de suas metas estratégicas, comportamentais e redirecionamento de suas carreiras. Resultados diferentes demandam atitudes diferentes.

O processo de coaching inicia-se com definições bem claras das metas a serem cumpridas. Afinal, “para quem não sabe aonde vai qualquer lugar serve”. Portanto, não existe trabalho sem metas e prazos estabelecidos. Tudo no coaching tem uma finalidade. Não há espaço para conversas aleatórias, sem objetivo definido. Através das técnicas e ferramentas específicas é disponibilizado ao coachee o conhecimento necessário para que possa desenvolver-se e preparar-se para as novas oportunidades.

Escolhas propiciam decisões que por sua vez constroem definições que determinam nossa configuração de vida. O conhecimento aliado a ações discernidas exercidas de forma estratégica é a principal fonte de transformação e catalisação dos resultados. É preciso ter consciência de que a sua determinação é suficiente para transformar o mundo a sua volta.

Todo o trabalho é pautado no compromisso do coachee de executar as tarefas e construir novas diretrizes. É fundamental aprender a assumir a responsabilidade pessoal e equilibrar as diversas demandas, o que nem sempre é tarefa fácil. Muitas vezes o apoio de um profissional experiente que ajude o coachee a ressignificar crenças limitantes e construir o futuro a partir do presente, considerando sua missão e valores, ao final da equação faz toda a diferença.

Fonte: Hsm.com