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Assaí Atacadista lança promoção ´Suas Compras Valem um Carrão´

Além de preços competitivos, rapidez, qualidade do atendimento, e muitas outras vantagens que o Assaí Atacadista oferece, os clientes da loja em Guaianazes ganharam mais um bom motivo para escolher a rede na hora de fazer suas compras. A partir do dia 1º de agosto, tem início a promoção "Suas Compras Valem um Carrão", na qual a loja em Guaianazes vai sortear um automóvel Ford Ecosport, 0km, ano e modelo 2013, com impostos e licenciamento pagos para o ano da entrega, no valor de 50 mil reais.

Para participar da promoção, a cada 50 reais em compras na loja, os clientes ganham um "código da sorte", com 20 dígitos, o qual deverá ser cadastrado no site do Assaí Atacadista, no endereço www.assai.com.br/premios. Não será valida a soma de compras de valores inferiores ao mencionado para a composição do valor de 50 reais, necessários para a participação. A promoção tem início no dia 1 de agosto e segue até o dia 30 de setembro para emissão de dos cupons, e até o dia 3 de outubro para cadastrar os números no site. A lista de ganhadores será divulgada no site da promoção em até 7 dias após o sorteio, que acontecerá no dia 09 de Outubro, pela extração da Loteria Federal.

Todos os produtos comercializados nas lojas são válidos para esta promoção, exceto bebidas alcoólicas acima de 13º GL, fumo e seus derivados, conforme artigo 10 do Decreto nº 70.951/72. Após a validação do cadastro do código, o cliente concorrerá ao sorteio do automóvel. Não será permitido ao contemplado trocar seu prêmio por qualquer outro, ou por dinheiro.A loja do Assaí Atacadista em Guaianazes está localizada na Estrada Dom João Nery, 822 e atende desde o pequeno e médio comerciante, transformadores (donos de lanchonetes, restaurantes, pizzarias e quiosques) e utilizadores, até o cliente final, que busca economia com as compras em volumes maiores. Cada vez mais esse segmento, conhecido como atacado autosserviço, atrai consumidores que descobriram nesse modelo uma maneira de economizar diversificando seu local de compra.

A loja possui 10.019 mil m² de área construída, desses, quase 4.332 mil m² são da área de venda; 20 caixas e 166 vagas de estacionamento. O Assaí Atacadista aceita diversas formas de pagamento como cartões de crédito, débito e cheques. Para tornar a estada na loja ainda mais agradável, a rede oferece cafeteria e suas instalações privilegiam a acessibilidade. A loja funciona de segunda-feira a sábado, das 07h00 às 22h00.

Fonte: Cidade Marketing

5 mitos no processo de inovação

Por ser algo muito discutido, mas nem sempre praticado nas empresas, o processo de inovação carrega consigo diversos mitos. Se você realmente quer ter uma loja inovadora, fuja de alguns erros básicos. Veja:

1. Não é preciso ter um objetivo para inovar: para que a inovação gere resultado é preciso objetivo. Inovar por inovar ou mudar por mudar é desperdício de criatividade, tempo e recursos.

2. Inovação sempre está ligada à tecnologia: Grandes inovações podem ter a ver apenas com uma maneira diferente de resolver problemas, organizar processos ou rever modelos de gestão.

3. Acreditar que a inovação sempre traz produtos novos: a maior parte das ideias não é completamente original; elas são, sim, boas adaptações de coisas que já existem. A inovação está mais em fazer boas e significativas mudanças do que simplesmente ‘criar’.

4. Procurar inovação, sem abandonar os antigos modelos: é preciso estar, de fato, aberto a novas ideias para que a inovação possa acontecer dentro das empresas. Por isso, não adianta trazer boas mudanças se não se está disposto a mudar.

5. Toda hora é hora de inovar: nem sempre é verdade que ‘inovar é sempre bom’, em qualquer hora e momento. Inovação também tem a sua hora certa e a sua dose certa. É preciso planejamento e boas análises de viabilidade.

Por isso, analise sua empresa, questione-se e absorva a ideia de que a inovação é a melhor maneira de evoluir e superar desafios. Sucesso!

Fonte: Administradores

Qual é o canal online mais quente do momento?

Vídeo Online!

Os número são impressionantes: mais de 42 milhões de visitantes únicos por mês, penetração de 81% da internet brasileira, mais de 5 bilhões de vídeos assistidos correspondendo a 130 vídeos por pessoa. O crescimento do vídeo online no Brasil está na frente dos Estados Unidos, Inglaterra e a média mundial.

O Youtube é o site de vídeo que recebe o maior acesso. Isso não é nenhuma novidade. O que é novo porém, é o crescimento do número de vídeos que são compartilhados nas redes sociais. O mesmo fenômeno que aconteceu com o chat online está se repetindo agora com o vídeo. Quem não lembra do triste fim do Messenger da Microsoft? As redes sociais mostraram crescimento de 400% em um ano enquanto o Youtube teve queda de 7%.

O conteúdo dos vídeos varia muito. O destaque são para os clips de música, seguidos pelos vídeos humorísticos e os filmes. Uma pesquisa do instituto de pesquisa Dataxis ajuda a explicar a popularidade dos filmes: o crescimento de assinaturas sob demanda (VOD) já passa de 2,4 milhões e deve chegar a 13 milhões em 2017.

Para as empresas que desejam aproveitar a onda do vídeo online e não sabem por onde começar, segue uma dica: a criação de conteúdo baseado em tutoriais e entrevistas. Essas categorias representam em média 37% dos tipos de vídeos consumidos. Nenhuma delas é difícil de ser produzida, e os resultados podem ser surpreendentes!

Fonte: Administradores

Micro e pequenas empresas vão fornecer serviços para os Jogos Olímpicos de 2016

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 lançou hoje (7) o Portal de Suprimentos, que será utilizado para a contratação de serviços e compras de itens necessários à realização dos eventos. Por meio do portal, empresas fornecedoras poderão se informar sobre o plano de demandas de bens e serviços dos Jogos, detalhado com o cronograma de compras. A previsão do comitê é a aquisição de 30 milhões de itens. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) apresentou a participação da instituição no Programa de Desenvolvimento de Fornecedores do Rio 2016. Segundo o diretor de Suprimentos do Comitê Rio 2016, Fernando Cotrim, a parceria com o Sebrae surgiu depois da identificação no processo de planejamento dos últimos dois anos, que havia uma deficiência no mercado brasileiro para atender às demandas dos Jogos.

"O Sebrae é uma instituição que incentiva o empreendedorismo e precisamos de empreendedores neste momento. Um exemplo de categoria que a gente está trabalhando com o Sebrae é a de lavanderia. A gente não tem lavanderias suficientes para atender à demanda dos Jogos. O Sebrae vai trabalhar com as lavanderias que já existem e desenvolver outras para que elas possam atingir o volume necessário. Esse é um caso tipicamente de empresas que a gente vai desenvolver no Brasil", explicou à Agência Brasil.

O presidente do Sebrae, Luiz Barreto, informou que as micro e pequenas empresas vão ter a vantagem de ter um calendário e o portal para identificar as oportunidades e participar do processo de escolha. Além de lavanderias, Barreto identificou que empresas de uniformes, brindes e de mais uma série de serviços podem se beneficiar com o sistema de compras. "Nós já temos um cadastro e vamos estimular, primeiro, as empresas que são nossas clientes. Identificar e mostrar a elas que há um mercado, há categorias importantes na cadeia de valor", disse. Para o presidente do Sebrae, o treinamento para ser um fornecedor do Rio 2016, não é um ganho só de curto prazo para ampliar o mercado. "A empresa ganha musculatura, ganha possibilidade faz as certificações necessárias, porque eles são muito exigentes, com isso a empresa vai ter que se preparar para ter mais qualidade, escala, entregar no prazo. Para nós é um esforço de qualificação e de musculatura das micro e pequenas empresas", esclareceu.

De acordo com Barreto, a meta é preparar cerca de duas mil empresas. "Se a gente conseguir que pelo menos a metade delas, pós Olimpíadas, esteja no mercado forte e disputando com inovação e qualidade, este é o objetivo", completou. Ele ressaltou que a grande vantagem é ter três anos antes para trabalhar a integração das empresas de menor porte. "Hoje temos um programa de encadeamento produtivo forte com empresas brasileiras, entre elas a Petrobras, que nos diz o que ela quer e onde é possível ter pequena empresa e a gente se prepara. Há dez anos trabalhamos com a Petrobras, a Vale e outras grandes empresas. Então esse treinamento de fornecedor é um grande mercado", avaliou.

Barreto ponderou, no entanto, que também não se pode vender ilusão de que todas as oportunidades serão para as pequenas empresas. "A gente está trabalhando muito, estudando muito isso e aonde tiver oportunidade real apontada por eles a gente vai trabalhar. Vamos certificar e qualificar estas empresas. O que a gente não quer é que as empresas de pequeno porte fiquem de fora desta oportunidade. Mas temos que reconhecer que tem janela para grande empresa e para média empresa e muitas oportunidades para as pequenas empresas, principalmente na área de serviços", disse. O diretor de Suprimentos do Comitê Rio 2016, Fernando Cotrim, informou que a principal preocupação é ter empresas com sustentabilidade nos seus processos e, por isso, este será um dos pré requisitos de eliminação na escolha das fornecedoras. "Hoje a sustentabilidade é uma obrigação", destacou.

Fonte: Cidade MArketing

Por que empreender? Armadilhas nas justificativas mais populares

“Tenho uma ideia genial”; “Cansei de trabalhar para os outros”; “Tenho o sócio certo”, “Todo mundo está empreendendo” ou “Estou com um dinheiro para abrir o negócio”. Diversas são as justificativas, poucos são os estudos e planejamento. Esse contexto gera o conhecido resultado de que 1 em cada 3 empresas fecham nos dois primeiros anos de funcionamento.

Feliz é aquele que conhece sua motivação e consegue ser impulsionado por ela, mas aquele que conhece as armadilhas da sua motivação é inteligente e propenso ao sucesso.

1. “Tive uma ideia genial e ninguém pensou nisso ainda!” – Tem certeza? Com base em que dados você sabe que ninguém pensou/tentou antes? A ideia é genial apenas para você ou mais alguém acredita nisso? É essencial que você seja apaixonado para vender sua ideia, mas realista o suficiente para analisa-la imparcialmente. Caso não consiga ser imparcial (o que é extremamente natural), convide alguém para avaliar. Não generalize seus gostos e experiências, afinal o mercado não funciona conforme seus parâmetros. Pesquise, mostre a sua ideia a alguém, desenvolva-a. Caso contrário, o potencial de negócio será razoavelmente reduzido.

2. “Tenho o sócio certo” – Cursar ou se formar numa profissão não significa, necessariamente, capacitação. Seja imparcial para avaliar seu sócio e a si mesmo no que tange as competências para tocar o negócio. Além disso, é essencial que se tenha o mínimo de afinidade e experiência com a área desejada. Se você é engenheiro e seu sócio é matemático, pondere algumas vezes antes de decidir abrir uma empresa voltada a recursos humanos.

A propósito, ter dinheiro não é competência de gestão. Se a pessoa que investe na sua ideia não sabe do que se trata, provavelmente irá te cobrar muito e fazer pouco. Pense bem nisso!

3. “Cansei de trabalhar para os outros” – Se essa é sua única motivação, desista. Funcionário trabalha (ou pensa que trabalha) para seu chefe. Dono de empresa trabalha para o governo, para os clientes, para os funcionários, entre outros grupos de interesse (stakeholders). Para mais, recomendo o artigo “Por que só algumas empresas conseguem sobreviver e crescer?”, do autor Orlando Norio.

4. “Todo mundo está empreendendo” – Sim, muita gente está empreendendo. Com nossos 17,5% da população compondo a Taxa de Empreendedores em Estado Inicial, temos o mais alto índice de empreendedorismo do G20 (fonte – GEM 2010). Mas, como o objetivo deste artigo é apresentar os riscos, qual a taxa de mortalidade dessas empresas? Mais precisamente, qual a taxa de mortalidade da sua região, do seu setor e da atividade do seu futuro empreendimento? É necessário saber (ou pelo menos ter ideia, no caso de criação de produtos/mercados) quais as condições do mercado em que está se entrando antes de qualquer investimento de tempo, dinheiro e suor.

5. “Estou com dinheiro para abrir um negócio” – Quais as taxas e outras formas de investimento que este montante pode ser aplicado? Antes de realizar qualquer aplicação de capital, seja num negócio ou em um fundo de investimento, calcule e entenda o custo de oportunidade. Ou seja, é necessário saber a rentabilidade, taxa interna de retorno (TIR) e tempo de retorno do investimento (payback) e comparar com outras modalidades de investimento.

Além disso, é necessário saber se esse capital é suficiente para abrir e sustentar o negócio no curto prazo. São diversos os casos em que o empreendedor calcula o dinheiro exato para abrir o negócio e termina quebrando por não possuir capital de giro para segurar a operação em meses iniciais.

Por fim, creio que a lição principal seja: PLANEJE E ESTUDE. Planejamento e informação nunca são demais. Estude, converse, revise, se informe, calcule e seja imparcial. Aproveite para fazer isso tudo antes de realizar o investimento. Se perceber que esqueceu algum detalhe importante após o investimento feito, o prejuízo é muito maior.

"Quanto mais suor derramado em treinamento, menos sangue será derramado em batalha."
Dale Carnagie

O objetivo do artigo não é desestimular o empreendedorismo; é conscientizar. Se você tem uma ideia e plano sólidos, esse artigo vai ser um checklist ou lembrete de alguns fatores que você deve ponderar (se já não o fez). Se não estão tão sólidos, prepare-se para investir tempo e suor em planejamento.

Fonte: Administradores