Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

Volkswagen cria campanha divertida para mostrar a importância das peças originais

A nova campanha criada pela AlmapBBDO para Peças Originais Volkswagen é composta por quatro anúncios. Cada um deles estampa uma peça que, para olhos leigos, pode ser uma válvula da bomba de óleo, um filtro de ar do motor, um freio a disco ou um injetor de combustível. Mas não são.

Com a pergunta "Viu como é fácil se enganar?", cada anúncio revela a verdade: a válvula é uma tampa de banheira. O filtro é um lavador de alface, o freio a disco é uma placa de moedor de carne e o injetor é uma máquina de tatuagem. E recomenda: "Prefira Peças Originais Volkswagen".

A criação é de Marcus Kawamura, Otavio Schiavon e André Gola. A direção geral de criação é de Marcello Serpa e Luiz Sanches. A direção de criação é de Renato Simões, Bruno Prosperi, Marcos Medeiros e André Kassu.

Fonte: Cidade Marketing

Apresentadora Regina Casé participar de novo filme da Caixa para promover Cartão Minha Casa Melhor

Já está no ar a nova campanha do cartão Minha Casa Melhor, da Caixa. Estrelada pela atriz e apresentadora Regina Casé, a estratégia inclui filme, spot, anúncio, cartilha, adesivos, banners e hotsite. Nas peças, Regina explica como funciona o cartão, destinado aos beneficiados do programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal e com crédito de R$5 mil reais para a compra de móveis e eletrodomésticos. Todas apresentam o slogan: "Mudança de casa, mudança de vida". A criação ficou a cargo da Nova/sb.

Fonte: Cidade Marketing

Cup Noodles com ações direcionadas aos universitários

Marcar presença no principal momento da vida do jovem: a vida universitária. Esse é o objetivo de Cup Noodles e de muitas marcas que querem conversar com esse target.

Abertos a novas experiências, é nessa fase que se conquista futuros consumidores, pois é durante a vida universitária que esses jovens começam a trabalhar e escolher suas próprias marcas e produtos.
Com mais de dez anos de atuação no desenvolvimento de estratégias e ações para o público jovem, a B2 desenvolveu para Cup Noodles uma plataforma de acesso contínuo com o universitário na cidade de São Paulo, fortalecendo o posicionamento da marca.

Hoje, a empresa já tem atuação com a área de trade marketing na negociação de PDVs dentro das universidades e o desafio da B2 é ampliar a atuação da marca neste meio, tornando-a a mais lembrada em refeições rápidas.
Serão diferentes pilares de atuação nos momentos mais marcantes da vida acadêmica. Até o final do ano, serão desenvolvidas ações em 35 festas e três principais jogos universitários, 12 ações em faculdades e o desafio mobile “Só Reps”, projeto para moradores de repúblicas em todo o Brasil. No total, serão mais de 300 mil jovens impactados com as ações da marca em São Paulo.

Nos jogos universitários, as arenas Cup Noodles proporcionam muita interação e diversão aos participantes. Nas festas universitárias e na faculdade, as interações são feitas por intermédio do grafite virtual, ações de fotos e adesivos. Em todas as ações de live marketing há pontos de venda do produto.
Para setembro, chega o desafio mobile “Só Reps”: o maior concurso nacional para moradores de repúblicas. Durante um mês, os participantes farão algumas provas e a república vencedora ganhará uma viagem para o Spring Break com todas as despesas pagas para até seis moradores.

Fonte: Promoview

10 males que afetam empresas

Por que não conseguimos tomar decisões, mesmos as mais simples, sem causar algum tipo de problema?

Em muitas empresas, esses males vêm desde a alta gestão e chegam até os funcionários da linha de frente. As pessoas sabem que muitas decisões importantes demoram muito para ser tomadas, não atingem o resultado esperado ou, por razões diversas, não se transformam em ações efetivas. São essas as queixas mais comuns no ambiente corporativo.

Mas tomar a decisão errada é apenas um sintoma. A melhor maneira de enfrentar essa situação é identificar a origem do problema e corrigi-lo. Sua empresa está com algum destes males na hora de tomar decisões?

1) Visão turva. Em algumas organizações, as pessoas não têm acesso ao contexto completo para a tomada e execução de decisões importantes. Elas não sabem que rumo tomar, muito menos como tomá-lo.

2) Dupla personalidade. Há uma visão, uma perspectiva… mas as pessoas interpretam de formas distintas ou não concordam com a visão. Por exemplo: uma empresa britânica de varejo desenvolveu um plano ambicioso para abertura de lojas. Mas as várias áreas da empresa – compras, design de lojas, operações etc. – tinham ideias diferentes sobre como conduzir o que foi planejado. O resultado: decisões paralisadas e demora no lançamento.

3) Decisão travada. A empresa se esforça, mas nada acontece. As operações europeias de uma empresa automobilística quase foram à falência e, ainda assim, seus carros continuavam pouco competitivos e atrasados em relação ao mercado. Tudo isso por uma única razão: o departamento de desenvolvimento de produtos acreditava ter o que havia de mais moderno em recursos disponíveis para os carros, enquanto o departamento de marketing discordava. Resultado: decisão travada e nada era executado.

4) Estrutura disfuncional. A estrutura da organização impede que seja tomada a melhor decisão e trava a execução do plano. Uma empresa de aluguel de automóveis na Europa era organizada por países. Mas, como oferecer serviços “sem fronteiras” aos altamente rentáveis clientes que viajavam por todos esses países se a empresa funcionava como estruturas regionais separadas?

5) Paralisia nos processos. Processos tendem a parar porque ninguém os desenhou com foco nas decisões importantes. Em uma empresa farmacêutica, o time de desenvolvimento de produto gastava um esforço enorme em análises clínicas detalhadas de todas as drogas antes de chegar a um estagio final. Finalmente, alguém percebeu que poderia inverter a ordem e só fazer as análises detalhadas para as drogas aprovadas nas outras etapas.

6) Confusão de informações. As informações necessárias para tomar decisões importantes não estão disponíveis no momento ou na forma correta. Por outro lado, os tomadores de decisão são inundados com mais dados do que eles poderiam decifrar e usar.

7) Incentivos errados. Medidas e incentivos que não reforçam boas decisões. O fracasso que ocorreu em Wall Street em 2008 é um exemplo: muitos traders receberam bônus desproporcionais por decisões que podem destruir o valor de suas empresas no longo prazo.

8) Deficiência de talentos. Posições importantes para as principais decisões não são ocupadas por pessoas com a experiência e competências necessárias. Uma empresa de telecomunicações em situação difícil percebeu que apenas 40% de suas posições críticas eram preenchidas por talentos, e apenas 30% de seus melhores gerentes estavam em postos-chave.

9) Comportamentos desalinhados. Líderes minam a eficácia de tomada de decisão e execução, muitas vezes involuntariamente. O CEO de uma grande empresa de produtos de consumo reestruturou a organização em torno de uma nova visão e missão globais. Mas muitos diretores regionais continuaram a operar da mesma forma que antes, pondo os interesses locais em primeiro lugar.

10) Colapso cultural. A organização não estabeleceu uma identidade e continua seguindo em frente. As decisões desaparecem em uma cultura disfuncional. No fim de 1990, uma empresa de tecnologia para energia e automação teve dificuldade com quase todas as decisões importantes, inclusive em propostas de grandes negócios. As muitas unidades da companhia seguiam suas próprias prioridades e disputavam entre elas. Alguns gerentes respondiam a três, quatro, até cinco chefes, e tinham de obter aprovação de todos eles nas principais decisões.

Todos esses males podem ser tratados. O remédio, na maioria das vezes, é aprimorar os processos de decisão, atribuindo funções de decisão claras e, então, criar um ambiente que dê suporte às grandes tomadas de decisão e execução.

Mesmo um colapso cultural, responde bem aos tratamentos certos. Essa mesma empresa de tecnologia para energia e automação eliminou uma camada de gestão e centralizou a prestação de contas de lucros e perdas. Formou uma liderança forte e coesa, alinhada em torno de objetivos bem definidos, comunicados e compreendidos. Em 2007, a companhia estava de volta ao caminho certo, com preço das ações e valor de mercado cinco vezes maior que antes.

Fonte: www.Hsm.com.br

10 qualidades dos líderes criativos – por David Ogilvy

Há 25 anos, o publicitário David Ogilvy listou as qualidades de um líder criativo

Em um de seus discursos motivacionais, o “Mad Men” original, o publicitário David Ogilvy listou as 10 qualidades que espera encontrar em um líder criativo. As características fazem parte do livro ‘The Unpublished David Ogilvy’, publicado pela primeira vez há 25 anos.

Confira a lista abaixo:

1. Possuem valores pessoais e senso de ética

2. Pensam grande, sem mesquinhez

3. Mentes brilhantes

4. Capacidade de trabalhar arduamente e durante a noite

5. Carisma – charme e poder de persuasão

6. Inspirar entusiastas – com confiança e prazer no trabalho

7. Gosto pelo diferente – criatividade e inovação

8. Coragem para tomar decisões difíceis

9. Senso de humor

10. Resilientes nas derrotas

Fonte: Administradores.com