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Legislação sobre Concursos culturais sofre mudanças

Uma portaria do Ministério da Fazenda (422/13), em vigor desde sua publicação no dia 18/07, traz restrições aos concursos culturais promovidos pelas marcas no Brasil.

Ela regulamenta a Lei nº 5.768, de 1971, que dispõe sobre a distribuição gratuita de prêmios mediante sorteios, vale-brindes ou concursos a título de propaganda. O texto tem potencial para provocar mudanças de estratégias nos departamentos de marketing dos anunciantes brasileiros. Isso porque, ele pretende deixar claro quais as situações que podem ser consideradas como concursos culturais, e quais são definidas como promoções comerciais.
A portaria quer evitar formas mascaradas de se fazer publicidade da marca sob a forma de concursos culturais. O texto informa diversas situações que não poderão mais ser consideradas como concursos.

É importante ressaltar que essas iniciativas não estão proibidas: elas apenas deixam de ser consideradas como concursos culturais e assumem a figura jurídica de promoção comercial.

De acordo com o texto assinado pelo ministro Guido Mantega, não são mais permitidos, por exemplo, concursos culturais em redes sociais. Isso significa um golpe em estratégias como as que buscavam ampliar o número de “likes” no Facebook por meio de concursos.

Ações realizadas na televisão também terão restrições, já que não serão consideradas como concursos culturais as iniciativas que exijam algum tipo de pagamento por parte do consumidor.

Também está proibida a vinculação de qualquer concurso cultural a datas comemorativas, como Dia dos Pais (a próxima data comercial), Dia das Mães, Dia das Crianças, aniversários de cidades e Estados, e também a campeonatos esportivos.

Sabe-se que muitas estratégias para o Dia dos Pais já previstas estão sendo revistas pelas agências. Outras importantes mudanças que devem afetar as estratégias das marcas são proibição da divulgação do concurso em embalagens de produtos, seja do anunciante promotor ou de terceiro, e o fim das premiações que envolvam produtos ou serviços da própria marca promotora.

Confira o texto completo da portaria aqui.

Com a tipificação de promoção comercial, essas ações ficam sujeitas, como todas as outras promoções em troca de prêmios que já acontecem no Brasil, à aceitação do “pedido de autorização para a realização de distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda”.

A Caixa e o Ministério da Fazenda, por meio de sua Secretaria de Acompanhamento Econômico, são os órgãos responsáveis pela autorização aos pedidos.

As empresas ficam sujeitas ainda ao pagamento de uma taxa que incide sobre esse pedido, imposto de renda e apresentação de uma série de comprovações tributárias da empresa (companhias que não pagaram impostos, por exemplo, não podem realizar promoções).

“Muitas empresas, até mesmo por mero desconhecimento legal, estavam realizando promoção comercial sem a devida autorização, apenas chamando a ação de concurso cultural”, explica Isabela Guimarães Del Monde, sócia do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados.

Mas, na prática, muitos anunciantes usavam o artifício de concurso cultural para evitar o pagamento da taxa e para não precisar esperar o tempo gasto na aprovação do pedido para executar as promoções.

As novas regras para determinar o que é um concurso cultural já estão valendo, e, caso uma empresa promova irregularmente uma ação que envolva uma das situações descritas pela portaria, ela poderá ser punida em 100% do valor dos prêmios ou ficar proibida de fazer concursos por dois anos.

A Caixa e o Ministério da Fazenda avaliam que podem ocorrer questionamentos judiciais, já que o texto é uma portaria, e não uma lei.

Fonte: Promoview

Del Valle estreia nova campanha de marketing

Está no ar a nova campanha de marketing de Del Valle Kapo, linha de Bebidas de Frutas da Coca-Cola Brasil voltada para crianças. Criada pela agência W+K, a campanha conta com um comercial de 30′, produzido pela Paranoid, que gira em torno do imaginário infantil e das histórias que as mães contam para estimular os filhos a comer frutas. Para dar vida a esse universo, um filme de animação mostra as aventuras de uma uva náufraga contra um tubarão, feito de abacaxi, em alto mar.

Além da animação, realizada pela Banzai Studio, o filme conta com uma sequencia em live action,dirigida por Vera Egito, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Nele, uma família desfruta de um piquenique ao ar livre. Embora sejam processos distintos, as duas etapas foram integradas para que a transição entre os mundos imaginário (animação) e real (live action) fosse natural. Para isso, os diretores buscaram objetos do piquenique que pudessem se transformar em outros elementos na animação. Assim, a garrafa térmica virou um farol; um conjunto de copos e um pote de plástico, um navio; a toalha do piquenique, a areia da praia; as carambolas, as estrelas do mar etc.

"O stop motion é uma técnica que basicamente consiste em tirar varias fotos de uma determinada situação e ir movendo minimamente os objetos a cada clique. Ao juntarmos as fotos em sequência, temos a ilusão do movimento contínuo dos objetos. Foram 15 fotos por segundo de animação, o que dá um resultado quase realista e gostamos justamente por isso. Gravamos com frutas de verdade", explica Luan Banzai, um dos diretores da Banzai Studio representados pela Paranoid. Gerente de Marketing de Sucos da Coca-Cola Brasil, Viviane Gonçalves explica que a ideia do filme foi brincar com os elementos do cotidiano das famílias. "Del Valle Kapo quer ser um aliado das mães, ajudando-as a proporcionar dietas equilibradas, nutritivas e, ao mesmo tempo, ricas em sabor para as crianças", completa.

NOVA FÓRMULA E IDENTIDADE VISUAL

Del Valle Kapo Bebida de Fruta tem 78 caloriaspor porção, não possui corantes ou conservantesadicionados e ainda é fonte de vitaminasA, B3, B6, B12, C, D e E. Na nova composição, lançada no ano passado, o valor energético foi reduzido em até 28% em relação à anterior e, para pigmentar a bebida, foram adicionados sucos de frutas e legumes como a cenoura e o mirtilo.

Del Valle Kapo foi desenvolvido no Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento da Coca-Cola Company, no Rio de Janeiro, um dos cinco existentes no mundo. Mães, nutricionistas e crianças foram envolvidos no processo para ajudar a Coca-Cola Brasil a chegar à receita. Pesquisas realizadas apontam 99% de aprovação do saborpelas crianças.

Em março, Del Valle Kapo Bebida de Fruta ganhou nova identidade visual. A mudança da embalagem reflete a evolução do produto, transmitindo credenciais de nutrição de forma proprietária. Além da nova ilustração com frutas, Del Valle Kapo vem acompanhado de canudos coloridos – uma cor para cada sabor.
POLÍTICA DE MARKETING RESPONSÁVEL PARA CRIANÇAS

A Coca-Cola Brasil sempre levou a sério seu compromisso de adotar práticas de marketing responsável na divulgação de todos os seus produtos e marcas, nas mais diversas mídias, particularmente em contextos em que crianças menores de 12 anos possam estar presentes.

A política de marketing responsável da Coca-Cola é baseada em dois pilares principais: (1) Reconhecer que pais e responsáveis são os guardiões do que seus filhos consomem, sendo, portanto, o público-alvo de todas as campanhas de marketing realizadas pela empresa e (2) Não fazer marketing direcionado a crianças com menos de 12 anos de idade. Em 2008, a Coca-Cola Brasil formalizou um compromisso público junto à Organização Mundial de Saúde (OMS) com mais de 20 empresas filiadas à ABIA (Associação Brasileira da Indústria de Alimentação) e à ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) para não fazer publicidade de alimentos e bebidas direcionada a crianças menores de 12 anos. Essa política é aplicada a todo o portfólio da empresa, independentemente das características do produto.

Fonte: Cidade MArketing

SEO ou SEM?

SEO: Uma visão geral

Search Engine Optimization, ou SEO, é uma estratégia que funciona para aumentar a probabilidade de um site ser encontrado por um usuário que está à procura de uma palavra-chave ou frase específica através de um motor de busca. Uma estratégia de SEO começa com a identificação e definição de uma lista de palavras-chave ou frases que pretende que os motores de busca associem com o site de sua marca. A otimização envolve a inserção de palavras-chave e frases para o conteúdo do site nas páginas apropriadas. Depois de atingir uma densidade de palavras-chave aceitável nas páginas, na última etapa do SEO, envolve marketing do site para a Internet em geral para mostrar aos motores de busca como “popular” o site é para os usuários. Em outras palavras, o site precisa ser mencionado, procurado, e usado pela equipe de marketing para aumentar a autoridade do domínio. SEO é o que chamamos de marketing “orgânico”. Sua posição e autoridade de domínio vai crescer naturalmente, sem qualquer intervenção (a menos que você deseje alterar as palavras-chave). É também uma estratégia mais a longo prazo. Assim como você não esperaria que o produto orgânico brotasse durante a noite, nem sua estratégia de SEO orgânico produz resultados imediatos. Por outro lado, o impacto positivo também é de longo prazo.

SEM: O que é isso?

SEM, ou Search Engine Marketing, envolve a colocação de links pagos para direcionar o tráfego para seu site. Você pode conseguir isto através de programas de motores de busca, como o Google AdWords, através da compra de espaço em sites de mídia social como o Facebook, ou através de parcerias com sites externos que estão relacionados ao seu campo. O valor que você paga em cada caso é completamente dependente da quantidade de cliques que seu link recebe. Assim como com o SEO, o SEM envolve a pesquisa de palavras-chave para determinar as melhores frases e palavras para usar quando ligando para o seu site. No entanto, em contraste com SEO, SEM tem um efeito muito mais imediato sobre o seu tráfego do site, o que é verdadeiramente o modelo de gratificação instantânea. Você também tem que continuar pagando os resultados que obtém ao infinito … o truque é encontrar a combinação certa de palavras-chave e cópia do anúncio de que a unidade de direito de tráfego para o seu site para impulsionar o ROI para a campanha.

Conclusão

Em última análise, um plano de publicidade online saudável envolverá essas duas estratégias. SEO e SEM, quando utilizados em conjunto, podem aumentar o seu tráfego, aumentar a sua autoridade de domínio, e conduzir o tipo certo de usuários para encontrar o seu site com facilidade. SEO, se você pode dar ao luxo de esperar, é uma forte estratégia de longo prazo para garantir que o seu domínio / negócio vai aparecer nos resultados de pesquisas por muitos meses que virão. O maior investimento em SEO é o homem-hora necessários para investir em uma campanha decente. Lembre-se que a pesquisa de palavras-chave tem de vir em primeiro lugar! Como é que você vai aumentar a sua classificação, quando você não tem ideia do que você quer para a classificação?

Via Social Media Today

5 práticas “inofensivas” que acabam com o sucesso da empresa

São Paulo – Tudo o que está listado abaixo já aconteceu na sua empresa. O problema é que, por trás de um procedimento aparentemente inofensivo, pode estar um grande dreno do sucesso de qualquer negócio. Focados em grandes números e processos, muitos executivos descuidam-se de detalhes que ameaçam tanto os resultados, quanto os rivais. É o que afirma o consultor Fernando Macedo, da Expense Reduction Analysts (ERA), especializada em redução de custos.

Veja cinco erros internos que podem atrapalhar o desenvolvimento de uma corporação:

1 Relatórios imprecisos

Segundo Fernando Macedo, relatórios pouco claros são uma armadilha. Encaixam-se aí os enxutos demais – aqueles que apontam apenas um número final, sem maiores explicações sobre como ele foi obtido; relatórios muito longos e genéricos, sem foco; e até os“enlatados” – com espaços em branco pré-definidos a serem preenchidos e que acabam por carregar vícios, já que não consideram mudanças de cenário.

“O objetivo de um relatório é servir de base para que o gestor tome decisões. Se não é possível enxergar isso no documento, é melhor não fazer”, diz Macedo. De acordo com ele, para fugir desse problema é preciso inverter a lógica: pensar primeiro em para quê vai servir relatório e quais decisões serão tomadas com base nele, para depois elaborá-lo.

2 A “caixinha”

Para Macedo, ter uma reserva de dinheiro para cobrir eventuais despesas extras, a tradicional “caixinha”, é uma prática incorreta. Isso porque emergências deveriam estar previstas em planejamento. De acordo com ele, essa reserva de destinação incerta pode, na verdade, encobrir uma preguiça de preparar um processo interno regular para determinada despesa. “Como é uma questão da eventualidade ou emergência, qualquer tipo de gasto pode entrar.”

Emergência é emergência: não dá para prever e pode acontecer em qualquer companhia. Macedo afirma, porém, que quando custos urgentes se tornam frequentes, é sinal de que algo está errado. “Tudo que é urgente é mais caro. A urgência precisa ser justificada, deve ser uma exceção. Não pode ser regra”, destaca.

4 “Gasto inercial”

Esse gasto, segundo Macedo, “é o que acontece porque sempre aconteceu”. Custos com viagens, por exemplo, podem se tornar inerciais, quando não sofrem revisões. “Não basta atualizar só as faixas de valor. Tem que rever toda a política. Se uma empresa tiver gestores que questionem os gastos do dia a dia e busquem melhores práticas, às vezes é possível encontrar alguma coisa já disponível que diminua os gastos”.

5 Medo de ter o orçamento reduzido

De acordo com Macedo, muitos departamentos não revisam orçamentos pelo simples medo de revelar que poderiam receber uma verba menor. “O orçamento é como se fosse a principal bandeira do gestor e ele pensa que pode perder o poder se ele for menor”. Dessa forma, segundo ele, gastos não são cortados porque administradores pensam que devem gastar todo o orçamento disponível. Pode ocorrer ainda de o gestor deixar de negociar melhores preços com fornecedores quando o oferecido cabe no orçamento, ou até mesmo estimar custos acima do real, receoso de que haverá cortes quando a verba for liberada.

Fonte: Exame

Todos entraram na brincadeira e o que se viu foi a maior circulação de bichos, garras e chinelinhos engraçados em um só lugar. Para completar, também rolou chocolate quente liberado a manhã inteira, para esquentar ainda mais e divertir o pessoal.

A Nova Schin passará a ser a nova detentora do naming right da Stock Car até o fim de 2015. O acordo foi acertado entre a Brasil Kirin, responsável pela marca da cervejaria, e a Vicar, promotora da modalidade.

Com a decisão, as provas farão parte do Circuito 2013 Nova Schin Stock Car. A parceria poderá ser vista já na próxima corrida, marcada para 11/09 em Ribeirão Preto (SP).
“Damos as boas-vindas à Nova Schin, que chega para aprimorar ainda mais nossa categoria já consagrada pelo público brasileiro. Tenho certeza que esse acordo celebra sinergia, já que nossas marcas buscam comunicar o moderno e falam com o mesmo público”, disse Maurício Slaviero, diretor-geral da Vicar.

“A Stock Car é a maior categoria do automobilismo da América do Sul. Nós aliarmos com a Vicar na promoção desse evento, alimenta a força da Nova Schin e o principal atributo da marca: estar nos momentos de alegria e diversão do brasileiro.”, afirmou Marcelo Trez, diretor de Produtos Alcoólicos da Brasil Kirin.

Recentemente, a Stock Car reformulou toda sua plataforma digital para a melhor navegação dos internautas. A modalidade apostou em um conteúdo mais leve, com interação, menos textos e mais imagens.

Fonte: Promoview