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Coca-Cola Zero homenageia Brodowski pelo centenário

Brodowski, município de pouco mais de 20 mil habitantes localizado no Interior de São Paulo, recebeu uma homenagem da Coca-Cola Zero pelo seu centenário.

Atendendo a manifestações de fãs em sua página no Facebook, a empresa colocou a cidade onde nasceu Cândido Portinari no roteiro de sua ação de marketing promocional “Quanto Mais Viagens Melhor”, que estampa nas embalagens os 100 destinos mais desejados pelos brasileiros.
As latinhas de “Brodowski”, no entanto, não estarão nas prateleiras. Elas fazem parte de uma ação idealizada pela equipe de Social CRM da E.life, especializada em inteligência de mercado e gestão do relacionamento nas redes sociais, responsável pelo gerenciamento e interação com consumidores na page Coca-Cola Zero.

A ideia veio de um pedido especial do fã Matheus Maia publicado no perfil da marca no Facebook: “Sou da pequena Brodowski, cidade do grande pintor Cândido Portinari. Neste ano de 2013, Brodowski completa 100 anos de emancipação política. Será que não seria possível fazer menção da cidade nas latinhas comemorativas de Coca-Cola Zero?”, postou o seguidor.

Centenas de pessoas curtiram a mensagem de Matheus, que, dias depois, viu o nome de sua cidade na latinha virtual da Coca-Cola Zero publicada na page oficial da marca. A iniciativa da publicação da gravura – produzida pela agência Mutato – recebeu ainda o reconhecimento do Departamento de Cultura e Turismo de Brodowski, que parabenizou a Coca-Cola Zero e o fã pela homenagem.

Matheus ainda foi presenteado com três garrafas do refrigerante personalizadas: “Quanto Mais Brodowski Melhor”, “Quanto Mais Matheus Melhor” e “Quanto Mais Portinari Melhor”, a última, em homenagem ao mais célebre de seus cidadãos.

Feliz com o presente, Matheus publicou a foto com as garrafas especiais, agradecendo a todos que o ajudaram na campanha: “Mais importante do que ter a ideia é contar com a colaboração dos cidadãos desta cidade que é simplesmente o melhor local do mundo pra se viver!”, escreveu em sua page.

Fonte: Promoview

Shopper Marketing é uma evolução, não uma invenção

O artigo Por que Shopper Marketing?, publicado recentemente no portal HSM Online gerou uma série de questionamentos dos leitores. Em resposta ao debate, o consultor Rique Nitzsche, professor de Design Estratégico da pós-graduação da ESPM-Rio, elaborou algumas reflexões sobre o conceito e suas aplicações no ponto-de-venda.

Ninguém gosta de sair da zona de conforto, principalmente, em tempos de grandes transformações. Não são apenas os mais velhos que resistem. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revela uma tendência entre os trabalhadores entre 22 e 23 anos que possuem receio a mudança. Isso pode ser assustador se pensarmos que uma sociedade que não quer mudar tende a ser teimosa, intransigente e protetora de antigas conquistas focais.

Não é possível evoluir sem aceitar as mudanças. O mundo está em constante mudança e não pergunta se você quer acompanhá-lo. Portanto, acostume-se, ou melhor, se adapte. Com certeza, algum competidor seu está nesse momento elaborando alguma estratégia que pode fazer com que você fique parado olhando a mudança dele.

Atuar hoje no mercado oferecendo serviços de Shopper Marketing por meio de ferramentas ainda desconhecidas traz normalmente dois problemas. O primeiro é encontrar empresas que entendam o conceito de Shopper Marketing, embora com a adesão de grandes multinacionais a essa disciplina a tarefa tenha se tornado um pouco mais fácil. E o segundo problema é a própria adesão a uma ferramenta nova.

Por que inventar o Shopper Marketing, se já existe o Marketing?

Porque o Shopper Marketing está interessado em compreender como o comprador age, não como o consumidor pensa. O Marketing tradicional está focado no consumidor, aquele que adquire mercadorias, riquezas e serviços, normalmente para uso próprio ou para sua família.

Nos últimos anos, percebeu-se que o consumidor pensa de um jeito, mas age de outro quando momentaneamente se transforma em comprador no ponto-de-venda físico (uma loja) ou no ponto-de-venda remoto (diante de um monitor). Diversas pesquisas foram realizadas com compradores antes, durante e depois das compras executadas no ponto-de-venda. As entrevistas foram realizadas antes de o consumidor entrar na loja para uma declaração racional das suas intenções de compra. Após monitorar seu comportamento por meio de câmeras, as entrevistas foram feitas novamente para conferir os atos dos consumidores, por meio da memória ainda recente.

O consumidor imagina uma performance antes de entrar na loja, porta-se diferente durante a sua estadia e não percebe o que aconteceu quando entrevistado depois. Ou seja, o comportamento dele durante o tempo das compras é administrado pelo inconsciente do comprador, não por suas intenções racionais. Os neurocientistas afirmam que as compras são atos emocionais, não racionais.

E por que inventar o Shopper Marketing, se já existe o Trade Marketing?

O Shopper Marketing é um neologismo que procura juntar a ciência do Marketing (no caso do Trade Marketing) com os conhecimentos recentes sobre o comportamento do shopper dentro dos pontos-de-venda. Não existem ainda estudos mais definitivos sobre o comportamento dos compradores diante de um ponto-de-venda remoto. O Google e a Amazon estão mais adiantados nesses estudos, mas não costumam divulgar suas pesquisas internas.

Existe uma cadeira nova na academia denominada de Shoppology, que procura juntar os estudos de etnografia, observação antropológica, psicologia, análise dos códigos culturais e pesquisa de neuromarketing com o conhecimento já existente de Trade Marketing.

O maior diferencial entre Trade Marketing e Shopper Marketing é que o primeiro sempre esteve focado no negócio dentro do ponto-de-venda, abordando os interesses dos fornecedores (fabricantes) e dos distribuidores (das cadeias de lojas) que, em princípio, são forças de negócio antagônicas, quase sempre em confronto. Já o Shopper Marketing é focado no comportamento humano dos envolvidos no negócio, principalmente do comprador.

Por que complicar, se podemos simplificar? Não está parecendo uma "esquizofrenia mercadológica" a invenção de mais uma disciplina de marketing?

Não é uma tendência destinada a complicar as coisas. Conhecimento nunca é demais para o sucesso de um processo estratégico. Todas as outras atividades de Marketing continuam valendo. O Shopper Marketing não entra em conflito com qualquer outra ferramenta do Marketing.

Assim como se estudavam as consumidoras antes de se lançar uma campanha publicitária, o Shopper Marketing estuda os compradores antes de se lançar um programa de comunicação no ponto-de-venda. O seu grande objetivo é descobrir como se comunicar da forma mais eficiente com uma pessoa que está em movimento, com 85% do seu cérebro ajustado no módulo automático, e ainda ser fiel aos princípios já elaborados de uma marca: posicionamento, branding, mensagem publicitária, promoção, atendimento, relacionamento humano etc.

O Shopper Marketing precisa ser bastante simples e eficaz porque o comprador está em um transe dinâmico. Quanto mais complexa for a mensagem, mais dispersa e indiferente será a reação do comprador. Elas precisam ser simples, diretas, transparentes, autênticas, informativas, significativas, sustentáveis e únicas para atender as necessidades, desejos e sonhos dos compradores. O Shopper Marketing foi criado para atender aos compradores, não para confundi-los.

Por que uma campanha de Marketing não pode ser aplicada diretamente no ponto-de-venda? Sempre foi feito assim.

É verdade, sempre foi feito assim, mas as pesquisas mostram que isso não funciona mais. Pode ter funcionado um dia, mas tanto os compradores evoluíram como o número de mensagens cresceu demasiadamente. O cérebro humano não consegue aguentar tantas informações simultâneas nesse mundo frenético, principalmente quando estamos em movimento, em um ambiente diferente e tentando escolher um produto.

A mente costuma descartar o excesso, o que incomoda, gerando um filtro de proteção. O cérebro só aceita, no máximo, duas entradas de informação de cada vez. Uma informação está no seu foco principal e um outro canal paralelo fica disponível para algo diferente ou realmente significativo.

Por todas essas descobertas recentes, o ponto-de-venda precisa ser reinventado, adaptado às novas realidades dos clientes, das marcas, dos lojistas e principalmente dos shoppers, essas pessoas que insistem em se satisfazer, comprando.

Rique Nitzsche (Professor de Design Estratégico da pós-graduação da ESPM-Rio e Diretor de criação da AnimusO2 (www.animus-o2.com), especialista em Shopper Innovation)

HSM Online

Kingston lança pendrive do “Meu Malvado Favorito”

A Kingston anuncia um divertido lançamento em parceria com a Universal Pictures e a Illumination Entertainment.

É o pendrive DT 101 G2 edição especial do filme “Meu Malvado Favorito 2″, colorido em tom laranja e que traz a gravura do simpático Minion, personagem que encantou plateias no primeiro longa da série.
Com design giratório, sem tampa, a novidade oferece 8 GB para guardar documentos, músicas, filmes, entre outros.

Os fãs da aventura protagonizada pelo anti-herói Gru – que, nessa sequência, abandonou de vez a vida de vilão para cuidar das suas filhas adotivas – poderão ainda se divertir com um conteúdo exclusivo.

São trailers e cenas inéditas de “Meu Malvado Favorito 2”, cinco papéis de parede, quatro atividades para imprimir e brincar com os amigos, e ainda os sons hilários dos Minions.

Facebook

Entre os dias 09 e 18/07, acontece na fan page Kingston Brasil a ação de marketing promocional “Divirta-se e ganhe!”. Serão promovidos desafios e trívias, nos quais os fãs poderão ganhar este pendrive.

Fonte: Promoview

Bacardi Brasil amplia quiosque da marca no Rio de Janeiro

A Bacardí Brasil reinaugurou o quiosque da marca, localizado na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro. O Quiosque Bacardí, lançado em 11 de abril para se tornar a vitrine da marca no Rio de Janeiro, agora conta com um balcão de drinques com uma vista privilegiada para o mar. O número de lugares também aumentou de 84 para 140 lugares.
O Quiosque Bacardi oferece um cardápio bastante variado, com drinques feitos com os produtos da empresa. A carta de drinques foi desenvolvida pelo Alex Mesquista, profissional eleito como o melhor bartender do ano de 2012 pela Veja Rio.
São oferecidas 35 opções de drinques, entre eles Bacardi Mojito, Bacardi Daiquiri Strawberry, Big Fresh Bacardí Big Apple, Grey Goose Tropical Day, Grey Goose Guava Refresh, Grey Goose Spirit of Beach, Amarula on the Rocks e Martirinha com limão Tahiti.

"Consideramos o Rio de Janeiro como um mercado diferenciado e queremos aumentar ainda mais a visibilidade da marca Bacardí na cidade carioca. Reinauguramos o Quiosque Bacardí para proporcionar um espaço mais amplo e um divertido ponto de encontro para os nossos consumidores. O Quiosque Bacardí tem tudo para se tornar uma referência em coquetelaria e experiência da marca.", reforça Fabio Di Giammarco.

O vice-presidente da concessionária Orla Rio, João Marcello Barreto, reforça: "Essa ampliação deve trazer ainda mais conforto para os clientes do quiosque. Tornar a orla do Rio ainda mais bela e atrativa para todos os frequentadores é o nosso principal objetivo. É um ganho para o carioca e para os turistas".

Atualmente, o Quiosque Bacardí está personalizado com BACARDÍ BIG APPLE, rum com sabor de maçã verde que virou um fenômeno de vendas na cidade carioca. A perfeita combinação de BACARDÍ BIG APPLE, com gelo e refrigerante de soda e a sinergia do produto com o estilo de vida carioca garantiram o sucesso do produto na cidade.

Fonte: Cidade Marketing

SAC: atende, mas não resolve

As formas pelas quais as centrais de atendimento decidem quando os assuntos levados pelos clientes estão resolvidos são bem interessantes. Principalmente pelo fato que o fazem sem o envolvimento do interessado. Isto é, independentemente do cliente considerar a resposta como satisfatória ou não, o agente da central simplesmente decide que o atendimento está encerrado.

Ora, quando fazemos uma reclamação ou solicitamos uma informação, o resultado do atendimento deverá levar a solução ou o esclarecimento da questão sob a ótica de quem a levantou e não sob o ponto de vista de quem está atendendo. Mas, infelizmente, não é nada disso que acontece na maior parte das centrais de atendimento.

As razões que levam a este comportamento têm diversas origens, mas, certamente, nenhuma justificável na perspectiva do que se considera prática adequada. Certamente, a causa mais comum é a incapacidade de resolver determinado problema ou responder determinada pergunta em função de ser o atendimento terceirizado totalmente dependente da estrutura interna da empresa a qual não se move na velocidade desejável. Como as métricas de avaliação não levam em consideração se o cliente se considera atendido ou não, mas se o chamado é encerrado com uma resposta, seja ela qual for, nós, clientes, ficamos ao “Deus dará” no quesito solução do problema, em boa parte dos casos.

Minha empresa é cliente de um plano de saúde e um de nossos funcionários passou um problema que estava enfrentando para que tentássemos ajudar. Pois bem, a questão é aquela de sempre, as operadoras de planos de saúdem credenciam ou descredenciam prestadores de serviço conforme lhes dá na telha. Tudo isto sob os olhos coniventes do agente regulador, sem o menor cuidado de manter seus membros informados.

Eis que este funcionário me pediu ajuda porque precisava consultar com um médico de determinada especialidade, mas não conseguia nenhum que o atendesse. Estavam e estão até hoje na lista de credenciados no site, mas quando ligamos, a informação é de que não são mais credenciados. Quer dizer, a lista está desatualizada. Algo inconcebível nestes tempos de internet. Como pode a mesma empresa dar tanta atenção a manutenção da fanpage no facebook atualizada e tão pouca a seus clientes em ter uma lista correta?

Enfim, postei uma nota em um conhecido site de reclamações e recebi um chamado pouco tempo depois. “Senhor, recebi sua reclamação e ‘estarei providenciando’ as informações junto à área responsável. Aproveito para avisá-lo que ‘estarei concluindo’ seu atendimento no site”.

Não deu nem tempo de perguntar por que ela “estaria concluindo” alguma coisa que não foi sequer encaminhada ainda! Este é o nosso atendimento!

Fonte: Administradores.com