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Ibef incentiva empresas com Prêmio de Sustentabilidade

O Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef) abriu inscrições para o Prêmio de Sustentabilidade. Em seu terceiro ano consecutivo, o projeto, que conta com o patrocínio da Deloitte, Sebrae e Petrobras, visa certificar e premiar cases de empresas e entidades que possuem trabalhos na área.

O objetivo é reconhecer e disseminar tais práticas de desenvolvimento nas organizações e estimular a adoção de ações sustentáveis pelas empresas brasileiras.
Para participar, basta inscrever o case de sua empresa até 31/05 pelo e-mail [email protected], de acordo com os padrões estabelecidos. Um grupo de executivos irá analisar e identificar as empresas que serão certificadas.

Será levado em consideração os requisitos da Metodologia do Pentágono em Sustentabilidade, com base no livro “Avaliação de Investimentos Sustentáveis”, de autoria de Marcos Rechtman e Carlos Eduardo Frickmann, Professor da UFRJ.

Várias empresas são certificadas, porém apenas uma em cada categoria será a vencedora. O evento de premiação acontecerá dia 30/07 no Jockey Club Brasileiro (RJ).

Fonte: Promoview

CCPR realiza encontro de criativos e publicitários

O Clube de Criação do Paraná (CCPR) realiza hoje (03/06), às 19h30, no Restaurante Madalosso, um jantar que reunirá criativos e publicitários do mercado paranaense.

Intitulado “A maior mesa de criação do Brasil”, o evento foi idealizado para aproximar profissionais e estudantes e promover troca de ideias e experiências.

Os ingressos são limitados e podem ser adquiridos com os diretores do Clube de Criação e na sede do CCPR. O evento é aberto a sócios e não sócios. Mais informações pelo telefone (41) 3527-5885 ou pelo e-mail [email protected].

PEPSI® apresenta lata inspirada nas tradicionais festas de São João

A PEPSI®, marca da PepsiCo, que também é dona das marcas RUFFLES®, KERO COCO® e H2OH!® patrocinará neste ano as principais festas de São João das regiões Norte e Nordeste do país e, como parte das ações, lançará com exclusividade nestes mercados latas decoradas temáticas, que serão comercializadas a partir deste mês.

"As festas de São João fazem parte da história dessas regiões, por isso queremos presentear os nossos consumidores com uma lata exclusiva", afirma Valéria Pando, gerente de marketing da PepsiCo.

Fonte: Cidade Marketing

Bruce Buffer narra vídeo na ação promo de Budweiser.

Budweiser criou a ação de marketing promocional “The Ultimate Fan” para o lançamento da edição especial e limitada de garrafas em alumínio que celebra e presenteia os fãs de MMA, o esporte que mais cresce no Brasil.

E, para ativação, ninguém melhor do que o melhor atleta de MMA do mundo, Anderson Silva, parceiro da marca para mostrar a novidade.

Na página de Budweiser no Facebook, Bruce Buffer, o locutor oficial dos mais importantes eventos do UFC vai apresentar a nova edição de Budweiser e convidar as pessoas a responderem à pergunta: Por que sou um Ultimate Fan?

As melhores respostas vão ganhar prêmios exclusivos: uma geladeira Budweiser, um par de luvas autografadas pelo Anderson Silva e o Ultimate Fan será anunciado pelo Bruce Buffer em um vídeo personalizado.

Os fãs de luta terão pela primeira vez o privilégio de se sentir dentro do octógono mais desejado do mundo com este prêmio único.

A ação promocional foi criada pela Agência África.

Fonte: Promoview

Sua marca é sustentável? Até que ponto?

As redes sociais e suas plataformas aceleram o processo de humanização das marcas, que agora precisam mostrar personalidade, ter carne e osso, tornando fácil o relacionamento das empresas com os seus stakeholders. Acabou aquele comportamento controlador. Isto me leva a crer que o approach dos consumidores delineia uma das maiores tendências do branding atual, que é a construção de marcas fortes cada vez mais conectadas a ideologias e causas. Estas marcas têm que se comportar como pessoas – é o que os outros cidadãos agora esperam delas! As empresas, agora, precisam sair de cima do muro, mostrando suas essências, crenças e apostas.

As marcas que vão fazer a diferença são aquelas que inspiram seus stakeholders a serem pessoas melhores, a fazer o mundo em que vivemos ficar melhor, tornando a nossa vida mais sustentável. O planeta agradece, e o consumidor individualmente também. Na era da transparência radical e da responsabilidade, antes de qualquer coisa, confiança e credibilidade precisam ser conquistadas pelas marcas. Chega de discurso. Nada mais é mera questão de escolha. Todas as dimensões da empresa são visíveis para qualquer um que quiser ver. Numa conversa – que acabou no livro "Brand Digital" – a futurista Faith Popcorn argumenta ao profissional de branding Allen Adamson – que o mundo digital está fazendo com que as marcas sejam enxergadas em sua totalidade. "Não apenas relativo ao que elas vendem, mas também pela fibra moral que a elas está relacionada", afirma a futurista.

Uma marca que conseguiu alcançar esta autenticidade e afirmação – ainda pouco conhecida aqui no Brasil – é a Patagonia, que é referência em "sustainable fashion", ou seja, moda sustentável. A Patagonia se celebrizou por promover eventos que demonstram forte apego às questões ambientais. O próprio nome da empresa já remete à ideia de natureza e preocupação ambiental – lembre-se das geleiras da Patagônia que estão derretendo em razão do aquecimento global. O site da Patagonia e o blog lá contido fazem a empresa respirar autenticidade e intimidade com a causa a que ela abraçou. Vale a pena ressaltar que não somente o on-line, mas também o offline da empresa é muito consistente.
É importante lembrar que para que o "equity" de sua marca cresça fortemente, os esforços de sustentabilidade precisam estar diretamente relacionados com o que sua marca realmente representa na mente de seu público. Dois cases já são clássicos. O primeiro é o da GE, especialmente quando a empresa se envolve em causas de energias alternativas. Ora, a GE lembra automaticamente duas questões: energia e imaginação. Basta lembrar que o seu fundador, Thomas Edison, é o criador da lâmpada bulbo. Nós, consumidores da GE, imaginamos que fontes de energia alternativa estejam relacionadas instintivamente com a companhia.

Outro exemplo é a marca de produtos – entre outros, vários de limpeza – Clorox. Digamos que, quando esta empresa se envolve com estudos para melhorar o ar, despoluindo o ambiente, ela está fortalecendo a percepção do consumidor sobre algo que é intimamente ligado a seu core business. E aqui vai uma pergunta: que consumidor não gostaria de comprar um produto de limpeza de uma companhia que, de certa forma, está contribuindo para a despoluição do planeta? Quando compramos algum produto do portfólio da Clorox, vamos nos sentir ainda melhor ao lembrar que a empresa está envolvida com a causa da higiene ambiental em diversas partes do mundo. Nossa consciência social vai se sentir bem, e nosso cérebro vai admitir a possibilidade de compra. Afinal, a proposta da marca é limpeza e saúde.

Há vários exemplos de empresas cujo líder tem carisma, apelo na sociedade e que demonstra preocupação com a questão da sustentabilidade. Muitos deles investem grandes recursos para semear a sua causa e tentar de alguma forma conectar suas marcas a um apelo sustentável. No entanto, se isso não estiver de algum modo linkado com a promessa central da marca, este esforço é inútil. Esforços de sustentabilidade, como qualquer outra ação de branding, só farão sentido se estiverem atrelados à diferença relevante que a marca promove.

E é aí que os pontos de contato podem contribuir de forma relevante. As empresas hoje em dia estão gastando bilhões no Brasil em relatórios de sustentabilidade e programas de reciclagem interna, que, sim, são necessários, mas estão deixando de lado uma parte essencial nesta equação que é a de escutar aquilo que o público on-line tem a dizer. A conversa do público digital, hoje em dia, oferece uma série de insights que podem revelar o comportamento de compra e aquilo que o seu consumidor realmente pensa que é sustentabilidade em relação a sua marca.
Nossa consultoria tem feito recentemente, por exemplo, alguns estudos nos quais é possível comparar e cruzar os esforços pró-ativos de comunicação no âmbito de sustentabilidade das marcas (RP tradicional, anúncios em mídia impressa e TV etc.) com o que está inserido na Wikipedia. Isto nos possibilita identificar o nível de sinais cruzados que tais marcas estão gerando.

De fato, plataformas de busca estão cada vez mais sociais e "real time". Levando em consideração que o boca a boca viaja muito mais rápido através do "retwittering" e que deixará rastros digitais permanentes, é um vácuo enorme em qualquer estratégia de sustentabilidade não dedicar esforços sérios e profissionais ao público digital. A reputação da sua marca e dos esforços que ela agrega em sustentabilidade têm uma relação simbiótica com os resultados do Google e afins.
Sem o boca a boca nada é sustentável.

Fonte: Cidade Marketing