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Projetando seu sucesso!

Faça um mapa do caminho que você precisa percorrer para alcançar suas metas: O caminho para o sucesso pessoal pode ser longo, mas se for planejando adequadamente, a distância pode encurtar. Os vencedores fazem planos para sucesso com metas específicas.

Tome nota de seis questões que podem ajudá-lo a planejar seu sucesso:

Onde estou? Analise sua posição atual e como você chegou onde está. Tente descobrir se tal posição ou a empresa em que trabalha no momento irão levá-lo longe o suficiente para atingir seus objetivos.

Onde quero chegar? Faça uma lista de suas principais aspirações. Seja ambicioso. Veja-se no futuro, daqui a 10 anos. Para quem você estará trabalhando? O que estará fazendo? Qual será seu estilo de vida? Responda a essas questões para desenhar um quadro geral sobre o futuro que você deseja para você.

Como vou conseguir chegar lá? Quais os desafios que você terá de passar para atingir seus objetivos? Determine os passos específicos que você deve começar a dar: agora, em seis meses, daqui a 2 anos. Seu plano deve ser uma ferramenta para ajudar-lhe a atingir o sucesso desejado, portanto mantenha estratégias desafiadoras, porém realistas. Esteja sempre disposto a rever seu plano quando algo não sair como o planejado.

Quando eu quero chegar lá? Defina prioridades para suas metas e esteja disposto a sacrificar algumas delas, se for necessário, por outras mais importantes. Determine um tempo para a concretização de cada objetivo tanto de curto quanto de longo prazo.

Quem pode me ajudar a chegar aonde quero? Assuma a responsabilidade sobre seu sucesso, mas não deixe de apelar para um dos maiores recursos – as outras pessoas. Faça bons contatos, fale de suas metas, busque aliados para sua causa. Discuta seu plano com o máximo de pessoas possíveis (amigos, colegas, contatos profissionais, de negócios, entre outros).

Quanto isso vai me custar? Seja realista sobre o custo de cada uma de suas metas e das estratégias que irá adotar. Mantenha a persistência e a atitude positiva quando as coisas não ocorrerem como planejado. Focalize sua meta e perceberá que o tempo, o dinheiro e o custo emocional valerão a pena.

Lembre-se: Não deixe seu futuro nas mãos do destino. Se você quiser saber para onde está indo, assuma o controle de sua vida, faça um mapa do caminho que deve percorrer para atingir o sucesso que tanto deseja.

Fonte: Márcio Miranda – especialista em Marketing

Em Busca de um Líder

Todas as empresas precisam de profissionais mais qualificados para incentivar, acompanhar e coordenar equipes de trabalho. Essa é a função do líder, muito procurado por headhunters e especialistas em gestão de pessoas. Algumas características são essenciais no perfil de um lide, já que é ele o responsável por transmitir a força e dinamismo da empresa para os outros funcionários.

Algumas pessoas são líderes natas. Elas criam brincadeiras, sempre têm respostas rápidas, definem objetivos e conseguem influenciar todos ao redor. "São esses detalhes que fazem diferença entre os profissionais. Todos podem desenvolver aptidões de liderança. O ideal é saber como e quando demonstrar essas características no trabalho", afirma João Pedro Caiado, especialista em serviços de headhunter e outplacement e presidente da Human Development Organization.

Segundo o especialista, a maioria das empresas busca profissionais que não sejam narcisistas, autoritários nem centralizadores. Um bom líder é aquele que sabe delegar, reconhecer talentos, dividir elogios e ter firmeza para falar com funcionários, sem deixá-los acuados ou reprimidos. O ideal é que a equipe sinta que o líder faz parte do time tanto quanto os outros.

Motivação e maturidade profissional são outros dois aspectos que contam bastante, já que o líder precisa direcionar a equipe de uma forma positiva, dinâmica e experiente. Segundo Wilson Mileris, consultor nas áreas de liderança, motivação e vendas, um líder precisa ter uma equipe comprometida, afinada e, principalmente, motivada, pois sozinho não será capaz de resolver todos os problemas e realizar as inúmeras tarefas do dia-a-dia.

"Liderar é diferente de oprimir e coagir seus liderados. É fazer com que a equipe seja homogênea e participativa e busque, junta, alcançar os objetivos comuns. É preciso maturidade para reunir as habilidades gerenciais e compartilhá-las, sem egoísmo, com a equipe. Um líder deve ampliar as habilidades do seu grupo, fundamentalmente, orientar, educar, treinar e compartilhar", afirma Mileris.

Mas, Caiado lembra: qualquer um pode se tornar um líder. É só querer e seguir algumas dicas dos atributos que as empresas buscam:

– Ter sólida formação cultural, além da específica;
– Ter visão estratégica e garantir a qualidade na operação;
– Conhecer o funcionamento de todas as áreas que gerencia e ser cooperativo. Ir além de suas funções, sem jamais esquecer que o líder faz parte da equipe;
– Estabelecer regras e limites de forma clara para os funcionários. Mas saber abrir mão quando necessário;
– Reconhecer os talentos dos colegas, seja por meio de elogios ou por gratificação financeira;
– Ter iniciativa e tomar decisões rápidas e precisas;
– Compartilhar idéias e manter um alto grau de comunicação entre os colaboradores;
– Criar um ambiente onde todos se sintam comprometidos e saibam a importância de cada fase de colaboração para atingir os objetivos;
– Procurar saber se a empresa ou área atende às expectativas profissionais dos funcionários. Em caso negativo, procurar saber o que pode ser feito;
– Em caso de crise, observar onde houve falha para evitar novas surpresas desagradáveis posteriormente;
– Saber tranqüilizar as pessoas ao redor e influenciá-las a tomar atitudes que possam ter resultados rápidos;
– Inspirar e cativar os funcionários. Ninguém se deixa contagiar por alguém que não lhe dê motivação nem força;

Fontes:
João Pedro Caiado – Consultor em recursos humanos, e especialista em serviços de headhunter e outplacement.
Wilson Mileris – especialista em motivação.

O Orgulho de ser um Consultor de Vendas

Uma das mais fáceis formas para se atingir o sucesso é sentir prazer fazendo o que você faz.

Já foi o tempo em que ser vendedor era sinônimo de uma atividade secundária, para a qual afluíam muitas pessoas desempregadas. Hoje, o vendedor assumiu um status diferenciado, com formação e especialização específicas, fomentado por técnicas e recursos apropriados, além de atitudes e comportamentos condizentes com esse novo perfil que reveste essa profissão.

Até o título do cargo tem-se modificado, de Vendedor para Consultor de Vendas. Obviamente, como em todas as outras atividades, o Consultor de Vendas também tem os seus pontos positivos e negativos:

Algumas características positivas:

– Autonomia – Uma maior liberdade de ação em relação a atividades fechadas.
– Altos ganhos – O maior ponto de atratividade da profissão, pois normalmente é atividade comissionada, assim o profissional é quem faz o seu salário, ou seja, quanto mais vende, mais ganha.
– Desafios constantes – Para quem é acomodado, não é a atividade ideal. É própria para quem tem um espírito desafiador, dinâmico e gosta de superar obstáculos.
– Network – A própria atividade propicia a oportunidade de uma extensa rede de relacionamentos, úteis em todos os sentidos.
– Atividade externa – Para quem gosta de fazer visitas, estar “fora”. Se sua vocação é ficar em um escritório, sentado atrás de uma mesa, também não é essa sua profissão.
– Aprendizado constante – A cada dia, a cada contato, a cada visita, a cada venda efetuada ou um não recebido, há um aprendizado. Afora isso, as conversas, os assuntos do dia-a-dia, as histórias que passa a conhecer através dos seus relacionamentos.

Alguns pontos negativos:

– Lidar com os “nãos” e gente mal educada. Isso existe em todo lugar.
– É um trabalho externo, sujeito às intempéries, como: trânsito, filas e alguns chás de cadeira.
– Nem sempre é fácil decolar, fazer uma carteira de clientes. Isso exige talento, persistência e muitos desistem antes disso.

Para os que nasceram para exercerem a função de Representante Comercial ou Consultor de Vendas o sol brilha, pois cada vez mais assumem um papel relevante na estrutura das Organizações. Diria, até, uma peça vital para a permanência e crescimento das empresas.

Por isso, alguns recursos psicológicos e valores são pertinentes a esse profissional.
São, em essência, os seguintes:

– Crença em si mesmo
– Orgulho pela profissão
– Autocontrole
– Autodeterminação
– Autoconfiança
– Entusiasmo
– Comprometimento
– Persistência
– Independência
– Iniciativa
– Pontualidade
– Flexibilidade
– Vigor
– Educação
– Bom humor
– Conhecimento de técnicas de vendas
– Boa apresentação
– Boa comunicação
– Conhecimento do (s) produto (s)
– Conhecimento da concorrência
– Conhecimento da empresa representada
– Conhecimento do cliente

Se você nunca pensou sobre isso, quando lhe perguntarem “O que você faz”? Encha-se de orgulho, permita que seus olhos brilhem de entusiasmo, e diga: “Sou um Profissional de Vendas”.

Fonte: Reinaldo Passadori – Professor e Diretor do Instituto Reinaldo Passadori de Comunicação Verbal, Administrador de Empresas com especialização em Recursos Humanos.

Empresas Criativas Superam as Demais em Produtividade, Sucesso e Longevidade.

A questão fundamental é: COMO SE TORNAR UMA EMPRESA CRIATIVA?

As respostas (pessoas criativas sempre buscam mais de uma resposta “certa”) para este questionamento encontram-se dentro de cada empresa, e são percebidas quando se criam caminhos que incentivem e facilitem a comunicação interna e o fluxo de idéias e ações inovadoras. Estes caminhos não são fáceis de serem identificados e menos ainda de serem trilhados, pois ainda nos deparamos com paradigmas dentro das empresas que inibem a expressão do pensamento criativo.

Afirmar que a CRIATIVIDADE hoje representa um fator de longevidade e sucesso para a maior parte das empresas não é mais novidade. Contudo, por incrível que pareça, podemos comparar a criatividade à água, ao ar, e à eletricidade, elementos que tendemos a valorizar quando sentimos sua falta. Enquanto estão aí disponíveis, se tornam tão integrados ao nosso dia-a-dia que nem nos damos conta de sua preciosidade. Mas, basta faltar energia elétrica por algumas horas e temos o caos na cidade. Basta ficarmos alguns instantes sem ar e entramos em pânico, pois dele depende nossa sobrevivência.

A criatividade também está disponível para pessoas e empresas, mas ainda há muito que se fazer a respeito, para que ela receba o valor e o espaço que merece. Apesar de todos os livros, cursos e matérias sobre este assunto, temos inúmeros mitos para derrubar, bloqueios para superar e espaços para conquistar. O lado positivo desta história é que empresas e profissionais estão cada vez mais interessados em compreender e aprofundar este tema, pois perceberam que realmente temos um “universo de possibilidades” a ser descoberto e explorado.

“Se tivesse que definir a sociedade pós-industrial de outra maneira, eu a definiria como sociedade criativa. Nenhuma outra época teve um número tão grande de pessoas com cargos criativos: em laboratórios científicos e artísticos, nas redações dos jornais, equipes televisivas e cinematográficas, etc. São milhares e milhares de pessoas.” Domenico De Masi

“Para levantar novas questões, novas possibilidades, para tratar problemas antigos de uma nova maneira, é necessário imaginação criativa e isto representa o verdadeiro avanço científico.” Albert Einstein

“A criatividade não é atributo apenas de artistas e cientistas. Em maior ou menor grau, ela é inerente ao ser humano. Se algumas pessoas desenvolvem o seu potencial criativo e outras não, isso se deve a um fator primordial: o prazer de pensar. Para alguém criativo, ter uma boa idéia é, antes de tudo, agradável e gratificante.” – trecho da matéria: “A idéia que mudou minha vida” de autoria de João Gabriel de Lima, publicada na revista Veja (edição 1800 de 30/04/2003).

“Quem quiser inovar precisa ser, ao mesmo tempo, teimoso e flexível. O difícil é saber quando ser um ou outro.” Jeff Bezos (fundador da Amazon).

“É impossível definir criatividade, assim como não se define genialidade. O estudo dos grandes criadores revela dois fatos. O primeiro é que ninguém cria do vácuo. Todas as civilizações evoluem de sociedades anteriores. Também ninguém vira um grande criador por sorte. Todo ato criativo, mesmo quando ele surge num lampejo, é fruto de muito trabalho, estudo e conhecimento.” – Paul Johnson em entrevista intitulada “O motor do mundo” – revista Veja (edição 1962 de 28/06/2006)

“Inovar tornou-se vital para empresas de qualquer porte ou setor. De acordo com 90% de mais de 900 altos executivos entrevistados pela consultoria internacional de estratégia BCG, o crescimento orgânico dos negócios só é possível hoje com transformação de novas idéias em boas mercadorias. Companhias que não inovam selam uma sentença de morte.” – revista Exame (23/11/2005 – edição 856)

"O Brasil é um país criativo e seu amor por atividades descentralizadas deve ser transformado em sua maior riqueza", disse Nicholas Negroponte, um dos fundadores do MIT Media Lab em entrevista originalmente publicada no site Magnet (em 09/10/03)

É comum ouvirmos que o “Brasil é um país com um povo criativo”, mas infelizmente, grande parte deste potencial tem sido mais direcionado para o “jeitinho brasileiro” do que para o crescimento, desenvolvimento, progresso e sucesso de nossas empresas. Não que não tenhamos empresas criativas, longe disso. Elas existem e estão aí para comprovar a importância da CRIATIVIDADE e da INOVAÇÃO no mundo empresarial. Mas temos ainda um número imenso de empresas que podem ampliar ou até começar a fazer uso deste potencial latente.

Ao trabalhar com workshops de CRIATIVIDADE percebe-se que muitas pessoas precisam de espaço para expressar seus potenciais latentes, o que nos faz ter a certeza de que: O SER HUMANO NASCE CRIATIVO e quando esta criatividade encontra espaço, ela se manifesta prontamente. O que nos falta é mais fácil conseguir, pois precisamos:

1) Permitir que as pessoas voltem a se conectar com suas vertentes criativas (nascemos criativos, mas tendemos a bloquear o acesso à nossa criatividade).

2) Demonstrar que é possível direcionar os talentos criativos para as mais variadas áreas dentro da empresa, indo muito além das áreas de Marketing, Publicidade e Criação de Produtos, passando por todos os setores onde haja demanda de inovação, solução de problemas e melhoria contínua.

3) Criar o clima favorável para que as pessoas percebam quando é o momento de perpetuar o que já está padronizado e funcionando e quando é o momento de buscar e oferecer novas saídas, idéias e soluções. Algumas empresas incluíram em sua rotina de trabalho momentos inteiramente dedicados à expressão criativa (ex. 15 a 30 minutos, uma vez por semana), para que este potencial esteja constantemente estimulado e fortalecido.

4) Aprender a lidar com os erros de forma mais efetiva e funcional, como foi muito bem colocado por Richard C. Whiteley no livro Ame seu Trabalho: “O importante é lidar com os erros de forma que você tanto minimize o impacto deles, quanto MAXIMIZE o que aprende com eles”, Só uma postura mais madura diante dos erros permitirá que as pessoas ousem mais, se expressem com mais confiança e, assim, alcancem resultados inovadores, sem medo de reprimendas.

5) Abrir espaço para expressão com canais de comunicação menos burocráticos e que ofereçam constante feedback sobre as sugestões oferecidas pelos colaboradores, explicando inclusive o motivo de determinadas idéias terem sido adiadas ou rejeitadas. Parece bobagem, mas existe um certo ressentimento por parte dos funcionários causado pela displicência em relação às sugestões que fazem, a falta de reconhecimento e, o que é pior, a apropriação indébita de suas idéias por terceiros que ganham o mérito e os deixam sem nada. Estes são pontos que merecem atenção especial, pois podem fazer com que programas para fortalecimento da Criatividade percam sua credibilidade.

Estes são apenas alguns dos pontos a serem trabalhados pelas empresas interessadas em fortalecerem seu “Capital Criativo”. Na verdade, este é um processo de contínua evolução, que torna-se cada vez mais estimulante, pois quanto mais a Criatividade é posta a prova, mais ela flui e mais amplia nosso “Universo de Possibilidades”.

Fonte: Mônica Landim

Desenvolvendo a Coragem

Desenvolver a coragem não quer dizer pular de pára-quedas ou praticar bungee-jump. Apesar de estas atividades exigirem uma enorme dose de bravura, é necessário pensar muito mais alto e dizer um enfático sim à vida! É importante que sejam dados os passos necessários para se chegar mais perto da pessoa que se deseja ser.

E como o medo pode ser útil?

Ele pode deixá-lo de sobreaviso em relação a um perigo em potencial, ajudá-lo a manter um foco claro e diferenciar o certo do errado. Também pode desafiá-lo, motivá-lo e lhe dar energia para agir.

Você, por acaso, já teve que se submeter a um teste ou fazer uma apresentação no trabalho e depois sentiu tanta energia que achou que estaria pronto para qualquer coisa?

Quando se sai da zona de conforto e se enfrenta os medos, tudo o que costumava assustar ou que parecia impossível torna-se mais fácil e a zona de conforto se expande.

Enfrentar os medos desenvolve a confiança e a força emocional. Quanto mais se trabalha o medo, mais a confiança cresce.

Muitas vezes evitamos tomar atitudes que melhorariam nossa qualidade de vida esperando que o medo desapareça. Por exemplo: você decide não mudar de carreira temendo não ganhar tanto dinheiro ou não ter tanto sucesso quanto tem atualmente. Em vez de tentar se dedicar a algo de que goste de verdade, você continua em seu emprego na esperança de algum dia acordar com coragem suficiente para tomar uma atitude. Se ficar aguardando o medo se dissipar, acredite, sua espera será bem longa.

Tudo o que vale a pena na vida envolve o medo, seja falar com um estranho, dar uma palestra ou terminar um relacionamento fracassado.
Fugir das experiências por medo significa perder a oportunidade de tornar a vida mais rica e interessante.

Não importa o motivo do medo. O que parece terrível para alguns é café pequeno para outros. Mas a única maneira de aprender a enfrentá-lo é praticar, praticar e praticar.

Boa Sorte e mãos à obra!

Fonte: Cláudio Boriola – consultor financeiro