Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

TODDY premia consumidores com smartphones

A PepsiCo lança a promoção COW ME TODDY®, que está válida de 01 de agosto a 15 de outubro. Para celebrar a expansão da marca, TODDY® preparou para os fãs uma surpresa que irá cowzar nos supermercados do Brasil. Na compra de qualquer produto TODDY® -linhasachocolatados, achocolatado pronto para beber biscoitos e snacks os consumidores poderão se cadastrar no site da promoção e concorrer a um smartphone: o Galaxy Mini. Os 60 ganhadores receberão uma ligação das vacas mais divertidas do Brasil dando a notícia. Para participar, os fãs da marca deverão cadastrar o número do cupom fiscal no site www.cowmetoddy.com.br, juntamente com o código de barras e os dados pessoais. Cada consumidor terá direito a cadastrar 100 produtos por CPF, sendo que cada produto cadastrado dará direito a um número da sorte no qual o consumidor concorrerá ao prêmio.

Fonte: Cidade Marketing

Comunicação gerando produtividade e inovação

Toda empresa que deseja se manter no mercado precisa inovar constantemente, seja nos processos internos, seja nos seus produtos (serviços) e comunicação com o mercado. Para tanto, entendo que qualquer inovação só acontece quando existe contribuição das pessoas envolvidas no negócio, sejam elas colaboradores, parceiros ou fornecedores. Estabelecer um canal de comunicação efetivo com essas pessoas é um fator determinante para aumentar a produtividade e gerar inovação.

Independente do porte da empresa, uma boa comunicação interna é extremamente necessária e, ao contrário do que se pensa, estabelecer essa comunicação é um grande desafio inclusive para micro e pequenas empresas. A estratégia é tornar essa comunicação parte da cultura organizacional, inserindo essa consciência em todos os níveis hierárquicos de forma que a sua prática seja um hábito e um valor para todos.

Uma empresa que se comunica gera alto nível de satisfação profissional entre os seus colaboradores que, por consequência, se desenvolvem mais e melhor, individualmente e coletivamente, aumentando a produtividade do negócio como um todo. Informar o que você espera de um colaborador e o que ele tem que fazer não é o que chamo de comunicação. Ela vai além, este profissional precisa saber de que forma contribui com o seu trabalho.

A boa comunicação é aquela que facilita a resolução de problemas e conflitos que naturalmente acontecem em qualquer empresa. Mas é comum vermos setores interdependentes que não fazem ideia de qual é a rotina e necessidade de cada área envolvida, assim jamais será possível resolver alguma questão com agilidade. Esse é apenas um exemplo, poderia citar inúmeros outros. Acontece que a falta de comunicação gera um desperdício e retrabalho que pode ser crucial para a sobrevivência de um negócio.

Minhas experiências profissionais e empreendedoras mostraram-me um fato: somente quem está à frente de determinada operação sabe exatamente o que se passa. Empreendedores, saiam do conforto de suas cadeiras e verifiquem de perto o que acontece em suas empresas! Entendam que hierarquia serve apenas para determinar responsabilidades. Permita que qualquer colaborador, em menor ou maior grau, chegue até você com sugestões e informações, isso vai gerar um ambiente enriquecedor e colaborativo, onde muitas soluções e inovações podem ser reveladas.

Fonte: Administradores

Sensodyne lança campanha com dentistas renomados

"Sensodyne cuida dos seus dentes sensíveis. Os experts colocam a sensibilidade no lugar certo". Com esse mote, a marca lança campanha para mostrar que sensibilidade pode estar em todos os lugares e em diversos momentos, menos nos dentes. Para estrelar a nova campanha, Sensodyne convidou três experts nos seus meios de atuação: Dra. Gisele Versannio – CRO SP 60.450, dentista; Dalton Rangel, chef de cozinha e apresentador, e Chiara Gadaleta, consultora de estilo. Nos chamados Minutos Sensodyne, os experts ensinarão algumas dicas práticas de Saúde Oral, Gastronomia e Estilo em vídeos de 60 segundos. Também farão postagens diárias no Facebook, trazendo para o público mais informações sobre essas três áreas, reforçando sempre a ideia de que sensibilidade tem lugar certo. Criada pela agência Grey Brasil, a ação teve início segunda-feira, dia 5 de agosto, no Facebook da marca e em seu Brand Channel no Youtube.

Fonte: Cidade MArketing

Os processos e a liderança

Atuando com a gestão da qualidade, acostumamo-nos a trabalhar com o desenvolvimento e estruturação de processos, que irão garantir a confiabilidade na execução das tarefas, visto que possuem padrões, procedimentos, manuais claros, etapa por etapa, ação por ação, movimento por movimento, facilitando o trabalho da liderança. Com certeza, o desenvolvimento de padrões, criação de práticas de gestão adequadas, implementação sistemas de avaliação e controle das práticas de gestão contribuem (e muito!) para a melhoria da gestão de uma organização.

Muitas vezes, o que se torna difícil de compreender é que, por mais que os processos sejam bem estruturados, isto não exime a importância que as pessoas têm para o atingimento dos resultados desejados. Quando a organização elabora um planejamento estratégico, define metas difíceis de serem atingidas, cria projetos estratégicos para viabilizar o alcance dos objetivos, não são os procedimentos, padrões e manuais já existentes que colocarão o planejamento em prática, e sim a capacidade de criação, o conhecimento advindo do treinamento e capacitação, o nível de comprometimento adequado e a comunicação clara e estimulante da liderança sobre o que se espera do trabalho de cada equipe.

A influência humana continua sendo o principal fator crítico para o sucesso das organizações. E como os colaboradores são o espelho de seus líderes, é na liderança que se encontra o ponto mais difícil de ser trabalhado nos sistemas sociais. Conheci empresas nas quais o nível tático está mais interessado e envolvido com o sucesso da estratégia do que a própria diretoria executiva. E qual o resultado disso? Lentidão na mudança organizacional, desmotivação do nível tático, que está focado em desenvolver a organização, mas que é travado pela diretoria. Por sinal, a diretoria deveria ser a maior parte interessada disso tudo, afinal, toda a estratégia resulta nas metas dos indicadores financeiros do Balanced Scorecard.

É nesse contexto que se insere as ações de desenvolvimento voltados para as lideranças. Quando a estratégia é montada somente pela alta diretoria, os líderes não enxergam a necessidade de aprendizado deles mesmos para o sucesso da organização, e isto acaba não entrando no Plano de Ação. É necessário destacar a importância do desenvolvimento da liderança para o sucesso da organização, apontando as consequências negativas de um líder que não é exemplo, não dá o norte a partir da estratégia. Para confirmar a importância disso, em estudo realizado com as organizações vencedoras do Prêmio Malcom Baldwich (Prêmio da Qualidade dos Estados Unidos), observou-se que as empresas vencedoras do Prêmio investem no mínimo 100 horas de treinamento/ano em capacitação de lideranças, além de atividades complementares como coaching e mentoring.

Fica, para reflexão, estas questões simples, mas talvez reveladoras:

1) Sua empresa se preocupa com o desenvolvimento dos líderes?

2) Os líderes se preocupam com o próprio desenvolvimento?

3) Qual é o papel dos líderes? Eles estão cumprindo este papel?

Se as respostas forem negativas, está na hora de implementar uma mudança…

Fonte: Administradores

Por quê é tão difícil inovar?

Autora: Gisela Kassoy

Há um tempo foi criado um debate, através de um grupo no LinkedIn, sobre "qual seria o maior obstáculo à inovação?". Em um mês, as respostas somaram quase 400. A primeira coisa que constato, então, tamanha adesão ao tema, é a aceitação quase unânime de que inovar é difícil. Ok, fácil não é. Mas uma inovação não pode ser tão difícil a ponto de ser evitada, sobretudo quando visualizamos que ela pode valer à pena. Aliás, será que umas das dificuldades em inovar não é justamente a incapacidade de assegurar o seu sucesso antes de ele acontecer?

Voltemos à discussão do LinkedIn: Entre as respostas, quase todas em apenas em uma palavra, 16 mencionavam o medo como maior obstáculo, e umas 20 tinham o componente medo embutido, como aversão ao risco, preconceito, conservadorismo, etc. Passividade, inércia, indiferença e similares vieram logo depois, seguidos pelas questões mais práticas, como falta de tempo, dinheiro, planejamento ou excesso de burocracia.

Desprezando as respostas incompreensíveis ou bizarras, ficamos com uma saraivada de questões de cunho comportamental até chegarmos aos obstáculos concretos. E a comunidade em questão nem é de psicólogos, mas sim de profissionais que atuam com inovação!

Mas a questão do medo ter sido citada em primeiro lugar faz sentido: o novo, por definição é desconhecido, e o ser humano é programado para reagir mal ao que não conhece. Programado mesmo: há uma parte do nosso cérebro, não a toa chamada de cérebro reptiliano, que é igualzinha a dos animais. E o que os animais fazem diante do desconhecido? Fogem ou atacam. O que fazem os humanos diante de uma proposta de inovação? Fogem ("isso não é prioridade da empresa", "não tive tempo para cuidar disso" etc.) ou atacam ("que ideia maluca!", "de onde vamos tirar o dinheiro para isso?"…).

Então, aqui vai a primeira dica para quem quer disseminar uma inovação: não deixe seu interlocutor desconfortável, sem entender direito do que se trata, pois aí ele "solta os bichos". Leve-o a um patamar menos primitivo, seja pelo lado emocional, apelando para a empatia ou pelo racional, apelando para os benefícios da inovação em questão.

Isto é válido para a apresentação de uma inovação para chefes e colegas, assim como para o texto que um profissional de comunicação irá fazer para apresentar um produto inovador.

Agora, uma coisa é o medo instintivo, outra, completamente diferente, é a dificuldade em administrar riscos. Pois é, em se tratando de inovação, risco zero não existe, mas existem formas de minimizar ou reverter riscos potenciais de uma ideia.

Criei uma fórmula bastante simples para dar uma visão das consequências negativas que uma ideia pode gerar. Basta listar todos os problemas potenciais e depois analisar como cada um deles pode ser evitado, revertido ou compensado. Se a maioria deles não tiver solução, aí sim, pode-se pensar em desistir, mas abandonar uma ideia antes disso pode ser um grande desperdício.

Passemos então para as questões mais palpáveis: por exemplo, a falta de tempo. Poderíamos alegar que, no caso de um profissional de comunicação, o tempo que ele leva para fazer um texto inovador não é muito maior do que um "Control C, Control V" de seu arquivo mental. E gerar ideias, por si só, nem sempre toma tempo, pois elas podem surgir em momentos de não trabalho, como no banho, na prática de esportes e assim por diante.

Na verdade, o tempo que se precisa para inovar acontece antes e depois da grande ideia: é preciso tempo para absorver inputs sobre um produto ou serviço, captar as tendências do mercado, as necessidades dos clientes. E não apenas tempo. Para alimentar nossas mentes, para que elas gerem as futuras ideias, é preciso um estado de relaxamento, nada de culpa por não estar "trabalhando de fato".

É preciso também tempo para formatar e vender ideias realmente inovadoras: tudo o que for diferente do esperado irá demandar exposições, explicações e, por que não, protótipos.

O Google tem uma proposta interessante para seus profissionais: a chamada estratégia do 70/20/10. Explicando: 70% do tempo deve ser dedicado aos principais produtos da empresa, 20% do tempo aos serviços secundários e os 10% restantes são para a inovação.

Se 10% for muito, pode-se tentar 5 ou 2%. O importante é que algum tempo seja dedicado de fato, por inteiro, ao processo de inovação.

Falemos de outro recurso precioso: o vil metal. Precisamos de dinheiro para projetos, protótipos, até para convencer pessoas sobre os benefícios de uma inovação. Mas, será que não dá para ser criativo e reduzir os custos de implantação de uma inovação? Afinal, uma boa ideia muitas vezes se sobressai pela simplicidade.

Enquanto eu escrevia este artigo, mais três pessoas deram seus palpites no LinkedIn sobre as dificuldades para se inovar. Ninguém inovou na resposta. Até porque falar sobre como certas coisas atrapalham nossas vidas é fácil demais.

Dizem que inovar é difícil. Concordo. Mas nada que umas pitadas de criatividade associadas à determinação não resolva…

Gisela Kassoy é especialista em criatividade, inovação, adoção de mudanças e programas de ideias.

Fonte: ClienteSA