Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

Nike lança ação da fita

A tradição brasileira de desejar boa sorte e realizar um desejo por meio de fitas amarradas no corpo saiu da Bahia e ganhou o Brasil. Uma ideia similar à tradicional fitinha do Senhor do Bonfim poderá ajudar a Seleção Brasileira de Futebol e mobilizar milhares de torcedores antes da Copa do Mundo.

A Nike, uma das patrocinadoras do grupo que vai à África do Sul disputar o mundial, que acontece em junho, lançou a “Ação da fita”. Os torcedores que quiserem deixar uma mensagem de boa sorte à Seleção Brasileira podem recorrer às fitas da sorte disponíveis na Nike Store do Shopping Mueller.

O torcedor escreve a mensagem de incentivo em uma fita que, posteriormente, será repassada pela Nike aos jogadores brasileiros. A outra fitinha deve ser amarrada no pulso do torcedor para que o desejo se realize.

Fonte: Promoview

“Raspa essa Brasil” com a Hortifruti

A Copa do Mundo já começou no Hortifruti. A rede oferece aos clientes cariocas, até o dia 18/06, a promoção “Raspa essa Brasil”. A ação de marketing promocional dará brindes instantâneos em um cupom entregue para o consumidor que gastar R$ 20 em compras nos pontos de venda.

Serão distribuídos 16 mil brindes como squeezes, sacolas, bolsas térmicas e bolas de futebol. Aqueles que efetuarem o pagamento com o Cartão Hortifruti receberão cupons em dobro. Por fim, a rede varejista fará o sorteio de TVs de LCD – em cada uma das 17 unidades Hortifruti – dia 19/06.

Fonte: Promoview

São Paulo recebe primeira “loja grátis” do País

Uma loja com inúmeras opções para todos os gostos, onde são oferecidos produtos recém-lançados no mercado a custo zero. Este é o intuito dos empresários paulistanos Luiz Gaeta e Denis Shimada, ao apresentar ao consumidor brasileiro o Clube Amostra Grátis. A loja será inaugurada dia 11/05, na Vila Madalena, um dos bairros mais alternativos e ecléticos de São Paulo. Trata-se de um clube exclusivo que oferece gratuitamente produtos a seus associados.

A ideia surgiu no ano passado após os empresários constatarem o sucesso de lojas precursoras nesse segmento na China (SamplePlazza), EUA (SampleU), Japão (SampleLab!) e Espanha (Esloúltimo). Neste último país, aliás, a loja projetava faturar cerca de € 3 milhões no primeiro ano de funcionamento. A previsão para o Brasil é chegar ao faturamento de R$ 3 milhões ainda em 2010, segundo os idealizadores.

Um dos destaques do Clube Amostra Grátis diz respeito aos produtos de alto valor agregado. Com mais uma opção de teste, o sócio poderá testar um notebook dentro da loja, por exemplo, e ainda levar para casa os cinco produtos a que tem direito mensalmente. Outro benefício do associado Clube Amostra Grátis é que, dependendo da frequência na participação de testes na loja e na resposta das pesquisas, sua pontuação vai aumentando e também as vantagens que lhe serão oferecidas. “Em outras palavras, será um modelo similar ao conceito internacional, mas com detalhes específicos para o consumidor brasileiro”, explica Luiz Gaeta. Daí a ideia de se criar um espaço exclusivo, onde apenas associados podem ter acesso por meio do cartão fidelidade.

Para as empresas, o ambiente do Clube Amostra Grátis será o metro quadrado mais democrático de São Paulo, já que marcas concorrentes poderão conviver harmoniosamente, sem diferenças ou preferências graças ao trânsito livre dos fundadores do Clube em empresas e agências, e à autonomia de investimentos. Este cenário garante uma negociação comercial irrestrita e pesquisas de satisfação totalmente imparciais e isentas de informações que possam influenciar a opinião do associado. Por ter este caráter “pessoal”, as pesquisas são mais confiáveis e têm inestimável valor para as empresas prepararem suas estratégias de vendas e lançamentos.

Como funciona o Clube Amostra Grátis?
A visão dos dois empresários foi muito além do que se conhece hoje a respeito do marketing tradicional. Sob o conceito do tryvertising (algo do tipo “teste antes de comprar”), eles criaram um ambiente moderno e descolado que dispõe dos mais variados produtos, desde vestuário até eletrônicos, que poderão ser levados para casa ou, em alguns casos, serem testados à vontade na loja.

O processo para se tornar associado é simples: o interessado em se tornar sócio do Clube Amostra Grátis deve fazer o cadastro on-line no site e efetuar o pagamento da taxa de inscrição promocional de inauguração no valor de R$ 50,00. Com isso feito, ele receberá uma confirmação do cadastro via e-mail e instruções para comparecer à sede do Clube Amostra Grátis com seus documentos pessoais. Na mesma hora o associado retira a carteirinha que dará acesso livre às próximas visitas e tira uma foto para constar no sistema do Clube, garantindo segurança ao associado, e já poderá conferir as últimas novidades do mercado, escolhendo até cinco itens diferentes por mês, sem repeti-los nos meses seguintes.

Um dos benefícios do associado é ter acesso em primeira mão aos lançamentos do mercado. E é aí que entra o grande segredo do negócio: a pessoa sai da loja sem gastar nada e, em contrapartida, responde a um questionário que dará um feedback em relação a cada item, apontando defeitos, qualidades, pontos positivos, prós e contras. Na verdade, trata-se de uma pesquisa de mercado capaz de auxiliar a empresa com níveis de eficiência jamais vistos, afinal o consumidor vivenciará e experimentará um produto que ele mesmo escolheu e consequentemente responderá sobre aquilo que, de fato, lhe interessa, e de uma forma espontânea.

Os produtos são mesmo de graça?
Sim, cada produto exposto no Clube Amostra Grátis tem custo zero para o bolso do consumidor. A única despesa será com a taxa de inscrição para se associar. O faturamento para a empresa, na verdade, vem a partir das marcas que fecham negócios e colocam seus lançamentos à disposição. “Em vez de investir R$ 60 mil com uma pesquisa de mercado tradicional, por exemplo, agora o empresário pode gastar muito menos por meio do Clube Amostra Grátis”, esclarece Gaeta.

Tryvertising no mundo
O nome já diz por si só: try (teste) + vertising (advertising, propaganda). Ou seja, é uma forma de o consumidor conhecer o produto por meio da experimentação, tirando suas próprias conclusões baseadas não na mensagem de uma propaganda, mas sim, por uma experiência profunda.

Complementando o sampling tradicional, o tryvertising oferece a oportunidade da utilização de um produto, sem custos, deixando a decisão de compra para uma próxima ocasião.

Outro conceito, e que pode ser considerado o “pai” do tryvertising, é o trysumers, expressão criada para se referir ao público jovem e antenado, que graças a internet e a facilidade em lidar com novas tecnologias, tem acesso direto e livre às informações sobre produtos e marcas, conquistando “imunidade” às propagandas e aumentando seu interesse por novidades. Esta geração Y e Z, acostumada em testar gratuitamente softwares, por exemplo, são menos vulneráveis às formas tradicionais de marketing justamente por testarem algo antes de comprar.

A ideia vem ganhando adeptos por todo o mundo e as empresas já enxergam neste método algo muito promissor, facilitando a comunicação com seu público alvo. No tryvertising, o consumidor tem a flexibilidade de tempo, interesse e local para se familiarizar com aquilo que o interessa. Desta forma, todos os prós e contras podem ser apontados de acordo com a experiência vivida. Além disso, as pessoas passam a conhecer o que pretendem comprar ou aquilo que desconheciam até o primeiro teste.

Esta nova relação entre o consumidor e a marca é sustentada pelo buzz gerado pelos produtos, já que, se o mesmo agrada, a propaganda boca-a-boca vira a ferramenta mais eficaz para uma divulgação positiva. Ou seja, o êxito da loja se dá por meio do sucesso dos produtos disponíveis, por isso o nome ‘parceria’ cabe perfeitamente neste contexto. Este novo cenário revoluciona o comportamento do varejo, pois além de proporcionar uma experiência real com determinado item, dá credibilidade às marcas por meio de relatos mais realistas e íntimos que acontecem de uma pessoa para a outra, fugindo da maneira tradicional que vemos no varejo atualmente.

“A nossa intenção é inicialmente expandir para toda a cidade de São Paulo, atingindo todos os públicos de acordo com os produtos de interesse e, posteriormente, para todo o País”, finaliza Gaeta.

Fonte: Promoview

Sustentabilidade: A responsabilidade de empresas e consumidores com o Meio Ambiente.

É impossível, hoje em dia, não falar sobre sustentabilidade. Diante de tantos problemas ocasionados pelo desequilíbrio que o homem impôs ao meio ambiente, como mudanças climáticas e poluição, muitas empresas e ONGs difundem o assunto a fim de conscientizar a população acerca da importância de assumir uma postura mais ecologicamente correta.
E, felizmente, essa conscientização tem surtido um efeito muito positivo na sociedade. Segundo estudos apresentados na quarta edição do Congresso Brasileiro de Pesquisa sobre o envolvimento e as práticas de pessoas e companhias quanto à causa ambiental, os brasileiros têm se preocupado mais em comprar produtos “verdes”.
Marcelo Dias, do departamento comercial da SP Brindes, confirma o aumento desse interesse dos consumidores e diz que o faturamento com a venda dos produtos ecológicos cresce mês a mês. “Estamos indo para o segundo ano neste mercado e nosso crescimento tem sido satisfatório dentro do planejamento”, explica.
Para mostrar aos clientes que se preocupam com as questões ambientais, as empresas divulgam ao máximo seus produtos ecológicos e ações sustentáveis. A Ortopé, por exemplo, fez uma ação de marketing promocional com site e hotsite para promover a linha Eco, desenvolvida com materiais de baixo impacto ambiental. Por meio da promoção “Crie um filho, plante uma árvore, escreva um livro”, a marca estimula as pessoas a refletirem sobre o mundo que querem deixar a seus filhos, dá dicas de como plantar sementes e fornece dados de sustentabilidade.
Já O Boticário aproveitou seu aniversário de 33 anos, comemorado no dia 22 de março, para propor o “Dia Sem Carro” a seus franqueados e funcionários, que foram incentivados a deixar seus automóveis na garagem e usar transportes alternativos. Todos foram informados sobre o evento por SMS, para evitar a utilização de papel. O “Dia Sem Carro” faz parte da ação “O Mundo Mais Belo”, uma iniciativa da marca, criada no ano passado, para tratar e discutir assuntos relacionados à Educação Ambiental.

Brindeiros “Verdes”

As empresas do setor de brindes também têm sido cobradas pela sociedade para assumirem um papel responsável quanto à preservação do meio ambiente. Além de oferecerem produtos ecológicos, como ecobags, brindes feitos em MDF e certificados pelo FSC, elas perceberam que também precisam fazer a sua parte por meio de projetos que proponham a prática cotidiana de atividades ambientalmente responsáveis.
A Kapa+Ecoembalagens é um ótimo exemplo de empresa consciente. Pioneira na produção de embalagens e sacolas em tecidos e fibras 100% naturais, ela tem conseguido grandes vitórias na conscientização para a substituição de sacolas plásticas por embalagens ecológicas.
Além de criar produtos que não geram resíduos plásticos, a empresa atua em prol da responsabilidade ambiental e social com o projeto Coleta Seletiva, em que a empresa aproveita as entregas para recolher o lixo reciclável (materiais plásticos) de seus clientes e encaminha para ONGs, que reciclam este material e o utilizam como sustento de catadores de lixo da cidade de São Paulo.
Outra empresa que tem compromisso com a consciência ecológica é a Fujiro Ecotêxtil. Buscando poupar recursos naturais e minimizar os impactos causados ao meio ambiente, ela fabrica seus produtos com malhas recicladas, feitas a partir de garrafas pet e algodão reciclado. Por meio de sua atuação sustentável, que inclui a participação na mobilização mundial contra alterações climáticas “Hora do Planeta 2010”, a empresa pretende causar uma mudança cultural na sociedade, que nem sempre pensa se aquilo que está comprando agride o meio ambiente.
Esses exemplos de sucesso ajudam a perceber que a partir de iniciativas simples é possível contribuir para que a sociedade adquira hábitos mais sustentáveis, inclusive em relação ao consumo. Quanto mais empresas oferecerem brindes ecológicos, mais consumidores vão voltar sua atenção para a questão da responsabilidade ambiental e terão mais interesse nesse tipo de produto.

Playboy desvenda o Marketing nas empresas familiares

Christie Hefner foi responsável por transformar o que seu pai criou em um império de entretenimento

Quando Christie Hefner começou como estagiária na Playboy, aos 24 anos, a empresa era apenas uma revista. Hoje, 30 anos depois, transformou-se em uma das marcas mais reconhecidas do mundo do entretenimento. Formada em Literatura Inglesa e Americana pela Brandeis University, Christie sucedeu o seu pai no comando da empresa, o legendário Hugh Hefner, fundador da revista masculina mais conhecida no mundo.

Em três décadas, ela diversificou o portfólio de produtos da Playboy e criou uma cultura de mercado dentro de uma empresa familiar. Orientada pelos consumidores, a ex-CEO da Playboy Enterprises e eleita pela revista Forbes por três anos consecutivos como uma das “100 mulheres mais poderosas do mundo” levou o conceito da revista para as telas da TV, do celular, lançou produtos licenciados e criou o Playboy Club & Casino no Palms de Las Vegas, nos Estados Unidos.

Christie Hefner acredita que as empresas familiares têm virtudes, uma cultura empresarial diferenciada e que só não inova aquela que não quer correr riscos, tal qual as empresas tradicionais. Em entrevista exclusiva ao Mundo do Marketing, a executiva, que estará no Brasil para o II Fórum HSM de Empresas Familiares nos dias 18 e 19 de maio, explicou que o Marketing nas organizações familiares deve seguir o mesmo caminho das gestões empresariais.

Mundo do Marketing: Como o Marketing é tratado nas empresas familiares?
Christie Hefner: A maneira como o Marketing é conduzido tem bastante a ver com a história e os interesses do fundador. Então posso pensar em diversas empresas, a Playboy seria uma delas, assim como a Estee Lauder, a empresa de cosméticos, ou a Alberto Culver, a empresa de produtos para casa, em que o fundador veio para o mercado como um empresário mais criativo e, portanto, com uma maior orientação para o Marketing. Vamos dizer que, por comparação, o empresário era mais orientado pelas operações ou pela parte financeira. Então essas empresas se beneficiaram por terem um forte foco de Marketing e promoção anteriores.

Mundo do Marketing: Quais erros são mais cometidos em empresas familiares?
Christie Hefner: Pela minha experiência, os negócios em famílias estão menos aptos a aceitar a inovação e existe um maior risco de não aceitar novas ideias. Veja, não estou familiarizada com empresas familiares de quatro ou cinco gerações que podem ser menos empresariais. Mas, pelas minhas experiências e observações, normalmente negócios familiares têm duas ou três gerações no máximo e foram iniciados de uma maneira muito empresarial.

Mundo do Marketing: A tradição dentro de uma cultura familiar pode inibir a inovação?
Christie Hefner: Ela pode impedir a inovação por não querer correr ricos e por não conseguir mensurar o retorno das novas ideias. Muitas empresas familiares, no entanto, começam de forma empreendedora, puramente inovadoras. O perigo é que há muitas boas ideias, muita inovação, mas disciplina insuficiente para implementá-las.

Mundo do Marketing: Fala-se mais dos pontos fracos das empresas familiares do que de suas forças. Quais são elas?
Christie Hefner: Acredito que há três forças principais. Uma é que é provável que uma empresa familiar, sendo uma instituição, se importe ou cuide um pouco mais do seu pessoal. Acredito que isso seja uma força. Em segundo lugar, acredito que haja um comprometimento muito grande com a qualidade, acho que pelo fato de ter o seu nome “na porta”. E, por último, há uma tendência a ter uma visão de longo prazo, para que haja menos riscos em um negócio em família, de maneira que não há uma preocupação muito grande sobre cada decisão simples ou a curto prazo que leve a uma má tomada de decisões. E sobre isso eu acho que é uma tendência maior por existir uma sensação de estar protegido por toda uma jornada.

Mundo do Marketing: Como fazer um negócio familiar passar de geração para geração?
Christie Hefner: A minha experiência pessoal é apenas da geração fundadora para mim. A responsabilidade da próxima geração é estar pronta e mostrar respeito. E a responsabilidade da geração que está sendo substituída é apreciar os benefícios que são provenientes da mente jovem da nova geração e ter a confiança de que a organização e a cultura gerais foram projetadas pelas gerações anteriores. Ou seja, quando uma geração passa o legado para a outra, deve saber que não poderá mais influir no curso da cultura da empresa. Essa influência é intrínseca.

Mundo do Marketing: E como deveria ser o gerenciamento de marca em uma empresa familiar?
Christie Hefner: Em um negócio que lida com público, o gerenciamento de marca deve ser de frente e central. No nosso caso, construí estratégias para o crescimento com a ideia central de que nós somos uma empresa focada na marca. Não uma empresa de publicações, nem uma empresa de mídias, mas uma empresa focada na marca. Isso pode ser um exemplo extremista devido à força da marca Playboy, mas acredito que em todas as empresas, não apenas em empresas B2B, mas em empresas B2C, o gerenciamento de marca deve ser frontal e central e não o trabalho de uma pessoa, como o responsável pelo Marketing. Deve ser uma preocupação de todos, começando do diretor executivo, em termos de quais decisões são tomadas, sobre onde investir, não apenas o capital, mas a marca propriamente.

Mundo do Marketing: Playboy se tornou um grande negócio. Quais foram os princípios que nortearam este caminho?
Christie Hefner: Não surpreendentemente, acredito que os princípios tenham muito a ver com o que estamos conversando. Então trabalhamos duro para manter o que há de melhor em ser uma empresa familiar: um comprometimento com a qualidade e a inovação e, ao mesmo tempo, ser mais disciplinados em determinar em quais negócios tínhamos mais vantagens competitivas e na melhor forma de estar em tais negócios. E então focamos em construir a marca. Usamos isso como a medida mais importante de nosso sucesso. Aí nos perguntávamos “A marca é mais popular ou não?” “Estamos alcançando mais pessoas?” “Temos mais consumidores?” “Tínhamos mais fãs?” e assim fomos capazes de chegar onde chegamos com a expansão internacional, a expansão de mídias e a expansão do licenciamento.

Mundo do Marketing: Vocês se tornaram um grande grupo do entretenimento, quais foram os desafios?
Christie Hefner: Um dos desafios da empresa foi, e ainda é, que na mídia e na indústria de entretenimento vem havendo muita consolidação, assim como em outras indústrias. Como a Playboy é uma empresa de porte médio independente, e não uma grande empresa, não é tão simples negociar com empresas a cabo, fornecedores de satélite, varejistas ou anunciantes. Acredito que este seja um desafio crescente para empresas independentes menores.

Mundo do Marketing: A indústria da qual a Playboy faz parte é uma das que mais vende no mundo. Quais são os motivos para isso?
Christie Hefner: A razão da Playboy ser grande se deve ao fato de vender entretenimento e um estilo de vida que é atraente para homens em contextos de entretenimentos diferentes. Como o que temos em Las Vegas; assim como, claro, no formato da revista. Acredito que entretenimento de qualidade é a maior exportação dos EUA e é um interesse universal.

Mundo do Marketing: Você falou sobre entender o cliente, o que ele quer, o que ele sente. O que podemos fazer para entender o consumidor?
Christie Hefner: Acho que é um equilíbrio entre ouvir o consumidor, fazer pesquisas frequentes com nossos leitores, os telespectadores do canal, nossos compradores, e acoplar a isso o sentido da marca. O que a sua marca representa. Você não pode delegar isso aos consumidores, o controle da marca ou do produto. Mas é preciso estar ciente e ouvi-los. Para falar da revista, de acordo com os interesses do homem de hoje, incluímos mais tecnologia, mais sobre saúde e bem estar do que o que era falado nos anos 1950, quando meu pai começou a Playboy. É preciso balancear o que você fornece, no nosso caso o estilo de vida Playboy, e o que ele significa, com base nas mudanças que ocorrem no decorrer do tempo e como os interesses e necessidades dos consumidores evoluem.

Por Bruno Mello

Fonte: Mundo do Marketing