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Tenha uma boa “crise”

Albert Einstein disse: “Não pretendemos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo”. A ‘crise’ é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado.

Há algum tempo a palavra “crise”, que ganhou curso na economia a partir do século XIX, povoa com bastante intensidade os noticiários e, consequentemente, o pensamento de todos nós. Tal situação é reflexo das dificuldades econômicas enfrentadas por diversos países, que têm modificado e afetado, de forma drástica, a vida de milhares de pessoas em todo o mundo.

Do grego “krísis,eos”, crise significa “ação ou faculdade de distinguir, decisão”, por extensão, “momento decisivo, difícil”. Trata-se de uma derivação do verbo grego krino, “separar, decidir, julgar”. Já em latim, o substantivo crise (crisis, is) significa “momento de decisão, de mudança súbita”. Esse vocábulo era e ainda é usado especificamente na medicina para definir a decisão frente a mudança na evolução de uma doença, constituindo o momento crucial para a cura ou para a morte. Se pesquisarmos um tanto mais, encontraremos, ainda, outras significações para essa palavra. Para os chineses, por exemplo, crise é definida como “oportunidade ou fim”.

Por mais que existam tantas formas de interpretá-la, concordo com a afirmação de Einstein: “crise” é a melhor benção que pode ocorrer em nossas vidas, pois obriga-nos a encontrar a criatividade intrínseca para superar, vencer e crescer. As próprias etimologias da palavra nos chamam atenção para a tomada de decisão diante de mudanças inesperadas, uma prova que nenhuma crise é necessariamente ruim, pois, superando-as, sairemos mais fortes.

Mesmo quando, em tempos nebulosos, perdemos algo, podemos nos fortalecer. Nenhuma perda é para sempre; o fim de algumas coisas faz parte da vida e muitas vezes algo precisa acabar para dar espaço a uma nova mudança. Quando entendemos o fim como um novo caminho, a vida toma um sentido promissor.

Podemos, então, efetivamente viver; não somente sobreviver. Geralmente o fim daquilo a que nos apegamos ou acomodamos nos tira da famosa “zona de conforto” e provoca, em cada um, questionamentos sobre a vida, sobre aquelas questões que adiamos a resolução. Lembra-nos que nada é para sempre e dá uma noção real de que o tempo anda, não pára e não espera. Ensina que tudo vale a pena e que nenhum sacrifício é em vão.

E por falar em sacrifício… esta é outra palavra injustiçada. Geralmente as pessoas a associam a algo “ruim”, pelo fato de vivermos numa sociedade que valoriza o fácil, estimula o comportamento hostil e preguiçoso. Todavia, esta palavra nasce da união dos termos “sacro” e “ofício”, ou seja, “trabalho sagrado”.

Pelo simples fato de sermos humanos, existem circunstâncias em que nada ou quase nada podemos fazer. Porém, independente da escolha que fazemos, a vida segue e certamente tempos melhores “se abrirão” no futuro, sentindo que nossos planos fluíram a contento.

Pense de forma sincera: na atual conjuntura social e econômica em que vivemos, quantas pessoas você conhece são capazes de realizar o sacrifício de modificar a si mesmas e transformar fracasso em sucesso, angústia em criatividade? Quem, desse vasto grupo, poderia conjugar os verbos que derivam da crise, ou seja, “superar” a si mesmo sem ser “superado” por ela?

Devemos meditar a respeito das coisas que interiormente nos bloqueiam e reagir, tendo em nós que, apesar de todas as dificuldades oferecidas durante nossa trajetória, nada poderá impedir nossa vitória: a não ser nós mesmos. Descobrir a importância dos sacrifícios é vencer. O ideal é passarmos a respeitar o “tempo certo do nosso interior” e perceber que é preciso bater mais do que uma vez na mesma porta (aquela que obstrui seus sonhos) até que ela se abra. Quando ela se abrir, permita-se também descobrir algo maior. Entenda que aquele sonho pode não ser só seu. Todo sacrifício e superação empenhados hão de inspirar outras pessoas e muitas outras portas podem ser abertas e, de maneira consequente, perdas serão superadas e vidas, transformadas.

Falar sem parar nas crises, dedicando grande parte do nosso precioso tempo a esse assunto, é promover o conformismo. Em vez de ajudar a propagar tantas desgraças, podemos agir diferente. Nós temos a capacidade de fazer valer a pena o sacrifício e insistir na força do nosso trabalho. Lembre-se de que a única crise verdadeiramente ameaçadora é a tragédia do homem que cruza os braços conformado e desiste de si mesmo. Todo resto pode ser superado; basta confiar, pois aquele que acredita em si mesmo é o único capaz de vencer.

Rodrigo Rocha é diretor de marketing da Amil, onde atua também na parte de Inovação. É cofundador da One Health, unidade de negócio do grupo Amil voltada ao segmento premium. Foi um dos primeiros executivos do Brasil a se integrar à Singularity University, no Vale do Silício, considerada a universidade que cria o futuro. Obteve o MBA em Finanças pelo IBMEC.

Fonte: Hsm.com.br

A arte de construir novos conceitos inspirando-se em velhas ideias

Em razão da rotina que levo, tenho a oportunidade de estar em contato diário com pessoas que me indicam “qualquer coisa” genial. Criações próprias ou de terceiros que merecem a atenção devida.

Na maioria das vezes, trata-se de ideias simples, quase “óbvias”, capazes, porém, de resolver problemas aparentemente complexos. O tipo de solução que nos leva ao questionamento inato, característico de situações como essa: “como não pensei nisso antes”?

Inquieto para saber a resposta da interrogativa acima, decidi realizar uma investigação pessoal, expandindo tal pesquisa ao nível das artes, da ciência e de acontecimentos relevantes que, de alguma forma, influenciaram a história da humanidade. Queria descobrir a matriz das ideias dos grandes personagens de todos os tempos, dedicando o meu tempo à tentativa de análise dessa origem.

Tal foi minha surpresa ao perceber que, de forma independente ao tempo que tais figuras viveram, a fonte de inspiração para os seus feitos geniais era sempre a mesma: o passado.

Parece loucura, mas todo o material que utilizei para fazer esse levantamento (livros, filmes, músicas, artigos científicos), de algum modo, foi inspirado em exemplares muito parecidos produzidos anteriormente.

A combinação de informações acima pode suscitar a seguinte indagação: então, todos os grandes gênios são meros reprodutores e, de certo modo, não mereciam o reconhecimento obtido?

Na minha opinião, não.

Observemos, como exemplo, a própria maneira de perpetuação da espécie humana, a chamada reprodução sexuada. Ao contrário da maneira vegetativa, células de dois indivíduos diferentes devem se combinar para gerar um novo ser. Esse tipo de reprodução é o mais importante sob o ponto de vista evolutivo, pois reúne, em um mesmo descendente (filho), fatores originários de dois indivíduos (pai e mãe). Se para a evolução do mundo a combinação genética de duas partes diferentes se faz necessária, no mundo das ideias, outro tipo de união se faz essencial. Nada surge “do nada”.

Criação requer influência. No intuito da realização do novo, baseamo-nos no que vimos, bem como nas nossas experiências. Tais referências responsabilizam-se pelas adaptações que, muitas vezes, resultam em ideias novas.

Steve Jobs, o grande gênio inventivo de nossa época, é um bom exemplo dessa corrente de pensamento. No passado, o futuro mestre da Apple tinha aulas de caligrafia no Reed College. E ele próprio afirmou: “Aprendi sobre como se faz uma boa tipografia. Dez anos mais tarde, quando criávamos o primeiro computador da Macintosh, colocamos tudo isso no Mac. É claro que era impossível conectar todos esses fatos olhando para frente naquela época. Você só consegue fazer isso quando olha para trás”.

Para enriquecer tal argumentação, tiro o foco do pensamento de uma única personalidade e o recoloco em um país inteiro. Embora a China tenha ganhado a fama (merecida) no passado de falsificar grandes marcas, entregando cópias baratas e sem qualidade de seus produtos, a realidade atual é bem diferente. Entre outros feitos, o grande país do continente asiático já é responsável pela construção do trem mais rápido do mundo, do computador mais veloz e mais avançado já fabricado e, quem diria, por uma das grifes de roupas mais desejadas (e caras) de todo o globo. O segredo para tais realizações? Eles esperam.

Eu explico.

A criação original tem o chamado custo de inovação. Em outras palavras, custa muito caro ser o primeiro. Deve-se investir milhões em pesquisas, desenvolvimento, protótipos e produção para se chegar a um produto inédito. Além dessa dificuldade, surge a realidade da cópia. O produto original , não raro, “sofre” para competir com o preço de um “similar”. Muitas vezes ser o primeiro não é bom. O segundo vai te copiar, melhorar o seu produto e, graças à tecnologia, fará isso por um preço bem inferior ao seu. Lembra da China?

Voltando à reflexão inicial, apesar da linha tênue que separa a estrutura dessas duas maneiras de se produzir ideias, enxergo uma diferenciação clara entre a cópia como instrumento de replicação e a combinação de modelos existentes sendo adaptados e melhorados no intuito de se chegar a um resultado inédito.

Com o fim das barreiras comunicacionais é inútil ignorar o que já foi feito. Ficará atrasado aquele que não se aproveitar da quantidade de “aprendizado” que pode ser obtida na pesquisa oferecida pela mera observação de ideias prontas.

No entanto, deve-se ter na consciência que copiar um produto, serviço ou uma ideia, sem fazer qualquer alteração estrutural, com o escopo de enriquecimento, é, na linguagem popular, piratear (ou seja, crime); basear-se, porém, no pré-existente, com o intuito de aprender, analisar, copiar e transformar é dar um passo em direção à evolução.

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Rodrigo Rocha é diretor de marketing da Amil, onde atua também na parte de Inovação. É cofundador da One Health, unidade de negócio do grupo Amil voltada ao segmento premium. Foi um dos primeiros executivos do Brasil a se integrar à Singularity University, no Vale do Silício, considerada a universidade que cria o futuro. Obteve o MBA em Finanças pelo IBMEC.

Fonte: HSM

Cabo que transfere energia divulga a doação de sangue

A agência brasileira Leo Burnett Tailor Made criou para o Clube Sangue Bom o “The Cable Donor” (o cabo doador), um acessório que permite transferir energia entre smartphones e que divulga a doação de sangue.

O “Cabo Doador” é um gadget que permite a um celular com a bateria carregada (doador) transferir energia para um celular que precisa ser recarregado (receptor). Enquanto a troca acontece, luzes – que lembram gotas de sangue – atravessam o aparelho.
Para o lançamento, o “Cabo Doador” foi disponibilizado em todos os restaurantes Outback.

Fonte: Promoview

Espaço Veja São Paulo abre hoje em Campos do Jordão

Enquanto aproveitam o friozinho de Campos do Jordão (SP), os visitantes podem também desfrutar das atrações do evento Espaço Veja São Paulo. Em sua 11ª edição, o evento terá opções de lazer, cultura, gastronomia e diversão para todas as idades.

A agenda do primeiro fim de semana, entre 28 a 30/06, está repleta de atividades que prometem animar o inverno na charmosa cidade da Serra da Mantiqueira.

Para os que quiserem relaxar, o Espaço Veja oferece aulas de ioga, de sexta a domingo, às 10h. Já na área gastronômica, o atrativo fica por conta de um espaço gourmet que atenderá o público em diferentes horários.
No Espaço Infantil, a garotada também terá diversão garantida com brincadeiras, oficinas, peças de teatro, entre outras atividades. O público mirim poderá conferir as atividades recreativas das 14h às 22h, durante toda a semana, exceto às terças-feiras.

Para os cinéfilos de plantão, serão exibidos sucessos do cinema internacional. Para descontrair. Na sexta-feira (28/06), as risadas estão garantidas com o show de stand-up comedy “Japa Pop Show”, às 21h30. No mesmo horário do dia seguinte, para fechar a noite em grande estilo, haverá o concerto da Big Time Orchestra.
O Espaço Veja São Paulo terá ainda o “Espaço Duelo Veja”, um desafio de perguntas e respostas para toda a família se divertir, além de arvorismo, mostra de decoração, wi-fi grátis e muito mais.

O Espaço Veja São Paulo Campos do Jordão fica no Bairro do Capivari. As quartas e quintas, funciona das 14h às 22h, as sextas e sábados, das 10h à 00h00 e aos domingos e feriados, das 10h às 22h.

Fonte: Promoview

Ecobenefícios patrocina festa junina da TAM

A Endereço Certo – Soluções em Operações de Marketing marca presença nas festas juninas da TAM, que têm o patrocínio da Ecobenefícios.

As promotoras interagem com os convidados, convidando-os a participar da brincadeira com o caricaturista presente no evento e também do sorteio de Cartões Premium.
As festas já foram realizadas no mês de junho e seguem durante o mês de julho nas sedes da empresa, em São Paulo Capital e na cidade de São Carlos (Interior paulista). O objetivo da ação de endomarketing é integrar os funcionários da empresa aérea com as ações da Ecobenefícios.

Fonte: Promoview