Instinto animal no consumo: você não passa de um animal "racional"

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Consumo conspíscuo de bens é usado para conquista de parceiros e aceitação em grupos. Pesquisas mostram que a primeira impressão é formada pelos primeiros 10 segundos de contato, a amígdala cerebolesa, é a parte de nosso cérebro responsável por comandar os instintos básicos de sobrevivência, procriação e nos avisar do perigo, avalia todos os atributos das pessoas ao primeiro contato e junto às experiências te forma à impressão sobre o outro e isso acontece sem nenhum impulso consciente. Então o consumo é usado para evidenciar tudo neste pequeno espaço de tempo.

Fica claro que ato de comprar muitas vezes não está totalmente relacionado simplesmente à aquisição de bens por seus atributos e benefícios essenciais como agasalhos para o frio ou alimentação.

A maioria do consumo tem razões é conspícuo termo usado para descrever gastos esbanjadores em bens e serviços adquiridos principalmente para o propósito de mostrar renda ou riqueza. Na mente do consumidor conspícuo, tal exibição serve como meio para ter ou manter status social ou evidenciar características que possam atrair atenção de pares.

É notório que o tema tão latente neste momento é resultado do aumento do número de pessoas que procuram ajuda psicológica ou psiquiátrica para controlar o consumo compulsivo, na maioria mulheres, pois o consumo compulsivo pode comprometer desde o equilíbrio emocional até o orçamento familiar. Diante da impossibilidade financeira de adquirir um produto, a ansiedade da pessoa pode ser aumentada, pois o consumo pode funcionar para remediar carências, como reconhecimento e aceitação social.
Além disso, no Brasil há um problema conjuntural, construído por nosso próprio governo que faz distinção entre classes sociais, dando pontos que diferem de qualquer avaliação no mundo.

No Brasil ter ensino superior tem o mesmo peso que uma geladeira e um banheiro, itens de necessidades básicas. A escolaridade do chefe da família é fator muito importante nos moldes da pesquisa, porém isso trás mais resultados distorcidos, pois uma família padrão (cônjuges e filhos) tem duas partes provedoras que deveriam ser avaliadas no índice não apenas um. A formação da família brasileira mudou muito, a taxa de natalidade diminuiu muito e tempos uma grande migração dos estados do nordeste e norte do brasil.

Após ver esses dados como podemos acompanhar os indicadores de desenvolvimento divulgados pelo governo e como nos comparamos ao restante do mundo, será que nossos dados estão corretos? Como devemos nos posicionar a respeito do consumo? Como devemos consumir de um modo sustentável e prazeroso? Onde estão os índices de poupança e endividamento que deveriam ser cruzados com esses os outros indicadores?

Este é um momento de ascensão da sociedade brasileira, notório que nível de consciência política da população vem aumentando e isso tem que ser embasado em dados.

Devemos exigir mais clareza e um melhor acompanhamento do governo e dos modelos praticados no mercado. Assim conscientes podemos exigir melhores ações do governo ou continuaremos as cegas e a mercê de informações distorcidas.

Fonte: Administradores

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