Não seja passado para trás, monitore seus concorrentes!

Há uma grande diferença entre as empresas que lançam as tendências no mercado e as que apenas acatam as novas ideias. As primeiras são caracterizadas como grandes marcas, além de inovadoras e perspicazes. Além disso, o primeiro a criar tem sempre o crédito do original.

De qualquer forma, não é tão ruim assim estar entre os que seguem as tendências, afinal de contas, é importante estar sempre atualizado. A questão é: você busca a atualização ou apenas espera ela chegar?
Monitorar os concorrentes é essencial para o comércio eletrônico e, mais do que a chance de fazer igual, a observação pode te dar a chance de fazer melhor. Veja duas dicas na hora de monitorar concorrentes:

Preencha lacunas
Acompanhe os seus concorrentes diretos, seja nas novas tecnologias ou em momentos de crise. Veja que ações são tomadas e baseie-se nelas para as suas decisões e novos planejamentos. Com a observação é possível ainda fazer previsões ou mesmo detectar lacunas no mercado.
Tenha um olhar clínico para perceber demandas carentes e auxiliar na criação de novas ideias. Em que momento o seu concorrente está falhando? Apoie-se no mapeamento e monitoramento do mercado e tenha maior garantia em suas próximas decisões.

Inspire-se
A ideia aqui não é copiar o seu concorrente e sim se inspirar em uma boa reputação no mercado. Da mesma forma que lemos livros de grandes negociantes, vale à pena prestar atenção na atitude de marcas que têm se destacado atualmente. Grandes iniciativas podem surgir desta atitude.

O concorrente pode estar ao seu favor, observe e sucesso!

Fonte: ClienteSA

E-commerce chama a atenção de investidores anjo

O e-commerce é um dos principais alvos de investidores anjos no Brasil. De acordo com uma pesquisa realizada pela organização ‘Anjos do Brasil’, o comércio eletrônico é a quarta área mais interessante para investimento, 42% da preferência. Os primeiros lugares ficaram para a área de TI, aplicativos para smartphones e a área da saúde/biotecnologia.

O perfil dos investidores anjo brasileiros tem predominância masculina, com 98% de homens com idade média de 44,3 anos. Ainda foi constatado que 50% do total atuam como empresários/empreendedores, enquanto 29% são executivos, 6% profissionais liberais , 2% atuam em outras atividades e 13% afirmam se dedicar apenas aos investimentos.

A média de investimentos por investidor anjo é de 4,1 nos próximos dois anos, aplicando em torno de R$416 mil para cada negócio. Os maiores desafios deste ‘profissional’, listados por eles, são a falta de estímulos fiscais e dificuldades de receber bons projetos.

Em um levantamento realizado pela mesma organização ao final de 2012, foram contabilizados mais de 6.300 investidores-anjos brasileiros. No entanto, 80% deles são receptivos, ou seja, investem apenas quando são procurados por empreendedores.

Fonte: Administradores

As “N” (ou “n”) razões para a quebra de uma empresa

Atualmente é muito comum, por vezes pela didática, visando melhorar nossa comunicação com o mundo em geral, identificarmos uma quantidade de passos que nos fazem chegar à um determinado resultado ou mesmo justificar uma determinada situação: Os 10 passos para emagrecer; às 10 razões um divórcio; etc.

Recentemente um interlocutor me solicitou as 10 razões (entendi como sendo as principais) para a quebra de uma empresa.

Minha primeira reação foi a de iniciar uma lista iniciando-a pela abertura de negócios e quando estivesse chegando próximo a 10ª aumentaria a abrangência dos itens, mas não cheguei na 3 razão. Minutos depois percebi que não deveria ter ido para 2ª.

Talvez para definirmos um processo seja mais factível definirmos uma quantidade limitada de passos para o mesmo. Mas para justificar ou identificar as razões para uma determinada situação … ?

Após tantos anos tratando com pessoas em todos os níveis profissionais em processos de reestruturação e recuperação de empresas, e tendo verificado que ou autores de livros sobre “Turnaround” mencionam constantemente a importância de profissionais experientes na matéria durante tal processo e aliarmos à isso, as “n” possibilidades de reação de uma pessoa (comum ou complexa não importa neste momento), poderíamos encontrar reações e situações que tendem ao infinito.

Nesta hora podemos nos questionar:

Como podemos limitar e mesmo generalizar, as razões para uma situação tão complexa ?

Primeiro passo poderia usar palavras ou alvos de nossa análise mais abrangentes. Falar sobre “macro” gestão, focar em ações comumente sob responsabilidade de um presidente ou diretor geral. Ou ainda tentar fugir da discussão de processos mais específicos ou mesmo de detalhes do dia a dia de uma empresa.

DESISTO !!!!

Apesar do longo período que atuo na área e mesmo não me lembrando de pergunta para a qual não tenha tido uma resposta, mesmo que tenha sido aquela clássica “me dê um tempo para pensar”, não vou cair na tentação ou mesmo utilizar meu tempo para tal.

Pragmaticamente e sabedores de algumas características da quase totalidade de empresários ou responsáveis por empresas com problemas (além do normal), talvez seja mais relevante e caso seja possível devido à complexidade, trabalhar em um método e sua divulgação para orientar estes profissionais a resolver os seus problemas (e até mesmo das empresas).

De qualquer forma em uma última reflexão sobre os “n” motivos para uma empresa quebrar, penso que isso geralmente acontece porque o responsável pelo comando não teve percepção suficiente no atacado e consequentemente ações no varejo, logo:
Quebra = f(“N”;”n”)

Fonte: Administradores

Você tem olhado para o futuro?

Com tantas empresas nos mais diversos segmentos, modelos de negócios diferentes, produtos inovadores e de alta tecnologia, parece não haver espaço para novas invenções e novos empreendimentos.

Em um mundo onde tudo parece já ter sido inventado, muitos empreendedores potenciais desistem de seus sonhos e ideias por darem ouvidos à censura alheia (e de si mesmos!): “isso não tem como dar certo”, “é inviável”, “em time que está ganhando não se mexe”, “você está louco”, “deixe de sonhar e vá trabalhar”. E assim o cemitério dos sonhos vai ficando cada vez mais cheio.

Não aborte seus sonhos. Muitas inovações e projetos demoram anos para se concretizar. George Lucas, por exemplo, esperou mais de 20 anos para poder realizar os três primeiros episódios da saga Star Wars, pois não contava com os recursos tecnológicos necessários na década de 70 para dar vida à sua visão.

Leonardo da Vinci, o gênio renascentista, não apenas "imaginou" o avião, mas projetou, de fato, máquinas voadoras em pleno século XV. Não viveu o suficiente para ver suas ideias materializadas, mas pode ter certeza que seus projetos serviram de inspiração para inventores como Santos Dumont e os irmãos Wright séculos mais tarde.

O primeiro computador pessoal, inventado por Steve Wozniak, foi montado em uma simples caixa de madeira. Graças à visão de futuro do outro Steve, o Jobs, estou digitando este artigo em meu próprio computador e não em minha antiga máquina de escrever Remington 33 L.

Você pode ter uma ideia aparentemente inviável, tachada por muitos como maluca, pode ser chamado de iludido, sonhador, mas pode ter certeza: ter uma visão de futuro é fundamental para se pavimentar a estrada que nos leva até lá.

Visualizar o futuro é essencial para administradores e empreendedores. Essa é a matéria-prima dos visionários, e o mundo precisa de líderes com essa capacidade. Quando nos concentramos apenas no presente, nossas ações – e seus efeitos – tornam-se limitados. Resolve-se o problema do agora, mas se esquece a questão principal: para onde estamos indo mesmo? Se você consegue enxergar o futuro, saberá responder essa pergunta com clareza e convicção. O resto é trabalho duro.

Costumo dizer que existem três tipos de pessoas: as que sonham, as que matam seus sonhos e as que vivem insanamente suas vidas para realizá-los. Saber qual o seu tipo é muito fácil: basta fazer uma escolha, uma decisão sobre o que fazer com os seus sonhos. O que você escolhe?

Fonte: ClienteSA

6 dicas poderosas para falar bem em público

Entre as muitas habilidades exigidas pelo mercado de trabalho, com certeza, a comunicação assertiva destaca-se como uma das principais aptidões. E não é para menos, para ter sucesso na carreira também é necessário saber expressar-se bem, defender e apresentar ideias de forma clara e concisa.

Para muitos profissionais a timidez é uma barreira no que tange falar em público, e apresentar um projeto à sua equipe, por exemplo, pode ser motivo de grande transtorno e aflição. Entretanto, para não deixar que este medo seja um empecilho ao alcance de seus resultados, separei seis dicas poderosas.

Confira:

•Confie em si mesmo (a): Desenvolva sua autoconfiança, tenha pensamentos positivos e acredite em suas capacidades e conhecimentos sobre o assunto que irá apresentar. Programe-se mentalmente para ter êxito e sair-se bem na frente de todos.

•Conheça bem seu público: Para direcionar com assertividade sua comunicação é importante conhecer seu público. Isso permite falar com mais tranquilidade sobre o tema e usar recursos efetivos (slides, vídeos, gráficos) como apoio à sua mensagem.

•Organize sua apresentação: Construa sua apresentação de forma coesa, seguindo uma ordem com apresentação, desenvolvimento e conclusão. Isso é fundamental para não perder o foco, manter-se seguro e conseguir dar uma sequência lógica em sua explanação.

•Domine o assunto: Conheça bem o tema e treine sua apresentação, quantas vezes for preciso. Procure a técnica mais adequada para manter o contato com o público, tente interagir com as pessoas da plateia e seja simpático.

•Atenção aos erros de português: Além e dominar o conteúdo é muito importante dominar a forma correta no que tange a língua falada e escrita. Erros de português e concordância verbal devem ser evitados. Para isso, revise seu material antes de apresentá-lo e esteja sempre com a leitura em dia.

•Postura e tom de voz: Procure ficar tranquilo e manter uma postura confiante. Se isso, de início, não for possível, busque uma posição confortável e mantenha seu tom de voz num nível agradável. Nada de ficar curvado, evitar o contato visual ou falar muito alto ou muito baixo.

Lembre-se de direcionar sua fala e olhar aos seus ouvintes, desenvolvendo um campo relacional com eles. Comunique-se de forma natural e espontânea, assim, você se sentirá mais tranquilo e confortável durante a apresentação.

Após sua explanação, procure saber a opinião de pessoas de confiança sobre seu desempenho, sobre como foi sua atuação. Esse feedback realista é importante para identificar os pontos fortes, de melhoria e evoluir a cada nova oportunidade de falar em público.

Fique atento às nossas dicas, desenvolva ou mesmo aperfeiçoe sua capacidade de falar em público e boa sorte em suas apresentações!

Fonte: www.ibccoaching.com.br