Originalmente da Volkswagen Japão, e não para a venda nas lojas de varejo, a torradeira de Kombi Volkswagen faz as manhãs começarem com grande estilo. Em forma de veículo, ela imprime um logo da marca nos pães. Apenas cinco mil dessas torradeiras foram feitas e distribuídas para os donos que levaram as Kombis para a assistência técnica. Atualmente, uma delas está à venda no eBay por US$ 488.88, um pouco mais de R$ 900,00.

A rede brasileira de restaurantes Giraffas apresenta uma nova ação de marketing promocional: “Wolverine Imortal. Agarre essa promoção”.

A campanha, desenvolvida pela Umbigo do Mundo Comunicação, conta com peças de PDV, web e mídia tradicional para anunciar a ação promocional com três opções de brindes exclusivos, inspirados nas garras afiadas do Wolverine: mochila estampada, copo com efeito transparente e placas de identificação inspiradas nos acessórios do personagem. É só comprar um TRIO (são oito opções de sanduíche) + R$ 8,90 para ganhar um deles.

A ação atingirá uma grande faixa de público – teens, pessoas que acompanham a série, aquelas que gostam de aventura e os fãs de artes marciais – mas, principalmente, os adolescentes, faixa que fixa tendências de consumo, influenciando manias, modas e hábitos.

Fonte: Promoview

Torradeira da Volkswagen imprime logo nos pães

Originalmente da Volkswagen Japão, e não para a venda nas lojas de varejo, a torradeira de Kombi Volkswagen faz as manhãs começarem com grande estilo. Em forma de veículo, ela imprime um logo da marca nos pães.

Apenas cinco mil dessas torradeiras foram feitas e distribuídas para os donos que levaram as Kombis para a assistência técnica. Atualmente, uma delas está à venda no eBay por US$ 488.88, um pouco mais de R$ 900,00.

Fonte: Promoview

Doritos leva para curtir a melhor balada do mundo

Doritos levou no dia 22/06, o jovem Reynaldo Latuf diretamente de São Paulo à balada Green Valley,em Camboriú, litoral norte catarinense.

A casa noturna foi recentemente considerada a melhor balada de música eletrônica do mundo, estando no primeiro lugar no “Top 100 Clubs” da publicação inglesa Dj Mag. A ação de marketing promocional irreverente faz parte do novo conceito global da marca: “Para os Fortes”, e aproveitou a comemoração do título recebido pela casa noturna e a parceria de dois anos com a marca.
Alinhada à identidade Doritos, a ação promocional foi iniciada por promotores da marca que selecionaram um consumidor (Reynaldo Latuf e um amigo – Rubens Ferreira) no bar São Bento, localizado no bairro do Itaim Bibi em São Paulo, e fizeram uma proposta imperdível: ir para um lugar com a cara de Doritos.

O jovem precisou ser forte e teve que aceitar entrar na limusine rumo ao aeroporto, pegar um jatinho com destino a Santa Catarina, já que a balada ocorreria a poucas horas depois na Green Valley, em Camboriú.

Para completar a surpresa, ele foi tratado como a grande estrela da noite, com tratamento VIP, com direito a seguranças, visita aos camarins dos DJ´s e visita à cabine de som. Veja no vídeo:

A iniciativa é uma continuação da ação de sucesso ocorrida nos Estados Unidos há três meses.

“Essa iniciativa resume bem o posicionamento da marca: ousada e autêntica, como o público de Doritos. Queremos cada vez mais trazer esse tipo de inovação para o Brasil”, afirma Gonzalo Do Pico, diretor de Marketing da PepsiCo Brasil.

Além do Reynaldo e do seu amigo, um funcionário da PepsiCo, Helio Dong Jin Baek, também foi escolhido para participar. Em uma ação de endomarketing, os funcionários da empresa foram convidados a responder perguntas para que a marca conseguisse escolher um sortudo que tivesse um perfil “forte”. Hélio foi o escolhido e teve uma noite inesquecível na Green Valley.

A balada de sábado (22/06), do Green Valley foi inteira marcada de surpresas. Além da ação “Para os fortes”, a casa noturna teve a distribuição de produtos com uma embalagem especial comemorativa: Doritos Sweet Chilli Green Valley, na cor verde, pelo título de melhor balada eletrônica do mundo, ganho pelo Green Valley recentemente.

Além disso, Doritos tematizou o ambiente com uma embalagem de três metros e uma chuva de tortilhas de papel e balões com a nova logo.

Fonte: Promoview

Ainda não entendemos as mídias sociais

Mídia social para empresas é atualmente uma das tecnologias mais em evidência no mundo dos negócios, o que levou uma grande quantidade de organizações a entrarem nessa onda. Mas, hoje eu não quero falar sobre essa evidência e sim, olhar seriamente para onde está o valor das mídias sociais das empresas, e porque é tão disruptiva, de tal forma que muitas destas ainda não a entenderam, de fato.

Muitos tipos de mídias sociais

Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram, Pinterest, Foursquare. a lista é longa e se há uma tendência clara nas mídias sociais hoje, é que o número de redes que fazemos parte, continua crescendo. Há uma razão muito clara para isso: podemos usá-las para fins diferentes, em momentos diferentes, para conseguir coisas diferentes, e se conectar com pessoas diferentes.

Na verdade, a escolha de uma rede social para qualquer conversação proporcionará o contexto para aquela interação; muito parecida com a diferença no mundo real entre encontrar um colega no escritório ou em um café de sua preferência. Então, com isso em mente, por que tantas implantações de mídias sociais nas empresas parecem buscar a criação de um único hub social de nossas interações?

Muitas conversas diferentes

Talvez as mídias sociais nas empresas tentem criar um único hub, porque isso é mais eficiente: afinal, continuamos reclamando de silos em grandes organizações que impedem o bom fluxo de informações e levam a uma má tomada de decisão. Não é verdade? Eu vejo dois problemas com o modelo de "single-hub": em primeiro lugar, como você evita a sobrecarga de informações; e em segundo lugar, a tendência é que os funcionários tenham a capacidade de trabalhar em seus próprios termos, ao invés de serem forçados a trabalhar apenas de uma única maneira.

A sobrecarga de informação é uma grande preocupação com as mídias sociais, levando a temores de que estamos nos tornando desconectados do mundo real e ter informações com um sinal baixo que enche de ruído nossos feeds no Twitter. Ou nosso mural do Facebook. Ou na nossa caixa de e-mail. esta não é uma nova tendência, na verdade, é uma parte da psicologia humana.

Agora temos aqui um pequeno problema: gurus de mídias sociais e os fabricantes de ferramentas sociais promovem o conceito de filtrar ativamente os nossos feeds, ou a criação de vários, para nos ajudar a ficar por cima do fluxo de informações. O problema é que continua sendo uma relação totalmente passiva entre nós, como consumidores de informação, e a massa de meios de comunicação social que está tentando nos encher de informações, para, de fato, nos "alimentar". O próprio termo indica que estamos passivamente sendo alimentados de conteúdo.

Muitas vezes a mídia social da empresa é construída exclusivamente para que os funcionários possam colaborar no trabalho, e ver o que todo mundo está fazendo. Ou seja, a rede social é vista como um hub, onde os usuários e as equipes podem criar pastas, guardar seus trabalhos e fazer edições on-line. Isto tem um uso, certamente, mas deixa de considerar como as pessoas querem se conectar.

Porém, só porque a informação é divulgada em uma ferramenta social da empresa, não significa que ele realmente está sendo compartilhado de uma forma significativa.Em particular, se você precisa se esquivar de seu fluxo de trabalho para ir e ver se alguém tem falado na sua plataforma social, isto não é uma melhoria no e-mail corporativo. Pior ainda, se as suas conversas são desassociadas de sua informação, será suscetível a uma desinformação na hora de tomada de decisão.

Interno, externo ou ambos?

Até agora nós apenas olhávamos para as ferramentas de colaboração internas, mas há outro lado, bem como: as mídias sociais externas que é onde seus clientes e parceiros estão e é cada vez mais onde os meios de comunicação também estão. Se você quiser aumentar o envolvimento do seu cliente e parceiro, isso sem mencionar evitar desastres de relações públicas, você precisa estar na ativa em todos os canais sociais.

Deve ser integrada

Nós precisamos considerar uma terceira opção, introduzir um leve toque de camada de integração orientado a processos entre todos os serviços; lembre-se, nós não queremos nos livrar deles, pois cada parte reflete como a organização deseja trabalhar.

Ao invés de tentar encaminhar todas as mídias sociais da empresa através de um único hub, que acaba cheio de informações irrelevantes, a integração permite que as ferramentas possam falar umas com as outras e permite que os fluxos de trabalho passem facilmente entre eles.

Este é um conceito muito diferente dos clones do Facebook que a empresa de mídia social muitas vezes tenta ser, mas eu acho que isso é uma direção que vale a pena. Nós continuamos ouvindo sobre a consumerização de negócios de TI; mas isto não significa que temos de ter exatamente o que vemos no mundo do consumidor final.

E-mail e bate-papo da rede, entre outras ferramentas, começou na empresa (como "ferramentas sociais") e depois se espalhou para o mundo do consumidor. No trabalho, temos de usar a mídia social não apenas para compartilhar nossos bichos de estimação, alimentar nossas neuroses e ver o que nossos amigos tiveram para o café da manhã: nós precisamos usar para fazer o trabalho. Portanto, empresa de mídia social precisa assumir a liderança na definição e não apenas como a mídia social pode ser usada, mas na criação de formas que vão trabalhar juntas no futuro.

Fonte: ClienteSA

Otimizar processos básicos ou se diferenciar?

Tenho sentido um movimento grande no mundo da tecnologia nos últimos tempos em relação à CRM – Customer Relationship Management. Acredito que algumas empresas estejam acordando para pontos cruciais que precisam ser mudados e outros que precisam ser investidos para alcançarem ganhos significativos.

Começo expondo uma visão que tenho em relação ao varejo aliado ao uso da tecnologia. Todos conhecem o princípio da Pirâmide de Maslow, certo? Se pudermos traçar um paralelo, na base da pirâmide que conhecemos estão as necessidades básicas como a fome e sono, por exemplo, e só conseguimos nos elevar para as próximas camadas quando essa já tiver sido suprida. Para o Varejo isso também é verdade, e eu não sei o quanto as empresas já pensaram a esse respeito.

Explico! Na base da "Pirâmide Varejista", se assim podemos chamar, estão: o preço, a qualidade e o atendimento. O preço tem que ser competitivo o suficiente para efetivar uma venda e estar com a etiqueta correta, por exemplo. Em relação à qualidade, o produto exposto deve estar com o mínimo de condições para ser vendido. E o atendimento precisa vir em seguida, suprindo as necessidades de informação do cliente como a localização ou a quantidade em estoque do produto desejado. Esse tripé é básico e é isso que faz o varejo acontecer no dia a dia.

Abrindo um parêntese, é importante lembrar que para suprirmos, de fato, todas as camadas dessa Pirâmide do Varejo, do começo ao fim, devemos aliar a ela vetores fundamentais: processos, pessoas, sistemas e tecnologias. Começando pelos processos, eles nascem do planejamento estratégico corporativo de loja e precisam estar muito bem desenhados e estabelecidos. Em relação às pessoas, elas devem ser treinadas a partir da visão e da luz de um processo, de um planejamento estabelecido. Sem pessoas bem treinadas e capacitadas para os processos desenhados, não conseguimos gerar resultado. A mesma coisa acontece quando não temos um sistema ou tecnologia como aliados para gerar resultados e apoiar pessoas na realização de tarefas e processos no ambiente de lojas. Esses vetores são os que mantêm a pirâmide em pé para a execução do Varejo.

Deixando isso claro, voltamos às etapas da Pirâmide: suprindo a primeira, que contêm as três necessidades básicas, o segundo momento é fazer um atendimento personalizado a esse cliente, trabalhando o encantamento. Deixando claro, uma vez estabelecidos os processos, treinados os recursos (pessoas) e aplicadas tecnologias de gestão (ou mesmo sistemas), conseguimos controlar operações de lojas e entregar preços corretos, qualidade de itens e exposição bem como atendimento adequado. Podemos então, somente a partir destas questões básicas atendidas, gerar durante o processo de CRM um tratamento, uma abordagem, um discurso diferenciado. Tudo isso dá condições para as empresas atenderem o cliente de uma maneira diferente; dar informações customizadas de um produto ou fazer a venda assistida na loja com o uso de tecnologias mobile. Ou até, na última camada, entregar na mão do cliente, em seu próprio aparelho smartphone essa interação.

Fonte: Cidade marketing