Usando o Youtube para vender mais

Outro dia estava lendo uma matéria muito interessante sobre como usar vídeos no Youtube para vender mais.

Alguns números interessantes :

– 48% das pessoas que assistem um vídeo de propaganda online depois visitam o site da empresa;
– 11% compartilham o vídeo com amigos;
– 22% fizeram uma compra.

(Fonte: Vision Critical)

Os melhores vídeos online são muitas vezes caseiros ou amadores. Você não precisa fazer uma super produção para ser um sucesso online.

Se você quiser ver alguns exemplos de empresas que têm trabalhado de maneira criativa esse assunto, procure no Youtube por DC Shoes (geralmente são vídeos do dono da empresa andando num carro envenenado por algum lugar muito legal, como aeroportos abandonados, parques de diversão, o porto de San Francisco) ou Blendtec, onde o dono da empresa de liquidificadores gravava vídeos onde colocava iPods e bolinhas de gude nos seus aparelhos, mostrando como ‘batiam’ qualquer coisa.

Muitas vezes esse vídeos acabam tendo efeito viral, mas a verdade é que menos de 3% dos vídeos postados tem mais de 25.000 ‘views’. Mesmo assim, é um mercado que vale a pena ser trabalhado.

Você pode gravar testemunhais de clientes, maneiras interessantes de usar um produto/serviço, dicas de como fazer alguma coisa (a Black & Decker criou uma videoteca online que é quase uma universidade virtual sobre como fazer qualquer coisa com seus produtos).

Algumas empresas pedem aos seus clientes que criem os vídeos e depois premiam os melhores. Outras criam vídeos onde pedem que os clientes escolham o final. Outras ainda criam um primeiro comercial ‘piloto’ contando um caso e depois pedem que os clientes postem no Twitter ou no Facebook histórias parecidas que aconteceram. As melhores acabam transformadas em vídeo.

Enfim, as opções são inúmeras e vão muito além do simples comercial de 30 segundos adaptado da televisão. Mas uma coisa é certa: estudos feitos por especialistas como Michael Norton mostram que as pessoas se engajam mais quando sentem que influenciaram ou participaram diretamente da criação do material.

E você, o que tem feito (ou o que sua empresa tem feito) para vender mais utilizando vídeos no Youtube?

Quais são os melhores comerciais que você já assistiu no Youtube?

Fonte: Administradores.com

Os benefícios do coaching na sua trajetória profissional

Vivemos tempos exponenciais, onde sofisticação processual, competitividade intelectual e demandas interpessoais praticamente justificam a convenção do “super profissional”. É preciso saber posicionar-se diante de expectativas muitas vezes desleais. Buscar ajuda para não extrapolar os limites já não é mais uma opção, mas uma condição. Os benefícios do coaching, portanto, têm sido uma alternativa recorrente daqueles que buscam equilibrar as vertentes profissional, social e familiar.

Até pouco tempo atrás o coaching era um privilégio apenas das grandes empresas, mas hoje os próprios profissionais recorrem aos seus recursos para desenvolverem habilidades que os ajudem a serem assertivos quanto à gestão de suas metas estratégicas, comportamentais e redirecionamento de suas carreiras. Resultados diferentes demandam atitudes diferentes.

O processo de coaching inicia-se com definições bem claras das metas a serem cumpridas. Afinal, “para quem não sabe aonde vai qualquer lugar serve”. Portanto, não existe trabalho sem metas e prazos estabelecidos. Tudo no coaching tem uma finalidade. Não há espaço para conversas aleatórias, sem objetivo definido. Através das técnicas e ferramentas específicas é disponibilizado ao coachee o conhecimento necessário para que possa desenvolver-se e preparar-se para as novas oportunidades.

Escolhas propiciam decisões que por sua vez constroem definições que determinam nossa configuração de vida. O conhecimento aliado a ações discernidas exercidas de forma estratégica é a principal fonte de transformação e catalisação dos resultados. É preciso ter consciência de que a sua determinação é suficiente para transformar o mundo a sua volta.

Todo o trabalho é pautado no compromisso do coachee de executar as tarefas e construir novas diretrizes. É fundamental aprender a assumir a responsabilidade pessoal e equilibrar as diversas demandas, o que nem sempre é tarefa fácil. Muitas vezes o apoio de um profissional experiente que ajude o coachee a ressignificar crenças limitantes e construir o futuro a partir do presente, considerando sua missão e valores, ao final da equação faz toda a diferença.

Fonte: Hsm.com

Buscar excelência e qualidade de gestão geram bons resultados

É comum que o pensamento corporativo esteja sempre focado nos resultados do negócio, principalmente nos resultados financeiros. Mas atualmente muitas empresas já sabem da importância de se buscar excelência e qualidade de gestão para obter um crescimento significativo.

A Brasal Refrigerantes, responsável pela fabricação, comercialização e distribuição das marcas Coca-Cola e Fensa, é um exemplo de empresa que comprova esse pensamento. Lá já existe a convicção de que a melhoria das práticas de gestão a conduz a melhores resultados, não só financeiros, mas de mercado, processos, pessoas e sociedade.

A empresa começou a investir na melhoria da gestão em 1997, com o Programa Gestão pela Qualidade Total. No ano passado, a empresa alcançou 73% da participação do mercado local, resultado efetivo da implantação de um programa permanente de excelência da gestão e da utilização do Modelo de Excelência da Gestão (MEG), disseminado pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

Baseada nos critérios do MEG, a empresa implantou práticas como estreitar o relacionamento com o cliente, promovendo programas de encontros que mostram o funcionamento da empresa e cada etapa do processo produtivo. Além disso, existe todo um trabalho de pré-venda que permite conhecer muito bem os clientes e atendê-los de acordo com as suas necessidades.

Quando se pensa em gestão de pessoas também é preciso levar em conta que a satisfação do funcionário ou colaborador reflete diretamente nos crescimento da empresa. Dentro da Brasal foram criadas, por exemplo, práticas educacionais como capacitação e convênios com faculdades e escolas de idiomas.

Mas não se deve pensar apenas em capacitação. É preciso foco também na qualidade de vida. Ginástica laboral e centros de convivência para a realização de atividades de lazer conjuntas não só estimula e motiva, como promove a integração dos funcionários com a empresa e com os colegas.

Uma boa dica vem do diretor geral da Brasal, Renato Barbosa: “Para colocar em prática a gestão de qualidade épreciso ter em mente que a busca por excelência não tem fim e precisa ser constante, com autoavaliações para que sempre possa ser melhorada no dia a dia”.

Fonte: Administradores.com

Ainda não Esqueceu os 4Ps?

Segundo estudo de tendências da DOM Strategy Partners, o marketing como o conhecemos irá mudar radicalmente, tanto em propósito e convocatória, como em estrutura e operações. Os 4 Ps de Kotler morreram, de fato.

Assim como ocorreu com TI no início da década, que rachou em duas partes – o CIO com a parte de informação, processos e sistemas, e o CTO, com infra-estrutura, hardware, redes, etc – o marketing de hoje também se dividirá em dois, com dois diretores ou VPs, com verbas e responsabilidade igualmente importantes.

Caem o glamour e os gastos astronômicos sem réguas de valor gerado tão presentes na pouco confiável relação que existe hoje entre marketing e propaganda de massa (principalmente TV). Emergem como bottom line da ação eficaz do marketing variáveis mais afeitas aos interesses do consumidor e do acionista, tais como responsabilidade, transparência, gestão e alinhamento estratégico.

De um lado, estará o Diretor de Marketing de Reputação, a quem caberá o relacionamento com stakeholders, com acionistas, as ações de PR, a propaganda institucional, as ações de marketing cultural, esportivo e sócio-ambiental, o marketing da causa, etc. Seu principal objetivo será construir marcas, melhorar a imagem, gerar reputação positiva.

De outro, o Diretor de Marketing de Relacionamento ligado ao Customer Life Cycle, da venda/aquisição ao pós-venda, o marketing de estímulo e suporte ao comercial, que engloba do esforço de vendas ao marketing direto, de relacionamento e serviços, às ações promocionais, de merchandising, da experiência ao pós-venda, suporte, garantias, SAC, etc.

Atenção aqui leitor. Com a defasagem de eficácia do modelo tradicional dos 4 Ps, fazer marketing hoje significa, basicamente, dialogar de maneira transparente, contínua e valiosa com cada cliente. Essa frase, aparentemente simples, traz em seu enunciado um conjunto sem parâmetros de desafios às empresas e seus “departamentos” de marketing:

– dialogar quer dizer falar E escutar… E as empresas, além de falar muito – e muito alto – não sabem escutar
– de maneira transparente significa atuar com verdade, com sinceridade, com correção, assumindo falhas, aceitando críticas
– contínua quer dizer contínua mesmo… E isso também é difícil para corporações que possuem infinitos canais pouco eficientes, sobrepostos e não sequenciados (empresas em que CRM, por exemplo, não passa de uma abstração
– valiosa, ou seja, trazendo ofertas (mensagens, causas, bandeiras, informação, conhecimento, produtos, serviços, conceitos, tendências, ideias, pessoas, marcas, etc) relevantes sob o ponto de vista do outro – do cliente -, suficientemente interessantes, materiais e relevantes para o conjunto de necessidades, expectativas e percepções deste cliente
– com cada cliente – personalizado, individualizado, etc.

E tudo isso sem esquecer que ainda são necessários considerar preço, prazo, promoção, propaganda, pppppppppp, como condições básicas de competição. Também não se pode esquecer o chamado fator 2.0, que muda absolutamente tudo: esses clientes conversam entre si, nas chamadas redes e comunidades sociais (online ou não!).

Quem critica deve propor! Então lá vai…

Os seis pilares que redefinem o que quer dizer Fazer Marketing e que sustentarão esse novo modelo de marketing – o Novo Marketing – são:

– network marketing (marketing de postura aberta, estruturado em redes, comunidades, grupos, a partir de embaixadores e evangelizadores – os nós das redes)
– influence marketing (marketing holístico que entende a empresa como parte de diversas redes com diversos stakeholders que podem ajudar a construir ou destruir produtos e marcas)
– knowledge marketing (marketing amparado por informação, conhecimento, transparência e respeito)
– experience marketing (marketing planejado a partir da experiência interativa recorrente existente na relação empresa-marca-cliente-comunidade)
– personal marketing (relação individualizada da empresa/marca com seu cliente/consumidor, colocando-o na cadeia de valor da empresa
– reputation marketing (ações globais e institucionais pautadas em vetores como sustentabilidade, RSE, governança, transparência, ética, causas e bandeiras, gerenciamento de crises, etc)

Não concorda? Não compreende assim? Estamos exagerando? Quer cases e comprovações? Interaja conosco.

Fonte: Hsm.com

Fundamentos: as 7 chaves do branding segundo Kotler

1. Um nome próprio forte. (Para Kotler, deve ser curto, com significado, defensável e flexível. Omo.)
2. Uma palavra associada. (Aquela que o consumidor poderá associar imediatamente à marca, como Volvo = segurança e 3M = inovação. A inexistência dessa palavra não é bom sinal.)
3. Um slogan memorável. (Tipo “Amo Muito Tudo Isso” do McDonald’s, que cai na boca do povo.)
4. Um logotipo de reconhecimento imediato. (Tratarei desse item mais adiante, após o break.)
5. Uma imagem (ou som) e um sentimento. (O som do meu Mac quando o ligo.)
6. Uma personalidade comprovável (Por exemplo, um banco que se vende como inovador tem de ser inovador. Elementar, meu caro Watson, e tantas vezes esquecido.)
7. Uma ou mais narrativas sedutoras. (Se sua marca não tem uma história tão legal quanto a garagem do Jobs e do Woz, vale, conforme Kotler, criar histórias para ela, como fez a Kellogg’s ao nomear aquele tigre seu personagem porta-voz.)

Resolvi trazer para cá uma pesquisa de logotipos que fiz um tempo atrás para ilustrar o item 4 do Kotler. Eu não trouxe os logos de propósito, para que vocês possam testar se se lembram deles:

-Apple- Essa maçã, uma conversão direta de nome em imagem, gerou tantas lendas que só isso já confirma o acerto da escolha. Assim como o nome, o logo se justificaria apenas pela promessa do inusitado – ninguém pensaria em associar frutas e computadores –, que é reforçada em seu caráter subversivo pelo fator de a maçã estar mordida (referência ao pecado original do Velho Testamento). Mas ainda o associam à maçã da gravadora dos Beatles, já que Steve Jobs é beatlemaníaco; ao matemático britânico Alan Turing, porque a maçã original com as cores do arco-íris homenagearia o pioneiro do algoritmo e da máquina de computar, perseguido por sua homossexualidade; ao ditado inglês que diz que maçã faz bem à saúde – “an apple a day keeps the doctor away” (uma maçã por dia mantém o médico longe) etc.

-Audi- O logo apenas conta a história: os quatro anéis foram introduzidos em 1932 depois que a fusão de quatro empresas, Audi, Horch, Wanderer e DKW, criou a Auto Union. Em 1985, a Auto Union, propriedade da Volkswagen desde 1960, resgatou a marca Audi.

-BMW- Trata-se de mais um caso de logo que conta história. BMW nasceu como fabricante de motores de aviões e a imagem em questão faz referência exatamente a essa origem: ela combina uma hélice e o azul e o branco do céu, e soma a isso as cores da bandeira da Bavária, região no sul da Alemanha onde surgiu a montadora.

-Carrefour- Inspirada na palavra, que significa “cruzamento de ruas” em francês, a imagem reúne, de modo estilizado, duas setas, uma vermelha e uma azul, indicando um cruzamento. E isso também tem relação com a história desse grupo supermercadista: a primeira loja se localizava em uma esquina.

-Citröen- O engenheiro Andre Citroën, fundador da montadora francesa que lhe emprestou o sobrenome, foi o pioneiro no uso de engrenagens helicoidais, com dentes em forma de “V”, quando o padrão eram as engrenagens de dentes retos. Com isso, conseguiu um funcionamento muito mais suave e silencioso e até hoje a maioria dos carros as usa em suas transmissões. Esses dois “V” invertidos do longo simbolizam isso. A Citroën foi uma das mais inovadoras companhias automobilísticas em engenharia até os anos 1980, aliás: nasceram lá a tração dianteira e a suspensão hidropneumática, entre outras coisas.

-Goodyear-O pé com asas, entre as palavras Good e Year, foi inspirado em Mercúrio, o deus mensageiro da mitologia romana, associado a velocidade, ou Hermes, para os gregos. Além de rodas e pneus terem relação com velocidade, o fundador da empresa, Frank Seiberling, possuía uma estátua de Mercúrio em casa.

– Jac Motors- O logo da montadora chinesa é frequentemente confundido com o da Chrysler, também uma estrela de cinco pontas (os mais distraídos até o confundem com a estrela de três pontas da Mercedes-Benz, que, por sinal, referia-se a motores para uso em três ambientes –terra, mar e ar). O que significam as cinco pontas da Jac? São os cinco continentes do mundo onde a companhia pretende estabelecer e consolidar sua presença.

-Mitsubishi- O símbolo da Mitsubishi é uma figura composta por três “rhombus” clássicos, quadrilátero de quatro lados iguais também chamado também de diamante. Transmite as idéias de preciosidade e resistência dos carros e de todos os produtos do Mitsubishi Group (que é keiretsu típico do Japão), dos televisores e aparelhos celulares à indústria química, mas, antes disso, a imagem constitui uma tradução do nome da marca ao pé da letra: “mitsu” significa “três” em japonês e “hichi” (depois, modificado para bichi), uma planta aquática em forma de losango, diamante ou rhombus.

-Nestlé- Como já comentei, o nome da empresa vem do fundador, Henri Nestlé, e do significado da palavra “nestlé”, pequeno ninho de passarinhos no dialeto suábio da Alemanha. Eu diria que esse um dos mais descritivos e mais memoráveis logotipos existentes. A mais importante alteração que ele sofreu, desde 1875, aconteceu em 1985, quando o número de filhotes no ninho diminuiu de três para dois –sinal dos tempos.

-Nike—Esse é um caso raro de logo que surgiu antes do nome da marca –e que, talvez, tenha servido de inspiração a esta. A empresa de Phil Knight, nascida de um projeto de MBA de um corredor de mais distância do Oregon, nos Estados Unidos, chamava-se Blue Ribbon Sports e ficava conhecida por solados de tênis inovadores que melhoravam o desempenho dos atletas. No início dos anos 1970, Knight contratou uma estudante de design gráfico por US$ 35 para desenvolver um logo para seus produtos e esta criou o famoso símbolo “swoosh”, onomatopeia que significa uma golfada de ar repentina. Pouco depois, resolveram mudar o nome da empresa, rebatizando-a como a deusa da vitória na mitologia grega, Niké (pronuncia-se “niqué”), que podia voar e correr em grandes velocidades. Conta a lenda que um funcionário teria sonhado com a deusa.

-Playboy- Entre os animais, provavelmente é o coelho o mais associado a sexo, visto como um praticante assíduo e desinibido, um reprodutor em série. Então, nada mais natural do que ele ser a representação do império de mídia de Hugh Hefner. Qual a razão da gravata borboleta? Uma sugestão de que o coelho tem elegância e bom gosto, o que é um diferencial e tanto em relação a uma concorrência mais vulgar e pornográfica. E as orelhas em riste, que viraram marca das coelhinhas? Isso significa que o coelho se encontra em permanente estado de alerta.

-Shell- Se o símbolo tem tudo a ver com o nome da marca, esta não tem nada a ver com as atividades ali desenvolvidas. Em compensação, há uma história interessante por trás da concha: trata-se de uma homenagem do fundador da empresa, Marcus Samuel Junior, a seu pai, que era proprietário de uma daquelas lojas de antiguidades típicas de Londres, repleta de conchas decorativas.

-Starbucks- Este é um dos mais intrigantes, e, também por isso, memoráveis, logos de que se tem notícia. Afinal, o que uma sereia teria a ver com café? A imagem foi escolhida por remeter às raízes náuticas de Seattle, a cidade norte-americana onde nasceu o Starbucks, e por conta da história do café, que atravessou oceanos. O símbolo atravessou quatro mudanças em 40 anos – a última, em 2011– e as cores foram se alternado: começou marrom como a terra, depois o verde do pé de café e o preto do grão torrado e da bebida dividiram o espaço e agora predomina o verde. O mais radical foi tirar a palavra “coffee” (café) do logo, simplificando-o e tornando-o mais acolhedor à diversificação de produtos pretendida pela empresa, com sorvetes, por exemplo.

-Tata Group_ Uma estilização da letra T, sobrenome do fundador e controlador, esse logo é aplicado a todas as empresas do forte grupo indiano, da siderúrgica à montadora de carros e induz a pensar em um caminho unificado que também se bifurca em mais caminhos, ou em foco com diversificação. Talvez por conta do pragmatismo próprio de país emergente e com recursos limitados, esse logo foi concebido para não perder a visibilidade nem deixar de transmitir a grandiosidade corporativa mesmo que seja reproduzido em baixa resolução ou em condições adversas.

-Toyota- A planta industrial da tecelagem Toyoda foi vendida, o novo dono resolveu fabricar carros e, para encontrar um novo e mais adequado nome e um logotipo, promoveu um concurso: 27 mil pessoas participaram e decidiu-se trocar o “D” do nome existente pelo “T”, por conta da maior sonoridade e do número de pinceladas necessárias para escrevê-lo: oito – o número da sorte na cultura japonesa. O logo é feito de três elipses entrelaçadas: a combinação das elipses vertical e horizontal simboliza o “T” de Toyota e o desenho tem dois pontos centrais geométricos, simbolizando o coração dos clientes e o coração do produto, unificados pela elipse maior. O fundo em branco na figura representa o avanço tecnológico ilimitado da Toyota, bem como as oportunidades ilimitadas. Reza a lenda também que todas as letras da palavra Toyota podem ser formadas nesse ideograma.

Fonte: Hsm.com