Amazon contrata bodes como funcionários

A Amazon Japão contratou bodes para fazer a manutenção dos jardins de seu centro de distribuição na província de Gifu.

Os animais irão prestar seus serviços à empresa uma vez por semana até o outono japonês, que começa em setembro. Cada um deles recebeu um crachá de identificação, que contém seu nome e fotografia.
A função dos bodes se resume a comer a grama e devorar as ervas daninhas nos terrenos da distribuidora. Além do óbvio efeito cômico, a escolha desses funcionários inusitados foi feita como uma alternativa ecológica para manter o jardim em ordem – desconsiderando a produção de metano dos novos “cortadores”, é claro.

No entanto, cabe ressaltar que a Amazon não é a primeira empresa a contratar os famigerados devoradores de folhas. Em 2009, o Google, publicou uma nota em seu blog oficial afirmando terem alugado o serviço de bodes para substituir os barulhentos e poluentes cortadores de grama.
“Isso nos custa mais ou menos o mesmo que os aparadores, e os animais são muito mais bonitinhos de olhar do que as máquinas”, diz o texto.

Fonte: Promoview

Nova Schin promove o amor ao São João na Bahia

Para alegrar as cidades de Cruz das Almas e Senhor do Bonfim, na Bahia, a Invent Live Marketing preparou ações de marketing promocional que levaram a marca da Nova Schin para os principais pontos do festejo de 21 a 24/06.

Em Cruz das Almas, a marca montou um enxoval com galhardetes localizados na entrada da cidade e no percurso até a praça central que abriram o caminho para os turistas mais animados.
como festa de São João tem que ter caracterização típica da data, foram distribuídos 326 luminárias em formato de balão na praça principal. Toda a decoração levava a imagem da Cerveja.

Senhor do Bonfim também foi decorada com 250 balões iluminados na praça em que os shows eram realizados. A ornamentação deu o tom da festa, e, como objetos, faziam parte do cenário. As pessoas não hesitaram em tirar fotos para compartilhar em suas redes sociais.

Ainda no município, a empresa instalou uma peça com cerca de nove metros de largura, 1,80 m de altura e um metro de profundidade, com os dizeres “Eu amo São João”.
A ideia era que as pessoas pudessem posar em frente à frase, tirar fotos e postá-las usando as hashtags #NovaSchin e #EuAmoSÃOJoÃO. Um gestor de mídias sociais ainda ficou responsável para organizar o material e postar nas fan pages da Nova Schin e da Invent Live Marketing.

Fonte: Promoview

Tudo deixa Nissin Miojo com sotaque nordestino

Caravana Nissin Miojo é o nome da mais recente ação de marketing promocional regional da Nissin-Ajinomoto para estreitar relacionamento com os consumidores do Interior do Nordeste.

Até 31/10, a empresa vai percorrer 34 cidades de Pernambuco e 30 da Bahia, levando ações de recreação, bem-estar, beleza, gastronomia e entretenimento para a população. A Agência Tudo é responsável pelo key visual do projeto e pela produção na Bahia. Em Pernambuco, a ação promocional será realizada pela Agência Ria.
A Caranava Nissin Miojo é uma continuidade do projeto que aconteceu em 2012 em Pernambuco. Devido ao enorme sucesso, a empresa decidiu ampliar a ação para a Bahia e proporcionar a troca de experiências entre os participantes num ambiente convidativo e interativo com atividades gratuitas para toda a família.

A ação tem pequenas diferenças entre um Estado e outro, mas seu conceito geral consiste em montar tendas temáticas em locais públicos e estratégicos das cidades. Culinária, beleza, artesanato e recreação infantil são os temas que inspiram o projeto, cuja expectativa é atingir 65 mil pessoas.

Segundo Alessandra Elias, gerente de Marketing da Nissin-Ajinomoto, a Caravana surgiu a partir das histórias de superação das famílias do Brasil e do envolvimento da empresa nesse cenário, já que a marca trabalha para facilitar o dia a dia das pessoas, ajudando os brasileiros a manter o bem-estar de sua família, sem esquecer a importância de um alimento prático, saboroso e nutritivo.

Conheça as Atividades da Caravana Nissin Miojo em cada Estado

Pernambuco

A Tenda “Na cozinha com você” será o local onde dicas de culinária serão apresentadas por meio do preparo de receitas. Pintura em unhas, com uma técnica moderna de impressão, será o destaque do espaço ‘No espelho com você’.

Já o espaço ‘Com a criança para você’ oferecerá um videogame com jogos interativos para entreter a criançada. E o ‘Na Cidade com Você‘ vai trazer monitores interativos para fotos, além de expositores com os produtos da Nissin-Ajinomoto.

Além da Caravana, que percorrerá o Interior do estado, Recife e Grande Recife receberão mais uma ação entre 15/07 e 26/10. Trata-se de um caminhão-cozinha, com uma estrutura de piso retrátil com capacidade de 20 pessoas por aula na qual serão ministradas aulas práticas de culinária com as linhas Nosso Sabor, Lámen tradicional e cremoso.

O caminhão-cozinha passará por bairros de Recife e alguns municípios próximos, entre eles Bongi, Vila Tamarineira, Pina, Tamanadaré, Prazeres, São Lourenço, Igarassú e Jaboatão.

Bahia

Na Bahia, as tendas seguem uma proposta de funcionar como uma extensão da casa das consumidoras. Na “Cozinha”, um culinarista vai elaborar receitas agregando a praticidade e o sabor do Miojo com a utilização de ingredientes da culinária local que fazem parte do dia a dia do consumido.

Já na tenda “Sala”, o foco será o reaproveitamento de copos de Cup Noodles na confecção de sugestões de objetos decorativos, como vasos, porta-tempero e muito mais.

As dicas de maquiagem e beleza serão oferecidas na tenda “Quarto” na qual as consumidoras poderão registrar o momento em uma fotografia e levar como recordação. Para as crianças, a Nissin-Ajinomoto pensou em algo muito especial, uma atividade na qual elas terão que encontrar pacotes de Miojo mergulhando em uma piscina repleta de macarrão instantâneo feito de espuma.

Fonte: Promoview

O que os gestores de marketing precisam saber sobre finanças

Sabemos que o setor financeiro nunca foi muito “amigo” do marketing, mas as empresas que possuem marqueteiros com conhecimento na área de finanças consegue unir, pelo menos em alguns projetos, esses dois setores.

Empresas que não gozam de capital circulante líquido abundante têm um setor financeiro carrancudo nas análises dos projetos de marketing. Os marqueteiros por muitas vezes têm os seus projetos recusados ou remendados por não passarem segurança em números para o setor financeiro, a palavra muito famosa nesse caso é payback. Traduzindo para o português, “pagar de volta”. E é exatamente o que este critério avalia, o tempo que uns investimentos levam para pagar de volta ao investidor o investimento inicial.

Não estou dizendo aqui que o gestor de marketing tem que entender perfeitamente de finanças ou que venha substituir funções desses profissionais. Mas não restam dúvidas que devem ter o conhecimento para planejar melhor seus projetos, para mensurar seus projetos no impacto que os mesmos vão causar na saúde financeira das empresas, positivas ou não. Assim, o papel é ter em mente, todo o tempo, que o objetivo do seu projeto de marketing será de criar maior riqueza para os acionistas – proprietários – da empresa. Logo, os gestores de marketing devem ter suas ideias baseadas em números, para conseguir através de argumentos numéricos convencer gestores de finanças que seus projetos são viáveis financeiramente. Podendo, se basear, em pesquisas de marketing bem realizadas – que também não são baratas, mais argumentos (risos).

Normalmente, os números apresentados devem guardar certa coerência com as premissas do projeto. Que, por muitas vezes, são ignorados pelos gestores de marketing por simplesmente acreditar demais na sua ideia, apenas por intuição. Assim, podemos dizer que o papel dos gestores de marketing nas finanças é transmitir em números tudo aquilo que normalmente é feito em linguagem corrente. Estratégias, táticas, fundamentadas em números tornam um projeto com todas as chances de obter sucesso na sua empreitada, afinal, todo projeto deve buscar a criação de riqueza para os proprietários das empresas.

Fonte: Administradores.com

Respeito ao consumidor, o grande diferencial

As características de um mercado dependem do seu grau de maturidade e da cultura sob a qual se instala. Vejamos:

Se nos Estados Unidos você compra qualquer coisa, a utiliza, e não está contente com a qualidade ou resultado, você pode devolvê-la, praticamente a qualquer momento – "no questions asked" (sem que lhe façam perguntas condicionais para a devolução). Isso vai muito além do que você imagina, por exemplo: Se você compra um carro, pode devolvê-lo porque não está contente com a cor, modelo ou qualquer outra característica. Na devolução você será extremamente bem tratado e a empresa se esforçará para encontrar outro carro que atenda as suas expectativas. Ela não quer perdê-lo como cliente.

Como funciona no Brasil? Bom, todos sabemos… Se você compra alguma coisa (especialmente de maior valor agregado) e detecta um defeito, por exemplo, a maioria das lojas fará tudo para que você encaminhe à garantia e assistência autorizada, procurando por todos os meios evitar a troca; a não ser que você conheça muito bem o código de defesa do consumidor e ameace com o PROCON, coisa que nem sempre funciona, pois a loja sabe a dor de cabeça e a mão de obra que você enfrentará para levar sua queixa em diante…

Nos Estados Unidos você devolve um eletrônico com defeito e eles colam uma etiqueta "return to factory" (retornar para a fábrica); aqui ainda estamos na base do "receba seu problema de volta", "comprou, agora aguenta". Lá eles resolvem seu problema e pedem desculpas pelo inconveniente, aqui dizemos que "lamentamos muito, mas não podemos fazer nada a respeito…"

E há quem diga que o consumidor brasileiro anda muito exigente…

A verdade é que temos várias questões a equacionar. Nosso mercado é pouco maduro quando comparado ao norte americano; nossa questão cultural ainda fortemente influenciada pela ideia de "levar vantagem em tudo" coloca as empresas em guarda contra abusos dos clientes. Nas mesmas condições das práticas americanas, infelizmente, cansaríamos de ver consumidores brasileiros abusando do "respeito ao consumidor", comprando alguma coisa de que precisavam momentaneamente e devolvendo, após o uso, com alguma alegação criativa (o que, lamentavelmente, já ocorre com o boom de turistas brasileiros nos Estados Unidos).

É evidente que não podemos importar o modelo da realidade norte americana e aplicá-lo à brasileira, mas é também evidente que não podemos mais dizer ao cliente que comprou uma televisão LCD de 60 polegadas e que apresentou problemas no oitavo dia, que ele deve levá-la à autorizada…

Nosso mercado vem crescendo, a ascensão econômica da nova classe média beneficiou muito os negócios, mas as empresas ainda agem de maneira muito imatura no atendimento a reclamações e nas políticas de trocas e devoluções. É verdade que é preciso ser um pouco mais criterioso no atendimento às solicitações dos clientes (às vezes espertos), mas é igualmente verdade que um capitalismo já adolescente como o brasileiro deve parar de agir como criança e transformar o foco no cliente, de discurso, em prática. A maneira como nós atendemos nossos clientes frente a dificuldades, problemas e reclamações é pré-requisito fundamental das práticas de marketing e condição sine qua non para o encantamento e a fidelização!

Empresas que querem primar pelo atendimento diferenciado não podem esperar até que nossas características culturais se modifiquem, este é um processo muito lento. Estas empresas precisam encontrar maneiras inovadoras de tratar estas questões, especialmente enquanto seus concorrentes não o fazem, pois isso representa um excelente diferencial competitivo. Novas negociações com fornecedores se fazem necessárias para um maior amadurecimento da estratégia de encantamento de clientes e isso deve ser priorizado. As empresas não podem aguardar por um aumento ainda maior da concorrência, momento no qual todos acabarão realizando as mesmas práticas e o diferencial se esvairá no lugar comum!

As questões de Marketing são essenciais e fundamentais para o sucesso de um negócio e não podem ser tratadas sob a ótica do "é assim que as coisas funcionam aqui no Brasil". Estas questões estratégicas precisam ser tratadas sob a ótica que orienta o Marketing, ou seja: Como podemos gerar mais e melhores negócios por aqui!

Marketing é uma atitude, não um departamento!

Fonte: Cidade Marketing