Aprender a empreender

Face a um mercado onde a concorrência é cada vez mais acirrada, a busca por alternativas para entrar e/ou manter à frente dos concorrentes deve ser constante. A criatividade, capacidade de inovação, superação das dificuldades e estratégias estruturadas de acordo com a análise do ambiente, são sem dúvidas, fatores preponderantes para buscar-se uma vantagem competitiva sustentável. Pensando assim, podemos e devemos partir por caminhos mais ousados, arriscados: O lançamento de um produto no mercado é uma boa alternativa, quando se busca por um nicho de mercado inexplorado ou quando a empresa encontra-se na urgência de manter-se no mercado e seu portfólio de negócios não se mostra suficiente. Variáveis incontroláveis tais como ambiente político-legal, economia, tecnologia, ambiente físico-natural, fatores sociais e culturais podem afetar um negócio de forma inesperada, se não forem monitorados.

Uma das dificuldades que os empreendedores enfrentam nos dias atuais é consolidar o seu produto no mercado. Verifica-se também, que muitas empresas não alcançam as formas corretas, porque não se baseiam em técnicas e ferramentas capazes de identificar e atender as reais necessidades e desejos de seus clientes, deixando-os mais satisfeitos e fiéis a seu produto e/ou serviço. Não se pode esquecer que quando o cliente compra um produto ou serviço, na verdade ele procura algo que solucione seu problema-benefícios. O grande diferencial é conseguir atendê-lo de forma eficiente e eficaz. Sabendo da existência de um mercado altamente competitivo, onde o preço, marca e modelos são basicamente os mesmos, buscar um diferencial é uma questão de sobrevivência, seja oferecendo um bom atendimento, pós-venda, condições de pagamento flexível, ampliando seu produto básico (diferenciação) ou, através da lançamento de novos produtos, (inovação) estando atentos à sustentabilidade, responsabilidade social e ambiental, geração de empregos, rentabilidade, sendo fatores preponderantes para conquistar vantagens frente os seus correntes.

Fonte: Administradores.com

Estrutura organizacional e o processo de planejamento estratégico

Quando se pensa em planejamento estratégico, não basta apenas conceituá-lo, há que enxergá-lo como um conjunto de processos que compõem a estrutura organizacional da empresa.

É sabido que os outputs oriundos do planejamento estratégico, por envolverem toda a organização, também impactam no arranjo institucional, a fim de ajustá-lo aos objetivos estratégicos. Contudo, nada impede que o arranjo do macroprocesso de administração estratégica tenha uma modelagem distinta, visto que, segundo a Teoria do Desenho Organizacional de Mintzberg, o planejamento é uma atividade precípua (e não exclusiva) da tecnoestrutura, prestando suporte técnico à entidade em que atua. Dessa forma, como órgão de staff à alta administração, a administração estratégica pode constituir-se de uma departamentalização por processos capaz de assessorar o nível estratégico, assim como orientar os demais departamentos quanto à aderência de suas respectivas estratégias funcionais, com enfoque mais tático, à estratégia competitiva.

Isso posto, segue abaixo uma metodologia de implementação do macroprocesso de administração estratégica numa organização, seja ela de natureza pública ou privada, ressalvando que tal metodologia pode ser ajustada de acordo com o porte da organização e com os demais elementos estruturais de Mintzberg, quais sejam, vértice estratégico, linha hierárquica média, centro operacional, demais processos da tecnoestrutura, logística e ideologia:

A – Macroprocesso de administração estratégica – processos constituintes

1. Inteligência Competitiva;

2. Planejamento Estratégico;

3. Desempenho institucional.

B – Etapas de implementação e o Ciclo PDCA

Plan

1. Definição dos objetivos do macroprocesso;

2. Diagnóstico da situação organizacional atual (desempenho institucional, estratégia vigente, sistema de Inteligência Competitiva, estrutura, processos e cultura);

3. Plano de ação.

Do

4. Implementação das ações.

Check

5. Monitoramento e avaliação.

Action

6. Padronização e conclusão.

No caso da Administração Pública, a metodologia supracitada pode ser aplicada tanto a cada uma de suas entidades como por meio de ajustes no processo orçamentário público, consoante o disposto no art. 165 da Constituição Federal.

Ainda em relação à Administração Pública, e tendo em vista o que dispõe o inciso I do parágrafo único do artigo 48 da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000), a modelagem do macroprocesso de administração estratégica, nos moldes sugeridos neste artigo, permite a estruturação do orçamento participativo, cada vez mais necessário à responsabilidade na gestão fiscal pela transparência das ações do Poder Público, na medida em que facilita a participação popular pela definição mais clara de atividades, papéis e responsabilidades de cada parte relacionada.

Por último, cabe ressaltar que não há uma estratégia universalmente bem-sucedida. Em vista disso, cabe a cada organização definir, observando seu propósito e a dinâmica do ambiente onde está inserida, a estratégia mais adequada, como resultado da conjugação do referencial teórico existente acerca da matéria com a prática de cada negócio. Em síntese: não basta conhecer estratégia, também é necessário vivenciá-la.

Fonte: Administradores.com

A Importância do plano de projeto

Imagine você sair da cidade onde reside e ir até Mococa (localizada na região Oeste do estado de São Paulo), sem um roteiro, sem mapa, sem saber que estradas pegar, qual é o tempo a ser gasto, o menor percurso, dentre outras informações; você não terá certeza de alcançar seu objetivo. Trazendo para o mundo de gestão de projetos você necessitará de um guia contendo quais atividades devem ser realizadas, o que será realizado, em quanto tempo, quem são as pessoas envolvidas, uma série de informações. Para isso faz-se necessário um plano de projeto.

O plano de projeto é o documento que reúne e organiza todos os documentos da fase de Planejamento, devendo ser elaborado pela equipe de Gerenciamento de Projetos e aprovado pelo Patrocinador. O Plano de Projeto define como o Projeto será executado, monitorado, controlado e encerrado, e planeja a ação necessária para alcançar os objetivos e o escopo para os quais o Projeto foi aprovado.

Está dividido em 9 grandes grupos de processos: Gerenciamento de Escopo, Gerenciamento do Cronograma, Gerenciamento de Custo, Gerenciamento da Qualidade, Gerenciamento de Recursos Humanos, Gerenciamento das Comunicações, Gerenciamentos dos Riscos, Gerenciamento das Aquisições, Gerenciamento da Integração.

Objetivos definidos: muitos gerentes de projetos falham nesse item, pois você sabe o objetivo do projeto, mas muitas vezes não é o mesmo objetivo do cliente. Para seu cliente o principal objetivo pode ser a data de entrada em operação do sistema, já você pode ser entregar o projeto com uma semana de antecedência, visando redução de custos, riscos, etc. É fundamental entender o objetivo do projeto entre as partes interessadas – stakeholders, alinhar expectativas; para isso existe a Reunião de Transição com o Comercial e Alinhamento de expectativas com o cliente, outro ponto importante é documentar essas reuniões.

Escopo definido: o escopo nada mais é o que será feito, no plano de projeto esse escopo precisa ser detalhado, todas as tarefas e atividades. Esse é o momento de definir sua EAP ou Work Breakdown Structure.

Ciclo de vida do projeto: O ciclo de vida de um projeto define as fases e atividades do projeto, por exemplo: Gerenciamento, Especificação funcional, Especificação técnica, Interfaces, Desenvolvimento, Testes, Homologação e Implantação, essas fases variam de projeto para projeto.

Estimativas: estimativas de esforço, custo; documente qual foi à técnica utilizada para dimensionar o esforço, logo você calculou prazo e custo, correto! Caso contrário seu projeto afundará.

Cronograma: um bom cronograma é fundamental, não há mistério ele deverá conter as fases e atividades do projeto, datas, recursos envolvidos, dependências, milestones, esforço, custo e a medida que o projeto seja executado o percentual de completude. Gaste parte do seu precioso tempo para desenvolver seu cronograma ele servirá de controle para tudo.

Steakholder quem são: ter mapeado quem são as partes interessadas do seu projeto é primordial e ir além planeje como lidar com cada um deles: cliente, usuário, a equipe, a diretoria tenha uma abordagem estruturada para cada parte interessada. Essas pessoas podem tornar seu projeto um sucesso ou um fracasso.

Riscos: No momento da elaboração do plano de projeto você já terá uma boa ideia dos riscos que impactam seu projeto, lembrando que riscos surgem ao longo da vida do projeto e devem ser gerenciados.

Aprovação: E por último seu plano de projeto precisa ser aprovado entre as partes interessadas, esta aprovação precisa ser formal.

Segundo o Gartner Group os projetos falham por diversos motivos entre os mais freqüentes estão:

· Metas e objetivos mal estabelecidos

· Falta de entendimento das necessidades do cliente e das posições dos stakeholders

· Falha no detalhamento do escopo

· Prazos não realistas

· Estimativas de custos incorretas

· Orçamento mal planejado

· Processos de controle inadequados

· Inabilidade na gerência de recursos humanos

· Motivos externos da empresa que afetam diretamente o sucesso do projeto

O planejamento deve representar cerca de 20% do tempo total do projeto e deve ser considerado como economia de tempo e investimento na qualidade do projeto. Investir em planejamento é reduzir incertezas.

Fonte: Administradores.com

7 técnicas valiosas do pôquer para seu negócio

Lendo o best-seller “Delivering Happiness”, em português “Satisfação Garantida”, de Tony Hsieh, CEO da Zappos, é possível absorver informações de altíssima qualidade para aplicarmos à nossa experiência e caminhada no mercado virtual.

Entre elas, uma comparação entre o pôquer e o mundo dos negócios. Isso mesmo! Uma análise desenvolvida por Hsieh, que extrai das técnicas do pôquer valiosas dicas para aplicação ao seu e-commerce. Veja:

“A escolha da mesa é a decisão mais importante que se pode tomar”. Assim como escolher a mesa certa para jogar, estabelecer em qual segmento apostar no e-commerce é o que determinará seu caminho ao sucesso. Por isso, estude o mercado e analise seus potenciais; assim seus investimentos serão aplicados corretamente.

“Certifique-se que seu cacife é grande o suficiente para o jogo que você está fazendo e para os riscos”. Em outras palavras, traduzido para o e-commerce, não prometa o que sua loja não pode cumprir. Isso em termos de produtos, inovações e, principalmente, logística.

“Não entre em jogadas que você não entenda, mesmo se vir muitas pessoas ganhando dinheiro com elas”. Esse aspecto é muito interessante, pois ao ver projetos de sucesso, sempre há quem deseje imitá-las. Contudo, tenha o cuidado de estudar a necessidade e a preferência de seus consumidores antes de imitar ações.

“Não trapaceie. Trapaceiros nunca ganham em longo prazo”. A transparência e a veracidade são essenciais para quem trabalha com público, ainda mais via internet. Sendo assim, faça dessas qualidades o princípio de seu negócio. Você só tem a ganhar!

“Diferencie-se. Faça o contrário do que o resto da mesa está fazendo”. Encontrar a necessidade de seu público antes dos concorrentes significa conquistar a preferência dos consumidores. Nesse sentido, procure diferenciar-se dos demais e ampliar o desejo de consumo de seus potenciais clientes.

“Eduque-se. Leia livros e aprenda com os outros que o fizeram antes”. Contar com a experiência sempre lhe auxiliará a ter uma nova visão sobre seu próprio negócio. Por isso, procure informar-se, a web, assim como os livros e periódicos, são oceanos de conteúdo que devem ser aproveitados para o crescimento de sua empresa. Atualize-se!

“Não seja convencido. Não seja exibido. Há sempre alguém melhor que você”. Não veja seu negócio como o único, o superior. O mercado virtual recebe dia após dia, empreendedores interessados em conquistar espaço e vencer; sendo assim, faça seu trabalho com humildade, esteja disposto a aprender, a ouvir seus consumidores, a se aproximar dos clientes, dos sócios e dos parceiros.

Por fim, é importante destacar que, segundo Hsieh, o maior aprendizado do pôquer é focar no que é melhor em longo prazo. Ou seja, nos negócios, suas ações devem objetivar o sucesso de sua empresa e isso requer uma caminhada árdua, degrau por degrau.

Sucesso!

Fonte:Administradores.com

Vila Madalena promove 1º Arraial da Vila

A Vila Madalena, bairro tradicional de uso misto da cidade de São Paulo, promove nesse fim de semana (29 e 30/07), a partir das 18h, o 1º Arraial da Vila.

Os lojistas do bairro abrem as portas de suas galerias, ateliês e lojas para receber, em clima de Festa Junina, os moradores e visitantes para curtir os quitutes, músicas e brincadeiras típicas de São João. A entrada e as atrações são gratuitas.
O bairro se destaca por sua diversidade cultural e pelo charme peculiar de seus bares e restaurantes. Pensando nisso, os comerciantes locais decidiram realizar o evento, para estabelecer o relacionamento entre a comunidade local e receber de forma diferenciada os visitantes da Vila Madalena.

“Acreditamos que um evento como esse ajuda a potencializar o que o bairro tem de melhor, que é a integração, o uso diversificado e a receptividade”, comenta Otavio Zarvos, fundador e presidente da incorporadora Idea!Zarvos, expoente da boa arquitetura na região.

Para ajudar o público a se localizar, foi criado o Mapa da Vila, ferramenta on-line em que os endereços de cada estabelecimento são facilmente encontrados. O portal foi desenvolvido, com o objetivo de apresentar os mais variados recursos que o bairro oferece.

Fonte: Promoview