Por que meu Twitter não vai pra frente?

Embora o Facebook tenha ganhado muito mais destaque no ambiente coorporativo, não podemos, simplesmente, ignorar a presença e a potência do Twitter, isso porque é uma mídia que comporta mais de 200 milhões de usuários.

Mas, mesmo tendo um perfil ativo, muitas empresas se encontram em uma mesma e preocupante situação: seu Twitter não vai pra frente, seu número de seguidores não aumenta. Veja alguns motivos para essa ocorrência:

Dedicação insuficiente. A característica de instantaneidade do Twitter deve ser respeitada, ou seja, se sua empresa não monitorar os acontecimentos e não publicar nos horários de maior visualização de seu público-alvo, dificilmente conseguirá ter sucesso nesta mídia. Por isso, é preciso dedicar-se a suas publicações para que seus usuários tenham a oportunidade de interagir com você;

Olhando na direção errada. Muitos empreendimentos no Twitter não trabalham uma relação com seus seguidores. Pelo contrário, apresentam informações apenas referentes à sua empresa, seus produtos, suas promoções, suas ações… o Twitter merece conversas, merece interação e isso deve partir de sua loja virtual;

Objetivos não esclarecidos. Seus resultados nunca serão satisfatórios, se você não sabe aonde realmente quer chegar. No Twitter é indispensável ter um objetivo traçado: é criar um relacionamento com os seguidores? É manter contato com fornecedores e parceiros? É encontrar e/ou compartilhar conhecimento? Então corra atrás do seu objetivo nesta mídia, assim, será possível mensurar o sucesso;

Meu público não está aqui. Se esses motivos não fazem parte da realidade do Twitter de sua loja virtual e, por mais atitudes que você tome, o perfil parece estar à deriva, é possível que seu público não esteja ativo nesta mídia. Cabe nessa situação, uma análise e pesquisa de aceitação não apenas para ter certeza de sair do Twitter, como para encontrar as mídias com melhor engajamento entre seus consumidores.

Pense sobre isso! Sucesso!

Fonte: Administradores.com

“Lei do Bem”: Algumas empresas não se beneficiam por desconhecimento

Com o fim do prazo da entrega de declaração do imposto de renda, as empresas devem prestar atenção a todos os detalhes, e tomar conhecimento de alguns benefícios fiscais. É o caso da Lei nº 11.196, artigos 17 a 26, de 21 de novembro de 2005, conhecida como “Lei do Bem”, que pode ser usufruída de forma automática por corporações que adotem o regime de lucro real e que está com todos os seus pagamentos de impostos em dia.

Os incentivos à inovação tecnológica foram instituídos em cumprimento ao previsto da Lei nº 10.973/2004, art. 28, que prescreve que a União fomentará a inovação na empresa mediante a concessão de incentivos fiscais à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo. O objetivo foi ratificar e expandir os mecanismos até então existentes de incentivo fiscal por meio de renúncia tributária com relação às atividades desenvolvidas pelas companhias em pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação.

Para desfrutar da “Lei do Bem”, a empresa deve investir em melhorias incrementais de qualidade e produtividade por meio de: (i) novos produtos; (ii) novas funcionalidades aos produtos; (iii) novos mecanismos de produção; e ou (iv) aprimoramento do processo produtivo, através do uso da tecnologia. Os investimentos classificáveis como despesas operacionais podem ser deduzidos da apuração do lucro líquido, inclusive para fins de determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro.

Apesar de ser de 2005, muitas empresas ainda têm dúvidas sobre esse benefício e chegam a não usufruir. Para esclarecer, listamos abaixo cinco perguntas comuns e suas respostas, que podem incentivar a adoção da “Lei do Bem”. Destaco desde já que é fundamental que os gestores tenham uma equipe preparada para auxiliar nesse período de declaração, visto que influencia no caixa da companhia.

1 – Minha empresa pretende lançar ao mercado um produto que eu considero inovador. Porém temo achar que o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), responsável pela avaliação do projeto de concepção dessa novidade, não concorde comigo. Como posso prever essa aceitação do órgão?

Centenas de setores da economia possuem seus próprios órgãos regulamentadores no país. Vou explicar através de exemplo: quando uma empresa de energia desenvolve alguma novidade tecnológica e projeta ofertar ao mercado, o produto passa pelo aval da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e, neste processo, o órgão já sinaliza se aquilo é uma inovação ou não. É importante também que o lançamento seja analisado por uma equipe competente de engenheiros e pesquisadores que possam comprovar a inovação. Assim, as chances de o MCT não aceitar o pedido diminuem muito.

Ademais, somente poderão receber recursos (dedução, para efeito de apuração do lucro líquido, inclusive para fins de determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro- art. 19-A da Lei nº 11.196/2005) projetos apresentados pela ICT previamente aprovados por comitê permanente de acompanhamento de ações de pesquisa científica e tecnológica e de inovação tecnológica, constituído por representantes do MCT, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e do Ministério da Educação (MEC).

2 – Entrego minha declaração, porém só vou submeter os dispêndios à análise do MCT por meio do FORMP&D em julho, mês subsequente ao prazo de entrega da DIPJ-2012/2013. Se o órgão não aceitar meu pedido, que já foi declarado, como devo proceder?

Este ano o Formulário para Informações Sobre Atividades de Pesquisa Tecnológica e Desenvolvimento de Inovação Tecnológica (FORMP&D) deve ser entregue até 31 de julho de 2013 e o MCT não estabelece prazos para julgar e dar o parecer na declaração da empresa. Se o órgão descaracterizar alguns dispêndios, a empresa deve fazer uma declaração retificadora e quitar o débito devido com a Receita Federal.

Salienta-se que o descumprimento de qualquer obrigação assumida para obtenção dos incentivos referentes ao ano de 2012, bem como a utilização indevida destes, implica perda do direito aos incentivos ainda não utilizados (dispêndios de janeiro à junho de 2013) e no recolhimento do valor correspondente aos tributos não pagos em decorrência dos incentivos já utilizados, acrescidos de multa e de juros, de mora ou de ofício (em caso de fiscalização), previstos na legislação tributária, sem prejuízo das sanções penais cabíveis.

3 – Estou desenvolvendo um produto que não tenho a intensão de comercializar, mas que ajudará na minha produtividade. Posso declarar meus investimentos em pesquisa e desenvolvimento?

Depende. A lei declara que Inovação tecnológica é a concepção de novo produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando em maior competitividade no mercado. Desta forma, os custos com novos mecanismos de produção e aprimoramento do processo produtivo podem ser dedutíveis se forem inovadores. Para isso, a empresa deve justificar como a presença daquele produto incrementou sua produtividade, mesmo sem ter ofertado para consumo final.

Há, aqui, uma observação: a inovação tem que fazer parte da cadeia produtiva da empresa. Caso a área da empresa beneficiada com o novo produto seja a administrativa, o responsável pela declaração não pode abater esse investimento.

Atividades não caracterizadas como P&D: Atividades associadas ao dia a dia das empresas, consultorias para elaboração de projeto técnico, avaliações de viabilidade, levantamento de dados, aquisição de sistemas e equipamentos, customização de software, implantação de atividades já desenvolvidas. Da mesma forma, a capacitação de recursos humanos próprios e de terceiros e desvinculados de projeto específico não será aceitos como investimentos de P&D.

4 – Entreguei um projeto que deve resultar em um produto no prazo de mais de um ano – logo, entrará em diferentes anos-bases. Devo submeter o projeto novamente, todos os anos?

Não. Junto à Receita Federal, o projeto vale naquele período de tempo descrito no projeto. Esse tópico desmembra para três cenários:

– Se, ao chegar à data limite, o produto ainda não está finalizado, o gestor deve proceder com o registro de um novo projeto em continuidade ao primeiro.

– Se a empresa não concluir a concepção do produto e optar por finalizar o projeto, mesmo assim tem o direito do benefício.

– Caso opte por reformular o projeto, esse novo estudo deve ser enviado para nova análise do MCT, mesmo se ele tem como base o anterior. Caso seja aprovado, ganhará o benefício.

5 – Além de financiar estudos de uma universidade a qual firmei convênio, formei uma equipe para gerenciar a concepção do produto dentro da minha empresa. Meu benefício aumenta com a contratação de pessoal?

Sim. De acordo com a legislação, uma empresa pode restituir até 60% da soma dos dispêndios. Caso contrate funcionários, o benefício é ampliado em mais 20%, por incremento do número de pesquisadores contratados com dedicação exclusiva no ano base acima de 5%, em relação à média dos pesquisadores com contrato no ano anterior (inc. I do §1º do art. 8º ou art. 16 do Decreto 5.798/2006), chegando ao teto de 80%.

Samira Souza – Consultora da área tributária da Hirashima & Associados

Fonte: Administradores.com

Seis lições de empreendedorismo de Michael Jackson

Polêmico, mesmo quatro anos depois de sua morte, Michael Jackson ainda é um misto de herói e bandido, que desperta amores e ódios muito intensos. Ao mesmo tempo em que foi o centro de problemas sérios na Justiça e crises pessoais e familiares, é reconhecido como um dos maiores gênios da música pop mundial. E é justamente de sua carreira profissional que podemos tirar algumas lições que escapam ilesas às máculas sofridas por sua imagem.

Em um artigo publicado no Administradores.com pouco depois da morte de Jackson, o palestrante Fabiano Brum destacou alguns pontos relativos ao perfil empreendedor do rei do pop, que começou a cantar muito jovem, soube fazer parcerias de sucesso, conseguiu trabalhar com relativa independência, soube identificar oportunidades e, quase sempre, calculou bem os riscos de suas empreitadas.

Confira as lições destacadas por Brum:

1 – Não existe idade para empreender

Jackson começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista dos Jackson 5. Em 1972, aos 13 anos, iniciou sua carreira solo, pois era evidente o seu talento e como havia se destacado em meio aos demais componentes do grupo.

2 – Parcerias de sucesso

Michael Jackson sempre foi reconhecido por fazer parcerias estratégicas que lhe renderam resultados espetaculares, como com o produtor Quincy Jones (uma espécie de mentor em sua carreira). “Off the Wall”, o primeiro trabalho que lançaram, atingiu vendagem acima de 20 milhões de discos. Michael tinha talento para construir boas parcerias, tendo trabalhado junto com artistas como Paul McCartney, Slash (guitarrista do Guns ‘n Roses), Eddie Van Halen, Lionel Ritchie, entre outros.

3 – Independência e autoconfiança

Graças ao sucesso em sua carreira solo, aos 13 anos o astro começou a se libertar das garras do pai que o humilhava publicamente. Em 1983, vingando-se contra anos de maus tratos e humilhação, Michael demite seu pai que ainda atuava como seu empresário. No especial para a TV sobre os 25 anos da Gravadora Motown, Jackson exigiu cantar uma de suas próprias músicas, diferentemente dos demais convidados, que relembraram antigos sucessos da gravadora. Ao som de Billie Jean, Michael chocou o público com o passo monnwalk, que se tornaria uma de suas marcas registradas.

4 – Busca de oportunidades e correr riscos calculados

Por várias vezes, Michael Jackson investiu dinheiro de seu próprio bolso para bancar suas ideias, já que algumas delas eram tão ousadas que assustavam sua gravadora. Em 1982, o disco Thriller chegou às lojas e pulverizou todos os parâmetros para medir um álbum bem sucedido. O LP chegou a vender 1 milhão de cópias por semana, rendendo-lhe 140 discos de ouro e platina. Das 9 faixas que compunham o disco, sete chegaram ao Top 10 da Billboard. Thrilller vendeu 106 milhões de cópias.

4 – Inovação

Michael Jackson tem mais vendagens do que Beatles e Elvis Plesley juntos. Há três semanas do Natal de 1983, foi lançado o vídeo de Thriller, o mais ambicioso projeto de Michael Jackson. Sofisticação, duração, equipe e orçamento dignos de cinema, o clipe se tornou instantaneamente a referência máxima do gênero e um dos pilares da cultura pop. O vídeo triplicou a venda do disco e ajudou a popularizar a MTV.

5 – Crie uma marca

Michael sabia muito bem como usar algumas ferramentas de marketing. Era especialmente notável sua capacidade de criar marcas. Como Elvis Presley já era “O Rei do Rock”, Jackson resolveu batizar-se de “O Rei do Pop”. Além disso, ele soube criar outras referências junto aos seus fãs, como o passo moonwalk, a luva branca em apenas uma das mãos, suas roupas, entre outras.

6 – Seja socialmente responsável, retribua

Michael Jackson fez contribuições para 39 casas de caridades, além de promover inúmeras outras ações sociais. Suas músicas podiam facilmente transpor barreiras nacionais, assim como de idade e sexo. Em 1985 ajudou a promover a mega campanha USA for África. A música-tema “We Are The World” (“Nós somos o mundo”), composta por Michael Jackson e Lionel Ritchie, reuniu 44 cantores da “nata” do pop americano. Estima-se que esta ação tenha gerado aproximadamente US$ 50 milhões. Em 2001, Michael Jackson ganhou do Guinness Book o título de artista que mais contribuiu com obras de caridade em toda a história.

As falhas

Em seu artigo, após ressaltas as lições, Fabiano Brum lembra que o cantor também cometeu seus deslizes e pagou caro por eles. “Michael Jackson também cometeu inúmeros erros do ponto de vista estratégico do empreendedorismo, e estes fatores causaram estragos em sua carreira, em suas finanças e arranhões em sua imagem”, afirma, ressaltando, no entanto, que tais erros não diminuem a validade dos bons exemplos.

Fonte: Administradores.com

Almoce com Anderson Silva na promo do Burger King

O Burger King lança nesta segunda-feira (24/06) uma ação promocional no Twitter do lutador Anderson Silva, que proporcionará a um fã e três amigos almoçarem com o maior lutador brasileiro dos últimos tempos.

Por meio de tweets, o atleta convocará os seus seguidores para responder à seguinte pergunta: “O que você faria para ter um almoço de verdade com o Anderson Silva?”.
O objetivo é fazer com que o participante mais criativo tenha a oportunidade de vivenciar uma experiência real com o campeão, em um almoço exclusivo no restaurante Burger King. Para participar do concurso, basta enviar a frase com a seguinte hashtag: #BKcomAnderson, até o dia 06/07.

Para o diretor de marketing do Burger King no Brasil, Ariel Grunkraut, a ação de marketing promocional reforça a parceria antiga e de muito sucesso entre a marca e o campeão mundial do UFC.
Aproveitando o gancho do concurso com a experiência real, a fan page exibirá o especial “Verdades do Anderson” com fatos e curiosidades da rotina do lutador. O conteúdo promete fazer a alegria dos fãs e saciar a curiosidades sobre a vida do lutador que protagonizou várias vitórias para os brasileiros.

Fonte: Promoview

Árvore ‘pede’ doações por meio da música

A cada ano a cidade de Berlim perde duas mil árvores, uma tendência que não afeta somente a fauna e a flora, mas, também, uma menor produção de oxigênio e maior presença de CO2.

Para reverter esse fenômeno, a organização Friends of The Earth transformou uma árvore de castanhas em uma diretora de um concerto. Em parceria com a agência BBDO, a ONG desenvolveu uma instalação que produz melodias por meio das castanhas que caem da árvore.
As pessoas podiam contemplar o espetáculo e desfrutar de uma fusão de luzes e sons que pode ser chamada de mágica. A estratégia de marketing promocional foi convidar as pessoas a doar para impedir que as árvores sejam cortadas.

Fonte: Promoview