Duplo promove o Karaokê Ford no Atlântida Festival

Quem passou pelo Atlântida Festival, festa promovida pela rádio do Grupo RBS no último dia 15/06, em Porto Alegre, viu, entre as milhares de pessoas, uma presença ilustre: o New Fiesta Hatch.

E claro que ele não estava lá só pra bonito. Estava lá, de portas abertas, para que os presentes pudessem conhecer de perto o lançamento da Ford bem no clima do festival. Como? Com o Karaokê Ford, ação planejada e materializada pela agência Duplo.
Conectado com a estratégia global da marca, que vê no público jovem muito mais do que um influenciador da decisão de compra da família, a ação de marketing promocional convidou o público a fazer do New Fiesta Hatch o seu próprio palco, soltando a voz diante das câmeras e aparecendo no telão do festival.
Coincidentemente, a ação promocional estava em sintonia com o aniversário da Ford na Duplo. No último dia 16/06, foram comemorados os três anos da premiadíssima campanha “16 dias dentro de um Ford”

Para convencer a marca de que era a melhor opção entre os concorrentes da conta da Ford do Rio Grande do Sul, os colaboradores passaram 16 dias em frente às câmeras e dentro de um carro da marca, mostrando uma das principais características da Duplo: envolvimento.

Formal ou informal?

Afirmo, sem nenhuma base científica, apenas baseado na minha impressão pessoal, que muitas boas ideias de empreendimento e inovação já foram engavetadas antes de sair do papel por um único motivo: a burocracia necessária para se abrir um novo negócio. São certidões, papéis, registros… Se passar por todas essas etapas é difícil, creio que mais difícil ainda seja não desanimar diante de tantas taxas, pendências, atrasos…

Ninguém gosta de pagar impostos, lidar com funcionários, contadores, no entanto, são etapas necessárias. Afinal, não existe país desenvolvido na informalidade. No Brasil, por exemplo, segundo dados do Sebrae, existem quase 6 milhões de micro e pequenas empresas, que respondem por mais de 50% da mão de obra com carteira assinada e 20% do PIB. Na informalidade calcula-se que existam mais de 10 milhões de empresas e 13 milhões de profissionais.

A formalização, os benefícios e os impostos fazem parte de um movimento de engrenagem, no qual uma ação depende da outra e todas juntas geram o resultado final. Quem estiver na informalidade dificilmente conseguirá tirar proveito do crescimento e desenvolvimento empresarial que acontecem no país.

Outro fator que deve ser levado em conta na hora de optar pela formalidade é que a questão burocrática favorece o planejamento do negócio. Esse planejamento, no entanto, não pode ser um trilho, mas uma trilha: existem momentos em que vai ser necessário mudar a rota, alterar atividades e ajustar a sintonia para chegar ao resultado almejado.

Lembre-se que o empreendedor é uma pessoa que vê oportunidades onde todos os outros podem ver problemas. A burocracia, então, não é um problema: é um desafio. Talvez seu contador seja seu melhor amigo para superar esse desafios. No final das contas, você vai ter aprendido bastante. Esse é o caminho para crescer.

Fonte: Hsm.com.br

As lições nada fáceis da concorrência

Dois amigos fazem trilha numa floresta do Canadá quando dão de cara com um urso faminto de 250 quilos. Um deles tira as botas e calça um tênis de corrida. O outro lhe pergunta:

– O que está fazendo? Você não consegue correr mais rápido que um urso.

O primeiro então responde:

– Eu sei. Mas só preciso correr mais rápido que você!

Esta história sarcástica nos ensina uma lição simples, porém difícil de ser praticada em negócios. Concorrência exige que se estaja um passo à frente do concorrente para não ser comido por ele.

Há concorrentes famintos demais por aí. E quando você está tentando ir mais rápido do que o urso – o seu concorrente atual – precisa ter certeza de que não irá encontrar um tigre ou uma hiena – um novo concorrente.

Mas você sabe onde está a dificuldade em manter-se um passo à frente da concorrência? Em mudar!

Os tempos atuais exigem de todos amplas mudanças no modo de pensar, de planejar e de realizar. Isto subentende “capacidade de adaptação”.

Empresas com equipes fortes, com vendas fortes e com recursos fortes, ficam paradas olhando o que têm de forte, e se esquecem de que “não é o mais forte que sobrevive, porém o mais adaptado”.

O que é preciso então? Flexibilidade e agilidade, porque, se o ritmo de mudanças fora da sua organização é maior que o ritmo das mudanças dentro dela, você passará por maus momentos tentando sobreviver, e poderá ser comido.

Sabe como termina a história dos dois amigos na floresta? O segundo espera o primeiro sair correndo e então permanece parado porque ele sabe que ursos enxergam mal e só caçam presas em movimento.

Moral da história: na floresta ou nos negócios é importante conhecer os hábitos de caça dos grandes carnívoros. Contudo, mais importante do que isto é saber como escolher amigos!

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Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é simplicidade. É autor do livro Torta de Chocolate não Mata a Fome – Inspirações para a Vida, o Trabalho e os Relacionamentos (Ed. nVersos, 2012).

Fonte: Hsm.com.br

Tenha uma boa “crise”

Albert Einstein disse: “Não pretendemos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo”. A ‘crise’ é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado.

Há algum tempo a palavra “crise”, que ganhou curso na economia a partir do século XIX, povoa com bastante intensidade os noticiários e, consequentemente, o pensamento de todos nós. Tal situação é reflexo das dificuldades econômicas enfrentadas por diversos países, que têm modificado e afetado, de forma drástica, a vida de milhares de pessoas em todo o mundo.

Do grego “krísis,eos”, crise significa “ação ou faculdade de distinguir, decisão”, por extensão, “momento decisivo, difícil”. Trata-se de uma derivação do verbo grego krino, “separar, decidir, julgar”. Já em latim, o substantivo crise (crisis, is) significa “momento de decisão, de mudança súbita”. Esse vocábulo era e ainda é usado especificamente na medicina para definir a decisão frente a mudança na evolução de uma doença, constituindo o momento crucial para a cura ou para a morte. Se pesquisarmos um tanto mais, encontraremos, ainda, outras significações para essa palavra. Para os chineses, por exemplo, crise é definida como “oportunidade ou fim”.

Por mais que existam tantas formas de interpretá-la, concordo com a afirmação de Einstein: “crise” é a melhor benção que pode ocorrer em nossas vidas, pois obriga-nos a encontrar a criatividade intrínseca para superar, vencer e crescer. As próprias etimologias da palavra nos chamam atenção para a tomada de decisão diante de mudanças inesperadas, uma prova que nenhuma crise é necessariamente ruim, pois, superando-as, sairemos mais fortes.

Mesmo quando, em tempos nebulosos, perdemos algo, podemos nos fortalecer. Nenhuma perda é para sempre; o fim de algumas coisas faz parte da vida e muitas vezes algo precisa acabar para dar espaço a uma nova mudança. Quando entendemos o fim como um novo caminho, a vida toma um sentido promissor.

Podemos, então, efetivamente viver; não somente sobreviver. Geralmente o fim daquilo a que nos apegamos ou acomodamos nos tira da famosa “zona de conforto” e provoca, em cada um, questionamentos sobre a vida, sobre aquelas questões que adiamos a resolução. Lembra-nos que nada é para sempre e dá uma noção real de que o tempo anda, não pára e não espera. Ensina que tudo vale a pena e que nenhum sacrifício é em vão.

E por falar em sacrifício… esta é outra palavra injustiçada. Geralmente as pessoas a associam a algo “ruim”, pelo fato de vivermos numa sociedade que valoriza o fácil, estimula o comportamento hostil e preguiçoso. Todavia, esta palavra nasce da união dos termos “sacro” e “ofício”, ou seja, “trabalho sagrado”.

Pelo simples fato de sermos humanos, existem circunstâncias em que nada ou quase nada podemos fazer. Porém, independente da escolha que fazemos, a vida segue e certamente tempos melhores “se abrirão” no futuro, sentindo que nossos planos fluíram a contento.

Pense de forma sincera: na atual conjuntura social e econômica em que vivemos, quantas pessoas você conhece são capazes de realizar o sacrifício de modificar a si mesmas e transformar fracasso em sucesso, angústia em criatividade? Quem, desse vasto grupo, poderia conjugar os verbos que derivam da crise, ou seja, “superar” a si mesmo sem ser “superado” por ela?

Devemos meditar a respeito das coisas que interiormente nos bloqueiam e reagir, tendo em nós que, apesar de todas as dificuldades oferecidas durante nossa trajetória, nada poderá impedir nossa vitória: a não ser nós mesmos. Descobrir a importância dos sacrifícios é vencer. O ideal é passarmos a respeitar o “tempo certo do nosso interior” e perceber que é preciso bater mais do que uma vez na mesma porta (aquela que obstrui seus sonhos) até que ela se abra. Quando ela se abrir, permita-se também descobrir algo maior. Entenda que aquele sonho pode não ser só seu. Todo sacrifício e superação empenhados hão de inspirar outras pessoas e muitas outras portas podem ser abertas e, de maneira consequente, perdas serão superadas e vidas, transformadas.

Falar sem parar nas crises, dedicando grande parte do nosso precioso tempo a esse assunto, é promover o conformismo. Em vez de ajudar a propagar tantas desgraças, podemos agir diferente. Nós temos a capacidade de fazer valer a pena o sacrifício e insistir na força do nosso trabalho. Lembre-se de que a única crise verdadeiramente ameaçadora é a tragédia do homem que cruza os braços conformado e desiste de si mesmo. Todo resto pode ser superado; basta confiar, pois aquele que acredita em si mesmo é o único capaz de vencer.

Rodrigo Rocha é diretor de marketing da Amil, onde atua também na parte de Inovação. É cofundador da One Health, unidade de negócio do grupo Amil voltada ao segmento premium. Foi um dos primeiros executivos do Brasil a se integrar à Singularity University, no Vale do Silício, considerada a universidade que cria o futuro. Obteve o MBA em Finanças pelo IBMEC.

Fonte: Hsm.com.br

A mudança de dentro para fora

Lembro-me dos oito anos em que trabalhei em uma óptica, o quanto reclamava com colegas de trabalho, fornecedores e família que tudo e todos não funcionavam e, por isso, as vendas eram sempre baixas e me desmotivavam. Naquele momento, o mundo era culpado de tudo o que acontecia em minha vida, menos eu. Mas quando um cliente aparecia na porta da loja, por exemplo, eu ficava com raiva de ter de parar o que estava fazendo para atendê-lo. E, em outros casos, acabava por me esquecer de realizar o serviço solicitado por outro cliente e só lembrava quando este, no prazo que eu mesmo tinha estabelecido, vinha para buscar.

O que acontece com a nossa vida profissional e pessoal para sempre buscarmos culpar o mundo externo pelos nossos erros? A mudança deve ser feita de dentro para fora, ou seja, você deve preocupar-se em mudar a sua maneira de ver, ouvir, sentir e falar do mundo e, ai sim, começar a mudar a sua empresa, o seu mercado e os seus clientes. Jack Welch um ex-CEO da General Eletric (GE) dizia aos seus colaboradores – Mudar ou Morrer? – a escolha é sua, ou continue fazendo as mesmas coisas para ter os mesmos resultados ou tenha uma atitude e busque a mudança nos caminhos em que sua vida trilha. Mas como fazer isso?

A melhor estratégia é se perguntar – Quantos livros li nesse último ano? Quanto investi em cursos, palestras e treinamentos? Quantas horas dediquei a ler e estudar na internet sobre assuntos que me ajudariam a conquistar os meus sonhos? E falando em sonhos, tire-os da sua imaginação e transforme-os em objetivos. O que você quer? Por que você quer? Como vai conseguir? Reflita sobre a sua vida e comece a sua jornada da mudança.

Pegue um caderno simples de tamanho A4 e batize-o como “caderninho do conhecimento”. Nele devem ser anotados novos aprendizados, ideias e auto avaliações, para que você posteriormente possa “resgatar esse peixe”. Na primeira página você irá dividir a folha ao meio e irá escrever do lado esquerdo os Pontos Fortes e do lado direito os Fracos. Logo abaixo de cada tópico, comece a escrever tudo o que considera forte e fraco em você. Quando sentir que esgotou seus julgamentos, pergunte-se – Pontos fortes: como posso melhorá-los? Pontos Fracos: como posso eliminá-los, diminuí-los ou transformá-los em fortes?

Essa é uma técnica que pode ser usada tanto para a sua vida pessoal quanto para sua área de trabalho e sua empresa, como um todo. Essa ferramenta estratégica é um pouco mais completa e no próximo artigo iremos explorar mais afundo como construir um EU para buscar um outro mundo melhor.

O sucesso só depende de você, não culpe o próximo (clientes, fornecedores e concorrentes) pelo desempenho da sua empresa. Vá para fora e olhe para o seu trabalho pela visão dos seus clientes, há muito trabalho a ser feito.

“Go On” em Busca do Seu $uce$$o.

Fonte: Administradores.com