10 males que afetam empresas

Por que não conseguimos tomar decisões, mesmos as mais simples, sem causar algum tipo de problema?

Em muitas empresas, esses males vêm desde a alta gestão e chegam até os funcionários da linha de frente. As pessoas sabem que muitas decisões importantes demoram muito para ser tomadas, não atingem o resultado esperado ou, por razões diversas, não se transformam em ações efetivas. São essas as queixas mais comuns no ambiente corporativo.

Mas tomar a decisão errada é apenas um sintoma. A melhor maneira de enfrentar essa situação é identificar a origem do problema e corrigi-lo. Sua empresa está com algum destes males na hora de tomar decisões?

1) Visão turva. Em algumas organizações, as pessoas não têm acesso ao contexto completo para a tomada e execução de decisões importantes. Elas não sabem que rumo tomar, muito menos como tomá-lo.

2) Dupla personalidade. Há uma visão, uma perspectiva… mas as pessoas interpretam de formas distintas ou não concordam com a visão. Por exemplo: uma empresa britânica de varejo desenvolveu um plano ambicioso para abertura de lojas. Mas as várias áreas da empresa – compras, design de lojas, operações etc. – tinham ideias diferentes sobre como conduzir o que foi planejado. O resultado: decisões paralisadas e demora no lançamento.

3) Decisão travada. A empresa se esforça, mas nada acontece. As operações europeias de uma empresa automobilística quase foram à falência e, ainda assim, seus carros continuavam pouco competitivos e atrasados em relação ao mercado. Tudo isso por uma única razão: o departamento de desenvolvimento de produtos acreditava ter o que havia de mais moderno em recursos disponíveis para os carros, enquanto o departamento de marketing discordava. Resultado: decisão travada e nada era executado.

4) Estrutura disfuncional. A estrutura da organização impede que seja tomada a melhor decisão e trava a execução do plano. Uma empresa de aluguel de automóveis na Europa era organizada por países. Mas, como oferecer serviços “sem fronteiras” aos altamente rentáveis clientes que viajavam por todos esses países se a empresa funcionava como estruturas regionais separadas?

5) Paralisia nos processos. Processos tendem a parar porque ninguém os desenhou com foco nas decisões importantes. Em uma empresa farmacêutica, o time de desenvolvimento de produto gastava um esforço enorme em análises clínicas detalhadas de todas as drogas antes de chegar a um estagio final. Finalmente, alguém percebeu que poderia inverter a ordem e só fazer as análises detalhadas para as drogas aprovadas nas outras etapas.

6) Confusão de informações. As informações necessárias para tomar decisões importantes não estão disponíveis no momento ou na forma correta. Por outro lado, os tomadores de decisão são inundados com mais dados do que eles poderiam decifrar e usar.

7) Incentivos errados. Medidas e incentivos que não reforçam boas decisões. O fracasso que ocorreu em Wall Street em 2008 é um exemplo: muitos traders receberam bônus desproporcionais por decisões que podem destruir o valor de suas empresas no longo prazo.

8) Deficiência de talentos. Posições importantes para as principais decisões não são ocupadas por pessoas com a experiência e competências necessárias. Uma empresa de telecomunicações em situação difícil percebeu que apenas 40% de suas posições críticas eram preenchidas por talentos, e apenas 30% de seus melhores gerentes estavam em postos-chave.

9) Comportamentos desalinhados. Líderes minam a eficácia de tomada de decisão e execução, muitas vezes involuntariamente. O CEO de uma grande empresa de produtos de consumo reestruturou a organização em torno de uma nova visão e missão globais. Mas muitos diretores regionais continuaram a operar da mesma forma que antes, pondo os interesses locais em primeiro lugar.

10) Colapso cultural. A organização não estabeleceu uma identidade e continua seguindo em frente. As decisões desaparecem em uma cultura disfuncional. No fim de 1990, uma empresa de tecnologia para energia e automação teve dificuldade com quase todas as decisões importantes, inclusive em propostas de grandes negócios. As muitas unidades da companhia seguiam suas próprias prioridades e disputavam entre elas. Alguns gerentes respondiam a três, quatro, até cinco chefes, e tinham de obter aprovação de todos eles nas principais decisões.

Todos esses males podem ser tratados. O remédio, na maioria das vezes, é aprimorar os processos de decisão, atribuindo funções de decisão claras e, então, criar um ambiente que dê suporte às grandes tomadas de decisão e execução.

Mesmo um colapso cultural, responde bem aos tratamentos certos. Essa mesma empresa de tecnologia para energia e automação eliminou uma camada de gestão e centralizou a prestação de contas de lucros e perdas. Formou uma liderança forte e coesa, alinhada em torno de objetivos bem definidos, comunicados e compreendidos. Em 2007, a companhia estava de volta ao caminho certo, com preço das ações e valor de mercado cinco vezes maior que antes.

Fonte: www.Hsm.com.br

Tommy Hilfiger: Famoso da noite para o dia graças a um outdoor

Quem lê o nome "Tommy Hilfiger" nos dias de hoje pensa: É, sem dúvida, um dos grandes do mundo da moda. Entretanto, em 1985 não era assim. Hillfiger era apenas um jovem designer em busca de sucesso na profissão.

Para alcançar tal objetivo, ele contratou o publicitário George Lois. O criativo resolveu ousar. Colocou o desconhecido Hilfiger no patamar de grandes nomes da moda. Tudo num outdoor instalado no coração dos Estados Unidos.

Funcionou da seguinte maneira: Lois criou um outdoor que mostrava quem eram os quatro grandes estilistas para roupas masculinas naquele momento. O texto exibia as iniciais dos principais nomes da moda. Ralph Lauren virou “R_ _ _ _ L _ _ _ _ _”, Calvin Klein foi representado como “C_ _ _ _ _ K_ _ _ _”. O mesmo aconteceu com o nome de Perry Ellis. E para completar, um tal de “T_ _ _ _ H_ _ _ _ _ _ _”. Colocado na Times Square, o outdoor provocou polêmica do dia para noite.

“Quem diabos sabia quem era T_ _ _ _ H_ _ _ _ _ _ _? A mãe de Tommy não sabia”, disse Lois no filme Art & Copy, que retrata a criação da campanha. George explica que se Hilfiger quisesse ser conhecido naquele momento, sem gastar milhões com publicidade ao longo de anos, teria que usar algo único como aquela campanha.

“Quando o anúncio foi rodado, as pessoas enlouqueceram […] ‘Quem ele pensa que é?’, perguntavam. Ralph e Calvin trabalharam por anos”, conta Hilfiger no mesmo filme.

A campanha, além de causar revolta dos fãs de Klein, Lauren e Ellis, fez com que Hilfiger tomasse um baque tão grande que tivesse de produzir os produtos mais perfeitos possíveis. “Eu literalmente trabalhei como um animal me certificando que cada botão, zíper, cor, etc., fosse perfeito”.

Daí todos começaram a usar Tommy Hilfiger. O negócio do “estilista desconhecido” se transformou num império multibilionário.

A conclusão? “Publicidade boa faz a comida ficar mais gostosa”. Frase de George Lois, uma das lendas vivas da propaganda.

Fonte: Adnews

Mundo Gloob vira realidade nos shoppings centers

Em uma área cenográfica de 143 metros quadrados, o Gloob levará para shoppings centers da Multiplan seu mundo de diversão. Batizado de “Mundo Gloob”, o circuito é formado por jogos, brincadeiras e atividades dos personagens do canal.

Desenvolvido pela agência Nova Perfomance, a experiência faz parte das ações de comemoração pelo primeiro ano do canal infantil. Ao longo dos próximos meses, o Mundo Gloob vai viajar por diferentes Estados do País, começando por São Paulo (Shopping Anália Franco, em junho) e Rio de Janeiro (BarraShopping, em julho).
“Depois deste primeiro ano no ar, as crianças já reconhecem os novos personagens que lançamos. O Gloob é uma marca multiplataforma e já investimos fortemente em conteúdos, games, aplicativos etc. Faltava tornar tangível tudo o que exibimos no ar, por isso criamos o Mundo Gloob, onde a garotada vai poder interagir e se divertir com nossos personagens e histórias”, afirma Luciane Neno, gerente de marketing do Gloob.

O Mundo Gloob é dividido em oito experiências diferentes, sempre relacionadas ao conteúdo do canal. Em cada uma delas a criança passa por atividades diversas estimulando a criatividade. Desvendar mistérios, artes, interatividade, entre outras brincadeiras, fazem parte desse circuito.
“Ser a empresa escolhida para realizar o projeto Mundo Gloob agregou grande valor e proporcionou um diferencial competitivo à nossa empresa, fortalecendo e ampliando a confiança nos projetos infantis que realizamos nas melhores redes de shoppings centers em todo País”, declara Denise Chedid, sócia da Nova Performance.

Fonte: Promoview

Google usa balões para conectar milhares de pessoas

O Google acaba de iniciar os primeiros testes de um novo projeto que promete conectar milhares de pessoas ao redor do mundo à internet utilizando uma tecnologia há muito conhecida: balões.

O “Project Loon”, como está sendo chamada a iniciativa, já lançou 30 balões nos céus da Nova Zelândia, que irão oferecer conexão à internet com velocidade do 3G para 50 pessoas no país, neste primeiro momento.
“Acreditamos que pode ser realmente possível construir um anel de balões, voando ao redor do mundo nos ventos estratosféricos, fornecendo acesso à internet para a Terra. Ainda é muito cedo, mas nós construímos um sistema que usa balões transportados pelo vento a altitudes duas vezes maiores do que os aviões comerciais para fornecer acesso à internet em terra firme com velocidades semelhantes ao 3G atual ou mais rápidas”, afirmou a empresa em seu blog oficial.

Os balões usados pelo Google foram desenvolvidos pela Força Aérea Norte-Americana nos anos 1950 e são construídos com um filme de poliéster chamado Mylar.

Cada balão possui 15 metros de diâmetro e circula com equipamentos como antenas de rádio, computadores de voo, sistema de controle de altitude e painéis solares que são os responsáveis pela produção de energia para o sistema.

Os balões, que são hermeticamente selados para comportar gases mais leves do que o ar, voarão na estratosfera a 20 quilômetros de distância do solo, ou o dobro da altitude empregada na aviação comercial.

Cada balão deve permanecer nos ares por até 100 dias, provendo conexão com a internet em áreas de 40 quilômetros de diâmetro em torno do balão, e, empurrados pelo vento, eles circularão nas direções Leste e Oeste.
O objetivo do Project Loon é oferecer acesso à internet em áreas rurais e remotas, onde a conexão com a rede é feita via satélite e pode ser muito cara, bem como atender áreas afetadas por desastres naturais e que tiveram suas infraestruturas de comunicação afetadas. No entanto, o Google ainda estuda como resolver alguns problemas do sistema que envolvem, principalmente, o controle da direção dos balões.

Fonte: Promoview

A boa reputação é resultado da transparência

A boa reputação de uma empresa depende dos produtos e serviços entregues ao consumidor, do ambiente de trabalho oferecido aos colaboradores desta, das relações mantidas com os parceiros comerciais, assim como outros fatores internos e externos alicerçados aos valores da empresa. É assim que José Júlio Pereira, presidente de manufatura, serviços ao consumidor, peças e qualidade da Whirlpool Latin America, avalia como a imagem de uma organização é construída.

Para Pereira, o atendimento no pós-venda é algo que o consumidor leva, e muito, em consideração na hora de julgar uma empresa. "O atendimento pós-venda é um diferencial que o consumidor leva em conta no momento da compra, e marcas respaldadas pela credibilidade e tradição têm a reputação a seu favor como uma vantagem competitiva", diz. "O consumidor é o centro de todas as nossas decisões e, por conta disso, a principal missão da área de Serviços ao Consumidor é ter excelência no atendimento", completa.

Tendo em vista os indicadores de qualidade, como o de satisfação do consumidor, a Whirlpool procura não descuidar do cliente e, esta proximidade pode ser o diferencial na manutenção da imagem de uma empresa. "Tudo o que apuramos transforma-se em aprendizado para retroalimentar o relacionamento com nossos clientes e fortalecer a nossa reputação", evidencia Pereira.

Este relacionamento próximo com o cliente deve estar presente, também, no espaço online. Em um cenário, o qual os consumidores possuem grande poder participativo em mãos, saber manejar, com eficácia, as críticas nas redes sociais é fundamental a imagem da companhia. "Nós monitoramos ativamente as citações às nossas marcas e sempre buscamos o diálogo Nosso foco é atender aos desejos e às necessidades dos nossos consumidores, seja na escolha de um novo produto, ou no atendimento pós-venda", diz Pereira. "Em busca disso, investimos continuamente em inovação, qualidade e comunicação com o nosso público. A boa reputação no mundo digital é resultado de uma postura transparente e receptiva, que permita o aprendizado constante", conclui

Fonte: ClienteSA