Sua marca é sustentável? Até que ponto?

As redes sociais e suas plataformas aceleram o processo de humanização das marcas, que agora precisam mostrar personalidade, ter carne e osso, tornando fácil o relacionamento das empresas com os seus stakeholders. Acabou aquele comportamento controlador. Isto me leva a crer que o approach dos consumidores delineia uma das maiores tendências do branding atual, que é a construção de marcas fortes cada vez mais conectadas a ideologias e causas. Estas marcas têm que se comportar como pessoas – é o que os outros cidadãos agora esperam delas! As empresas, agora, precisam sair de cima do muro, mostrando suas essências, crenças e apostas.

As marcas que vão fazer a diferença são aquelas que inspiram seus stakeholders a serem pessoas melhores, a fazer o mundo em que vivemos ficar melhor, tornando a nossa vida mais sustentável. O planeta agradece, e o consumidor individualmente também. Na era da transparência radical e da responsabilidade, antes de qualquer coisa, confiança e credibilidade precisam ser conquistadas pelas marcas. Chega de discurso. Nada mais é mera questão de escolha. Todas as dimensões da empresa são visíveis para qualquer um que quiser ver. Numa conversa – que acabou no livro "Brand Digital" – a futurista Faith Popcorn argumenta ao profissional de branding Allen Adamson – que o mundo digital está fazendo com que as marcas sejam enxergadas em sua totalidade. "Não apenas relativo ao que elas vendem, mas também pela fibra moral que a elas está relacionada", afirma a futurista.

Uma marca que conseguiu alcançar esta autenticidade e afirmação – ainda pouco conhecida aqui no Brasil – é a Patagonia, que é referência em "sustainable fashion", ou seja, moda sustentável. A Patagonia se celebrizou por promover eventos que demonstram forte apego às questões ambientais. O próprio nome da empresa já remete à ideia de natureza e preocupação ambiental – lembre-se das geleiras da Patagônia que estão derretendo em razão do aquecimento global. O site da Patagonia e o blog lá contido fazem a empresa respirar autenticidade e intimidade com a causa a que ela abraçou. Vale a pena ressaltar que não somente o on-line, mas também o offline da empresa é muito consistente.
É importante lembrar que para que o "equity" de sua marca cresça fortemente, os esforços de sustentabilidade precisam estar diretamente relacionados com o que sua marca realmente representa na mente de seu público. Dois cases já são clássicos. O primeiro é o da GE, especialmente quando a empresa se envolve em causas de energias alternativas. Ora, a GE lembra automaticamente duas questões: energia e imaginação. Basta lembrar que o seu fundador, Thomas Edison, é o criador da lâmpada bulbo. Nós, consumidores da GE, imaginamos que fontes de energia alternativa estejam relacionadas instintivamente com a companhia.

Outro exemplo é a marca de produtos – entre outros, vários de limpeza – Clorox. Digamos que, quando esta empresa se envolve com estudos para melhorar o ar, despoluindo o ambiente, ela está fortalecendo a percepção do consumidor sobre algo que é intimamente ligado a seu core business. E aqui vai uma pergunta: que consumidor não gostaria de comprar um produto de limpeza de uma companhia que, de certa forma, está contribuindo para a despoluição do planeta? Quando compramos algum produto do portfólio da Clorox, vamos nos sentir ainda melhor ao lembrar que a empresa está envolvida com a causa da higiene ambiental em diversas partes do mundo. Nossa consciência social vai se sentir bem, e nosso cérebro vai admitir a possibilidade de compra. Afinal, a proposta da marca é limpeza e saúde.

Há vários exemplos de empresas cujo líder tem carisma, apelo na sociedade e que demonstra preocupação com a questão da sustentabilidade. Muitos deles investem grandes recursos para semear a sua causa e tentar de alguma forma conectar suas marcas a um apelo sustentável. No entanto, se isso não estiver de algum modo linkado com a promessa central da marca, este esforço é inútil. Esforços de sustentabilidade, como qualquer outra ação de branding, só farão sentido se estiverem atrelados à diferença relevante que a marca promove.

E é aí que os pontos de contato podem contribuir de forma relevante. As empresas hoje em dia estão gastando bilhões no Brasil em relatórios de sustentabilidade e programas de reciclagem interna, que, sim, são necessários, mas estão deixando de lado uma parte essencial nesta equação que é a de escutar aquilo que o público on-line tem a dizer. A conversa do público digital, hoje em dia, oferece uma série de insights que podem revelar o comportamento de compra e aquilo que o seu consumidor realmente pensa que é sustentabilidade em relação a sua marca.
Nossa consultoria tem feito recentemente, por exemplo, alguns estudos nos quais é possível comparar e cruzar os esforços pró-ativos de comunicação no âmbito de sustentabilidade das marcas (RP tradicional, anúncios em mídia impressa e TV etc.) com o que está inserido na Wikipedia. Isto nos possibilita identificar o nível de sinais cruzados que tais marcas estão gerando.

De fato, plataformas de busca estão cada vez mais sociais e "real time". Levando em consideração que o boca a boca viaja muito mais rápido através do "retwittering" e que deixará rastros digitais permanentes, é um vácuo enorme em qualquer estratégia de sustentabilidade não dedicar esforços sérios e profissionais ao público digital. A reputação da sua marca e dos esforços que ela agrega em sustentabilidade têm uma relação simbiótica com os resultados do Google e afins.
Sem o boca a boca nada é sustentável.

Fonte: Cidade Marketing

O caminho do sucesso nas redes sociais

Atualmente, o Brasil possui cerca de 80 milhões de internautas, sendo que mais de 90% deles estão cadastrados em pelo menos uma rede social, segundo dados do Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística). Mesmo com essa crescente demanda muitos empresários ainda não sabem como investir em ações de marketing on-line e acabam prejudicando a imagem da empresa.

Tamara Costa, diretora geral da Linksearch, descreve abaixo os erros mais comuns que as empresas cometem em mídias sociais, visando contribuir para que todos possam usufruir de maneira inteligente no momento de interagir com o mercado de atuação, prospects e clientes.

O primeiro erro muito comum é pensar que alguma marca, seja ela qual for, não está nas redes sociais, como Facebook, Orkut e Twitter, já que não possui um perfil. Elas podem ser citadas de forma positiva ou negativa tanto por clientes, quanto pelos próprios concorrentes. Apesar de 67% das empresas já investirem neste meio e utilizarem 10% do orçamento em marketing digital, é de suma importância explorar este segmento como meio de comunicação interativa e monitorá-lo constantemente.

Muitas empresas também costumam criar um perfil físico, no caso do Facebook, para utilizá-lo com o intuito de divulgar informações e interagir com o público-alvo de alguma corporação. Neste caso, o mais adequado é a criação de um perfil corporativo, que permite mais "curtidores" e possui ferramentas que serão melhor aproveitadas. Outro ponto a destacar é que hoje lidamos com uma quantidade alta de pessoas conectadas, procurando serviços, produtos ou novidades no meio on-line. Para isso, a atualização diária torna-se uma regra, sempre aliada a uma linguagem adaptada ao público-alvo em questão.

Pesquisas revelam que 61% dos brasileiros buscam informações sobre produtos e serviços nas redes sociais antes de efetuarem compras. Mas, bombardear os seguidores com muitas atualizações, promoções e derivados não é a estratégia mais correta. Indicamos a inserção de cinco posts em cada rede social, abordando sobre assuntos diferentes, de forma criativa e relevante, para cativar ainda mais os usuários.

Outras dicas simples são: sempre ter agilidade ao responder de maneira imparcial posts positivos ou negativos nas redes sociais, não utilizar respostas automáticas, buscar soluções com eficiência, não apagar posts enviados por clientes em hipótese alguma, revisar o conteúdo antes de publicá-lo, para que informações erradas não sejam divulgadas; e responder as solicitações no mesmo período em que foram enviadas, caso isso aconteça à noite, como algumas empresas não possuem escala de 24h/7dias, as respostas podem ser enviadas no dia seguinte na parte da manhã.

Além disso, monitorar as redes sociais é uma das ações, se não a mais importante, para que empresas possam se aproximar dos consumidores e saber o que estão falando sobre a marca. Mas, é importante ressaltar que para realização de uma estratégia bem sucedida, existem agências especializadas neste serviço, como é o caso da Linksearch. Focada em ações que envolvem o marketing digital, a nossa equipe realiza a criação, análise, atualização e monitoramento, até mesmo dos concorrentes, para que sua empresa saiba o que está acontecendo e possa tomar iniciativas para aumentar a comunicação interativa, além de reverter algo se for negativo ou incentivar, se for positivo.

Invista nas redes sociais, como Facebook, Twitter e Orkut, assim você poderá ganhar mais espaço através de uma boa estratégia executada, com base em novas idéias. Tais ações farão com que sua empresa se destaque no mercado neste concorrido e imediato meio on-line.

Fonte: ClienteSA

Encontro Nacional de Anunciantes

ABA promove o evento que tem como objetivo analisar e debater os avanços da comunicação nos negócios05/06/2013 07:01
No dia 11 de junho acontece o ENA – Encontro Nacional de Anunciantes. Promovido pela ABA – Associação Brasileira de Anunciantes, o objetivo do evento é analisar e debater os processos de marketing e comunicação, a evolução da propaganda e modelos de negócio das organizações dentro das empresas e nas marcas, além dos resultados gerados.

Entre os convidados que debaterão os temas, estão Luiz Carlos Dutra, Diretor Corporativo de Relações Institucionais do Grupo Votorantim e Presidente do Conselho Superior da ABA, João Batista Ciaco, Diretor de Publicidade e Marketing de Relacionamento América Latina da FIAT e Presidente da ABA, Rafael Sampaio, Vice-Presidente Executivo da ABA, Stef Gans, CEO da Effective Brands, Ricardo Monteiro, Vice-Presidente Global e CEO América Latina da Havas Worldwide, Gabriela Onofre, Diretora de Comunicação da P&G Brasil, entre outros.

Patrocínio
Natura, o SBT e o Banco do Brasil são patrocinadores ouro e a Rede Globo é patrocinadora Premium.

Serviço:
Data: 11 e 12 de junho
Horário: 09h00 às 18h00
Local: Renaissance São Paulo Hotel – Alameda Jaú, 1.620 – São Paulo – SP.
Valor:Associados da ABA: R$ 1.000,00
Associados de Entidades Conveniadas: AMPRO, ABEP e CENP: R$ 1.300,00
Demais Interessados: R$ 1.500,00
Incluso: Welcome-coffee, breaks, tradução simultânea, material de apoio e certificado de participação
Informações: 11.3283-4588 ou pelo e-mail [email protected]

Desconto de 10% para inscrições realizadas até o dia 05 de junho

Fonte: ClienteSA

Confira a evolução dos investimentos em promo

Pelo segundo ano consecutivo o Anuário Brasileiro de Marketing Promocional apresentará o resultado da sondagem feita pelo Promoview, que você conhecerá nesta matéria especial.

Os números deste ano dão sequência ao Marco Zero, estabelecido na edição de 2012 do Anuário, e apresentam dados que vão balizar as decisões dos executivos que atuam neste mercado.

O resultado revela que as agências de marketing promocional cresceram, em média, 3,5% no ano de 2012. Pela primeira vez, um estudo consistente mostra crescimento abaixo de dois dígitos, diferente do que ocorreu nos últimos nove anos.

Com esse índice, a estimativa é de que o mercado teve um faturamento global de U$ 20.673 bilhões, contra os cerca de U$ 19.916 bilhões em 2011.

Em uma avaliação global, o estudo concluiu que o mercado promo brasileiro sofreu, no ano de 2012, a tradicional diminuição por conta do ano político, mas, sobretudo, pelas consequências da crise mundial de 2008.

Isso porque, 70% dos investimentos no setor no Brasil são realizados por multinacionais. Para estas organizações, é comum buscar resultado em alguns países da mesma região para compensar a queda de outros em crise. Foi assim com a crise do México em 1994, a da Ásia em 1997 e a da Rússia em 1998.

Em 2012, a situação gerada pela crise americana de 2008 refletiu em todas as economias do planeta: a Europa com países quebrados; os Estados Unidos seguiram com taxas maiores de desemprego e níveis baixos de recuperação econômica; e a China acompanhou com a desaceleração de sua taxa de crescimento. Com isso, as corporações mundiais buscaram compensações na redução dos investimentos em geral.

Em 2010 e 2011 vivemos um momento de criação de planos, concorrências abertas, mas muito pouca efetivação, e, por isso, os planos ficaram prontos aguardando a recuperação econômica do mundo. Em 2012, foi constatado que a crise era maior e mais longa do que se esperava, e o mercado sentiu o impacto dos cancelamentos.

Estudo Inédito Mostra o Percentual de Crescimento das Agências Por Região

Nesta sondagem Promoview perguntou aos entrevistados qual foi o desempenho percentual do faturamento bruto da agência em 2012 com relação a 2011.

2013 Deve Apresentar Crescimento, Mas Empresários Estão Cautelosos

Para 2013, as agências projetam um crescimento médio de 8% avaliando o aumento por conta da expectativa dos eventos mundiais no Brasil e da valorização do trabalho de ações para envolvimento de consumidores e stakeholders.

Com isso, o faturamento bruto no mercado brasileiro deverá superar os U$ 22.323 bilhões.

Fonte: Ampro

Quando os clientes são os criadores

Este ano o público jovem foi o alvo da Tim para o desenvolvimento das campanhas finalistas do 19 ° Prêmio Abe md. A iniciativa mostrou que o poder colaborativo das redes sociais foi o grande plano da operadora, a qual somou resultados inéditos a companhia. "O próprio público-alvo nos ajudou a montar a oferta, em uma iniciativa inédita no mercado brasileiro de telefonia", conta a gerente de Digital Advertising da TIM Brasil, Adriana Fernandes. Em entrevista exclusiva ao Portal ClienteSA, a executiva revela os objetivos e efeitos dos cases que estão concorrendo a premiação.

São três as campanhas que concorrem à premiação, todas voltadas aos clientes do TIM beta, plano desenvolvido para os jovens em uma ação que todos participam por meio do crowdsourcing, nas redes sociais. "O plano não é comercializado nas lojas da TIM e funciona através da distribuição periódica de chips feita pelos clientes indicados", explica Adriana, evidenciando o poder colaborativo que os clientes possuem dentro das estratégias de marketing digital.

"As ações são o Estúdio BETA, que convidou os participantes da fanpage a criar músicas através de conteúdo colaborativo; o TIM beta live 2, evento que ofereceu show para clientes selecionados do plano e, cuja atração foi escolhida pelos próprios usuários da oferta; e o Blablablâmetro, game social disponível no site e que mapeia a utilização da linha dos clientes TIM beta, concedendo benefícios através dos pontos de cada usuário.

Objetivos e resultados de cada ação:

Estúdio Beta
"Desenvolvemos essa ação diferenciada para incentivar ainda mais a interação na fanpage do TIM beta que, hoje, conta com mais de 500 mil participantes. A ideia era também destacar que a empresa continua dando voz aos seguidores do plano, que foi desenvolvido em parceria com os consumidores", explica Adriana Fernandes.

A ação foi iniciada com a postagem da melodia e o refrão das músicas no Facebook e, a partir daí, os fãs puderam sugerir a continuação da canção, escrevendo suas idéias no espaço de comentários do próprio post. Foram selecionadas as melhores frases, que formaram as letras de três músicas. O resultado final foi gravado e apresentado nas redes sociais aos usuários, que puderam curtir e compartilhar o conteúdo. "Ao longo dessa ação, atingimos 13% de índice de engajamento – um marco para o TIM beta – e aumentamos em 329% o indicador ´pessoas falando sobre isso´. Trouxemos mais de 77 mil novos fãs no período, aumentamos em 22% o tamanho da nossa comunidade na fanpage", aponta a executiva.

Tim Beta Live 2
Essa ação foi realizada pela segunda vez. Trata-se de um show exclusivo para clientes selecionados do plano TIM beta. Os próprios usuários da oferta escolheram a atração, em uma votação que contava com três opções de bandas. O grupo escolhido – o Charlie Brown Jr., realizou a apresentação no dia 27 de setembro de 2012, no Cine Joia, em São Paulo. "Desta vez, foi fechada uma parceria com o Google, que possibilitou a transmissão ao vivo do show via YouTube", diz Adriana. "Cerca de 2,5 milhões de pessoas vivenciaram os atributos de nossa marca e impactamos mais de 23 milhões de usuários únicos com a campanha. O show ao vivo foi assistido por mais de 48 mil pessoas", finaliza.

Blablablâmetro
O Blablablâmetro é um game social disponível na página do TIM beta (www.timbeta.com.br) e que mede a influência dos jovens nas redes sociais, além da utilização da linha pelos clientes. Os usuários são "pontuados" de acordo com o uso, como acesso a redes sociais, chamadas, envio de torpedos etc. "Essa ferramenta permitiu à TIM ´segmentar´ ainda mais os clientes TIM beta. Assim, criou-se a categoria de ´Beta Labs´, usuários com pontuação superior a 4 mil pontos e que têm vantagens, como tarifas diferenciadas, chips para distribuição aos amigos, entre outros benefícios", diz Fernanda. "Após o lançamento do Blablablâmetro, tivemos 39% da base de clientes participando ativamente do game", finaliza.

TIME UNIDO

Além das três ações para os consumidores, a Tim também é finalista com a campanha Sempre Juntos. Criada com o objetivo de agregar valor à força de vendas, a ação beneficia o relacionamento na área corporativa. "Conseguimos unir em um único programa tudo o que precisamos para estimular na força de vendas: fidelidade, reconhecimento, premiação e informação", conta Ana Claudia Loschi, gerente de trade marketing corporativo da Tim.

A campanha foi lançada em 2010 e, desde então, foram entregues mais de 66.000 prêmios, 97% de adesão dos quais 75% acessam mensalmente o portal. Em pesquisa de campo realizada pela empresa, 80% da força de vendas considera o programa Bom ou Muito Bom. "A ideia do programa vem dos conceitos de "estar próximo dos seus participantes" (Juntos) e "com frequência" (Sempre), fazendo com que eles se sintam reconhecidos e estimulados", explica Ana Claudia. Os participantes ganham pontos por tempo de casa, por treinamentos realizados e por vendas e podem trocar esses pontos em um catálogo de prêmios online. "Cada um se sente parte do "Sempre Juntos" e o resultado vem em conseqüência", conclui.

ClienteSA