Disney sorteia curso de inglês na Flórida em ação de volta às aulas

Promoção conta com passagem e traslado, estadia em um hotel da companhia e entrada nos parques temáticos, além de kit de produtos com personagens da marca.

A Disney lança pela primeira vez uma promoção voltada para os estudantes brasileiros. A ação “Volta às aulas Disney” dará cursos de inglês e viagens para o Walt Disney World Resorts, na Flórida, além de cinco kits de produtos escolares da marca. Quem comprar qualquer produto da linha Volta às Aulas e se cadastrar no hotsite(http://www.disney.com.br/voltaasaulas) ganhará um código para participar do sorteio, até o dia 15 de março.

As aulas de língua estrangeira são oferecidas pela Young English Days at Disney, em Orlando, na Flórida. Serão 14 dias de viagem, incluindo passagem e traslado, estadia em um hotel da companhia, quatro encontros do Disney Youth Education Series Program nos parques temáticos, guia brasileiro, refeições, 10 dias de entrada nos parques e festa de encerramento do curso. Os kits de produtos incluem agendas escolares, cadernos, estojos, pastas e canetas dos personagens da Disney.

Fonte: Mundo do Marketing

Nike lança pulseira que mede desempenho físico dos usuários

A Nike lançou no dia 19 de janeiro de 2012, a pulseira Nike+ FuelBand, em Nova York, nos Estados Unidos. A novidade foi apresentada em um evento da marca pelo Presidente e CEO da Nike, Mark Parker, e foi desenvolvida com a proposta de auxiliar os consumidores a medirem com eficiência o seu desempenho físico durante o dia. A pulseira usa um sistema de acelerometria composto por quatro indicadores: tempo, caloria, passos e Nike Fuel, que foi desenvolvido empresa.

A unidade permite que os praticantes de atividades esportivas estipulem uma meta a ser cumprida em um determinado período e possibilita o acompanhamento em tempo real da performance da pessoa. Um dos diferencias são as mensagens de motivação que a pulseira exibe, à medida que o atleta se aproxima da meta estabelecida. A pulseira pode ser sincronizada com computadores via USB ou Bluetooth, ou ainda com o iPhone, por meio de um aplicativo.

Fonte: Mundo do Marketing

Chevrolet passa a dar nome a três campeonatos estaduais

A Chevrolet investe no relacionamento por meio do esporte e compra os naming rights de três campeonatos regionais de futebol, em São Paulo, Paraná e Goiás. Assim, os torneios de 2012 passam a se chamar Paulistão Chevrolet, Paranaensezão Chevrolet e Goianão Chevrolet. Como parte da estratégia, a marca já é a montadora oficial das seleções brasileiras de futsal e beach soccer.

A tática também é utilizada por outras empresas no Brasil: a Coca-Cola dá nome ao Campeonato Gaúcho e o banco BMG ao Mineiro. Entre os torneios mais abrangentes estão a Copa Kia do Brasil e a Copa Santander Libertadores. Um desafio desta ação, no entanto, é que nem todas as emissoras de televisão se comprometem a utilizar o nome completo durante as transmissões. Para contornar isso, as empresas realizam ativações.

No caso do Campeonato Paulista, que pela primeira vez é patrocinado por uma fabricante, a GM aplicará a marca e o logotipo da Chevrolet nos comunicados da Federação Paulista de Futebol, nas placas centrais de todos os estádios que sediarão os jogos, nos backdrops de entrevistas dos jogadores e técnicos, nos ingressos e nos materiais promocionais pré-jogo, como faixas e balões espalhados pelo campo.

A maior ação da montadora será a exposição de um carro no gramado durante os jogos em estádios com a infraestrutura adequada. A primeira partida, realizada no sábado, dia 21/01, já exibirá um automóvel no local. Com as cotas de ingressos que a empresa terá, também será possível realizar promoções nas concessionárias da marca em São Paulo.

Fontes: Promoview | Meio & Mensagem

BBB – Suposto estupro preocupa patrocinadores

O suposto caso de estupro no Big Brother Brasil 12 gerou preocupação entre patrocinadores do reality show. Embora oficialmente não comentem o assunto, o episódio causou certa tensão nas empresas que investiram um total de R$ 103 milhões em cotas de patrocínio nacional do programa.

AmBev (Guaraná Antarctica), Fiat, Niely, Schincariol (Devassa) e Unilever (Omo) concordaram em pagar, cada uma, R$ 20,6 milhões em troca de exposição na televisão e na página do BBB na internet. Agora, calculam eventuais impactos negativos do episódio para a imagem das marcas.

No último fim de semana, Daniel teria molestado Monique após a primeira festa realizada na casa. A “Festa Fusion” foi patrocinada pelo energético da AmBev.

“As empresas devem estar preocupadas para saber o que aconteceu de fato e avaliar como isso pode repercutir sobre as marcas envolvidas”, diz Júlio Moreira, professor de branding (marcas) da pós-graduação em comunicação da ESPM.

Para o especialista, no entanto, o impacto deve ser pequeno. “Hoje os consumidores são muito esclarecidos e maduros. Mesmo que aconteça um problema no programa, eles conseguem separar o que é culpa da marca e o que está fora do controle da empresa”, afirma.

Marcos Hiller, coordenador do MBA de gestão de marcas da Trevisan Escola de Negócios, afirma que o caso deixa um “arranhão” na imagem dos patrocinadores e anunciantes. “Não dá para saber exatamente o impacto disso para as empresas, depende de cada caso, mas fica o arranhão, uma mancha no currículo”, diz.

Ainda assim, Hiller avalia que o episódio “não deve ser muito trágico”. Segundo ele, “não é isso que vai fazer com que as empresas percam market share [participação de mercado]”. Embora o incidente cause certa preocupação entre anunciantes, ele não acredita que isso seja suficiente para levar as companhias a desistir de patrocinar o programa.

Para Moreira, da ESPM, o episódio polêmico pode até aumentar a audiência do BBB, o que poderia até certo ponto ser positivo para os anunciantes. “Infelizmente, casos como esse podem até gerar uma visibilidade maior para o programa”, diz.

Risco iminente

Patrocinar um evento campeão de audiência como o Big Brother dá muita visibilidade, mas também traz grandes riscos. “Quando uma marca decide patrocinar um reality show, um BBB, ela está assumindo riscos na largada”, afirma Hiller. “Por mais que tenha uma exposição violentíssima e retorno sobre investimento muito interessante, tem sempre o fator humano, que foge completamente do controle do anunciante e mesmo da coordenação do programa.”

Não faltam exemplos de situações em que ‘o tiro saiu pela culatra’. Já na primeira semana do BBB 12, a prova do líder envolvendo um carro da Fiat resultou em certo constrangimento para a montadora e para a produção do reality show.

Os 16 ‘brothers’ ficaram confinados dentro do veículo Freemont e alguns passaram mal. Depois, uma participante não conseguiu abrir o porta-malas do carro, apresentado pela montadora como tendo um sistema fácil de abertura das portas. “São coisas que estão totalmente fora do controle, não dá para prever, mas com certeza tem um efeito contrário ao que se esperava”, diz Hiller.

Na última edição do BBB, um dos principais ‘tropeços’ foi o caso envolvendo a Unilever e um novo tempero para frango da marca Knorr. Durante a prova de resistência, participantes fantasiados de frango desataram a cantar: “De leste a oeste. De norte a sul. A onda é a dança da galinha azul”. Seria ótimo, se esse não fosse o jingle do caldo de galinha Maggi, principal concorrente da Knorr.

“Como é que alguém poderia imaginar que eles iam resolver cantar a música do concorrente?”, afirma Hiller. “Por isso, quando a marca decide entrar em um negócio como esse, tem também que assumir os riscos e estar preparada para reagir em casos de crises de imagem”, diz o especialista.

Fonte: iG | Economia | Empresas | Por Danielle Assalve

Otimismo prevalece entre executivos em 2012, diz pesquisa

Pelo menos sete de cada dez executivos do Brasil estão otimistas com o cenário macroeconômico de 2012. Ao menos é isso o que aponta uma recente pesquisa divulgada pela Robert Half. De acordo com o levantamento da consultoria, a expectativa da maioria dos empresários brasileiros é que a Copa do Mundo, a Olimpíada e os investimentos no pré-sal favoreçam, e muito, a economia nacional. “Cerca de 90% dos entrevistados consultados pela pesquisa deverão investir, em 2012, um valor aproximado ao do ano anterior. Já em relação ao desempenho, 90% dos consultados acreditam que suas empresas terão um aproveitamento melhor neste ano”, informa o estudo.

O levantamento contou com a opinião de 155 empresários e executivos de 128 empresas dos setores automotivo, bancário, de bens de capital, construção civil, petróleo e gás, telecomunicações e seguros.

E tal visão positiva não ocorre à toa. Segundo o diretor de operações da Robert Half, Fernando Mantovani, outros fatores, como a expansão do crédito, contribuíram para a formação desta opinião entre os empresário. “A perspectiva de queda nos juros e a continuidade da inserção dos consumidores da classe C no mercado consumidor também explicam o entusiasmo dos mesmos”, explica.

Segundo ele, é justamente por conta destes dados que é possível afirmar que as contratações também deverão aumentar neste ano. Ao que parece, os representantes de empresas que faturam mais de R$ 1 bilhão por ano deverão contratar mais profissionais que em 2011. A informação foi mencionada por 80% dos entrevistados, segundo o levantamento.

Já no que diz respeito às tecnologias, a expectativa é que tais investimentos continuem em alta, especialmente porque eles são considerados essenciais por 72% dos empresários e executivos consultados.

Quanto à mão de obra, um assunto sempre em pauta no setor, ela segue como um dos principais problemas que ainda precisam de resolução, especialmente no que diz respeito à qualificação dos profissionais. O tema é tão preocupante, que, na avaliação da Robert Half, 35,7% dos diretores consultados afirmaram ser este o maior problema de suas empresas, enquanto que, em uma avaliação geral, 28,9% dos profissionais declararam ser esta a principal dificuldade da própria companhia.

O assunto é tão grave, que na avaliação de dificuldade ganhou inclusive da carga tributária, que é considerada o segundo maior problema de uma empresa no momento, informa o estudo.

Fonte: Infomoney