De quem é a culpa?

Não dá pra negar: enquanto estamos preocupados com o desenvolvimento da nossa imagem pessoal nos inspiramos em celebridades e pessoas que nos passam a impressão de elegância para definir o que queremos transmitir às pessoas com quem convivemos, trabalhamos, negociamos.

Até aí, tudo bem. O problema começa quando essa inspiração vira cópia, e nossa “embalagem” não condiz com nosso “conteúdo”.

O que você precisa ter em mente, então, é que sua imagem precisa ser construída em cima de seus valores, princípios, características pessoais e até mesmo no seu estilo. Você pode até achar que para aquela atriz aquele figurino é perfeito, mas simplesmente tentar utilizá-lo na sua vida pode não trazer o resultado esperado.

Mas não se desespere! Você não precisa deixar a imagem de quem você admira completamente de lado para desenvolver a sua. O que você precisa fazer é se conhecer muito bem, entender quem você é para, depois, usar personalidades como inspiração para o desenvolvimento de sua imagem.

Além disso, lembre-se que imagem não diz respeito apenas a aparência, estilo e vestuário, mas também a comportamento, postura e atitude. Sabendo disso, preocupe-se em inspirar-se na fala, gestos e olhares de quem lhe impressiona em termos de imagem. Isso tudo vai ajudá-lo a continuar sendo você, mesmo tendo como “apoio” uma celebridade.

O importante é jamais perder sua essência! Vivemos num ambiente extremamente competitivo atualmente, no qual “ser bom” não é mais o suficiente. Precisamos ser únicos! Tanto na vida profissional quanto na pessoal se tornou necessário a construção de uma identidade visual, a fim de mostrar ao mundo lá fora o que realmente somos: originais! Ser cópia não nos leva a lugar nenhum e as chances de cairmos no esquecimento são grandes.

Venda uma imagem daquilo que você realmente é e não do que você pensa querer ser!

Sucesso!

Fonte: Administradores

3 conselhos valiosos para chegar ao sucesso

Não, fórmula mágica no e-commerce não existe mesmo. Mas, sugestões e conselhos são sempre bem-vindos, não é? Justamente, por isso, separamos alguns passos essenciais que todo empreendimento deve seguir para conquistar seu ‘lugar ao sol’. Veja:

Esteja aberto para abraçar as oportunidades. Você já tem um planejamento definido e um trajeto certo a ser percorrido por um ano inteiro. Mas, de repente, uma super proposta surge de onde você menos espera… e agora, aceitar ou não? Esta é a hora de sentar, pensar e refazer seus projetos; se valer a pena, abrace a causa!“O homem deve criar as oportunidades e não somente encontrá-las.” Francis Bacon

Mantenha os olhos no mercado. O universo das negociações é inovador, a cada dia surge uma questão inusitada que pode mudar o rumo das relações de compra e venda. Por isso, observar tudo o que está acontecendo com seu público, seus concorrentes e seu segmento é um passo que pode adiantar a conquista de objetivos maiores. “Assim que todo mundo concorda com uma ideia, um líder deve começar a trabalhar na próxima.” Roger Enrico

Abra espaço para quem pode ajudar. Devido aos inúmeros processos que formam uma empresa de sucesso, desde a captação de clientes até o pós-venda, fica evidente que ninguém faz nada sozinho. Por isso, fundamenta-se a necessidade de se obter parceiros que podem colaborar para o crescimento e expansão de seu negócio com um único foco: satisfazer e fidelizar o público. Agregue conhecimentos, duas cabeças pensam melhor do que uma! “O talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos.” Michael Jordan

Digamos, por fim, que o caminho para o sucesso é repleto de curvas e novos caminhos a serem atravessados. Encontrando e seguindo os atalhos certos, seu empreendimento chega ao sucesso: quem aprende e pratica o que aprendeu, sai na frente!

Boa sorte!

Fonte: Administradores

As quatro características de um vendedor de sucesso

Trabalhar como vendedor não é uma atividade fácil, muito menos tranquila. Cumprimento de metas, conhecimento sobre produtos, atender e conquistar clientes, são algumas das tarefas desses guerreiros das vendas. E como obter o sucesso no ramo? O profissional deve possuir um perfil todo voltado à área comercial, inclusive o psicológico – um dos primeiros fatores a ser observado em um vendedor.

Assim, o sócio-diretor da consultoria Tekoare e especialista em vendas e consumo, Claudio Diogo, destaca quatro características essenciais em um profissional da área para se alcançar o sucesso:

1. Egodrive: É a necessidade que algumas pessoas têm de convencer outras. O fato de querer convencer alguém não faz da pessoa um chato, não se deve confundir persistência com insistência. O persistente possui consistência e relevância no que diz e comprova – estas pessoas não gostam de “não” como resposta. Ela tem a necessidade do “sim” e a habilidade de provar às pessoas que suas ideias são viáveis. Dedica boa parte do tempo pra estudar argumentos e processos tanto dela mesmo quanto das outras pessoas. Quando ouve o "não", entende que não foi interpretado corretamente e procura novos e convincentes argumentos.

2. Resiliência: Capacidade que uma pessoa tem de absorver um “choque”, sem deixar de lado sua essência. A profissão de vendedor é uma das mais estressantes que existem. A pressão aparece de todos os lados e se escuta a palavra “não” frequentemente. O profissional precisa estar sempre preparado para negociações difíceis, que podem durar meses. Esta habilidade lhe proporciona "frieza" para pensar, enquanto outras pessoas se desesperariam.

3. Senso de organização: Um bom vendedor gosta de Excel e de outras ferramentas de controle. O planejamento faz com que ele busque o objetivo de forma organizada, cumpra regras, seja ético e saiba aproveitar todo o processo que circunda as vendas em seu benefício. Analisa pontos fortes e fracos e começa não a manutenção da venda, mas sim o que chamamos de pré-venda.

4. Pré-venda: Caracteriza aquele vendedor que consegue manter clientes apaixonados por ele, pela empresa dele e pela marca que ele representa. O profissional deve navegar pelo mundo do business de forma natural (tanto pessoa física quanto jurídica). O bom vendedor deve poder circular entre todas as empresas e pessoas, sem qualquer tipo de bloqueio. É alguém que cria, provoca e induz relacionamentos entre partes interessadas, no intuito de ajudá-las. Assim, ele consegue enxergar o que outros não veem: oportunidades de novos negócios. Como consegue ter a "visão do todo", torna-se apto a ajudar empresas na melhor decisão e passa a ser um provedor de sucesso – aí sim o ciclo da venda se fecha.

Segundo Claudio Diogo, uma venda só termina quando o cliente volta a comprar de você. “Se não compraram novamente, estão com a venda incompleta. Pense nisso e procure-os”, finaliza.

Fonte: Administradores

Mais viável e sustentável

O Banco do Brasil inaugurou na tarde desta quinta-feira (14), em Salvador (BA), o primeiro ponto de autoatendimento do tipo quiosque, com 100% de utilização da energia solar. O projeto pioneiro no sistema bancário foi desenvolvido em parceria com a escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia, UFBA, e possibilitou a construção de edificação autossustentável no consumo de energia elétrica.

Localizado no campus da UFBA, o quiosque utiliza sistema solar fotovoltaico interligado à rede da concessionária de energia elétrica. A energia gerada será consumida pelo próprio quiosque e o excedente repassado para a rede comercial da concessionária, conforme regulamentação da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

A solução utilizada é do tipo "on grid". Ao contrário do sistema convencional, não utiliza baterias para armazenar a energia excedente gerada, o que diminui o investimento inicial, custos de manutenção e reposição, além de eliminar a utilização de substâncias poluentes ao meio ambiente.

Nesse tipo de sistema, que não permite o armazenamento de energia, quando o consumo for superior a geração solar, a concessionária fornece a energia complementar e, quando a energia solar gerada for superior ao consumo, o excedente é enviado para rede da concessionária. No final do período de faturamento mensal, os créditos da geração excedente que foi enviada à rede e a energia consumida da concessionária são contabilizados, o que neste caso deve resultar em créditos de geração ao Banco do Brasil.

A previsão de geração anual de energia solar fotovoltaica é de 7.021 kWh. De acordo com o projeto, o consumo estimado para a unidade de autoatendimento do BB é de 6.935 kWh/ano. A energia excedente gerada anualmente, de cerca de 86 kWh, será "vendida" para a concessionária em forma de crédito de consumo. A vida útil dos painéis é de 25 anos e a expectativa do Banco do Brasil é de que a redução dos preços dos sistemas fotovoltaicos contribua para viabilizar economicamente o uso operacional da energia.

Fonte: ClienteSA

Processando toneladas de oportunidades

Para antecipar a adequação à Lei 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), e que deve ter caráter obrigatório a partir do segundo semestre de 2013, a Oi e a empresa Descarte Certo – do Grupo Ambipar – anunciaram o lançamento de uma nova unidade de manufatura reversa em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Esta é a segunda fábrica inaugurada pelas duas companhias, que fecharam no final do ano passado parceria estratégica para a implantação de um parque industrial de manufatura reversa no Brasil.

No total, a Oi financiará a construção e ampliação de seis fábricas de reciclagem no país. Em contrapartida, a Descarte Certo prestará serviços de coleta, manufatura reversa e destinação final de resíduos produzidos pela Oi e seus fornecedores, clientes e colaboradores. Desde fevereiro, a Descarte Certo já vem realizando a coleta em lojas próprias e franquias exclusivas da Oi. O total do financiamento será de R$ 10 milhões ao longo de seis anos. A Descarte Certo aportará mais R$ 6 milhões na operação.

O investimento na unidade de Novo Hamburgo será de R$ 2 milhões. A fábrica terá capacidade de processamento de 150 toneladas/ mês, chegando a 1.800 toneladas por ano, o suficiente para atender mais de 10% da geração de resíduos eletroeletrônicos na região sul do país prevista para 2013. A Oi e a Descarte Certo estimam que o investimento no Rio Grande do Sul vai gerar cerca de 1 mil empregos diretos e indiretos.

"Com a inauguração desta unidade no Rio Grande do Sul, a Oi está dando continuidade ao processo, iniciado ano passado, de instalação de fábricas para reciclagem de lixo eletroeletrônico nas cinco regiões do país. Com essa iniciativa, a Oi reforça seu compromisso socioambiental com o país e se posiciona na vanguarda do setor de telecom em relação ao gerenciamento dos resíduos da atividade produtiva", explicou Bayard Gontijo, diretor de Tesouraria e Relações com Investidores da Oi.

Além da unidade em Novo Hamburgo, as duas empresas já contam com outra em Americana, em São Paulo, que passa por um processo de ampliação. As demais unidades serão instaladas no Amazonas, em Goiás, no Rio de Janeiro e na região Nordeste. A localização foi definida com base no mapa de consumo, com o objetivo de reduzir o custo ambiental e financeiro. Ao todo, as fábricas vão gerar cerca de cinco mil empregos diretos e indiretos. A capacidade de processamento total será de 1.200 toneladas de resíduos por mês, praticamente dobrando a capacidade instalada para processamento de lixo eletroeletrônico atual no país.

Na PNRS estão previstas a redução da geração de resíduos, a reutilização dos resíduos sólidos e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos. Também está prevista a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos, o que inclui desde os fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes até os consumidores, na logística reversa dos resíduos e embalagens pós-consumo.

Hoje, a Oi já realiza o gerenciamento do material descartado junto aos seus prestadores de serviços utilizando empresas de reciclagem homologadas pelos órgãos ambientais. São toneladas de produtos como cobre, alumínio e ferro, cabos de fibra ótica, baterias, cabos telefônicos, sucatas de informática, fibra de vidro, partes de peças de telefones públicos vandalizados, sucatas de mobiliário, entre outros. O objetivo é alcançar 100% de reaproveitamento dos produtos, com a reinserção destes materiais na cadeia produtiva.

Fonte: ClienteSA