Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

SKY cria websérie ´Entre sem bater´

A SKY lança dia 6 de agosto a websérie "Entre sem Bater", com a banda pop-rock mineira Jota Quest. O projeto, desenvolvido pela AgênciaClick Isobar, tem o formato de um reality show, em 25 episódios, e vai contar como uma banda constrói um novo álbum. A produção da websérie ficou a cargo da produtora Alicate. Os vídeos irão ao ar pela fanpage da plataforma de patrocínios musicais da operadora, a SKY Live. O primeiro capítulo traz um briefing do disco: um olhar ainda inicial de como será o álbum, revelado pelos cinco integrantes da banda e a cada semana serão exibidos dois episódios, às terças e quintas-feiras. Os capítulos terão duração de aproximadamente 3 minutos e ficarão disponíveis no site da SKY Live, no Youtube e no site da banda. O projeto conta, ainda, com uma landing page (página de entrada), que convida o público e os fãs da banda a assistir à websérie, avisando a data que cada novo episódio entrará no ar.

Fonte: Cidade Marketing

E quando nem o Marketing consegue resolver?

De tanto estudar Marketing e Administração, eu acabei criando uma espécie de mania. Aliás, a palavra certa seria uma obsessão por respostas.

Mas respostas sobre o que exatamente?

Bom, sempre que eu passo, ou fico sabendo, de algum lugar que precisou fechar, ou que por algum motivo deixou de atrair clientes, pode ser um simples comércio, um restaurante, uma academia, ou qualquer outra empresa, eu fico me perguntando, o que será que poderia ser feito para que este determinado local ficasse mais atrativo?

O que o marketing poderia fazer para criar uma demanda? Será que algum plano de divulgação mais amplo resolveria o problema? Será que a melhor solução seria mesmo fechar?

Confesso que por vezes, por mais que eu pense em ideias, planos e soluções, estas simplesmente não aparecem! Quando isso acontece, admito que fico realmente chateado, não é possível estudar tantos cases e conceitos, e mesmo assim ainda não achar uma solução para o lugar.

Porém, quando eu me lembro de um trecho do brilhante livro escrito por Seth Godin chamado A Vaca Roxa, esse sentimento negativo costumar passar logo. Para melhor entender a situação, vou explica-la desde o começo.

Antigamente, nos primórdios do Marketing, a regra que vigorava no mercado era a seguinte: crie um produto qualquer, e quando eu digo qualquer, é QUALQUER um mesmo, divulgue-o insistentemente no mercado de massa e fique sentado esperando os lucros.

O processo era bem simples mesmo, pois ainda não existiam opções suficientes no mercado para que as pessoas pudessem comparar se compensaria levar esse ou aquele produto, elas simplesmente tinham a necessidade e compravam.

Era a época gloriosa do Ford T, o lendário carro que foi um sucesso de vendas mesmo saindo de fábrica com apenas uma única cor disponível.
Mas agora os tempos são outros! O marketing de massa perdeu espaço para as infinitas mídias existentes e a população está cada vez mais criteriosa e exigente, se o público não perceber valor nos produtos que a empresa vende, ou se estes não forem a opção mais barata, dependendo do caso, a marca é automaticamente descartada.

Ou seja, hoje, para que um produto ou uma empresa exista, primeiro é necessário identificar uma demanda de mercado, E NÃO O CONTRÁRIO!

A fase de querer criar qualquer coisa e pedir para que algum profissional de marketing se encarregue de empurra-la garganta abaixo do consumidor já passou! Tudo aquilo que está no meio termo, o comum, o não notável, não atrai mais a atenção das pessoas.

O Marketing na verdade deve ser o próprio produto que a empresa vende, ou o propósito da organização em si, o que o profissional de marketing faz, dentre outras coisas, é tornar conhecido ou mais atrativo esses benefícios já pré-identificados em pesquisas junto ao público, e não empurra-los pra cima dos consumidores com diversas propagandas de massa no anseio de que alguém se interesse por elas.

O mais do mesmo, hoje, não resolve mais. Ninguém quer outra padaria igual a do seu José, e nem uma pizzaria igual a do seu Pedro. Se não for pra ter um produto diferente, uma proposta diferente, ou qualquer outra coisa que seja diferente, o negócio dificilmente atrairá a atenção das pessoas por muito tempo.

Acredito que as pessoas criaram essa falsa ilusão de sucesso por essa herança do passado, entretanto, agindo dessa forma, você estará dependendo mais do fator sorte do que de qualquer outra coisa.

É exatamente por isso que às vezes eu não consigo achar respostas para minha mania de querer encontrar soluções para empresas sem nenhum propósito, sem nenhum diferencial, sem nenhum brilho.

É claro que é possível criar um propósito ou algo que dê uma vida extra para uma empresa, porém, às vezes, a marca/empresa em questão ficou tão desgastada, precisa de tantos ajustes, que o mais fácil seria mesmo começar tudo de novo.

Fonte: Administradores

Marketing em massa “Facebook”: até onde vale a pena e será que estamos sabendo aproveitar?

Fiz uma pergunta crucial pra mim mesmo: onde está o diapasão e eficácia das marcas no Facebook? Pense.

Continuando, se você faz uma campanha publicitaria de certo modo atrativa aos usuários para divulgar a marca, mas que no fim o resultado não levou o cliente a gôndola que posteriormente ao Check-out? Se a resposta foi, "não sei", "talvez", "acredito que sim", Pare de gastar seu dinheiro neste método de marketing, está só desperdiçando, tempo, trabalho e foco.

O que mais vejo é certas publicidades que não trazem o objetivo do produto com o intuito que realmente deve ser levado em conta que é a captação de clientes reais que somarão aos ponteiros econômicos da empresa. Exemplos do tipo de post que vimos muito na “máquina”; "sexta-feira chegando", "Isto sim é bom, eu quero!!!", "Este sim é top", "Vou comprar umm!" "Este vai ser meu! Quer um?" "quem gostou curti, compartilha" e por aí vai. Não deixando, é claro, de trazer uma sátira, uma indução a uma ação ou um evento, assim chamando atenção para a visualização que logicamente, todas seguidas de suas marcas no rodapé, ao fundo, foto do produto atrativa de pessoas usando, táticas comum de motivação de compra e etc.

Mas se isto ainda não soma aos lucros reais da sua empresa está na hora de repensar, está valendo a pena? Investir tanto em marketing de fixação de “marca”? Este trabalho mal colocado, ou mal entendimento de como expor sua ideia, seu produto sem uma estratégia co-pensada da elevação dos números. Não vai passar de um simples fortalecimento sem retorno. Que ao meu ver nem de longe é lucrativo para um bom empreendedor, uma empresa não vive só de fixação da marca e sim de créditos reais, de valores em caixa, capitalizados ao longo de trabalhos executados.

Dica: você empresário, empreendedor não caia na ilusão de alguns consultores de marketing “recém-formados, consumidos por vícios de ferramentas criadas ao longo de suas carreiras, de promoção entre outras inúmeras ferramentas mal colocada, sem medição de resultado final”. Chegam estes em reuniões com relatórios de likes, views, followers e fãs. Pois ai é onde queria chegar o “x” deste post e sua intenção de alerta!! Se realmente é interessante a busca “incessante” por estes pré-questionamentos, requisitos de medida de público atingido, este tipo de gráfico não é de quão eficácia para todo tipo de projeto.

Então amigos está na hora de começar a se policiar e não se deixar levar por esta máquina Facebook, pois o que temos que analisar realmente, é qual é o foco da minha empresa? Qual objetivo? Onde quero chegar? Saiba como trabalhar a notícia, para induzir o público a ter interesse em chegar a aquisição de seu produto indo até sua empresa, acessando seu Website efetuando a compra entre demais situações de conclusão de marketing com resultado positivo. Medido por números reais e não substanciais ou probabilidades assim concretizando a sua campanha com eficácia.

Fonte: Administradores

A importância de uma campanha bem pensada

No meio de tantos diálogos sobre a responsabilidade social das empresas, no dia 01/08 o estilista Alexandre Wang vai ao sentido oposto a estes ideias e estreia um vídeo onde mostra o dia em que convida os consumidores a um galpão, e disponibiliza gratuitamente peças de sua coleção, advertindo que podem pegar o que puderem carregar. No vídeo é mostrada histeria, brigas e destruição do setting pelo público que buscava carregar a maior número de peças mesmo que fossem repetidas.

Quando vejo este vídeo me pergunto, onde ele quis chegar? É claro que distribuir peças e tornar um vídeo viral é algo que trará grande repercussão, mas nem sempre positiva, muitos comentários sobre esta campanha é de como ela foi degradante, levando as pessoas a se agredirem e irem ao extremo do consumismo e humilhação para conseguirem algumas peças de roupa e aparentemente nem mesmo o nome da marca conseguiu justificar a ação. A repercussão negativa em seu facebook, e pouca exibição da mídia sobre o assunto mostra que a campanha não foi efetiva e que possivelmente manchou a reputação que Alex Wang possui pelo seu brilhantismo.
Com tantas informações e estudos que possuímos hoje, sabemos da importância de causar um bom impacto diante da sociedade que está cada vez mais indignada com a agressividade das pessoas e das indústrias, e ultimamente muitas marcas polemicas vêm sendo constantemente processadas e apesar de ainda aparecerem na mídia, acabam por perder espaço no dia a dia do consumidor. De positivo nesta campanha de Alex Wang ficou apenas a lição de que devemos pensar muito na imagem que queremos passar para nossos clientes, e se estamos de fato sendo verdadeiros e entendendo a importância e responsabilidade que temos quando somos visados.

Fonte: Administradores

Como usar o próprio salário para financiar um negócio empreendedor?

Empreendedores que buscam lançar suas startups frequentemente enfrentam uma miríade de decisões difíceis, sendo que a maior delas é a questão do financiamento inicial. Se você sempre se perguntou "como eu posso financiar isto?", ou "eu posso financiar meu negócio por conta própria, enquanto mantenho meu trabalho atual?", a resposta é sim — você pode, absolutamente.

O indiano Vasu Akula e dois sócios lançaram a Voziq no final de 2011 com um objetivos simples em mente: ajudar as companhias que adquiriram serviços de análises avançadas e soluções em inteligência de negócios a utilizar melhor as informações às quais têm acesso.

O que faz a startup baseada em Washington D.C rara é que Vasu e seus parceiros não utilizaram investidores externos para dar vida à Voziq. Eles criaram a empresa por conta própria, enquanto trabalhavam regularmente durante o dia.

Vasu e seus cofundadores originalmente brincaram com várias ideias diferentes (como oferecer tanto consultoria quanto produtos). Entretanto, Vasu ouviu meu conselho sobre oferecer apenas serviços enquanto sustenta o negócio apenas com o salário do mês. Foi uma ótima maneira de trazer valor imediato aos clientes, aprendendo sobre suas necessidades, tudo enquanto construíam um produto com uma visão de longo prazo. Sim, o produto ficou em banho-maria, mas uma relação inestimável com o cliente já havia sido estabelecida, a entrada de clientes-chave estava garantida e, é claro, o dinheiro continuou a entrar.

A ideia por trás da Voziq começou com Vasu e dois colegas profissionais da área de TI, todos com mais de quinze anos de experiência em companhias listadas entre as 100 maiores da Fortune 500. Vasu descobriu que a maior parte das companhias utilizava alguma forma de análise de dados, mas permaneciam estagnadas nesse ponto. Pelas suas estimativas, 95% das empresas que adquiriam soluções avançadas de análise e business intelligence não estavam utilizando todo o potencial da ferramenta e dos dados coletados. A tecnologia estava sentada na estante, sem gerar nenhum valor.

Existia uma oportunidade intocada ali, e a Voziq é uma plataforma que Vasu e seus associados construíram do zero. Ela foca nas análises de mídias sociais e ajuda a revelar a mensagem por trás de um volume massivo de dados. Utilizando categorias, benchmarks e relatórios customizados, a Voziq transformou a voz do cliente, a voz dos competidores e a voz dos influenciadores da indústria em informações inteligíveis baseadas em um panorama real, para vários departamentos dentro da organização do seu cliente.

Como uma startup auto-financiada, as finanças da Voziq sempre foram apertadas, e por isso os seus fundadores decidiram manter os empregos diurnos até que atingissem razoável validação junto a clientes reais. Vasu afirma que a Voziq estava apta a atingir esse objetivo utilizando o Desk e outros contratantes de fora da América do Norte, onde eles poderiam obter um trabalho de qualidade por um custo relativamente baixo.

A situação da Voziq ilustra o cenário de uma startup com dois ou mais cofundadores. Vasu observa que nem todos os que financiam a startup precisam deixar os seus empregos; um ou dois podem continuar trabalhando enquanto os demais desenvolvem o plano de negócios e realizam prospecções. Dessa maneira, ele diz, você pode financiar sua companhia através do seu próprio salário enquanto os demais executam as ideias centrais da startup.

Ele também enfatiza a importância de estar pronto para se sacrificar logo após a primeira validação da ideia de negócio. Desde que cada cofundador da Voziq decidiram manter seus empregos regulares, assumiram um bom pedaço de trabalho no desenvolvimento de produtos e negócios, que executavam durante as noites e fins de semana. Uma vez que eles começaram a sentir alguma tração, passaram a atuar como consultores independentes em áreas relacionadas para continuar recebendo salários enquanto concentravam esforços na Voziq.

Atualmente, as prioridades da empresa são outras. Os três cofundadores contribuíram pesadamente em serviços de consultoria e alavancaram consultorias externas para continuar o desenvolvimento do produto. Vasu afirma de forma encorajadora que ele e seus associados planejam passar a se dedicar completamente à Voziq, trazendo mais clientes e receita.

Sair do chão e se tornar uma empresa rentável é o principal objetivo de qualquer negócio, e estes são marcos especialmente significativos para uma startup auto-financiada. Com esses objetivos dentro do alcance, Vasu diz que a Voziq planeja continuar seguindo a metodologia 1M/1M, focando mais nos clientes do que em investidores como uma forma de financiar e validar o trabalho. Atualmente, eles têm 250 empresas utilizando seus serviços, mudaram com sucesso para um cenário de fluxo de caixa positivo e estão prontos para levar a Voziq para o próximo nível de sucesso e lucratividade.

O que eu acho gratificante sobre a história da Voziq é que ela pode ser um template para vários outros empreendedores dos quais ouvimos falar constantemente. Centenas e milhares de profissionais ao redor do mundo ancoram no sonho empreendedor. A maioria sem capital. Para esses empreendedores — pródigos em expertise, mas sem dinheiro — financiar o negócio com o próprio salário é um bom caminho para começar.

Fonte: Administradores