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O anúncio publicitário

Anúncio Publicitário, o próprio nome já diz é um anúncio, uma divulgação de algum produto ou Serviço é a divulgação de uma ação, resumindo é uma Propaganda de algo, uma mostra para ser veiculado em diversos tipos de meio de comunicação.

O anúncio publicitário normalmente é criado em uma linguagem verbal ou em uma linguagem não verbal. Tendo como principal objetivo persuasão do leitor a consumir um produto e, maiormente aderir a uma ideia.

Essa ideia se locomove através de diversos canais tais como sites da internet, revistas, programas de TV e rádio, onde seu publico alvo são os Leitores de jornais, revistas, espectadores de TV, ouvintes de rádio e usuários da internet.

O que torna a publicidade efetiva são as diversas formas de avaliar, a publicidade como um anúncio para ser eficiente tem de captar a atenção, ser facilmente memorável e persuadir. Também deve chegar à audiência alvo e deve ser consistente com os objetivos da publicidade.

Alguns anúncios publicitários são mais eficientes do que eu outros em certo ponto muito anúncios se sobre sai devido ao preço do Produto ou Serviço.

A estrutura de um anuncio é composta por algumas características como: Titulo, Imagem, logotipo, texto de argumentação e slogan.

Pontos Fortes e Fracos

O primeiro ponto forte do anuncio publicitário é que ele chega a uma vasta audiência, apresentando ou reforçando o conhecimento sobre a marca do produto ou Serviço, isso por que os anúncios podem ser executados de forma repetitiva o que é um fator importante para a memorização.

Mas os anúncios publicitários têm suas limitações, frequentemente os consumidores enxergam os anúncios como algo intrusivo onde o consumidor evita “a publicidade” na Televisão trocam de canal, no rádio mudam as estações, no Jornal viram a pagina e na internet trocam de pagina.

Outro ponto que retém muito a atenção dos consumidores é a poluição visual onde a diversos anúncios e isso dificulta a memorização da marca.

Conclui-se que o objetivo da publicidade é persuadir o leitor a consumir um produto ou serviço, manipulando direto ou indiretamente aderir a uma ideia imposta pela publicidade e quando bem elaborada os resultados são sempre como esperado, resultados Positivos.

Fonte: Administradores.com

Juliana Paes estrelou a campanha de Pom Pom mostrando o verdadeiro carinho e amor de uma mamãe

A atriz Juliana Paes, grávida de seu segundo filho, Antônio, fez uma pausa na agitada rotina de mãe para gravar a nova campanha da linha de fraldas Pom Pom Top Confort. Juliana e Pedro, seu primogênito, se divertiram muito durante a gravação do comercial, que trata a relação de amor e confiança entre mãe e filho. A campanha, mais uma vez, apresenta tom emocional e lúdico, e irá ao ar no dia 10 de junho durante o intervalo da novela Amor à Vida, da rede Globo.

"Toda gravidez é diferente. O Pedro é agitado e brincalhão desde a barriga. Sempre que estamos juntos é uma festa só! Brincamos, pulamos, cantamos… Já o Antônio parece ser mais quietinho", comentou a atriz durante as filmes. "Aliás, o Pedro está bem ansioso para interagir com o irmão caçula, que ele mesmo fez questão de escolher o nome".

No filme, enquanto mãe e filho arrumam a mala do bebê para a maternidade, Pedro coloca um macacão na barriga da atriz, grávida de oito meses, como se estivesse provando a roupa no caçula. Na sequência, o pequeno mostra à mãe uma fralda Pom Pom Top Confort e faz o mesmo gesto, mostrando que ambos estão envolvidos com a preparação do enxoval. Mãe e filho interagem com uma química única e mostram todo o amor por Antônio, que deve nascer em junho.

A linha de fraldas Pom Pom Top Confort traz o conceito inovador de "Moda Bebê", pioneiro no Brasil e transforma a fralda em um acessório de moda. São quatro estampas unissex, exclusivas e graciosas que combinam com as roupinhas dos bebês. Além de agregar charme e inovar no mercado, a Pom Pom Top Confort tem cobertura respirável, abas elásticas, fitas agarradinhas Flex, camada superabsorvente e proteção por até 12 horas. A identidade visual da marca foi inspirada na textura dos tecidos dos enxovais e da decoração do quartinho do bebê, em alusão a maciez e delicadeza encontrada nos produtos Pom Pom.

Fonte: Cidade Marketing

Para alavancar as PMEs

De acordo com dados do IBGE, as pequenas e médias empresas são responsáveis por 20% da riqueza produzida no país. Isso significa algo em torno de 700 bilhões de dólares. Além disso, 60% dos empregos no Brasil são gerados pelas pequenas e médias empresas. Inserir as ferramentas de Business Intelligence neste nicho pode influenciar muito a economia do País!

Entretanto, muita gente ainda vê o Business Intelligence como algo distante, que só serve para as grandes empresas. Mas essa é uma visão equivocada. Na verdade o BI é uma ferramenta que pode ser adaptada para o tamanho de qualquer empresa.

Uma pesquisa realizada pela ComputerWorld Brasil, em 2010, mostrou que na América Latina foram investidos cerca de 504 milhões de dólares em BI, sendo que metade dessa quantia veio para o Brasil. Segundo a consultoria IDC, em pesquisa do mesmo ano, as pequenas e médias empresas já estavam optando por essa solução, mas utilizando versões mais simples. Ou seja, pode-se afirmar que implementação do BI nestas empresas é apontada como responsável por diversos resultados positivos, entre eles: redução de custos, melhoria de processos e aumento da retenção de clientes.

Mas se ainda assim você não está convencido, proponho que imagine a seguinte situação: uma rede de três mercadinhos que precisa saber quais são os produtos mais vendidos no começo do mês (momento de mais compra pelos consumidores em virtude do recebimento do salário). Essa informação é muito importante e interfere automaticamente no departamento de compras, logística, estoque e até na exposição dos produtos na loja e o gestor precisa tomar uma decisão rapidamente para atender bem e não ficar sem produtos ou ficar com muitos produtos que não vendem em estoque. E é aí que entra o BI para resolver isso tudo.

Um sistema de Business Intelligence ajuda na tomada de decisão e as possibilidades são muito maiores do que acabei de citar. Com as métricas e os KPIs corretos é possível enxergar e entender melhor o cenário de atuação de qualquer empresa seja grande ou pequena e como agir de maneira correta e assertiva.

Uma pequena fábrica de sapatos, por exemplo, precisa saber quais são os clientes que mais compram sapatos masculinos bico fino na região Sudeste? Quais os modelos mais vendidos de sandálias para o Nordeste e quanto isso representa das vendas totais da empresa? As respostas dessas perguntas influenciam na elaboração da próxima coleção e se a empresa não tem isso nas mãos fica muito complicado decidir e garantir sucesso.

Podem ser perguntas simples, mas difíceis de serem respondidas em um primeiro momento. Estas informações, no entanto, podem gerar insights valiosíssimos para a sua pequena empresa, capazes de gerar uma economia de tempo e custos. E ainda pode e deve influenciar na estratégia de vendas dos seus produtos ou serviços.

E isso tudo já pode ser acessado pelo tablet ou smartphone do dono da empresa. Com uma ferramenta de BI móvel é possível acessar, analisar e cruzar dados estando em qualquer lugar.

Enfim, as possibilidades de utilização do Business Intelligence são inúmeras. Será que não é isso o que está faltando para a sua pequena ou média empresa crescer cada vez mais?

Fonte: ClienteSA

Cobrança mal feita, cliente perdido

O consumidor atende ao telefone e do outro lado está um atendente questionando-o sobre uma dívida. A conversa é mecânica e deixa claro que se trata de um procedimento padrão e que aquele caso é apenas mais um. Ou pior: ao realizar a abordagem, o profissional se descontrola diante de algum destempero do cliente e responde no mesmo tom. Responsável pelo curso Cobrança e Negociação por Telefone, da Academia de Crédito Serasa Experian, e autor do livro "Cobrança e Recuperação de Dívidas", Adriano Blatt, aponta essa e outras falhas das equipes de telemarketing como responsáveis por boa parte dos insucessos nas tentativas de recuperação.

"Uma cobrança bem feita não significa certeza de recebimento, mas uma cobrança mal feita é sim a certeza do não pagamento. É muito importante manter um bom relacionamento com o cliente, para além do recebimento imediato de pagamentos em atraso", diz Adriano Blatt. A falta de treinamento e planejamento das ligações, bem como o mau comportamento do interlocutor na abordagem, são as falhas mais recorrentes, segundo o especialista. "A ausência de script de cobrança e de controle emocional do atendente diante de eventuais provocações podem minar o sucesso da recuperação", explica. A desatenção e indiferença com a história do cliente também não ajudam a alcançar o objetivo. "Outro erro recorrente é a ausência de padronização e logística nas abordagens, que – muitas vezes – são feitas por diversos operadores a uma única pessoa."

Erros mais comuns na cobrança:
– Falta de treinamento da equipe;
– Abordagem mecânica do consumidor;
– Descontrole emocional diante de algum destempero do cliente;
– Ausência de script de cobrança;
– Desatenção e indiferença com a história do cliente;
– A ausência de padronização nas abordagens, feitas por diversos operadores a uma única pessoa.

Fonte: ClinteSA

Como anda a sua empresa?

Nada de malicia. Eu só queria saber se sua empresa está na zona de conforto ou na zona de confronto? Zona de confronto não é estar numa guerra. O conceito é pensar numa empresa que continuamente revê seus conceitos, procedimentos, planos e ações. Zona de conforto mostra uma empresa em que nada acontece. Ouve-se muito: "se melhorar estraga", ou então, "fazemos isto há 20 anos e está dando certo".

Muito se fala de nossa baixa produtividade, cujo conforto é fruto do sub desempenho satisfatório, principalmente na área de vendas. Como identificar se sua empresa está na zona de conforto?

– Inovação: não há. Tudo é cópia, e mal feita. Há um ditado oriental que sugere: copiar para criar, criar para competir, competir para vencer.

– Base de clientes: não cresce em número e nem e faturamento. Pior, possui clientes inativos. Não aceite desculpas como: não cobre o custo da visita; o mercado só compra preço; são os chineses, etc.

– Site: ao invés de ser uma vitrine, é uma muralha. O "fale conosco" exige mais informações que uma investigação da Policia Federal. E sua presença nas redes sociais? E como você aparece no "São Google"?

– Telemarketing: o setor de Televendas transformou-se no "administrativo de vendas", fornecendo informações sobre pedidos faturados e servindo de secretariado para a equipe externa. O SAC é um para choque, impedindo que a manifestação dos clientes provoque mudanças. É só um mal necessário. Esses clientes, ô raça!

Pense nisto: tudo que você vende possui um código, logo, se adapta ao que existe hoje de tecnologia, portanto é possível vender pela internet, e-commerce, mobile-commerce, sem esquecer o telemarketing , mala direta, e-mail marketing, vendas pessoais, com a equipe devidamente uniformizada, com smartphones, tablets,GPS, etc.

A Natura possui 100 mil consultoras de beleza (antes eram chamadas sacoleiras). Seu principal acionista é contra qualquer mudança nesta forma de vender, mas se rendeu e vai usar o que a tecnologia permite, tomando o cuidado para não prejudicar as 100 mil guerreiras que construíram este império.

Se ela pode, por que você que tem 5,10, 20 ou 100 vendedores externos vai ficar parado? Tem muitos jovens que conseguirão trazer sua empresa para 2013. Vamos lá renove o oxigênio, saia do sub desempenho satisfatório, pois se continuar na zona de conforto, sua empresa não dura mais cinco anos.

Fonte: ClienteSA