Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Rio+20: Sustentabilidade não tem hora marcada

Sustentar algo é fazer da forma certa, trabalhar para que as coisas sejam sólidas e durem. Para isto é fundamental reciclar, reutilizar, renovar. Por isso, me preocupo com a repercussão e as responsabilidade de um evento como a Rio+20.

A questão é que a sustentabilidade não pode ter hora e data marcada, tem que ser atitude de todo dia, das pessoas, governos, empresas e instituições. Não importa quem veio ou não, o que vale é o compromisso e o resultado das reuniões.

Criou-se uma expectativa tão grande – a nível mundial – que vai ser difícil atender esta demanda. O marketing em torno disso nos colocou dentro de uma armadilha.

A Rio+20, ou aquilo a que se propõe, tem que acontecer mesmo é de forma diferente. Todos os dias, semanas e meses, com decisões e atitudes concretas de governos e empresas. Isso é o que esperam os cidadãos. Na mídia a sustentabilidade é linda, virou um grande argumento de marketing e com maravilhosas criações publicitárias. Enquanto isso, na prática a gente vê os mesmos erros de sempre.

Para quem acompanhou a Eco 92, o que era novidade na época trazia grande esperança. Depois de 20 anos, o que damos como exemplo? Basta pensar no que estamos fazendo com Código Florestal, da discussão sobre a Amazônia, Belo Monte e outras coisas do tipo.

A culpa desta situação toda e do nosso impasse não é de um ou outro. É de todos.

Enquanto não nascer e prosperar esta consciência coletiva, nada mudará.

A natureza nos ensina coisas de diversas formas. Às vezes branda, às vezes violenta e tragicamente. É uma questão de escolha, não é mais ecológica e política, é uma questão de sobrevivência de nós e do planeta. Dentro de sua casa, de seu cotidiano, de suas palavras e ações.

Esta decisão na verdade é individual, cabe na consciência de cada um, e não como resultado de um evento.

Esse e outros eventos passam, mas a outra mobilização, a que faremos no dia a dia depois, é que vai determinar o futuro, desta e das próximas gerações.

É hora mesmo de nos reciclar como pessoas e cidadãos.

Fonte:www.pontomarketing.com

Nova era: O que esperar das mudanças do Facebook?

O Facebook alcançou, em 4 de outubro, a marca de 1 bilhão de usuários mensais, segundo informação publicada pelo próprio Mark Zuckerberg, em seu perfil na mídia social.

Isso significa que agora 1 de cada 7 habitantes do mundo acessa o Facebook pelo menos uma vez ao mês – não estão inclusos os acessos da China, já que a rede é bloqueada por lá. No Brasil, o Facebook possui 54 milhões de usuários ativos por mês, de acordo com o último levantamento da empresa. O país é o segundo com mais usuários ativos na mídia social.

Em seu post no Facebook, Zuckerberg disse que um dos objetivos da mídia social é “estar comprometido a trabalhar todo dia para tornar o Facebook melhor para você”, e que espera um dia “poder conectar o resto do planeta também”.

Será que estas “melhorias” têm a ver com o “Apocalipse das Páginas”? Desde o mês passado muitos administradores de páginas tiveram suas contas deletadas sem nenhum aviso prévio. Mas segundo o YouPix, que conseguiu conversar com fontes oficiais de dentro do Facebook, as exclusões tem fundamento sim, pois as páginas apagadas estavam violando o termo de uso do site.

Além disso, outras “melhorias” foram implantadas no Facebook. A mudança no algoritmo social e a correção no número de likes contabilizados a partir de botões de “curtir” ou “recomendar”, que são instalados em sites terceiros.

Essas “melhorias” não estão agradando a todos, mas pelo que podemos perceber, parece que uma nova era estar por vir no Facebook. E aí, quais as suas previsões para ela?

Fonte: www.pontomarketing.com

Preocupação com privacidade pode ser uma boa chance para conquista de fãs

Com a proliferação de notícias (reais e fakes) sobre os cuidados com a privacidade nas redes sociais, muitas pessoas estão deixando de postar suas opiniões com medo de “teorias conspiratórias” relativas ao Facebook.

Infelizmente, não há muito equilíbrio na rede de Zuckerberg. Ou se posta sobre cada detalhe íntimo ou o silêncio impera devido ao medo do desconhecido. São poucos os que procuram averiguar o que realmente é verdade.

Na verdade, tudo é mais simples do que se imagina. O controle de cada usuário em relação aos seus posts está em suas próprias mãos. É só acessar a parte de configurações de privacidade e tornar sua timeline personalizada (esta é minha dica particular). Preocupar-se é sinal de sensatez, mas há limites para isso…

De toda forma, acredito que este seja o momento para as empresas brasileiras apostarem ainda mais no conteúdo de seus posts e na interação. Ou seja, os usuários estão em uma fase extremamente propícia para compartilhar! O número de likes nas postagens das companhias está crescendo. Isto é, as pessoas não saíram da rede. Elas permanecem no Facebook e continuam curiosas, em busca de novidades.

Sua empresa pode se valer desse momento investindo em mais conteúdo e mostrando ao usuário que é uma fonte confiável de informação na área de interesse dele. Ser uma referência pode ser algo muito valioso em tempos de informações falsas ou piadas de mal gosto feitas por quem quer se aproveitar da “anonimidade” da internet.

Se você anda sem ideias, acha que sua Fan Page está parada, aproveite agora para ativar seu departamento de marketing. Além disso, não se esqueça, é claro, de se focar no planejamento estratégico e produzir posts mais interessantes. Caso seja necessário, mude sua equipe. Criatividade já! Se tudo ocorrer desta forma, não se assuste se o número de shares aumentar consideravelmente, assim como o de fãs e, consequentemente, o de vendas.

Esta é uma grande tendência, pessoal.

Fonte: www.pontomarketing.com

Pequenas empresas faturam com a produção de brindes corporativos

Pequenas empresas faturam com a produção de brindes corporativos. O objetivo do setor é apoiar a divulgação da marca e também prolongar o interesse pelo produto.

O empresário Marcos Barbosa trabalha com brindes para o segmento corporativo há 12 anos. Ele fabrica bolsas, mochilas, sacolas e nécessaires.

Em um galpão em Guarulhos, na Grande São Paulo, funciona a linha de produção da empresa. Os funcionários montam as peças. A estrutura é bem enxuta. Sete funcionários se revezam entre corte e costura.

“O mercado foi pedindo mais qualidade e conforme eu fui colocando qualidade em meus produtos, eles foram tendo melhor aceitação no mercado e saindo melhor”, diz o empresário.

A empresa tem duas máquinas de corte automático e oito máquinas de costura. A personalização dos brindes é terceirizada.

A produção mensal é de 15 mil peças. E o faturamento médio é de R$ 40 mil. E o empresário já tem mais de 20 clientes espalhados por todo país.

Uma loja de roupa feminina sempre encomenda brindes personalizados dele. Os produtos são distribuídos em datas importantes do comércio, como Dia das Mães, dos Namorados e Natal. Na última campanha feita pela loja, as clientes ganharam nécessaires e bolsas. Uma estratégia de marketing para fixar e divulgar a marca.

“O brinde é sempre uma ferramenta de marketing, uma ferramenta de fidelização. Nós acreditamos que como o cliente pega esse brinde, ele sai da loja, além dele sair naquele momento encantado, ele leva uma pedacinho da gente com ele. Lá fora toda vez que for manusear esse brinde ele vai estar automaticamente fazendo propaganda nossa e também fazendo a nossa manutenção de imagem”, diz Geovane Toledo, supervisora de loja.

Renata Poentes fez as compras, ganhou os brindes e aprovou a iniciativa da loja. “É muito bom a gente sempre ganhar alguma coisa, é muito gostoso”, afirma.

Brindes em couro
A empresa de Valdir dos Santos só fabrica brindes corporativos em couro. São pastas, bloquinhos de anotações, agendas, porta cartões e cadernos. “A necessidade dos brindes corporativos, principalmente de brindes duráveis, fez com o que a gente desenvolvesse uma linha que hoje engloba mais de 200 produtos”, revela o empresário.

Hoje a empresa tem 20 funcionários. Toda a produção de brindes é feita na fábrica. Para a confecção das pastas, o primeiro passo é marcar as medidas e só depois é feito o corte do couro. Valdir dos santos trabalha com dois tipos de material: o
natural e o sintético.

Os brindes são feitos artesanalmente. As funcionárias costuram as peças em couro, que depois ganham o acabamento. A empresa produz, em média, cerca de 10 mil brindes por mês. Uma pasta, por exemplo, custa a partir de R$ 30.

Com os brindes personalizados, a empresa chega a faturar R$ 1,5 milhão por ano. Os cadernos e as pastas representam 70% do faturamento.

“A data principal do brinde aqui no Brasil é o Natal. No início do segundo semestre já começam as consultas, os orçamentos. E, normalmente, no último trimestre você dobra o expediente, contrata pessoal terceirizado, é efetivamente o período em que a empresa lucra durante o ano”, relata Santos.

O escritório de engenharia de Gustavo Suyama compra os brindes fabricados pela empresa. Os pedidos são feitos duas ou três vezes por ano. A agenda personalizada é o produto preferido para presentear os clientes. “É uma forma de divulgação e também ganhar o cliente (…). Vale muito a pena, temos retorno”, diz Suyama.

Para o Santos, investir em novidades é uma forma de se destacar no mercado de brindes. Para este ano, ele espera crescimento de 15% nos negócios.

“Você pega um período, agora, com Copa do Mundo pela frente, a quantidade de porta passaportes, de porta cartões, produtos assim que têm a ver com esse volume de turistas que a gente vai receber aqui, esses são os principais neste instante”, afirma.

Marketing Promocional, promovendo sensações

É preciso conquistar e tocar o coração do consumidor, não apenas a sua mente

*Por Flávio Christo

“Não é suficiente apenas um bom recall da marca, é preciso que haja afinidade com as aspirações e desejos do consumidor”.

No mundo da comunicação, o marketing, esta palavrinha já 100% “aportuguesada” que ouvimos a todo o momento, é a execução de atividades que conduzem o fluxo de criação, planejamento, mercadorias e serviços do produtor aos consumidores finais, industriais e comerciais.

Sabemos que o significado de marketing na verdade é muito mais complexo do que isso. Só no Dicionário da Comunicação, existem 50 denominações, passando por marketing verde, cenográfico, de guerra, cultural, viral e, dentre vários outros o marketing promocional, cuja definição é promoção de vendas. E quem está envolvido neste setor, entende a real importância das ferramentas que está área nos oferece.

Só que o mundo mudou e junto com ele, as pessoas, as relações, as expectativas, o meio que nos cerca, tudo mudou! E com tudo mudando, muda o marketing promocional e sua forma de promover resultados que sejam realmente relevantes em ações de comunicação bem planejadas.

A cada dia percebo que o “atacado” toma conta das pessoas e de suas vidas. A individualização torna-se um termo fácil nos comportamentos de cada um, mas numa sociedade onde quase tudo é coletivo e plural, isso vem sendo cada vez mais raro. Onde quero chegar? Nas sensações individuais de cada ação. É importante saber que, apesar de todas as mudanças, a essência das pessoas não muda. Cada um sabe que, dentro de si, ainda mora uma pessoa que gosta de ser tratada à moda antiga, mas de forma moderna.

O zelo, a atenção, a personalização, a importância do indivíduo como elemento único, tudo isso cria um diferencial em uma promoção de um produto. Por isso acredito que hoje, o mais importante é trabalhar a sensação, a honestidade com que você toca o seu público e a forma como você realmente quer ser percebido.

Hoje, o marketing promocional comporta um sem número de ações estratégicas, estudos, estatísticas, possibilidades, probabilidades. Isso é importante e mensura, em muitos casos, formas de como agir e por onde caminhar. Mas nada substitui aquele “olho no olho”, aquela forma de perceber e solucionar as questões que realmente são vitais para uma ação bem sucedida. E isso não se compra em prateleiras abarrotadas de estudos, tabulações e pesquisas. Isso se compra com envolvimento e com paixão.

Não é suficiente apenas um bom recall da marca, é preciso que haja afinidade com as aspirações e desejos do consumidor. Ou seja, é preciso conquistar e tocar o coração do consumidor e não apenas sua mente.

A mensagem hoje tem que ser muito mais intimista. E nesse aspecto o marketing promocional é imbatível. Em um mundo onde os consumidores são inundados com centenas de anúncios e modos “default” de comunicação diariamente, destacar-se diante dessas mensagens é imperativo para a sobrevivência dos negócios. É importante mergulhar no comportamento, nas crenças do receptor. Entender seu mundo e seus anseios. E assim caminha a humanidade, por mais que ela não queira mais acreditar nisso.

*Flávio Christo é diretor da Inventa Produções.

Fonte: Minas Marca