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São Paulo terá a sua Oktoberfest!

A colônia alemã agora tem seu rincão na agenda cultural paulista. Com investimentos de R$ 8 milhões, a Tedesco Comunicação organiza entre 23 e 25 de novembro a 1ª Oktoberfest de São Paulo, no Anhembi, na cidade de São Paulo. O evento, que tem o apoio de Brahma Chopp, Lufthansa, São Paulo Turismo e Mercado Municipal Paulistano, deve reunir cerca de 80 mil pessoas.

O festival ocupará 25 mil metros quadrados do pavilhão onde será montado um palco de 300 metros quadrados para as apresentações das bandas típicas, restaurantes com o melhor da culinária alemã e bares com cervejas importadas da Ambev (Franziskaner, Leffe e Hoegardeene). Também serão vendidos chopes Brahma e Brahma Black, além da família Bohemia. Já a marca Stella Artois estará presente no camarote.

Outras festas típicas alemãs, como a de Blumenau e a de Santa Cruz do Sul, terão espaço na Vila Germânica montada pela Tedesco. O evento tem ainda o apoio cultural da Representação do Estado da Baviera no Brasil, do Centro de Turismo Alemão (DZT), da Berlitz, Oktoberfest Blumenau, da Oktoberfest Santa Cruz do Sul, do Brooklin Fest, da Sociedade Filarmônica Lyra e do Club Transatlântico.

“O DNA da festa é a união da colônia. Conseguimos o apoio de todos e essa mobilização rendeu Munique, que mandará seu segundo prefeito para receber uma homenagem na abertura. Este é um produto premium que defende a cultura da Baviera”, diz Madelon Tedesco, diretora de operações da empresa. Mais tradicional Oktoberfest do mundo, o evento de Munique ocorre no mês de setembro e recebe mais de seis milhões de pessoas.

Em 2013, quando será celebrado o ano da Alemanha no Brasil, a Oktoberfest de São Paulo será ampliada (terá 18 mil metros quadrados a mais) e terá um pavilhão com serviços de open bar e food. “Este ano será um ‘esquenta’ com uma homenagem à Berlim”, conta Madelon. A Tedesco já fechou com o Anhembi para realizar o evento até 2015.

Fonte: www.meiomensagem.com.br

Higiene e beleza deve crescer 15% em 2012!

A classe C tem sido apontada como a força motriz para o crescimento de diversos setores da economia e com o mercado de higiene e beleza não é diferente. Segundo dados do Ibope divulgados nesta terça-feira 13 pelo jornal Valor Econômico, o potencial de consumo dessa parcela da população, hoje com 104 milhões de pessoas (53% da população do País), gira em torno de R$ 15,43 bilhões, o equivalente a 42,6% do total das compras feitas nacionalmente. Com gastos avaliados em R$ 15,05 bilhões, a classe B vem na sequência com uma participação de 41,52%.

A previsão é que os brasileiros terminem o ano de 2012 com gastos da ordem de R$ 48,58 bilhões em produtos de higiene e beleza, alta de 15% ante 2011. O setor de beleza (perfume, maquiagem, hidratante e filtro solar, entre outros) representa R$ 36,24 bilhões desse total, enquanto a categoria de higiene (escova de dente, creme e fio dental, xampu, sabonete, papel higiênico, entre outros) deve somar R$ 12,34 bilhões. O estudo foi realizado pelo Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência.

FOnte: www.meiomensagem.com.br

Marketing digital: A importância…

A melhor explicação para uma conversão assistida que ouvi foi uma analogia com o segundo gol do Brasil na final da copa do mundo de 2002. O gol foi marcado aos 33 minutos do segundo tempo por Ronaldo. Porém, a jogada começou lá atrás, na defesa, com o zagueiro Roque Júnior, que cabeceou para Cafú, que tocou para Kléberson que, após carregar um pouco, finalmente tocou a bola e, após um belo corta-luz de Rivaldo, Ronaldo dominou e mandou para a rede.

Quem levou o mérito foi o atacante Ronaldo, mas se não fossem os outros jogadores, desde o início da jogada, o gol não teria saído. Então, embora o protagonista da história tenha sido aquele que concluiu, todos os outros elementos foram fundamentais para o resultado final.

No marketing digital acontece a mesma coisa. Os sites, e-commerces ou não, buscam a conversão, a realização máxima daquilo que se propõe e uma análise muito comum é entender de onde veio o usuário que converteu. Deste modo, os sites podem saber onde intensificar seus esforços: no canal que trouxe mais conversões.

Este canal normalmente é o Google, tanto por busca orgânica quanto por links patrocinados. E é o buscador que leva o mérito da maioria das conversões realizadas. Mas, ao estudar mais detalhadamente o fluxo, é possível notar uma situação muito interessante: o usuário que foi no Google, digitou o nome da empresa, entrou e converteu, já havia acessado o site em outros momentos. E estes acessos são oriundos dos mais diversos canais: redes sociais, mídias display, outras pesquisas no Google, e-mail marketing e até mesmo motivados pela mídia off-line.

Cada mídia teve o seu papel no processo de conversão e foi responsável por atuar junto ao usuário em determinado momento do ciclo de compra. Os canais anteriores ao último não foram os responsáveis pela conversão, mas deram assistência para que ela acontecesse, assim como os jogadores de futebol no exemplo acima. Isso é a conversão assistida.

E qual é a importância de cada canal destes no processo de aquisição de cliente? A resposta está no Modelo de Atribuição, que imputa a cada passo uma parcela de mérito naquela conversão, mas isso é assunto para outro texto.

Muitas vezes, campanhas que têm baixa conversão são cortadas e a conversão global do site diminui, pois as campanhas cortadas não eram responsáveis pela conversão final, mas eram responsáveis por dar assistência.

Todos os canais, juntos, são fundamentais para o site realizar melhor seu objetivo.

Fonte: www.pontomarketing.com

As novas mídias e o enfraquecimento cultural da sociedade!

A internet é um espaço extraordinário. Ao mesmo tempo é um campo minado. A liberdade de escrever e expor idéias pode ser algo incrivelmente revolucionário e também assustador. Por muitas vezes, parece que educação não é suficiente para nutrir o pensamento coletivo. Resta muito a aprender no mundo da cultura também.

Uma sociedade interligada não é ruim, mas é maléfico saber que a formação das opiniões se faz e muito pelos meios de comunicação, que em sua maioria parecem não possuir compromisso algum com o aperfeiçoamento cultural das pessoas. O empobrecimento causado pelo declínio na qualidade da educação dificulta a capacidade de escolha. Cada indivíduo pode selecionar suas leituras, mudar os canais, escolher programas e revistas, mas a formação cultural imperfeita muda os padrões.

Com isso, passam a ser normais novos formatos. A internet com textos concisos e informações sucintas reflete ainda em outras mídias. O público é bombardeado de inutilidades e parece que simplesmente se acostuma e se torna incapaz de mudar suas percepções acerca do que é realmente bom.

A mercantilização da cultura pode ser fruto do desenvolvimento da tecnologia e das novas mídias. A manipulação e o controle social ocorrem graças ao consumo em larga escala. A cultura se torna repetida, banal e principalmente superficial. Não eleva o homem e sim o escraviza. A cultura não se renova e não inova. Antagônico não é? Se pensarmos que estamos em um mundo moderno e cheio de inovações para todos os lados.

A baixa produção de questionamento acerca do que é falado contribui para o enfraquecimento da cultura como um todo. Parece que na era das novas mídias, para a grande massa, o que importa menos é o conteúdo. As pessoas parecem não assumir grandes papéis tornando-se apenas secundárias dentro da sociedade. Meros personagens de consumo.

A homogeinização eleva os índices do IBOPE, gera virais e memes. Contudo, os veículos de comunicação configuram a sociedade a qual fazemos parte, por isso, não podemos culpá-los pela decadência cultural na qual vivemos atualmente. No entanto, contribuem fortemente para o estacionamento da cultura. Talvez caiba a cada indivíduo buscar alternativas menos cômodas que diversifiquem suas formas de lazer e de instrução. As tecnologias digitais são capazes de romper barreiras culturais e fronteiras pré-decretadas. Por isso, limitar suas leituras e vivências culturais hoje em dia é como exilar-se de educação, novos conhecimentos, aprendizado e questionamentos.

Fonte: www.pontomarketing.com

O preço da perfeição!

Imagine um mundo onde tudo seja perfeito e onde a perfeição seja fácil de atingir. E se todos fossem perfeitos em tudo o que fazem? E se o nosso nível de produtividade fosse 100%?

Estamos numa época em que se assiste cada vez mais à proliferação do ensino por B-Learning, ou seja, os alunos passam a ter um papel preponderante na maneira que desenvolvem as suas capacidades e conhecimentos. As plataformas electrónicas como o Moodle vieram acelerar o processo de B-Learning em todo o mundo. Este relativamente novo processo de aprendizagem é também denominado de ensino à distância, onde os conteúdos são disponibilizados na internet e a presença dos alunos nas aulas é diminuída.

Muita gente procura a perfeição, até é normal ouvir: “Ninguém é perfeito”. E se fossemos?

Todos os seres humanos nasceriam perfeitos, B-Learning seria fácil – para quê professores?

Ninguém seria ladrão ou faria mal aos outros – para quê a polícia? E mesmo que tentassem fazer mal a polícia teria um nível de produtividade de 100% seria fácil de reduzir o nível de criminalidade a 0%.

Cientistas descobririam a solução para todas as doenças. Uma mega-vacina que nos protegesse contra tudo. Seriamos imortais?! Parece bem, mas traria rapidamente sobrepopulação ao Planeta Terra e rapidamente os recursos se esgotariam.

Claro que num mundo perfeito toda a gente seria rico certo? E onde gastar o dinheiro? Comprando carros, casas, roupas, bens infindáveis – rapidamente os recursos se esgotariam. Ou pensam que os carros e casas e roupas são feitas de energia solar?

É mais do que claro que ser perfeito é mau para a economia, as taxas de desemprego seriam enormes.

Ser mau para a economia significa ser mau no contexto empresarial interno? Ser mau macroeconomicamente significa ser mau microeconomicamente?

Para quê criar uma empresa cuja concorrência já é perfeita? Teríamos apenas uma empresa de cada segmento. Necessitámos de uma Apple caso tivessemos uma Microsoft perfeita? Obtínhamos uma economia monopolizada.

Mas não é particularmente disto que vos quero falar, mas sim o que acontecia dentro de uma empresa caso tudo e todos fosse perfeito.

Um aspecto crucial no meio empresarial é o capital humano – os trabalhadores. Se cada trabalhador fosse perfeito (nível de produtividade de 100%) os problemas não demoravam a aparecer.

Despedimentos. Para quê ter 10 trabalhadores, se cinco trabalhadores “ideiais” fazem o mesmo trabalho? Competetividade exagerada entre trabalhadores.

E vêm as soluções a partir daí, trabalhadores ideais não adoeçem, não pedem aumentos, não chegam tarde, não desviam fundos, trabalham sempre ao mais elevado nível e ritmo mantendo a sua perfeita produtividade. É possivel poupar em supervisão a estes
trabalhadores, eles dão confiança suficiente com os resultados no final do mês.

Como no inicio do artigo fiz entender, a perfeição a nível mundial seria uma “tragédia”.

E agora no nível da empresa? Seria uma tragédia? Pros e contras equivalentes a nível interno, mas a nível externo concorrencial os efeitos seriam negativos.

É difícil de prever de qualquer forma o comportamento de um Ser Humano perfeito, porque afinal de contas a definição de perfeição difere de pessoa para pessoa. Mas e se a humanidade um dia atingir a perfeição? Tudo aquilo que idealizamos, queremos e procuramos será aquilo que realmente necessitamos para nos sentir realizados?

(In)Felizmente estámos longe disso.

Fonte: www.pontomarketing.com