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Marketing digital: Landing Pages de sucesso!

Quando clicamos em um resultado de busca no Google, em um banner, em link no Facebook, em um produto em um e-mail marketing ou em, basicamente, qualquer link, chegamos à página que nos recebe no site, a página na qual “aterrissamos”. Esta é a Landing Page.

Ela é extremamente importante para qualquer ação de marketing digital por um simples motivo: a qualidade dela é um dos principais responsáveis pela permanência do usuário no site. E qual é o motivo de tanta responsabilidade? Se ela não atender às expectativas do usuário – criadas quando ele clicou no link que o trouxe –, ele irá sair do site tão rapidamente quanto entrou.

Não estamos falando somente de design, usabilidade e navegação. Embora estes elementos sejam fundamentais para a boa experiência do usuário, o principal ponto que uma Landing Page deve contemplar é o conteúdo relevante. É este conteúdo que irá definir se tal site é importante para o usuário.

Quando um usuário vê um link – seja fruto de uma campanha em qualquer mídia, seja em um link espontâneo em um texto – ele está diante de uma espécie de “promessa” de um conteúdo. Ao clicar, o usuário demonstra seu interesse naquela promessa, ou seja, ele diz “de alguma forma, isto me interessa”. Naturalmente, quando chega ao site, seu desejo é que a promessa do link seja cumprida, ou seja, que ele receba exatamente aquilo que esperava quando interagiu com o link.

Todavia, conteúdo de qualidade não é a única coisa que a Landing Page deve ter para fazer sucesso. Ela precisa ser planejada de forma que esteja completamente vinculada aos links que irão lhe trazer acessos. Isso significa que as campanhas de SEM, Redes Sociais, E-mail Marketing e outras devem podem e devem demandar a criação de páginas específicas no site para receber determinado tráfego.

Desta forma, os resultados obtidos pelas Landing Pages tendem a ser melhores, retendo mais usuários e, consequentemente, contribuindo para os objetivos principais do site.

Fonte: www.pontomarketing.com

Cartão fidelidade: os cuidados para torná-lo realmente eficiente!

Muitas empresas de serviços e produtos de rápido consumo e rotatividade utilizam do recurso do cartão fidelidade para aumentar o retorno dos clientes. É tão simples de se implantar que muitas vezes se faz uso dele sem qualquer perspectiva de como geri-lo de forma eficiente. Então, como criar um cartão fidelidade que traga resultados?

Antes de tudo, o que é um cartão fidelidade?

Aposto que você já tem a resposta em mente, mas mesmo assim vale a pena conceituarmos.

O cartão fidelidade é um cartão através do qual o cliente consegue juntar pontos, selos, carimbos ou outras formas de comprovação da sua assiduidade, recebendo uma cortesia ou algum tipo de prêmio ao conseguir todos os pontos possíveis. O objetivo é fazer com que o cliente se interessasse em continuar comprando da empresa no intuito de ganhar sua premiação. Simples assim?

Nem tanto. Há alguns cuidados que são necessários para que um cartão fidelidade não dê tiro pela culatra.

Cuidado com a cortesia que oferece!

A maioria dos cartões diz simplesmente o seguinte: compre, por exemplo, 8 produtos/serviços e o 9º é grátis, só que, sem especificar como é esse grátis. No caso de uma cafeteria, imagine se você coloca no cartão fidelidade que o cliente tem direito a “um café” grátis. Nessa cafeteria deve ter N cafés na carta, e se você não especificou qual café será dado como cortesia, isso abre precedente para que o cliente escolha qualquer um, inclusive o mais caro de todos.

Especifique bem qual produto ou serviço será dado ao cliente após a conquista dos pontos. Certifique-se de que não há erro de interpretação no cartão.

O cartão deve ter validade

Não deixe o cartão sem data de validade para a reclamação dos pontos. Coloque um prazo, seja contanto a partir da primeira pontuação, seja a partir da última. Não deixe que o cliente reclame seu prêmio meses depois, até porque pode ser que seu produto já esteja com um preço maior, então você ficará em desvantagem.

Onde o cartão poderá ser reclamado?

Se sua loja é uma franquia numa cidade onde outras lojas da mesma rede funcionam, é importante ressaltar no cartão que o prêmio só pode ser resgatado na sua loja. Vai que o cliente leva teu cartão até o outro franquiado e resolve ficar por lá?

No caso da sua empresa ter várias filiais, é bom recorrer a essa tática para que você consiga identificar em qual delas o recurso do cartão fidelidade está dando melhores resultados.

Tem outros detalhes que são fundamentais para constar num cartão fidelidade:
•Que tanto a pontuação quanto o próprio cartão são intransferíveis;
•Que o cartão não pode ter rasura de nenhuma espécie, especialmente alguma que dê a entender que o cliente está tentando fraudar pontos (parece absurdo, mas acontece);
•Que o produto dado em cortesia não confere pontuação para o próximo cartão.

Pode ser que haja outras condições que você precise mencionar no seu cartão fidelidade de acordo com as características da sua empresa. O importante é que você não seja pego de surpresa pelo cliente. Ao mesmo tempo, o cartão fidelidade não pode ser algo desinteressante, que não seduza a clientela. Premie o cliente pelo fato de ser fiel com algo que realmente o agrade e que não impacte nos teus custos.

Fonte: www.pontomarketing.com

Lições que um CEO pode te dar (e você não encontraria em lugar nenhum)!

Este artigo poderia conter diversas frases clichês, mas até as que usarei serão quebradas. Há pouco tempo atrás, abri mão da assessoria, campo que atuei por três anos, e decidi me atirar a realidade corporativa, que sempre parece – e é – mais atraente, como se a grama fosse mais verde. Como a vida é uma questão de oportunidade, conheci um CEO de uma determinada empresa que me ensinou algumas coisas e quebrou muitos paradigmas.

Costumo aprender com erros e acertos, além de avaliar quem está do outro lado constantemente. Passei a observar postura e atitudes deste “companheiro” em e-mails e durante as conversas. Daí surgiram estas lições.
1.O segredo não é “derrubar” a concorrência, mas retirar e usar o que ela tem de melhor, de uma maneira mais forte. Não adianta dizer que é melhor, avalie, retire o que puder da experiência alheia e utilize em prol do seu mercado. O foco é melhorar o serviço, não copiá-lo;
2.Pensar em mercado é pensar em investimento e lucro primeiro, depois visibilidade e influência. Ninguém investe sem uma contrapartida. Na maioria dos casos, a visibilidade é consequência, não obrigação. Avaliar a força e abrangência da parceria ou investimento e o retorno gerado norteiam os próximos passos;
3.Seja o mesmo por dentro e por fora. Não seja humano, seja profissional. Converta seus espaços para este meio. Observe seu mercado. Seja direto e não se poupe de situações nem se prenda a privacidade. CEOs precisam de “profissionais-máquina” e não de montanhas de sentimento, e testam isso a todo momento;
4.Não imponha sua opinião, a apresente de forma ordenada. Não adianta discutir; adianta complementar, expor fatores discordantes e justificar. Se não conhece o mercado, aprenda, questione, mas avalie até onde pode contribuir;
5.Trabalhe com metas e prazos. Ok, clichê, mas quando se estrutura qualquer processo, se trabalha com prazos para atingir metas. O diferencial é que neste caso metas devem ser alcançadas a curto prazo;
6.Não aguarde um serviço de terceiro, busque o serviço naquele que vier primeiro. Não aguarde resposta por um serviço, contate outro, de forma mais direta. Avalie orçamento. Normalmente, o serviço – se bem sucedido – criará vínculo entre o terceiro e a empresa;
7.Não agradeça, prove competência.
8.O profissionalismo é a chave, a oportunidade a porta e o CEO, o dono da casa. Ele que sabe como funciona, então não questione rotinas nem padrões, apenas complemente, se for do seu atributo.

No começo desses diálogos com o CEO, imaginava-o como intocável, absoluto. No passar, percebi o modelo de produção e que tipo de exigências são necessárias. Cumprir com um papel não é o bastante, estabelecer uma relação intrínseca de confiança é fundamental. Estabelecer metas e superá-las é um diferencial. No mercado, o profissional que trabalha com um CEO – ou dialoga com um – deve entender seu fluxo e necessidades, de acordo com sua perspectiva. Surpreenda, supere e mantenha-se conectado.

Fonte: www.pontomarketing.com

Carreira: Sua marca pessoal não tem preço!

Em época de bilhões de pessoas e trilhões de informações e em velocidade cada vez maior, como conseguir deixar um sinal pessoal de sua existência e de suas ideias na web?

O primeiro passo é saber quem você é e fazer de seu nome uma marca. Criar uma assinatura pessoal é fundamental para ser reconhecido e identificado por seu trabalho, carreira, projetos ou coisas feitas por você.

Seja empreendedor ou empresário, empregado ou autônomo, profissional, artista, artesão, qualquer pessoa precisa de uma identidade única.

Construir esta marca pessoal é fundamental para ter certeza de que seu trabalho seja reconhecido e valorizado. Seguem algumas dicas para criar e consolidar essa identidade digital:

Seu nome é sua melhor identidade

Aquilo que você escolher como assinatura pode ficar associado a você para sempre. Nome real ou pseudônimo, faça uma única escolha e não mude mais. Em tempos digitais ter que alterar algo significa recomeçar tudo ou perder um significativo tempo.

Trabalho lento e a longo prazo

A não ser que você seja ou se torne uma celebridade ou alguém famoso, sua reputação será resultado de muito esforço. Um pouco de guerrilha, de insistência, de constância. Pra conhecer e ser conhecido, é preciso tempo e esforço. A curto prazo não se consegue algo duradouro.

Seu cartão de visita é você

Muito mais do que o cartão que você entrega, e-mail ou celular, vale sua apresentação e postura. Como você reage, olha e se comporta. O olho no olho faz a primeira impressão e como você se comporta e se comunica vai definir um perfil de personalidade. Nada substitui este contato pessoal.

Conexões e valor

Por mais ampla e diversificada que você consiga tornar sua cadeia de contatos, profissionais ou pessoais, seguidores e leitores, saiba que ela é virtual e não real. Mesmo no mundo online, filtre e selecione aqueles que interagem e dialogam com você no mesmo nível, trocando informações e interagindo de forma positiva. Sua rede mais confiável será sempre formada pelas pessoas mais próximas, com quem você fala ou tem contato diretamente.

Seu conteúdo, sua verdade

Mais do que nunca, você é o que diz, o que escreve, o que lê, o que comenta e o que divulga. Seja uma frase, texto, foto, vídeo ou texto na web as coisas perduram e você pode se arrepender de alguma atitude impensada. Como sua própria vida e suas atitudes, seu conteúdo é de sua responsabilidade. Procure também o equilíbrio entre pessoal e profissional.

Foco e energia

Dúvidas e imprevistos sempre surgem, mas nesta longa jornada tem vantagem quem sabe o que quer e consegue se manter no trilho. Concentre o foco naquilo que você realmente gosta ou sabe. Caminhos sempre existem dentro e caminhos, mas o pior é adiar decisões ou não decidir.

Siga seus próprios ideais

Nunca esqueça daqueles ideais e sonhos que ficaram para trás, mas que definiram e ainda definem quem você é. Eles podem ser a melhor referência nas horas de desespero, desânimo e vazio existencial. Ser fiel a si mesmo é também reconhecer erros, se autocriticar , saber.

Fonte: www.pontomarketing.com

No Facebook, mais um case de insucesso nas redes sociais!

Já comentei algumas vezes como algumas empresas simplesmente se jogam nas mídias sociais, sem qualquer tipo de planejamento estratégico. Creem que o Twitter e o Facebook, por exemplo, são apenas mais dois canais de marketing.

Até aí o pensamento não está totalmente equivocado. O intuito das companhias é o de aumentar suas vendas, assim como o de ampliar o seu reconhecimento no mercado. Utilizar as redes sociais como plataformas para alavancar tais projetos é uma ideia bem
interessante, desde que, é claro, bem construída. Isso porque há muitos fatores que devem ser considerados, sendo o “cliente” o principal deles.

Irei relatar um caso pessoal (como cliente em relação a uma empresa) e minhas considerações sobre ele na minha visão de profissional da área de Mídias Sociais.

Comprei uma viagem por meio de agência, localizada em São Paulo. Logo após fazê-lo, considerei um pouco estranha a abordagem subsequente. Eles me adicionaram como amiga no Facebook. Cliente é amigo(a)? Em minha opinião, cliente é cliente e deve ser tratado como tal.

Aceitei o convite e, infelizmente, tive problemas em relação ao atendimento (offline) com a empresa e o mesmo ocorreu online, ratificando a máxima de muitos influenciadores do segmento de Mídias Sociais: “Se uma companhia não te atende bem offline, não espere o contrário online”.

Escrevi em meu mural do Facebook um desabafo causado pelo mau atendimento da empresa e citei o nome da mesma. Para meu espanto, pouco tempo depois, meu post foi deletado e eu, que era cliente-amiga, também acabei por ser excluída da “segunda opção”. Ao questionar a dona da agência sobre tais práticas, ela apenas me disse: “Quem cuida de nossas mídias sociais são terceiros”. (sic)

Sinceramente gostaria muito de saber que empresa terceirizada é esta, pois apagar o que um cliente escreve é inadmissível. É um dos “jamais faça” que um profissional da área aprende (ou deveria aprender)…

Depois, analisei a Fan Page da agência. Como já suspeitava, é claro, seu conteúdo é baseado em propagandas maravilhosas e em posts sobre viagens sensacionais. Muito fácil assim, não é mesmo?

Escrevo este post como um alerta… Se for criticar um produto/serviço e alguém apagar o que escreveu, reclame novamente (sempre com educação, é claro) e faço o mesmo no Twitter, no Reclame Aqui… Canais é que não faltam!

E você, que administra uma Fan Page, não preciso nem dizer que deletar um post está fora de questão, certo? Responda a todas as questões de forma rápida e no mesmo local onde foram postadas. Ou seja, se a crítica tiver sido foi feita no Twitter, por exemplo, é lá que deve ser respondida. Não tente direcioná-la para o e-mail da companhia ou via telefone.

Sim, redes sociais são excelentes meios publicitários para aumentar suas vendas, mas sempre houve e haverá um elemento muito importante em qualquer que seja a plataforma: o elemento humano.

Seja on ou offline, o cliente deve sempre ser tratado com respeito. Isso independe de qualquer regra. É questão de educação e bom-senso.

Fonte:www.pontomarketing.com