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Eike Batista e Barão de Mauá: o que há em comum?

No século XIV um industrialista se destacou num Brasil cafeeiro, certamente foi um dos maiores empresários da história do Brasil. Estou falando de Irineu Evangelista de Sousa, Barão e Visconde de Mauá. Para alguns, e eu me incluo nesses, foi o maior empreendedor já nascido no Brasil. Especialmente pela sua origem humilde e ascensão meteórica. Mauá, com 40 anos, já era uma das pessoas mais influentes do Império Brasileiro, período histórico em que mudar de classe social era muito difícil.

No tempo presente, porém, o empresário da vez é Eike Batista. Primeiramente surgiu como um ídolo para uma geração de jovens empreendedores e uma oportunidade de investimento para uma legião de investidores. Vale lembrar que Eike conseguiu investimentos de “todo o Brasil”, desde o BNDS e André Esteves até as “simples” pessoas físicas, ou seja, quase todo mundo acreditou nos “seux sonhox”.

Eike Batista, no entanto, possui algumas coisas em comum com o mítico Barão de Mauá. A primeira delas é a inveja. Sim, Eike e Mauá podem se orgulhar de terem sido uma das pessoas mais invejadas desse país. Quando Eike Batista apareceu no programa “fantástico” da Rede Globo mostrando seu jatinho, sua vida de bilionário e a forte convicção de que seria o homem mais rico do mundo… pronto! Desde o banqueiro milionário até o limpador de pára-brisas, todo mundo teve inveja do Eike. Na verdade, dizem que essa é uma característica do brasileiro. As pessoas se incomodam com quem sai da “curva da média”. Quem cresce mais do que os demais acaba incomodando. E sendo assim, a inveja cria o desejo de que o “destoante” volte ao “normal”. Será?

Mauá também foi muito invejado, inclusive pelo Imperador. Houve uma época em que se dizia: “No Brasil há um Rei e um Imperador!”. O Imperador era D. Pedro II e o Rei, Mauá. Porém, aquele que havia sido o homem mais rico do país, mais rico, inclusive, que o próprio Império foi à falência por volta de 1878. Completamente endividado, Mauá escreveu um livro intitulado “Exposição aos Credores”, onde explicou os motivos da falência de cada um dos seus empreendimentos. Dentre alguns dos motivos, Mauá indicou erros próprios, problemas estruturais do país e inveja de terceiros. No entanto, ele vendeu suas empresas e antes de morrer conseguiu sanar todas as suas dívidas, honrando, dessa forma, todos os seus compromissos.

Novamente falando do presente, no dia 19/07/13, Eike Batista publicou uma carta semelhante ao texto publicado por Mauá. Eike indicou erros próprios, disse que confiou demais em pessoas erradas, e assim como o Barão, indicou que honrará todas as suas dívidas com os credores. Fazer os investidores recuperarem o dinheiro aplicado talvez seja impossível (infelizmente), mas será que assim como Mauá, Eike ao menos pagará a todos os seus credores?

Empreender constitui risco. Grandes retornos necessitam de grande exposição ao risco. Os negócios de Eike e Mauá, devido às suas magnitudes, eram arriscados. Dessa forma, a derrocada de ambos, na verdade, indica uma situação natural do ato de empreender. As pessoas só gostam de casos de sucesso, no entanto, os de fracasso podem nos ensinar muito mais. Acredito que não podemos desqualificar as competências empreendedoras de Eike e Mauá, visto que poucos chegaram até onde eles chegaram. Suas experiências contribuem para nos mostrar que todos estamos sujeitos a erros, e absolutamente, ninguém é perfeito.

O digníssimo Barão de Mauá honrou seus compromissos e entrou para a história brasileira como um dos maiores empreendedores nascidos no país. Eike Batista, também já entrou para a história, no entanto, fica a dúvida: será que assim como o Barão, Eike pagará a todos os seus credores? Teremos que esperar para saber. Ao menos temos a certeza de que, no que se refere à área de negócios, estamos assistindo a um dos momentos mais auspiciosos da história brasileira!

Fonte: Administradores.com

Integralmédica cria vending machine de suplementos

Com o foco crescente em inovação e na satisfação dos seus clientes e consumidores, a Integralmédica, empresa do mercado brasileiro de suplementos de última geração, é a primeira empresa no País a implantar o conceito de vending machines de suplementação esportiva para consumo antes, durante ou depois do treino.

A máquina, desenvolvida em parceria com a Rino Machine, possui alta tecnologia, com mecanismo no qual o consumidor pode programar diferentes medidas e misturar seu suplemento proteico. Ela mantém a bebida em temperatura ideal para o consumo e é capaz de dimensionar a quantidade de doses vendidas.
Nesta primeira fase, a ativação acontece nas principais academias de lutas e musculação da Capital Paulista, e, segundo Leonardo Wehbi, gerente de marketing da Integralmédica, esta iniciativa faz parte da estratégia da empresa de aumentar a visibilidade e fortalecer a imagem de marca, se aproximando dos consumidores.

“Com a vending machine, além de oferecer praticidade e conveniência, temos a oportunidade de impactar um grande número de pessoas que circulam nas academias, que já praticam atividade física e precisam da suplementação no pré, intra e pós treino”, declara Leonardo Wehbi.

De acordo com Filipe Bragança, CEO da Integralmédica, a iniciativa é caracterizada também pelo comprometimento da empresa em oferecer qualidade e produtos de alta performance para as pessoas.

“Este novo projeto que combina tecnologia e criatividade agrega valor aos produtos e fortalece nosso pilar de inovação. Com isso, nos diferenciamos e oferecemos serviços de excelência. Queremos atender os usuários de suplementos nutricionais e gerar maior interatividade com profissionais e formadores de opinião”.

A vending machine da Integralmédica permite a compra por meio de fichas que são adquiridas nas recepções e lanchonetes das academias parceiras. Ela apresenta as cores preta e vermelha, alinhada a logomarca da empresa.

Traz as imagens dos seus atletas do UFC patrocinados: José Aldo, Wanderlei Silva, Erick Silva, Felipe Sertanejo e Charles do Bronx. A máquina oferece um mix de produtos da marca como o BCAA, Whey Reforce, R41 e Prefight, – os únicos a apresentarem o selo oficial de suplemento do UFC no Brasil.
Nesta primeira fase, a ativação acontece nas principais academias de lutas e musculação da Capital Paulista, e, segundo Leonardo Wehbi, gerente de marketing da Integralmédica, esta iniciativa faz parte da estratégia da empresa de aumentar a visibilidade e fortalecer a imagem de marca, se aproximando dos consumidores.

“Com a vending machine, além de oferecer praticidade e conveniência, temos a oportunidade de impactar um grande número de pessoas que circulam nas academias, que já praticam atividade física e precisam da suplementação no pré, intra e pós treino”, declara Leonardo Wehbi.

De acordo com Filipe Bragança, CEO da Integralmédica, a iniciativa é caracterizada também pelo comprometimento da empresa em oferecer qualidade e produtos de alta performance para as pessoas.

“Este novo projeto que combina tecnologia e criatividade agrega valor aos produtos e fortalece nosso pilar de inovação. Com isso, nos diferenciamos e oferecemos serviços de excelência. Queremos atender os usuários de suplementos nutricionais e gerar maior interatividade com profissionais e formadores de opinião”.

A vending machine da Integralmédica permite a compra por meio de fichas que são adquiridas nas recepções e lanchonetes das academias parceiras. Ela apresenta as cores preta e vermelha, alinhada a logomarca da empresa.

Traz as imagens dos seus atletas do UFC patrocinados: José Aldo, Wanderlei Silva, Erick Silva, Felipe Sertanejo e Charles do Bronx. A máquina oferece um mix de produtos da marca como o BCAA, Whey Reforce, R41 e Prefight, – os únicos a apresentarem o selo oficial de suplemento do UFC no Brasil.
Nesta primeira fase, a ativação acontece nas principais academias de lutas e musculação da Capital Paulista, e, segundo Leonardo Wehbi, gerente de marketing da Integralmédica, esta iniciativa faz parte da estratégia da empresa de aumentar a visibilidade e fortalecer a imagem de marca, se aproximando dos consumidores.

“Com a vending machine, além de oferecer praticidade e conveniência, temos a oportunidade de impactar um grande número de pessoas que circulam nas academias, que já praticam atividade física e precisam da suplementação no pré, intra e pós treino”, declara Leonardo Wehbi.

De acordo com Filipe Bragança, CEO da Integralmédica, a iniciativa é caracterizada também pelo comprometimento da empresa em oferecer qualidade e produtos de alta performance para as pessoas.

“Este novo projeto que combina tecnologia e criatividade agrega valor aos produtos e fortalece nosso pilar de inovação. Com isso, nos diferenciamos e oferecemos serviços de excelência. Queremos atender os usuários de suplementos nutricionais e gerar maior interatividade com profissionais e formadores de opinião”.

A vending machine da Integralmédica permite a compra por meio de fichas que são adquiridas nas recepções e lanchonetes das academias parceiras. Ela apresenta as cores preta e vermelha, alinhada a logomarca da empresa.

Traz as imagens dos seus atletas do UFC patrocinados: José Aldo, Wanderlei Silva, Erick Silva, Felipe Sertanejo e Charles do Bronx. A máquina oferece um mix de produtos da marca como o BCAA, Whey Reforce, R41 e Prefight, – os únicos a apresentarem o selo oficial de suplemento do UFC no Brasil.

Fonte: Promoview

Lisboa e Porto recebem o Festival das Cores

A Mega Hits é a rádio oficial do Happy Holi Portugal – O Festival das Cores. O evento, que chega este ano pela primeira vez a Portugal, é inspirado no “Holi Festival das Cores” da Índia, uma celebração de música, dança e cor em que milhares de pessoas vestidas de branco se juntam e criam uma paleta humana de cores espectacular, num momento único de celebração de pura alegria.

O evento realiza-se no Porto e em Lisboa. Dia 28/07, no Porto, no Queimódromo do Parque da Cidade, as atrações musicais são: Expensive Soul, Pedro Cazanova, Funkyou2 e o Dj Mega Hits Nelson Cunha.
E em Lisboa, em 15/09, no Estádio Universitário, será a vez da apresentação de Nu Soul Family, Diego Miranda e Funkyou2.

O festival é direcionado para todo o tipo de público e tem um cartaz musical muito diversificado, com a atuação de bandas, de DJs e de diversas atividades estimulantes e interativas.

O ponto alto acontece de hora em hora quando os participantes espalham pelo ar o ‘Gulal’ (um pó colorido) que enche o ambiente de cor e magia criando um momento único de bem-estar e alegria.

Fonte: Promoview

Globo.com lança campanha que leva assinantes ao Rock in Rio

A Globo.com vai levar assinantes, com direito a acompanhante, para conferir o Rock in Rio na Cidade Maravilhosa. A promoção "Eu vou ao Rock in Rio com a Globo.com" fica no ar até 12 de agosto. Além de ingressos para um dia de shows, os ganhadores levam uma viagem com direito a passagens de avião, hospedagem e alimentação. Para divulgar a ação, a WMcCann criou uma campanha que está no ar na TV Globo e em canais da Globosat. O filme destaca os benefícios oferecidos aos assinantes da Globo.com, como o acesso ao conteúdo da TV Globo na íntegra através do computador ou de aparelhos móbiles, incluindo celulares e tablets.

Fonte: Cidade Marketing

A economia e o futuro

Ultimamente proliferam cursos de educação financeira para ensinar as pessoas a disciplinar os gastos. Os gestores do dinheiro público não se preocupam com isso, gastando mal os impostos suados, pagos pela população, como se fossem os donos do país, havendo muitos desperdícios e desvios de verbas. Quem gasta mal deve ser responsabilizado. Quem administra mal não merece o cargo. Nesta fase de vacas magras que estamos adentrando, com nova concentração dos fluxos financeiros no dólar, é necessário promover o progresso com nossos meios, reduzindo a dependência externa à qual nos acorrentamos.

As recentes manifestações nas ruas das cidades não representam uma ação contra o capitalismo em si. Inegavelmente, a vida se tornou áspera. Não há consideração, nem respeito. Vale tudo para satisfazer a ganância e a sede de poder. Na medida em que a população se conscientiza das consequências, vai se posicionando contra a desumanização, os desvios, os desperdícios e a falta de seriedade na aplicação do dinheiro público.

A gestão do Brasil tem sido mesmo lamentável; tanto no período democrático, como nas épocas de exceção, não ocorreu o necessário avanço. Precisamos de um objetivo que promova o progresso real com a participação de todos e, principalmente, das novas gerações. Se direcionarmos os jovens apenas para o lazer e o consumismo, sem despertar neles o interesse para se prepararem para uma vida útil, haverá ameaças sobre o futuro. Como poderão se tornar líderes de valor, melhores do que os antecessores?

Mais de 120 milhões de jovens não conseguem ler por faltar-lhes capacitação. Malala Yosafzai, a blogueira ativista e estudante paquistanesa que discursou na ONU, clama contra o analfabetismo e a impossibilidade de muitas crianças frequentarem escolas. "Um professor, um livro, uma caneta, podem mudar o mundo", salientou.

Muitas pessoas parecem estar perdendo o discernimento, agindo de forma irresponsável, desatentas, sem pensar nas consequências. Isso também é um problema decorrente da educação inadequada, da falta da atuação conjunta do "eu interior". Notícias como a publicada no jornal Folha de São Paulo, de que pais e moradores revoltados tomaram as ruas de Chapra, no leste da Índia, depois que pelo menos 22 crianças morreram e outras 28 foram hospitalizadas no dia 16 de julho após comerem uma merenda escolar contaminada com substâncias químicas, nos causam grande preocupação.

Não podemos gastar muito tempo e energia em discussões sobre as teorias econômicas. Precisamos colocar ordem na casa; precisamos de economistas e de empresários estadistas que não pensem apenas no resultado financeiro, e de estadistas no governo, seja em Brasília, ou nos Estados e Municípios. Todos responsavelmente empenhados na busca do real progresso humano.

Os governantes deveriam levar a sério a importância do equilíbrio no comércio exterior. As diferenças regionais promovem a necessidade de troca de produtos, mas isso não deve ser feito de forma a embaraçar o progresso e o desenvolvimento entre os parceiros, permanecendo uns como fornecedores de produtos primários que mantêm sua população em precárias condições pelo baixo nível de renda e de educação.

O mercado e a boa educação fazem parte de um conjunto indispensável a um sistema que possibilite a efetiva democratização. No entanto, estes têm sido empregados para atender a interesses particulares. O objetivo da população e dos líderes deveria ser o contínuo aprimoramento pessoal e a elevação das condições de vida. Todos dependemos dos recursos que o planeta oferece, mas a Terra não é nossa propriedade; não pode continuar sendo sugada de forma irresponsável para o beneficio de poucos.

As pessoas precisam ter confiança no governo, nos bancos, nas empresas, nos sindicatos, mas sofrem continuadas decepções. Se o sistema permite vantagens e o enriquecimento através de manobras escusas, de artifícios introduzidos no câmbio das moedas, e da utilização de mão de obra em precárias condições, torna-se necessária uma regulamentação justa, que seja respeitada por todos. Caso contrário, o equilíbrio será rompido, levando à explosão dos conflitos das multidões influenciadas por milhões de pensamentos negativos de ódio e destruição, que nos farão regredir à nova barbárie pela ausência do reconhecimento do sentido da vida e da esperança de que o futuro possa melhorar.

Fonte: Administradores