Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

A gestão de informação

Em época de Wikileaks e de Edward Snowden, a informação deixou de ser algo trivial para se tornar elemento de cobiça e o principal nutriente do poder. Não é apenas a informação que pode ser garimpada na esguia e sorrateira esquina do mundo cibernético, que resulta em força e poder. Existem milhares de informações que estão soltas no espaço web, nas páginas de jornais e revistas, nas telas de tevês e computadores, nas ondas do rádio e dos smatphones, nas conversas de bares, no transporte coletivo, enfim, em todos os lugares; são fontes de riquezas para quem souber tirar o melhor proveito.

Uma empresa que hoje trabalha apenas dentro de sua fronteira corporativa corre o risco de dormir como um Eike Batista bilionário e acordar como um “simples” milionário. Como diria a vovó: um olho no peixe e o outro no gato. O mundo dos negócios é implacável. E implacável tem que ser a gestão de informação.

As corporações têm que preparar suas equipes dentro do plano técnico, tático e estratégico para lidar e atuar com diferentes cenários e oportunidades. A inspiração e a inovação clamam por alimentos que deem sustentação aos seus insights. É preciso dotar cada funcionário de perguntas e respostas que desafiem seu dia a dia.

Uma empresa que fabrica canetas não pode lamentar a chegada de um arsenal de computadores, mas deve ampliar seu leque de visão e descobrir oportunidades para reposicionar seu produto num mercado que, muitas vezes, ainda não descobriu sua real capacidade. E isto só acontece quando as pessoas são dotadas de informações precisas e pontuais para ampliar a visão e a riqueza da mente na exploração de novas possibilidades.

A gestão de informação é muito mais estratégica do que possa pensar nossa vã filosofia. É a impulsora de novos negócios, não apenas na concepção de produtos e serviços, mas também e, principalmente, em saber cada vez mais lidar com o ser humano – a razão de tudo.

Fonte: Administradores

World Wide Web, ou www, completou 22 anos nesta terça-feira

Há 22 anos, em 6 de agosto de 1991, nascia a World Wide Web, mais conhecida como "www", a parte mais popular da internet, que permite a qualquer um o acesso à rede mundial de computadores, sendo empregada, por exemplo, em páginas de blogs e de sites sociais.

O uso comercial da internet teve início em 1995 e rapidamente se popularizou pelo mundo. No Brasil, no ano 2000, 10 milhões de pessoas já tinham acesso domiciliar à rede, segundo o IBOPE Media.

"A facilidade de uso proporcionada pela www permitiu a rápida expansão da rede de computadores em seu início", explica José Calazans, consultor do IBOPE Media.

Da criação do www aos dias atuais, o número de usuários da internet no país cresceu mais de 700%. Hoje, já são mais de 70 milhões com acesso em domicílios e mais de 100 milhões com acesso em qualquer local no Brasil, devido principalmente à maior oferta de crédito para compra de computadores, aumento da renda das classes C e D e interesse pelos sites sociais.

"E o interesse pela internet só faz aumentar", analisa Calazans. De acordo com dados do IBOPE Media, no primeiro trimestre de 2013, o número de pessoas com acesso à internet chegou a 102,3 milhões de brasileiros.

No segundo trimestre deste ano, 76,6 milhões de pessoas possuíam acesso em casa ou no trabalho. Já o número de pessoas que moram em domicílios com acesso à web foi de 73,7 milhões no período. O valor representa um crescimento de 9%, em relação ao mesmo período em 2012.

Fonte: Cidade Marketing

Inteligência de Risco: uma competência essencial das organizações que buscam a excelência

O propósito de qualquer organização é criar valor para suas partes interessadas. A expectativa de valor a ser criado no futuro é afetada por incertezas de várias origens, tornando inviável falar em projeção de valor sem também mencionar a faixa de variação esperada dessa projeção. Risco é esse range: o efeito da incerteza nos objetivos (de criação de valor) de uma organização, conforme a definição da ISO 31.000 e do COSO, os padrões de Gestão de Risco mais empregados no Brasil e no mundo.

Valor e Risco são irmãos siameses, tal e qual média e desvio-padrão. A consequência disso é óbvia: toda e qualquer decisão tomada pela organização deveria provocar uma reavaliação do valor a ser criado e do risco a ele atrelado. Se levarmos as premissas do Modelo de Excelência da Gestão (MEG) da FNQ em consideração, as alterações de valor e risco deveriam ser comunicadas às partes interessadas.

Gestão de Risco é o processo empregado para assegurar que tudo isso aconteça de forma estruturada, e há muitos anos as organizações contam com as diretrizes da ISO 31.000 e do COSO Framework para implantar esse processo. Aliás, praticamente todas as grandes empresas de capital aberto no mundo informam em seus relatórios públicos que têm Gestão de Risco aderente a um desses padrões ou a um de seus diversos derivados setoriais.

Até aqui, está fácil, certo? O problema é que, crise após crise, incidente grave após incidente grave, a confiança das partes interessadas no processo de Gestão de Risco esvaneceu-se. Na minha modesta opinião, essa descrença pode acabar afetando o MEG.

Pelo menos 30% do conteúdo do MEG são pura Gestão de Risco. É só analisar os Critérios de Excelência:

6401

Quando atribuímos uma pontuação alta a uma organização, sob a ótica do MEG, estamos reconhecendo sua Gestão de Risco como madura e eficaz, fato esse que deve provocar uma reflexão para os profissionais que, como eu, labutam diariamente com o MEG..

O principal obstáculo à eficácia da Gestão de Risco convencional é que tendemos a tratá-la como uma entidade patrulheira ou fiscalizadora, assim como acontecia com a Qualidade antes dos anos 80. Essa constatação é que motivou vários autores (vide comentários sobre bibliografia, ao final do artigo) a empregar o termo Inteligência de Risco, em contraponto ao já trivializado Gestão de Risco, significando a incorporação da análise de risco em todas as decisões e em todas as projeções de valor da organização.

É fácil de falar e difícil de fazer: o desenvolvimento de uma RIO (Risk-Intelligent Organization) não é trivial, pois o termo “todas” usado acima tem o mesmo escopo empregado no MEG, ou seja, a Inteligência de Risco abrange todas as partes interessadas, atividades, produtos e processos na cadeia de valor estendida.

A Gestão de Risco em uma RIO possui características marcantes:

– É orientada para o futuro: o sistema é sensível a mudanças de cenário e não confia somente em indicadores históricos, evitando a síndrome do “isso nunca aconteceu”.

– Risco é aceito como uma coisa necessária e inevitável para que a criação de valor diferenciado seja possível. A organização é antifrágil, pois ela aprende e melhora com os próprios erros, os quais são cometidos suficientemente cedo. Também aprende, e muito, com os erros dos outros.

– A análise de risco é realista. Não há receio ou vergonha de se assumir que há incerteza em uma decisão, e a incerteza é quantificada explicitamente na forma de risco. Risco escondido é considerado o pior tipo de risco na cultura da RIO.

– A análise de risco está integrada e incorporada aos processos decisórios e de Change Management.

– A Gestão de Risco é ágil e adaptativa (nimble). Os especialistas em risco não são vistos como “dr. No”, mas sim como pessoas que ajudam a tomar decisões e a projetar valor.

– É holística: abrange todos os tipos de valor e de risco, mantendo uma linguagem comum. A Gestão de Risco não acontece somente trimestralmente em escritórios que discutem finanças corporativas; acontece continuamente, em todas as áreas da organização.

– Promove accountability: parte da premissa de que a responsabilidade por risco é de cada gestor e de que haverá consequências, positivas ou negativas, no seu reconhecimento.

É possível e desejável que o Quociente de Inteligência de Risco (o grau em que uma determinada organização é uma RIO) seja medido, seja por um especialista ou por meio de autoavaliação. As agências de risco já inseriram em seu modus operandi esse tipo de avaliação, com o fim de enriquecer suas análises de risco, mas ainda não há um método universal aceito para medir o QIR de uma organização.

A boa notícia é que o QIR pode ser aumentado em cada etapa do processo clássico de Gestão de Risco, por meio do aprimoramento cultural e conceitual e pela inserção de ferramentas, tais como as exemplificadas na tabela a seguir:

6402

Afirmei, no início deste artigo, que a confiança na Gestão de Risco havia deteriorado. Isso não significa que as partes interessadas a achem menos relevante – muito pelo contrário, creio que a tendência é aumentar o escrutínio sobre os tipos e a magnitude dos riscos aos quais o valor de uma organização está exposto.

Uma potencial consequência disso é que as organizações poderão ficar medrosas e supercautelosas (risk averse) além da conta, o que não seria bom, uma vez que ninguém cresce e prospera sem correr risco ou errar saudavelmente. É aí que a Inteligência de Risco revelará todo seu potencial: mostrar que a organização conhece muito bem seus riscos e que seu sistema de gestão lida com eles naturalmente.

Finalmente, uma RIO desenvolve duas competências sagradas das organizações que buscam a Excelência: a capacidade de integrar e a capacidade de aprender. As partes interessadas agradecerão e ficarão mais – bem, digamos… – interessadas na organização.

Referências

Este artigo, embora contenha vários conceitos e acrônimos que eu desenvolvi, é fortemente influenciado, como não poderia deixar de sê-lo, pela literatura internacional sobre Risco. Em especial, menciono as seguintes influências relevantes e aproveito para recomendar a leitura:

Financial Darwinism – Create Value Or Self-Destruct in a World of Risk (Leo M. Tilman, 2009, publicado nos EUA pela John Wiley): influenciou a forma de definir Inteligência de Risco, em especial em como ela ajuda a buscar maior valor futuro para a organização. Esse livro explica claramente a crise financeira em que o mundo desenvolvido continua encalacrado, bem como detalha sistemáticas para avaliar o valor ajustado a risco de uma organização.

Antifragile – Things that Gain from Disorder (Nassim N. Taleb, 2012, publicado nos EUA pela Random House): criou o conceito de “sistema antifrágil”, que ajuda a explicar os erros passados que levaram a várias crises sistêmicas. Explora como o medo de errar nos torna mais frágeis.

Surviving and Thriving in Uncertainty – Creating the Risk Intelligent Enterprise (Frederick Funston e Stephen Wagner, 2010, publicado nos EUA pela John Wiley): define as principais falhas da Gestão de Risco convencional e detalha várias ferramentas para aumentar o QIR da organização. O termo “dr. No” foi emprestado desse livro.

Risk Intelligence – How to Live with Uncertainty (Dylan Evans, 2012, publicado nos EUA pela Free Press): detalha como medir e incrementar o QIR de um indivíduo com base em testes e treinamento.

Fonte: Administradores

Wizard realiza ação no Aeroporto de Viracopos que oferece aulas gratuitas

A Wizard acaba de fechar parceria com o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, para oferecer para os passageiros quatro aulas gratuitas em qualquer escola da rede em todo o País. A ação é parte da campanha FREE FLIGHT – VOLTA ÀS AULAS WIZARD, que vai até o dia 7 de setembro. Durante o período de um mês, promotores estarão no saguão em busca de pessoas interessadas em aprender um segundo idioma. Além disso, a Wizard instalará um totem no terminal, onde qualquer viajante poderá fazer seu cadastro. Segundo Arno Krug Jr., diretor de Expansão e Novos Negócios do Grupo Multi, a ação será uma grande oportunidade para captação de alunos e divulgação da marca, já que o aeroporto recebe cerca de 750 mil pessoas por dia.

Fonte: Promoview

Latas de cerveja são criadas com a tipografia Helvetica

O designer russo Sasha Kischenko desenvolveu uma curiosa forma de latas para uma marca de cerveja suíça usando a tipografia Helvetica.

Chamada de Helvetica Beer, o número na lata indica a porcentagem de álcool, enquanto a cor reflete o tipo de cerveja: lager ou stout.

Fonte: Promoview