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Copa Coca-Cola 2013 abre inscrições

Foi dada a largada! Já estão abertas, em todo o País, as inscrições para Copa Coca-Cola 2013. A expectativa para a terceira edição da competição é reunir nove mil jovens de 13 a 15 anos de idade, nas categorias masculina e feminina.

As inscrições são gratuitas e vão até 02/07. Para participar, basta acessar o site da Coca-Cola e clicar na área exclusiva do torneio.
A Copa Coca-Cola é o maior campeonato de futebol para adolescentes do planeta. Promovida pela Coca-Cola em mais de 60 países, a competição traz um convite para os jovens se movimentarem mais, aproveitando os benefícios de uma vida ativa.

No torneio, a importância deste estilo de vida é atrelada a momentos de diversão e felicidade, compartilhados entre competidores, amigos e familiares
O Torneio

A terceira edição nacional da Copa Coca-Cola, que terá seu início em 07/09, será dividida em três etapas: Local, Regional e Nacional. Todos os jogos serão disputados em dois tempos de 25 minutos. As equipes deverão ser formadas livremente pelos participantes, tendo de 11 a 18 jogadores. E, para participar, o jovem deverá estar matriculado na escola.

Equipes Masculinas

A Etapa Local contempla todas as partidas que acontecem nas 30 cidades-sede da competição, sempre em finais de semana, no período de 07/09 a 13/10, de acordo com o calendário disponibilizado no site. Ao final desta etapa, 19 equipes vão se qualificar diretamente para final e outras 11 disputarão a Etapa Regional, para definirem as cinco vagas restantes.
Equipes Femininas

A competição será realizada em duas etapas: Local e Nacional. A Local será realizada no período de 07/09 a 13/10 em cada cidade-sede inscrita. As equipes competirão entre si a fim de se definir o primeiro colocado da respectiva cidade-sede.

A formação das chaves da Etapa Local será definida por meio de sorteio. O objetivo desta etapa é classificar para a Etapa Nacional 12 equipes, que serão as campeãs de cada cidade sede.

Ao todo serão 36 times (24 masculinos e 12 femininos) na grande final, que será disputada em três dias e em duas sedes distintas. Na primeira sede, as disputas serão realizadas até a fase semifinal nas categorias masculina e feminina, definindo-se as equipes finalistas que participam da Final Nacional, que ocorrerá em outra cidade. Os locais e datas serão definidos pela organização do torneio.

Fonte: Promoview

Fidelização B2B

Programas de fidelização e incentivos de clientes B2B (Business to Business) são uma das melhores formas de encorajar e promover empresas a fazer, continuamente, negócios umas com as outras. Eles servem para incentivar os parceiros de negócios, enfrentar a concorrência, aprimorar o lançamento de novos produtos e ainda melhorar o desempenho global das companhias.

Um bom programa de fidelidade pode, na verdade, apresentar resultados impressionantes. Desde o aumento de receita e crescimento do marketshare, até a geração de melhores oportunidades de vendas e o incremento do percentual de compras por parte dos clientes.

Nesse cenário, depois da consagração obtida com os programas de fidelidade para consumidores B2C (Business to Consumer), as iniciativas de fidelidade B2B vêm, cada vez mais, ganhando força e com isso chamando a atenção de um número crescente de profissionais da área de marketing.

A fidelização B2B, no entanto, requer táticas diferentes da B2C, que vão muito além de simplesmente recompensar o cliente pela aquisição de um produto da marca. Compradores do segmento B2B tendem a ter um grau de exigência bem maior do que aquele esperado em relação a consumidores finais. O item mais relevante para eles é que as empresas que atendem esse mercado possuam o entendimento completo dos problemas de seus clientes e tenham a expertise necessária para resolvê-los.

A própria natureza de um programa de fidelização B2B implica em ir além de táticas simples de retenção e, ao invés disso, procura incorporar outras estratégias, tais como: solicitar as percepções dos clientes acerca dos produtos oferecidos, demonstrar empatia com os desafios do dia-a-dia e premiar os melhores clientes com serviços extras, como, por exemplo, fornecendo suporte técnico especial para os membros cadastrados no programa.

Há um elemento estratégico diferencial nesse tipo de fidelização que envolve conhecer a fundo os padrões de compra e preferências do cliente. Não é por outra razão, aliás, que o programa de fidelidade precisa estar perfeitamente integrado ao sistema de Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente – o CRM – da empresa.

As práticas de CRM – contando com um banco de dados personalizável e uma ferramenta de Business Intelligence para rastrear e analisar o comportamento de compra das empresas parceiras, utilizando esses dados para melhorar as práticas de negócios com toda cadeia de vendas – são fundamentais em todo esse processo, uma vez que auxiliam na apuração de informações e desenham padrões e métricas para estruturar as ações de fidelização e conquista da lealdade do cliente.

A posse e o conhecimento dos dados é essencial para eficácia de qualquer tipo de fidelização e mais ainda na fidelização B2B. Por meio do uso inteligente de sua base, uma empresa pode, por exemplo, criar promoções específicas ou regras com o objetivo de aumentar o consumo geral de produtos bem como de linhas específicas desejadas.

Outra dica importante para obter sucesso nesse tipo de fidelização é focar nos clientes existentes. Estudo recente da associação de marketing de fidelização Loyalty 360 revela que os esforços de retenção são essenciais, uma vez que pelo menos 20% das novas vendas vêm de clientes antigos.

Fonte: ClienteSA

Oi lança campanha para Copa das Confederações da FIFA

A Oi, patrocinadora da Copa das Confederações 2013 e da Copa do Mundo da FIFA 2014, lança campanha publicitária para mostrar que, independente do lugar e da forma de comunicação que o torcedor escolher, a companhia estará sempre com ele. As peças destacam que a Oi é o meio para que as pessoas possam manifestar suas opiniões, sentimentos e as mais variadas reações a tudo aquilo que o futebol e a Copa proporcionam, seja através dos serviços de voz ou da captura e compartilhamento de imagens e vídeos. A campanha será veiculada em TV aberta, jornais e mídia exterior.

O filme "Multidão", criado pela NBS, retrata diferentes emoções dos torcedores e como elas podem ser comunicadas através dos serviços da Oi. Na primeira cena, cinegrafistas disputam espaço com torcedores que, com celulares nas mãos, registram a chegada de jogadores na porta de um hotel. Em seguida, uma mesa redonda de comentaristas é invadida por dezenas de pessoas que, com seus laptops, também querem postar suas opiniões. Corta para um técnico em campo, acompanhado por uma longa fila de torcedores com tablets em punho, prontos para alterar a escalação do time. O filme mostra ainda a comemoração do passageiro de um carro que assiste ao vídeo de um gol, ao vivo, pelo celular, contagiando um jovem que fala pelo orelhão e moradores de um prédio que compartilham a vibração pelo telefone de casa.

"Nessa Copa os cinegrafistas não vão estar sozinhos. Comentaristas vão ter mais concorrência. Técnicos terão que ser ainda mais atentos. Os brasileiros completam a Copa. E a Oi completa você", resume o filme, enquanto apresenta serviços oferecidos pela companhia: telefonia móvel, banda larga, internet móvel 3G, wi-fi, 4G, orelhão e telefonia fixa. Com a campanha, a Oi reforça o conceito "Oi completa você", lançado neste ano, que põe o consumidor na posição de protagonista. Através de seus produtos e serviços, a empresa oferece formas de completar cada pessoa de acordo com as suas necessidades de telecom, respeitando as diferenças.

Única operadora no Brasil com telefonia fixa e móvel, internet banda larga fixa e móvel, wi-fi e TV por assinatura, em escala nacional, a Oi é pioneira na oferta de serviços convergentes no Brasil.

Fonte: Cidade Markeitng

Marketing é (quase) tudo

“O marketing não é a arte de encontrar maneiras inteligentes de vender o que você produz. É a arte de criar valor genuíno para o cliente”, diz Philip Kotler, também conhecido como “o pai do marketing”. Ele estará presente na HSM ExpoManagement 2013, evento que acontece entre os dias 4 e 6 de novembro, abordando o redesenho da estratégia de crescimento.

Se criar valor para o cliente já não é ideia nova, a prática ainda não é fácil. Tal dificuldade ficou evidente entre as empresas que enfrentaram os reveses da recente crise econômica. O Kotler Marketing Group realizou estudo junto aos executivos de marketing de 190 empresas da América do Norte durante os anos de 2010 e 2011. O objetivo era compreender o que levou algumas empresas a permanecerem bem-sucedidas durante a recessão.

Os resultados da pesquisa compõem o relatório “Marketing through difficult times”, que parte da premissa de que as empresas de alto desempenho são as que tiveram crescimento em vendas superior à média de seu setor. Entre outros achados, a pesquisa apontou que essas empresas tinham forte cultura de marketing e, em geral, desenvolviam um leque amplo de iniciativas de marketing. As de baixo desempenho, por outro lado, demitiram mais pessoas do departamento de marketing durante a crise, do que as companhias bem-sucedidas.

Estratégia é marketing

Professor da Kellogg Graduate School of Management da Northwestern University, Kotler difunde intensamente no meio corporativo a ideia de que a área de marketing tenha papel de liderança na formulação da estratégia da empresa, ou seja, que dê a direção da companhia.

Ele concorda com Peter Drucker, considerado o grande filósofo da gestão, que afirmou que uma empresa só tem duas funções: inovação e marketing. “São as ideias e ofertas de marketing que fazem uma empresa. Produção, compras, P&D, finanças e outras funções da empresa existem para apoiar o trabalho da empresa no mercado”, afirma no site de seu grupo de consultoria.

“Marketing é a lição de casa que a empresa faz para descobrir o que as pessoas precisam e o que a empresa deve fazer”, explica. Mas é clássica a confusão entre marketing e vendas, por exemplo. Para Kotler, a venda é a ponta do iceberg de marketing. “A venda começa quando você tem um produto. O marketing começa antes de o produto existir”, distingue.

Inovação requer marketing

A diferença entre uma ideia e uma inovação é que esta oferece mais valor ao cliente, explicam Kotler e Fernando de Bes no livro A Bíblia da Inovação (ed. Lua de Papel). Uma das barreiras à inovação é, portanto, a falta de foco no cliente.

“A inovação que começa com a compreensão do comportamento atual de clientes finais tem mais probabilidade de ser bem-sucedida”. Isso porque o cliente terá de fazer algum esforço para mudar de algo conhecido para o novo, e ele só o fará se perceber claramente que terá maior benefício com a mudança.

“Muitas inovações recentes são resultado da observação do cliente. Não queremos, com isso, nos referir à pesquisa de mercado tradicional, mas a métodos modernos, nos quais, baseados na interação com clientes ou na observação do comportamento, as companhias são inspiradas por ideias que os clientes, por si, não seriam capazes de pôr em palavras. Isso vai além de atender a necessidades dos clientes. Trata-se de enriquecer a vida deles.” Então, o que está em pauta aqui são os estudos etnográficos, os quais a 3M coloca em prática. Foi observando o comportamento dos usuários do Post-it digital, por exemplo, que se chegou à ideia do Post-it Picture Paper.

Fonte: hsm.com

Usando personas para entender seu público

Não importa qual é a estratégia de vendas adotada pela sua empresa, todo produto ou serviço oferecido é pensado para o usuário desde o começo da produção. Por isso, se as vendas estão baixas, pode ser que você esteja oferecendo da maneira errada, por falta de conhecimento sobre o seu cliente. Além de faixa etária, escolaridade, hobbies, e lugares que frequenta, há como apurar além e aproximar-se definitivamente de seu público-alvo.

Definir a persona de quem compra o seu produto é uma forma de otimizar sua estratégia de marketing, criando um cliente fictício que possui as principais características de todo o seu público-alvo. Isso ajuda a sua campanha deslanchar posteriormente, porque os clientes passam a encontrar facilmente a sua marca, no lugar e na hora certa.

A grande aliada na sua busca por características da personalidade de seu público-alvo é a internet. Por meio de análise e avaliação dos rastros e hábitos digitais, você poderá criar uma ou várias personas, com informações genéricas que se aplicam à maioria de seus clientes. Estes dados servirão para entender os perfis e direcionar melhor sua estratégia de comunicação com eles.

Como apurar?

O primeiro passo para saber exatamente quem é o seu cliente, de maneira prática, é estabelecendo meios de contato com ele. Você deve estar presente nas redes sociais, fornecendo conteúdo interessante sobre seu produto, divulgando ofertas, prestando atendimento e esclarecendo dúvidas. Dessa forma, seu cliente se expõe e você pode coletar dados. Onde ele mora? Onde trabalha? Qual a função? É casado? E por aí vai.

Se o seu público é local, como no caso de uma prestação de serviços, apure as informações em menores proporções, filtre-as para obter características das pessoas dos bairros próximos. Uma maneira de procurá-las na internet é requerer uma identificação básica no seu site, como o e-mail por exemplo, oferecendo o envio de ofertas uma vez por mês – ou numa frequência que você considere a menos invasiva possível.

Pelo e-mail, é possível convidá-la no Facebook e no Twitter, observar quais são os tipos de postagens – quais marcas usa, com quais os assuntos está familiarizada, onde mora, no que trabalha ou como é a família.

Como organizar?

Uma vez coletados, os dados devem ser analisados e encaixados em categorias predefinidas, de acordo com a abrangência do seu produto e a necessidade do cliente.

Se você fornece tecnologia da informação, por exemplo, pode querer definir categorias de complexidade: para pequenas empresas, o sistema é mais simples, se vendido para companhias que necessitam de muita segurança, ele torna-se mais complexo. Estes são os dois tipos de clientes para os quais ele trabalha.

Caso a sua empresa produza ar-condicionado, por exemplo, você pode pensar na funcionalidade do seu produto para separar dois tipos de personas: as de pessoas que requerem instalações maiores ou as de necessidades mais modestas.

Se você já tem uma ideia pressuposta do indivíduo que consome seu produto, é bom lembrar que novas análises são válidas, já que os clientes nem sempre cumprem a expectativa da persona, alguns, inclusive encaixam-se justamente na exceção daquilo que foi roteirizado.

Para englobar o máximo de possibilidades possível, a persona deve ser alvo de alterações, que ocorrem conforme você ganha pessoal, cria formas de contato com o cliente, aumenta as vendas ou oferece novidades. Exercendo a manutenção da persona periodicamente, seu público vai se encaixar corretamente no seu propósito, se identificar com a imagem e com a ideia que a marca quer transmitir.

Como (finalmente) usufruir

Depois de descobrir do que o seu cliente gosta em geral e onde ele se encaixa na sua estratégia, pense nas palavras que ele usaria para pesquisar conteúdos relacionados ao seu negócio, definindo seu SEO para ser sempre descoberto. Além disso, monte uma estratégia para produzir informações sobre tudo que interessa a seu público e se esforce para estar presente, de alguma maneira, nos sites que ele frequenta – interagindo em fóruns e comentários.

O perfil criado vai criar consistência na empresa, uma vez que todos do time estarão utilizando-o para criar materiais de marketing e campanhas de branding. E você, já definiu a persona do seu cliente?

Fonte: Administradores.com