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Motivos para investir no marketing esportivo

O mercado brasileiro na área dos esportes está passando por um período de grande expansão devido aos investimentos gerados, principalmente, pela Copa de 2014 e pelos Jogos Olímpicos de 2016.

Segundo o IBME (Instituto Brasileiro de Marketing Esportivo), a indústria esportiva brasileira movimenta em média R$ 31 bilhões por ano, o que equivalente a 3,3% do Produto Interno Bruto. Nos últimos anos, as ações mercadológicas voltadas para o esporte registraram um crescimento médio de 12,3%, empregando diretamente mais de 300 mil pessoas (estudo de mercado realizado pela rede Bahia de Televisão).

Segundo Pitts & Stotlar (2006), Marketing Esportivo é a aplicação dos princípios de marketing a qualquer produto (bens, serviços, pessoas, lugares e ideias) da indústria do esporte.

O esporte é um produto intangível que mexe com a emoção das pessoas. É uma prestação de serviço de entretenimento e diversão. É um momento em que as pessoas podem sonhar, relaxar e compartilhar suas alegrias ou frustrações. Mexe com o emocional e espiritual.

O torcedor ao comprar um ingresso para um estádio ou assistir o evento na TV, ele espera participar de uma boa experiência, de se emocionar com os lances e com as atuações dos atletas nas mais diversas modalidades de esportes. Os resultados são imprevisíveis!

Pensando assim, o esporte é um produto que tem como objetivo de seus idealizadores gerarem emoções do público. Para quem presencia o evento num estádio ou arena esportiva a emoção é ainda maior. Antes do evento, há somente uma expectativa, durante o evento as emoções afloram e após o evento as comemorações continuam com a torcida do time ou atleta vencedor e o silêncio dos perdedores.

Algumas das características do esporte como produto:
•É universal;
•É intangível e subjetivo;
•É produzido e consumido simultaneamente;
•Forte identificação com o público;
•Imprevisível e inconstante.

O esporte como produto pode ser adaptável a qualquer empresa ou marca. As empresas que investem em esportes buscam aumentar a identificação com seus clientes e prospects, assim como o relacionamento.

Os eventos esportivos garantem visibilidade para as marcas dos patrocinadores, porque, dependendo do evento, é visto por milhares de pessoas, fazendo com que suas marcas ganhem espaço na TV, sites, jornais, revistas e outras mídias.

A parte tangível dos esportes são os atletas, árbritos/juízes, auxiliares, materiais, equipamentos e instalações.

Por ter forte apelo emocional, as ações de marketing devem envolver emocionalmente o consumidor, assim como todo o planejamento relacionado aos aspectos tangíveis para atender as necessidades e expectativas dos clientes.

Seu objetivo principal é transferir os benefícios, atributos e valores do esporte para seus produtos e marcas. A empresa reforça seu composto de marketing, aumentando assim seu potencial de propaganda e publicidade, de relações públicas, de assessoria de imprensa, de merchandising e de vendas.

Alguns dos benefícios do uso dos esportes nas empresas:
•Visibilidade potencializada;
•Audiência ampliada;
•Imagem renovada;
•Vendas ampliadas;
•Aumento no relacionamento;
•Oportunidades de negócios;
•Criação de comunidades virtuais;
•Mobilização e motivação de consumo.

Algumas conclusões sobre o uso do marketing esportivo nas empresas:

O esporte ativa a comunicação e o marketing das empresas, gerando maior visibilidade institucional, incrementando as vendas e relacionamento com clientes e mercado, possibilitando e ampliando as oportunidades de negócios.

Bibliografia:

Fundamentos do Marketing Esportivo, Brenda G. Pitts & David K Stotlar, Phorte, 2006
MELO, Neto, Francisco Paulo de – Marketing Esportivo – 2ª. Ed. – Rio de Janeiro: Record, 2000

Um nicho a ser explorado pelas PMEs

Em um mercado tão competitivo como o de contact center, em que as grandes empresas detêm a maior fatia do segmento, o setor busca cada vez mais novas formas de se reinventar para agregar valor aos serviços oferecidos. Necessidade latente também pela diminuição da rentabilidade que vem sendo registrada nos últimos anos. Por conta disso, as pequenas e médias empresas estão encontrando um caminho importante para expansão dos negócios: a segmentação.

Esse movimento mercadológico está alinhado ao crescimento de consumo da classe C, que deverá chegar a 118 milhões de pessoas até 2014, segundo estimativa da Fundação Getulio Vargas. Com isso, é preciso aproveitar este momento aquecido, mas deve-se prever que o aumento da utilização dos serviços de atendimento ao cliente será considerável e exigirá das empresas infraestrutura para suportar essa demanda e um olhar renovado e criativo para se relacionar com esses novos consumidores.

Com base nesse conceito e para criar um atendimento cada vez mais especializado e que compreenda a real necessidade do cliente, muitas companhias estão optando por contratar pequenas e médias centrais de contact center. Dessa forma, a expectativa é que elas integrem projetos de relacionamento com o consumidor que tenham características especialistas sintonizadas com seus perfis de trabalho, como alguns serviços das áreas financeira e de tecnologia, entre outros.

Mas, não será somente a classe C que se beneficiará desse formato de trabalho, já que muitas empresas optam por contratar um call center com um perfil diferenciado para atender, por exemplo, clientes do mercado de luxo, private banking, farmacêutico, que buscam solucionar dúvidas específicas e que exigem um atendente com formação diferenciada e, muitas vezes, bilíngue.

Esta é uma excelente iniciativa promovida pelas pequenas e médias empresas do setor que deverá gerar, nos próximos anos, ainda mais empregos, qualificação profissional, investimentos em tecnologia, competitividade e, assim, estimular o crescimento do mercado e encantar as empresas atendidas com a conquista e fidelização de clientes, o que é a alma de qualquer negócio.

Stan Braz é diretor presidente executivo do Sintelmark, Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos.

Fonte: ClienteSA

Sim. Existe luz no fim do túnel!

Autor: Elmano Nigri

Diariamente converso com muitos presidentes de empresas, executivos e profissionais das mais diferentes áreas da economia e todos, de forma uníssona, afirmam que têm a mesma dificuldade: lidar com gente.

Hoje gerir pessoas é um dos principais desafios no ambiente corporativo e, nos contacts centers, o cenário não é diferente e pode ser considerado até mais crítico por fatores como alta rotatividade, sistemas complexos de operação e falta de autonomia. Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos gestores que estão à frente dos pontos de atendimento.

Como este mercado de trabalho é visto por muitos como principal entrada para a vida profissional, jovens, em pouco tempo, já procuram novas perspectivas profissionais, fato que contribui para aumentar as estatísticas de turnover que pode chegar a até 10% ao mês, segundo pesquisas do mercado.

Um dos desafios do gestor, que está no dia a dia da operação, é entender de gente. É compreender que cada atendente tem um sonho, um anseio e um desejo. É tratar cada um de forma individual e não como você gostaria que eles fossem.

Um segundo aspecto que contribui a mensurar o retorno sobre o investimento é a análise estatística do perfil comportamental. Ao fazer um levantamento que indique quais pessoas ficam mais tempo no cargo, quais características comportamentais apresentam e os fatores que contribuem para obter os melhores resultados, seja em callcenter ativo ou receptivo, será possível fazer contratações de forma mais assertiva ao aliar perfil comportamental e técnico do candidato às características exigidas pela a cadeira a sentar.

Além disso, o estudo permitirá que as decisões sejam tomadas com base em fatos e dados do que meramente na tentativa e erro. Com isso, os esforços relacionados à motivação e por consequência, na retenção de talentos terá muito mais resultado.

Essa estratégia é de grande valor porque contribui significativamente para a retenção de talentos. Estudos da Arquitetura Humana, por exemplo, comprovam que as companhias que implantaram o modelo de análise estatística conseguiram compreender melhor o perfil do funcionário que traz resultado efetivo para a empresa e, dependendo da área do negócio, o turnover pode cair cerca de 25%.

Outro ponto a ser destacado é o treinamento. A capacitação profissional é um investimento fundamental contribui significativamente para a retenção de talentos. Qualquer consumidor sabe a diferença entre a leitura de um script e a apresentação de um produto ou serviço de forma natural, espontânea, e, o mais importante, sem pressão.

Ao aliar esses três elementos: atenção às pessoas, análise do que é positivo e negativo (modelo estatístico) e treinamento, o resultado certamente será melhor não só na melhoria dos processos, da operação e dos números, mas, principalmente, na qualidade de vida de todos os envolvidos, sobretudo dos operadores.

Elmano Nigri é presidente da Arquitetura Humana. ([email protected])

Fonte: ClienteSA

Madison Square Garden mudará sua localização

O Conselho Municipal de Nova Iorque aprovou um projeto de mobilidade urbana e determinou, no dia 25/07, um prazo de dez anos para o Madison Square Garden deixar sua localização.

A empresa que gere o ginásio, casa do New York Knicks, da NBA, e do New York Rangers, que disputa a NHL, precisará encontrar outro local para construir uma nova arena para as equipes.
Christine Quinn, porta-voz do Conselho, falou sobre a importância da decisão. “Precisamos nos certificar de que a Penn Station se torne o que precisa ser, uma entrada do Século 21 à maior cidade do mundo”, declarou.

Os donos do Madison Square Garden, que recentemente investiram cerca de um bilhão de dólares (aproximadamente R$ 2,2 bilhões) em uma reforma que ainda não foi concluída, buscavam uma licença permanente para seguir em Manhattan, mas não tiveram sucesso.

Fonte: Promoview

Congresso Brasileiro de Live Marketing começa hoje

O primeiro Congresso Brasileiro de Live Marketing, organizado pela Ampro (Associação de Marketing Promocional) será realizado em São Paulo, hoje e amanhã e tem como objetivo posicionar o mercado de live marketing, aprimorar a relação entre cliente e agência e mostrar a evolução do mercado, fortalecendo o segmento que se utiliza de um conjunto de ações estratégicas que hoje são essenciais para o planejamento de marketing dos anunciantes.

“Esse Congresso é emblemático para o entendimento e valorização de nossa atividade. Os principais objetivos traçados e que serão trabalhados pelos comitês e conteúdos do evento, sinalizarão ao mercado avanços importantes já conquistados e outros a conquistar”, declara Kito Mansano, presidente do Congresso.

O encontro contará com a participação de agências, as principais empresas, clientes, fornecedores, representantes do poder público e estudantes e será realizado no World Trade Center.

Quatro comitês foram organizados para conduzir os trabalhos: Live Marketing, coordenado por Marcel Sacco; Relação Sustentável entre Cliente e Agência, coordenado por Celio Ashcar; Precificação e Tributação, coordenado por Ricardo Beato e da Ampro; e Evolução do Mercado e Pesquisa, liderado Marcelo Heidrich.

Fonte: Promoview