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Marcas ganham espaço com estratégia regional

Conhecimento sobre o consumidor é a melhor maneira de ganhar o mercado local

Conhecer o consumidor a fundo é princípio básico para qualquer marca, mas pode ser também um grande diferencial na hora de ganhar mercado. É exatamente essa a principal vantagem das marcas regionais em relação às de atuação nacional. Bebidas Don, Vitarella, Sorvete Salada e Houston Bike podem ainda não ser conhecidas pela maioria dos brasileiros, mas já são responsáveis por uma boa fatia do mercado na região em que atuam.

A regionalização das marcas é tão importante que empresas como Nestlé, Sony, Brahma e Skol mostram-se preocupadas em falar a língua do consumidor local para não perder espaço para as marcas que têm em sua essência um importante elemento de diferenciação: a mesma origem que seu cliente.

“A marca regional tem algumas vantagens. Já nasce na região, o que é importante, gera emprego, é tratada como orgulho local e como um patrimônio. Ela surge com uma predisposição para ser aceita, como é o caso do Guaraná Jesus, famoso no Maranhão. A Coca-Cola comprou a marca, mas teve a preocupação de manter as suas características”, diz Rodrigo Souza, Diretor de Planejamento da agência Regional Promo, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Qualidade com menor preço
Outra característica importante das marcas regionais é a preocupação em oferecer um produto de qualidade com preço mais acessível comparado ao praticado pelas grandes empresas. É o caso da Vitarella, fabricante de massas e biscoitos líder nos estados de Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Rio Grande do Norte.

“Desde a criação da empresa, em 1993, o foco sempre foi vender produtos que tivessem qualidade semelhante a das boas marcas encontradas no mercado, mas com preço baixo. Com essa estratégia, a empresa buscou uma penetração nos menores varejos, nas lojas de bairro, para depois pensar nas grandes redes”, conta Eliana Lopes, Gerente de Marketing da Vitarella, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A ligação emocional que essas marcas têm com os consumidores da região também é um fator de destaque em relação à concorrência. O refrigerante de maçã da Don ganhou tanta popularidade em Ribeirão Preto, São Paulo, que hoje a empresa busca fazer do produto um ícone cultural. Responsável por cerca de 70% das vendas da companhia, o Don Maçã é o elemento principal na estratégia de expansão da marca.

Refrigerante pop
Atuando desde 1964, a Don está presente também em mais de 100 cidades próximas de Ribeirão Preto, como Franca, Bebedouro, Barretos, São Carlos e Araraquara. Mas ainda há mercados a serem explorados, caso de Campinas e da própria capital paulista. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a Maçã Don começa a ficar conhecida pelos consumidores do Tubaína Bar, local que resgata a história da categoria que ficou popular no interior de São Paulo nas décadas de 1940 e 1950.

Há menos de seis meses no bar, a experiência pretende ser o ponto de partida para a expansão da marca. “O foco da Don são as classes B e C, as famílias tradicionais, do interior. O consumidor que viu o avô comprar o produto. Ver o hábito passar de pai para filho é muito importante para a marca”, acredita Henry Assef, responsável pelo Marketing e pela Comunicação da Bebidas Don.

A expansão vem acompanhada de um reposicionamento da empresa, que conta ainda com outros sete sabores de refrigerante, além de produtos como chocolatado, azeitona e queijo ralado, que fazem parte do dia a dia do consumidor. “Estamos investindo em um projeto de renovação das embalagens para posicionar o produto de forma mais clara, segmentá-lo e buscar os bares mais sofisticados, que acreditamos ser pontos de referência. A participação do público AB tem crescido muito. Pretendemos fugir do rótulo de refrigerante popular no sentido negativo, queremos ser o refrigerante pop, no aspecto positivo”, aponta Assef.

Foco na distribuição
O amplo investimento nos pontos-de-venda também é uma característica comum entre as marcas regionais. Se hoje a Vitarella ganhou o grande varejo, a marca não se esquece dos pequenos comerciantes. “A Vitarella está nos grandes mercados, mas trabalha fortemente a distribuição. Faz questão de estar nos pequenos também. O produto da Vitarella não pode ser algo que a consumidora dos bairros mais pobres de Recife não possa comprar”, ressalta a Gerente de Marketing da empresa que tem mais de 100 produtos em seu portfólio.

A distribuição local também foi responsável pelo sucesso da Maçã Don, que hoje é o segundo refrigerante mais vendido em Ribeirão Preto, perdendo apenas para a Coca-Cola. A marca tem ainda 95% de lembrança na resposta espontânea do consumidor, segundo um estudo realizado pela Universidade de Ribeirão Preto. “Investimos no fato de ser um refrigerante regional, que faz parte da vida das pessoas. Queremos ser fortes no dia a dia dos consumidores”, diz Assef.

Estar presente na rotina das pessoas também é uma estratégia natural para o Sorvete Salada. A empresa que nasceu como uma fábrica de sorvete de bairro, em 1986, em Belo Horizonte, Minas Gerais, possui atualmente três lojas próprias, uma rede de 30 unidades credenciadas e está presente em mais de 1.200 pontos-de-venda do varejo. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Galileu, a Sorvete Salada foi a empresa regional com citação espontânea mais expressiva no estado.

Produtos para todos os consumidores
Além de atuar em três canais diferentes de distribuição, a Salada também busca atender à demanda dos diferentes perfis de consumidores. “Criamos produtos para públicos específicos, sem restringir o foco da empresa. Fabricamos sorvetes de soja, para quem tem tolerância à lactose, livres de gordura trans, tortas geladas que custam R$ 50,00, mas também temos picolés que são vendidos por R$ 1,00”, compara Raquel Bravo, Diretora Executiva da marca, em entrevista ao Mundo do Marketing.

É com a diversidade do portfólio que a Sorvete Salada pretende ganhar mercados ainda não explorados em Minas. “Não estamos em todo o estado. A Salada cresceu sem planejamento, por demanda. Agora estamos começando um trabalho de preenchimento nas regiões em que não atuamos. Temos planos de sair do estado, mas antes queremos focar a nossa região”, diz a Diretora Executiva da marca que tem registrado um crescimento médio de 30% no faturamento e espera ampliar suas vendas em 50% este ano.

Oferecer produtos democráticos também é o foco da Houston Bike. A empresa sediada em Teresina, no Piauí, e que também atua no sul do país, vende bicicletas com preços entre R$ 200,00 e R$ 2.000,00, tudo para atender aos variados perfis de consumidores. Em 2010, a Houston completa 10 anos e, para comemorar, investe R$ 10 milhões em ações de Marketing, incluindo uma parceria com a Globo, na novela Passione.

Grandes empresas também se regionalizam
A iniciativa faz parte do plano de expansão da companhia, que passou dos 18 modelos iniciais para os 40 atuais. O lançamento do movimento “Eu Vou de Bike” também pretende deixar a Houston conhecida do grande público. No portal, os internautas podem trocar ideias e informações sobre ciclismo e discutir os problemas da mobilidade urbana.

O regionalismo da marca aparece principalmente no desenvolvimento dos produtos. “O consumidor do sul é tão diferente do consumidor do nordeste que até o produto é distinto. No nordeste, por exemplo, vendemos bicicletas nas cores verde e violeta, o que não acontece no sul. Quando se trata do produto, observar o regionalismo é fundamental. Tem que haver uma adaptação senão não conseguimos vender”, comenta Paulo Rubens, Gerente de Marketing da Houston Bike, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Com a força das marcas regionais, grandes empresas percebem a importância de entender os consumidores e participarem da cultura local. No nordeste, a Nestlé marca presença todo ano do São João de Caruaru. No Arraial de Sabores Nestlé, a marca trabalha uma estratégia no ponto-de-venda que direciona o consumidor para as festas. A empresa lança ainda produtos específicos para estes consumidores, como o Bono Canjica, a novidade deste ano.

Regionalizar é entender a essência do consumidor
A Sony também investe nos principais eventos do nordeste para se aproximar dos consumidores. Este ano, a empresa patrocina mais uma vez o São João de Campina Grande com a ação Som na Caixa Genezi, promovida pela Regional Promo. A iniciativa ativa a categoria de áudio da marca no nordeste brasileiro, um dos principais mercados do segmento.

“O nordeste é um dos locais onde mais se vende a linha de microsystem Genezi no mundo. A Sony investe em eventos locais, nos momentos de lazer do nordestino, para trabalhar o conceito da marca em uma experiência interessante”, conta o Diretor de Planejamento da Regional Promo.

Os mercados do norte e do nordeste também são vistos como prioridade para a Ambev, que lançou uma versão de Brahma exclusiva para a região, a Brahma Fresh. A empresa ativa a marca e se aproxima do consumidor nos principais eventos regionais, como carnaval e festas de São João. O mesmo acontece com Skol, que há dois anos recebeu um forte investimento para entrar no mercado de Pernambuco, onde, na época, a Antarctica era a principal cerveja.

“Regionalizar não é esteriotipar o consumidor. É entendê-lo. Se a empresa entende o comportamento do cliente daquela região, já é meio caminho andado. Se consegue absorver a essência do consumidor e transmiti-la na publicidade, nos eventos e no ponto-de-venda ganha mercado. O consumidor regional gosta da comunicação direcionada para ele”, ensina Souza, da Regional Promo.

Por Sylvia de Sá

Fonte: Mundo do Marketing

O Marketing morreu, afirma Kevin Roberts

Autor do best-seller Lovemarks propõe um Departamento de Movimento que engaje as pessoas

O Marketing como conhecemos está morto. Pelo menos é o que afirma Kevin Roberts, CEO Global da agência de publicidade Saatchi&Saatchi. O autor do best-seller Lovemarks, no entanto, reconhece que o Marketing de Massa ainda sobrevive. O problema é que ele vive em um ambiente que não existe mais. É o que Roberts chama de “Vuca”, um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. E vai além: não é um mundo para estratégias tradicionais. O publicitário propõe ainda a retirada da missão e da visão da parede das empresas. No lugar, elas precisam ter um sonho que engaje as pessoas.

Nem tudo isso chega a ser tão subversivo para Kevin Roberts. Afinal, quando foi CEO da Pepsi no Canadá, ele simplesmente metralhou – literalmente – uma vending machine da Coca-Cola ao final de uma convenção de vendas onde o foco era a concorrência com a marca mais valiosa do mundo. Agora, o publicitário inspira os profissionais de Marketing a saírem de seus escritórios, deixarem de ver e-mails, de ler pesquisas e passarem a conhecer os sentimentos de seus consumidores para transformar suas marcas em “Lovemarks”, ou marcas amadas.

Para isso, o Departamento de Marketing deve se transformar em um o Departamento de Movimento. Um movimento para a marca. “Tem que fazer com que as pessoas se mexam pelo raciocínio emocional”, afirma Kevin Roberts, durante seminário realizado pela HSM, ontem, em São Paulo. “O que importa é como as pessoas se sentem. É o sentimento que move as pessoas”, aponta.

Emoção = Ação = Envolvimento
A empresa que focar no sentimento do consumidor poderá ter vantagem. “Os seus concorrentes estão pensando com a cabeça. Siga a intuição. Pense e ouça com o coração”, recomenda. “O Marketing não é mais movido por mídia, de um para muitos, mas de muitos para muitos. Distração não funciona mais. As pessoas querem interação”, salienta. Mas como colocar a marca no coração do consumidor?

A Ikea respondeu colocando sofás no metrô na Europa e a Netflix fez o que Roberts chama de surpreender com o óbvio: ao invés do cliente ir buscar o filme na locadora, a locadora entrega em sua casa. “Perdemos muito tempo fazendo coisas burocráticas e não assumimos riscos. O orçamento não deixa você alçar novos voos porque está preso aos números do ano passado”, ressalta.

Consequência do Marketing, as marcas também estão mortas na opinião de Roberts. “As marcas estão mortas porque se comoditizaram. Elas morreram porque fazem as mesmas coisas”, explica. “Abram mão de controlar a marca. Uma lovemark não é da empresa. É do consumidor”. A mudança também deve acontecer na mensuração dos resultados. Neste caso, sai de cena o Retorno sobre o Investimento e entra o Retorno sobre o Envolvimento dos Consumidores.

Uma lovemark cria lealdade para além da razão. “Você pode substituir o seu iPod por qualquer outro MP3, mas não quer, quer? Olhe para a embalagem de seu produto e se pergunte se ele é irresistível. O consumidor quer novas soluções e inovações. E isso não se torna real por meio de estatística, mas por loucos que acreditam nas marcas ao ponto de tatuá-las em seu corpo”, assegura o publicitário.

Por isso, a empresa e a marca devem ter uma inspiração. “As pessoas não querem metas, elas querem trabalhar por um sonho, algo que as mova. Você não vai vencer o concorrente fazendo o Marketing tradicional. É preciso ter ideias loucas. Temos que ter uma cultura que inspire a transformação. Não há limites para o que você pode fazer”, aponta Kevin Roberts.

Por Bruno Mello

Fonte: Mundo do Marketing

Tritone cria campanha online com jogador Neymar para Panasonic

A Panasonic acaba de lançar a primeira campanha online com a presença do seu novo embaixador Eco Ideas, o jogador Neymar. A campanha foi desenvolvida pela agência Tritone e traz peças como um Hotsite interativo e um Blog com idéias a favor da sustentabilidade.

O hotsite da campanha traz uma promoção com base no conceito Eco Ideas, onde o internauta poderá criar uma planta personalizada, compartilhar, convidar amigos e ainda concorrer a prêmios. O objetivo desta campanha é disseminar as idéias sustentáveis da Panasonic e ajudar na preservação do meio ambiente, para a nova geração.

Através de uma parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, a Panasonic irá ajudar no plantio de árvores reais, a cada planta criada no hotsite.

O blog é um ambiente para divulgar idéias a favor do meio ambiente. Os usuários poderão enviar sugestões e conferir as idéias postadas para tentar adaptá-las em suas casas e comunidades. São idéias, simples, práticas e sustentáveis.

Fernando Estanislau, CEO da Tritone, espera que a campanha ganhe repercussão nacional não somente por ter o craque Neymar como embaixador, mas principalmente, por se tratar de um tema tão importante para o futuro do nosso planeta e das próximas gerações.

Acesse e confira:
Hotsite Seleção Eco Ideas: http://www.panasonic.com.br/ecoideas/
Eco Ideas Blog: http://www.panasonic.com.br/ecoideas/blog/

Fonte: portaldapropaganda.com.br

Ações promo da Coca-Cola em alta na Copa do Mundo

O sonho da Copa do Mundo para a Seleção Brasileira acabou, no entanto, as ações de marketing promocional realizadas durante o período em que a equipe do Brasil esteve presente na competição foram muitas e, destaque para as que a Coca-Cola realizou em diversas partes do País.

No Paraná e Interior de São Paulo, a agência Promo+Plus Marketing Promocional, junto com a Spaipa S/A, foi a responsável pela ativação das ações promocionais da Coca-Cola.
O projeto foi segmentado em táticas direcionadas por áreas regionais e faixas etárias.

A primeira delas foi a “Blitz Carregadores da Bandeira Coca-Cola” nas escolas do Paraná e do Interior de São Paulo. O objetivo foi divulgar a promoção, incentivando as crianças a participarem e interagirem com o público por meio de um minicenário de campo de futebol, onde os estudantes puderam tirar fotos, comemorando do seu jeito.

A segunda etapa, chamada de “Promoção Universitários Coca-Cola”, foi realizada nas cantinas das universidades. Foi criado para esse target um jogo de pebolim virtual com Nintendo Wii. A mecânica consistiu em que a compra de produtos da linha Coca-Cola dava direito à participação no jogo. Brindes diferenciados foram entregues aos participantes.

Outras três ações de impacto e de grande visibilidade aconteceram paralelamente.

Denominada “Copa das Escolas Coca-Cola“, esse evento iniciou em maio e foi realizado pela Sportion e em parceria com a Promo+Plus. Reuniu 32 escolas de Curitiba em um torneio de futebol durante quatro dias no Centro de Treinamento Trieste. Cada escola representou uma seleção da Copa do Mundo e a competição foi emocionante, com direito a pódio, medalhas, troféus e show de encerramento. A Copa das Escolas também foi realizada em Londrina e em São José do Rio Preto, com mais 24 escolas.

Simultaneamente, a Promo+Plus criou uma “Carreta Coca-Cola Copa do Mundo Fifa”, um megacaminhão itinerante, medindo 8 m por 13 m, abrindo suas laterais a fim de possibilitar espaço para uma quadra de futebol interna. O espaço comportou várias atividades interativas, além de transmitir todos os jogos da Copa do Mundo Fifa. Essa atração percorreu 11 cidades durante dois meses, com mais de dez mil visitantes.

Outra ação complementar também foi realizada em supermercados de Curitiba, região metropolitana e Ponta Grossa com a promoção “Desafio Coca-Cola”. Na compra de produtos do portfólio Coca-Cola, o consumidor podia participar do jogo “Chute ao Gol” virtual com Nintendo Wii e ganhar como brinde um balde de pipoca Coca-Cola.

Quando do início dos jogos do campeonato mundial na África do Sul, a Promo+Plus idealizou a “Arena Coca-Cola Copa do Mundo Fifa 2010“. A estrutura de 360 m2 foi montada na praça de eventos do ParkShopping Barigui e permanecerá no local até o jogo final da Copa do Mundo, no dia 11/07.
A Promo+Plus, em parceria com a Spaipa, planejou e produziu estas ações e eventos grandiosos, fazendo com que a Coca-Cola marcasse presença neste importante acontecimento, dando amplitude maior ao seu patrocínio oficial da Copa do Mundo Fifa 2010.

Fonte: Promoview

Empresas de brindes fazem marketing nas redes sociais.

Redes sociais ganham destaque como ferramenta de marketing entre empresas do setor de brindes.

Definitivamente, entre as ações de marketing que vão predominar nos próximos anos a de maior destaque é o marketing digital. Estratégia de divulgação e propaganda apontada por diversas pesquisas e por vários especialistas da área como a mais promissora, ela está se disseminando rapidamente entre as empresas do setor de brindes.

Atualmente, as mídias sociais, que antes eram vistas apenas como entretenimento, oferecem às empresas a possibilidade de se aproximarem de seus clientes de modo mais informal, moderno e, o mais importante, interativo.

Com o advento de ferramentas como Orkut e Twitter, a interatividade passou a fazer parte do cotidiano das pessoas de tal maneira que os consumidores acabam exigindo isso das empresas, a fim de ter um canal aberto com elas, de acesso fácil e rápido.

No caso das empresas do setor de brindes, a maioria reconhece o potencial e a importância das redes sociais. Porém, não utilizam fórmulas prontas para explorarem as ferramentas virtuais, já que nada muito pré-estabelecido pode garantir a obtenção de resultados positivos.

Além de utilizar as redes sociais como um canal de divulgação de seus produtos e uma extensão da publicidade, as empresas do segmento de brindes também constroem relacionamentos e fazem contatos importantes, tendo a chance de conhecer as necessidades de seu público-alvo e de seus clientes.