Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

McDonald´s investe na campanha Pequenos Preços

A partir do dia 27 de setembro, o McDonalds inicia a nova fase da campanha Pequenos Preços. Além de seis opções com preços reduzidos, os consumidores da rede poderão experimentar o Vinagrete Salad Burger, que fará parte do cardápio de todos os restaurantes do Brasil até dezembro deste ano.

A campanha traz o Chicken Classic Crispy como uma especial atração, ao preço convidativo de R 5,00. Outras cinco opções do cardápio estarão com o preço promocional de R 3,00: Chicken McJunior, Hamburger, McFritas Pequena, refrigerante 300ml e o delicioso Sundae de caramelo.

Fonte: VOX NEWS

Claro lança bordão “Troca o Chip”

Visando os usuários de celulares pré-pago, a Claro estréia campanha com o tema “Troca o Chip”. Criada pela F/Nazca, a estratégia inclui peças para várias mídias, inclusive TV, com os comerciais “Marido” e “Síndico”.

As vantagens de sonhar com um marido capaz de fazer todas as tarefas domésticas ou um síndico que “curte” o ensaio de uma banda no apartamento, são identificadas com as novas ofertas da operadora.

“Queremos que o nosso chip seja o primeiro na escolha desse cliente”, diz a diretora de Marketing da Claro, Patricia Kastrup. Em ação diferenciada, a agência incluiu o bordão “Troca o Chip” no texto da personagem Lady Kate, do humorístico “Zorra Total”, da Rede Globo.

No programa “O Melhor do Brasil”, da TV Record, Rodrigo Faro também utilizará a expressão “Troca o Chip” para melhorar uma situação no quadro “Vai dar Namoro”. A criação é de Fábio Fernandes, Ricardo Jones e Airton Carmignani, com direção criativa de Fernandes e Eduardo Lima.

Os comerciais foram produzidos pela Cine, com direção de Clovis Mello e fotografia de Fê Oliveira. O som é da Voicez, assinado pelo maestro Luciano Kurban. Locução de JP Caruso.

Fonte: Blog do Adonis

Revolução Digital

Os especialistas em estratégia Jamie Anderson e Gianvito Lanzolla discutem a nova realidade de empresas que oferecem produtos digitais

Houve um tempo em que, se você soubesse o setor de atividade de uma empresa, já conseguiria definir as tecnologias que seriam utilizadas ali. Editoras estavam relacionadas com papel e tecnologia de impressão; gravadoras, com discos de vinil ou fitas magnéticas. Fabricantes de máquinas fotográficas remetiam a química e física. Esse tempo acabou, todos sabem. E o que pode ser aprendido com as empresas que alcançaram o sucesso no novo tempo da convergência intersetorial?

1. Esqueça a convergência. Nossas pesquisas mostram que as aptidões necessárias para as três facetas do mundo dos produtos digitais são inerentemente diferentes e divergentes: produção de conteúdo, que inclui gerenciamento dos artistas, criatividade, busca de novas ideias e Marketing de conteúdo; gerenciamento da rede de telecomunicações, que abrange cobertura, qualidade, confiabilidade da rede e atendimento ao cliente; desenvolvimento de tecnologia da informação e de bens eletrônicos de consumo, envolvendo pesquisa e desenvolvimento, teste de novas tecnologias, design industrial e do processo de manufatura.

Apesar de cada vez mais a estrutura de tecnologia básica ser comum a vários setores, não se conhece nenhuma empresa que se tenha destacado nas três áreas. Na indústria de mídia, por exemplo, as tecnologias digitais afetam a estrutura tecnológica dos conteúdos e as maneiras como esse conteúdo pode ser produzido, distribuído e desfrutado, mas não afetam o conteúdo bruto em si.
Daí ser difícil para as empresas de software produzir somente conteúdo, como um programa de notícias ou de entretenimento para a televisão. Criam-se barreiras que impedem uma convergência intersetorial que seja sustentável de ponta a ponta. A recente venda da Endemol (empresa de produção de conteúdo) pela Telefonica (empresa de telecomunicações) e o anúncio da venda de parte da AOL (serviços de internet) pelo grupo Time Warner (mídia) fornecem provas concretas para sustentar essa conclusão.

2. Construa a predominância. Ao analisar o mundo digital, identificamos duas esferas de capacidades: uma de tecnologia, outra de conteúdo; a esfera das capacidades de tecnologia é formada por seis tipos de empresas, que podem distribuir, transportar ou atuar como provedoras de acesso ao conteúdo (veja quadro); A esfera das capacidades de conteúdo está repleta de empresas como Disney, EMI e Fox; são as criadoras de música, shows de TV, filmes, programas esportivos, videogames, mapas ou conteúdo para web 2.0 (comunidades online customizadas, wikis, blogs e outros).

Conforme o leitor já deve ter notado, pode haver sobreposição nas categorias, como no caso da Sony, que fabrica equipamentos analógicos e digitais. Nossas pesquisas mostram que duas estratégias podem ser utilizadas para construir tal predominância: controlar os canais de distribuição. Por exemplo, dentro do espaço tecnológico, as empresas estão se tornando “o” portal interativo digital, numa tentativa de assumir o controle dos canais de distribuição. Os portais interativos digitais podem assumir muitas formas, por exemplo: uma rede de comunicação, um equipamento digital ou um portal de acesso à internet.

Diferentes players no mercado, provenientes de indústrias de eletrônicos, empresas de TI ou de serviços de telecomunicações, também estão competindo para assumir o controle dos canais de distribuição; construir confiança. Textos ficcionais, notícias, música, esportes ou filmes, qualquer dado digitalizado pode ser facilmente copiado e repassado. Ao mesmo tempo que o crescimento de conteúdo gerado pelos usuários é importante, serviços confiáveis que exijam a veracidade do conteúdo são o sustentáculo para que as empresas ganhem e mantenham a confiança dos clientes.

3. Ingresse em novas cadeias. Ainda que a convergência entre as esferas da tecnologia e do conteúdo não seja viável, nossa pesquisa mostra que há áreas em que a difusão de novas tecnologias abriu significativas oportunidades na criação de cadeias de valores que aparecem no fornecimento de serviços, que são a espinha dorsal do mundo digital. Serviços analógicos tradicionais estão destinados a se tornar digitais, e as oportunidades de negócio para o desenvolvimento de novas cadeias de valores são virtualmente ilimitadas. Dentre essas oportunidades, três merecem destaque: fornecimento de serviços digitais para possibilitar a publicidade online; fornecimento de serviços digitais para gerenciar direitos autorais; fornecimento de serviços digitais para transações financeiras.

Projeções indicam que o valor gasto em publicidade nos canais digitais aumentará drasticamente. O jornal Financial Times estima que em 2010 o mercado de publicidade online mundial alcançará a marca de US $ 64 bilhões. Por sua vez, a digitalização de conteúdo tornou mais difícil a proteção da propriedade intelectual e novos sistemas digitais para gerenciamento de direitos autorais (em inglês, DRM , de Digital Rights Management) se tornam necessários para auxiliar empresas nessa atividade-chave para a apropriação de valor. Sistemas DRM influenciarão de maneira decisiva o futuro modelo de negócio das empresas produtoras de conteúdo. E, por fim, o crescimento de negócios digitais aumentou a necessidade de uma infraestrutura para pagamentos online.

4. Forneça o hardware, o software e os serviços. Para uma empresa de TI que tenha visão de longo prazo, também existe a oportunidade de fornecer ao mundo digital ferramentas para construí-lo. Com o projeto Android, por exemplo, o Google está visando o fornecimento de um ambiente de desenvolvimento completo, para dar aos desenvolvedores de software as ferramentas necessárias para que eles possam criar aplicativos para a internet. Desenvolvedores de tecnologias digitais, como Cisco, Motorola e Microsoft (em parceria com o Yahoo!), também tentam estabelecer sistemas e aplicativos populares, ganhando assim o controle do mercado para essas ferramentas de desenvolvimento. Outras empresas, como IBM, HP e Ericsson, vêm criando produtos sofisticados que têm a capacidade de integrar sistemas.

Por HSM Management

Fonte: Mundo do Marketing

* Esta reportagem foi publicada pela Revista HSM Management (Setembro/Outubro) e agora no Mundo do Marketing por meio de parceria que os dois veículos mantêm.

Nestlé faz parceria com a Tetra Pak em supermercado flutuante

“Nestlé até você a Bordo” contará com ponto de entrega de coleta seletiva

O primeiro supermercado flutuante do Brasil, Nestlé até você a Bordo, lança o PEV, ponto de entrega voluntária de coleta seletiva de embalagens para reciclagem. A iniciativa “Embarque nas Ondas da Reciclagem” faz parte de uma parceria com a Tetra Pak e tem como objetivo colaborar com o meio ambiente e promover a reciclagem.

O material recolhido será entregue para cooperativas da cidade de Belém, criando oportunidade de geração de renda para famílias da região. O barco, inaugurado em julho, já percorreu 18 municípios da região do Baixo Amazonas.

Por Lucas Carvalho

Fonte: Mundo do Marketing

Empresas apostam em brindes tecnológicos para conquistar e fidelizar clientes

Nos dias de hoje, para que os brindes conquistem e ajudem a fidelizar clientes e prospects, precisam ter qualidade e esbanjar inovação. Os tradicionais chaveiros, canetas, bolsas, bonés e camisetas ainda são os campeões de vendas, porém os brindes mais modernos e tecnológicos estão ganhando grande espaço nas campanhas promocionais.

Revelados na última edição da Feira EXPO BRÍNDICE, organizada pelo Grupo
Bríndice, os brindes tecnológicos, como pen drives, leitores de MP3 e MP4, minimouses wireless, miniamplificadores para iPod, MP3 em formato de squeeze – vencedor do Prêmio TOP BRÍNDICE – Melhor Lançamento de Produto -, e vários outros vieram para ficar neste mercado que movimentou mais de R$ 4,5 bilhões no ano passado, segundo pesquisa do Instituto Qualibest, encomendada pela Bríndice.

Apesar de novidades como o ímã de geladeira que grava e reproduz voz e imagem, como se fosse uma TV, e os pen drives diferenciados com leitor biométrico, à prova d’água, no formato de cartão de crédito; os itens já conhecidos ainda representam a maior parte dos produtos procurados pelas empresas para presentear funcionários ou consumidores.

Mas, de acordo com Luiz Roberto Salvador, diretor do Grupo Bríndice e organizador da Feira EXPO BRÍNDICE, a expectativa é que os brindes tecnológicos cheguem a 45% dos negócios. “Sem dúvida, os pen drives serão as estrelas daqui pra frente. A tendência foi percebida no ano passado, quando o pen drive foi considerado pelas empresas compradoras um dos brindes preferidos de fim de ano, disputando o ranking com agendas, canetas e outros itens convencionais”, diz.

Para Salvador, o brinde tecnológico chega para acompanhar as grandes mudanças ocorridas nos últimos anos no comportamento do consumidor. “Prova disso, é o aumento das vendas do pen drive como brinde, que passou de 20% no ano passado e pode chegar a 50% neste ano”, completa.