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A importância da Contabilidade para a Administração

Por que algumas empresas insistem em deixar de lado a Contabilidade? Estive observando um artigo falando sobre a importância da Contabilidade para micro e pequenas empresas, o que pude perceber é que essa técnica ou ferramenta é demasiadamente importante para o funcionamento de uma empresa. Entretanto, os dados puderam nos mostrar que a realidade é que as pequenas empresas apresentam um índice de mortalidade precoce, ou seja, antes mesmo de dois anos as portas se fecham.

Trabalhar com números não é fácil, para muita gente é um bicho de sete cabeças, de fato, exige uma maior responsabilidade e atenção especial para que não possam ocorrer erros eventuais e consequentes danos para a organização.

Não é ao acaso que a Contabilidade está presente em nossas vidas desde a antiguidade clássica com as primeiras civilizações, nos dias atuais, podemos observar uma roupagem bem mais moderna e com diversas funcionalidades.

A contabilidade é um dos conhecimentos mais antigos e seu surgimento se deu pela necessidade prática do próprio gestor do patrimônio, preocupado em elaborar um instrumento ou ferramenta, que lhe permitisse benefícios para que pudesse evoluir seu patrimônio.
Se você pensa em abrir o seu negócio precisa entender que a Contabilidade é tão importante quanto às funções básicas as quais deverá executar dentro da empresa. Esta, sem dúvidas, é uma ferramenta importantíssima para a tomada de decisões. É através dela que podemos observar a situação atual de uma empresa.

A cada dia estou ficando mais ciente de que as informações contábeis são relevantes e um fator crucial no processo decisório das organizações, seja no mercadinho da esquina, seja na Mc’Donalds, a contabilidade será sem dúvidas uma grande aliada.

Fonte: Administradores

Heineken vai escolher o melhor bartender do mundo

A Heineken lançou neste mês o concurso global Heineken Bartender Finals 2013, que vai premiar o bartender que tirar o melhor chope do mundo.

A primeira fase da competição, que ocorreu em escala regional, se estendeu até o dia 15/08, em cinco Capitais brasileiras: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS).

O profissional que, além de tirar um chope perfeito, se destacar com um efeito que surpreenda os jurados, ganha uma viagem internacional com acompanhante.
Ao todo foram selecionados dez bares de cada uma das cidades competidoras, sendo que cada estabelecimento contará com um bartender representante.

A etapa nacional acontecerá em São Paulo, no dia 15/10, onde cinco finalistas concorrem a uma viagem, acompanhados pelos donos dos bares, para participar da grande final mundial, em Amsterdam, na Holanda, no dia 20/11.

De acordo com Eduardo Gomes, gerente Nacional de Chope Heineken Brasil, o País tem grande chances de vencer a competição. “Desde o ano passado, os bartenders dos nossos bares parceiros vêm sendo treinados para servir um chope com excelência, com o método Star Serve, que é exclusivo da Heineken. As nossas chances de vencer a grande final são muito grandes”, comenta.
Durante o concurso, jurados especialistas avaliarão os profissionais que tiram o melhor chope baseados nos cinco passos básicos do método Star Serve para se conseguir o ‘chopp perfeito’: enxaguar, tirar, cortar, apresentar e checar.

Fonte: Promoview

Sua comunicação é um cheque em branco?

Eduardo Zugaib

Quando falamos em vendas, falamos em comunicação. Quando falamos em liderança e relacionamento em equipe, também. Quando falamos em motivação também falamos sobre comunicação. Enfim, quando falamos de pessoas, falamos invariavelmente sobre comunicação.

A compreensão dessa importante competência humana e o despertar para o seu desenvolvimento – seja na esfera pessoal, corporativa ou institucional – não pode ser tratada de forma incompleta, derivando apenas para ações que focam na melhoria da construção do discurso e da capacidade de falar em público.

É preciso, antes de qualquer coisa, compreender a outra ponta dessa corda, onde residem a compreensão e o engajamento, consciente de que, se a mensagem foi pouco compreendida, a responsabilidade maior é e sempre será de quem emite essa folha de cheque.

Apesar de gradativamente estar caindo em desuso, graças ao crescimento dos meios de pagamento eletrônicos, uma folha de cheque nos ajuda a visualizar bem essa responsabilidade. Se você já preencheu uma, você deve ter percebido que é fundamental ser preciso, escrevendo os números de forma legível.

Feito isso, para evitar duplos sentidos, é preciso escrevê-los também por extenso, reforçando a mensagem em uma outra abordagem.

A assertividade entra em cena quando tornamos o cheque nominal, atribuindo aquela quantia – que é a nossa mensagem – à determinada pessoa ou empresa. É fundamental situá-la no tempo e no espaço, determinando o nome da cidade e a data. E, por fim, assumir a responsabilidade sobre ela, assinando.

Faltou alguma coisa? Sim. Em comunicação, assim como uma folha de cheque, é fundamental que os espaços que sobraram sejam preenchidos. A razão é simples: onde falta informação, sobra espaço para a imaginação.

E em se tratando de imaginação, dificilmente você, como emissor da mensagem, terá algum controle sobre aqueles a quem a dirigiu. Se sobrou espaço, alguém poderá preenchê-lo, algumas vezes por maldade ou, na maioria dos casos, não apenas pela ignorância, mas pela tendência que temos de completar o final das histórias que nos chegam com base em nossas próprias perspectivas e pontos de observação, interferindo em sua forma e conteúdo a cada vez que as levamos adiante.

Na prática, o nome disso é boataria. Se houver maldade – e acredite, o ser humano ainda é cheio dela – o nome passa a ser fofoca.

Logo, a objetividade (que é a capacidade de tornar os objetivos claros, sem subjetividades, transparecendo o fim que se pretende atingir) e a assertividade (a forma como essa objetividade é colocada, expressando pensamentos e sentimentos de maneira direta, clara, honesta e apropriada ao contexto), precisam caminhar lado a lado.

Faltou alguma coisa? Sim. Certificar-se que o cheque chegou ao seu destino certo, foi recebido e compreendido. É onde entra a prática do feedback, que marca o bom líder, o bom vendedor e demais profissionais que lutam pelo bom combate em comunicação. Um combate onde a eficiência não se mede por aquilo que ele fala, mas por aquilo que seu público-alvo compreende, sempre consciente de que, neste caso, a responsabilidade é toda dele.

Sem essa de “já falei mil vezes a mesma coisa” ou “subentende-se que”. É muito provável que, quem já falou mil vezes a mesma coisa, tenha errado mil vezes na forma ou na falta de compreensão do seu público, perdendo a credibilidade no meio desse caminho. E é certeza absoluta que em comunicação, especialmente aquela que visa resultados específicos – a pessoal, a institucional e a corporativa – nada se subentende: ou é, ou não é.

Não adianta deixar espaço em branco para que a imaginação do interlocutor complete a mensagem conforme seu estado de espírito no dia, ou os seus objetivos pessoais, que podem ser positivos ou negativos, éticos ou não.

Quando precisar comunicar algo a alguém ou a algum grupo em específico, certifique-se como você ou sua empresa podem estar preenchendo esse cheque, para evitar transtornos desnecessários. Transtornos que podem desacreditá-lo como líder, fazendo-o ‘despencar’ para a cadeira de chefe. Que podem colocar uma interrogação sobre a sua reputação de vendedor que, com a velocidade com que corre hoje a informação, certamente chegará antes de você nos seus próximos clientes. Transtornos que podem criar verdadeiros entraves profissionais entre você e a sua equipe de trabalho e deixando o terreno fértil para que brotem a fofoca e a boataria.

Reconhecer a comunicação como possível causador de problemas ou gerador de soluções é o primeiro passo que vai assegurar que o cheque de nossa comunicação não esteja chegando em branco onde deve chegar, se é que chega em algum lugar.

A única diferença entre a comunicação e uma folha de cheque é que, no caso do cheque, “sustar” a informação emitida de forma incorreta, é um pouco mais fácil do que no caso da mensagem disparada sem qualquer tipo de preocupação com estes detalhes. É pagar pra ver.

Fonte: Promoview

Coca-Cola presenteia consumidores com bonecos em 3D

Ainda na campanha Share a Coke, lançada pela Coca-Cola em maio na Europa, Israel e em alguns outros países, a marca agora oferece a oportunidade de customização feita com impressora 3D.

Apesar de algumas pessoas em Israel terem reclamado da natureza discriminatória da ação de marketing promocional anterior (já que não há nomes árabes na lista dos 150 nomes para personalização nas garrafas), a Coca-Cola continua com as ações no país.

A escaneadora 360º (o nome da empresa que fabricou a peça não foi revelada) transforma as imagens em um modelo 3D. Depois, uma impressora 3D traz as imagens à vida. Os bonecos ficam prontos em poucas horas.
Para ganhar, os consumidores têm que fazer o download da aplicação no smartphone, e fazer uma versão mini.
Apesar do lado ambiental da campanha ser altamente questionável – garrafas menores significam mais gasto – sua implementação tecnológica define a tendência do uso de digitalização 3D e impressão como uma forma de entreter e interagir com o público.

Fonte: Promoview

5 mentiras que te contam sobre trabalho

A palavra trabalho é visto hoje pela grande maioria da sociedade como um peso que deve ser enfrentado por todos. Uma forma de ganhar dinheiro. É necessário não por ser um ato de realização, mas sim devido a razão que dentro de uma economia com base no capital, quem não possui uma fonte de renda não pode manter suas mínimas necessidades. O termo foi tão distorcido nos dias atuais que muitas vezes quem diz: “Eu amo meu trabalho” é visto como louco ou que tem um “trabalho fácil”, do tipo que todos gostariam de ter. Levanto nesse artigo algumas mentiras que de tanto repetidas muitos já enxergam como verdade e entendem que o trabalho é um peso que deverá ser carregado ao longo da vida (ou até se ganhar uma fortuna na loteria).

1. Trabalho é sacrifício: Quando se faz a correlação de trabalho com sacrifício, pensa-se em algo dolorido que exige muito de quem o faz e que não enxerga um valor, é vítima do trabalho realizado. Sacrifício é exatamente o oposto, se dividirmos a palavra sacrifício temos: Sacer (sagrado) e Facere (fazer), portanto sacrifício é fazer algo sagrado. A associação de trabalho a sacrifício tem que ser vista não como fazer algo pesaroso, desagradável e sim como fazer algo sagrado, algo que se de muito valor e importância.

2. Trabalho é para ganhar dinheiro e se aposentar: É de necessidade humana provir seu sustento e o de sua família, mas pensar que escolher um trabalho apenas com este foco é desperdiçar uma vida. O trabalho deve vir como uma busca de realização pessoal, uma atividade em que se possa por em prática as principais habilidades pessoais e desse modo contribuir para o próprio crescimento e o crescimento dos demais. Passar 30/35 anos da vida exercendo uma profissão durante 8 horas diárias (ou mais), em que não se pode utilizar os potenciais apenas focado em ganhar dinheiro é um desperdício do que cada individuo pode fazer.

3. Depois que você escolher uma profissão não dá para mudar: Muitos vivem insatisfeitos no trabalho/profissão que exercem, mas não mudam pelo medo de começar do “zero” de não dar certo e continuam até o dia que a saúde grita e pede para que a pessoa pare. Durante uma vida vamos exercer varias profissões, seja de forma mais direta ou indireta. Um operador de máquinas em uma indústria, quando chega do trabalho exerce vira professor para o filho pequeno; a professora de geografia vira “vendedora” entre as amigas quando indica uma loja de roupas ou perfumes; o gerente de banco faz o papel do psicólogo no happy hour com o amigo que acabou de terminar um relacionamento; a coordenadora de recursos humanos da empresa vira agente de viagens quando os funcionários que vão entrar em férias lhe pedem sugestões para viajar. E desse modo todos compartilham suas experiências com os demais, e se aquilo pelo que as pessoas te procuram for a chave para uma nova profissão? Ali está uma paixão, algo pelo qual te motiva em aprender mais e ajudar os outros? Lembre-se cada recomeço nunca é do “zero”, existem muitas vivencias acumuladas ao longo dos anos à espera de serem utilizadas.

4. Escolha um trabalho que esteja em alta no mercado: A demanda do mercado não pode ser esquecida ou deixada de lado, mas as necessidades das pessoas são ilimitadas. Será que aquela solução que você criou para a própria vida não pode ajudar os outros? É mais fácil mudar todas suas habilidades para atender uma demanda do mercado ou encontrar um nicho que precise de suas habilidades? Cada um pode contribuir com algo novo para as pessoas.

5. Existem pessoas que têm trabalho fácil: Pensar que todos que gostam de trabalhar é devido ao trabalho deles serem “fácil” de fazer é um engano mental. Fácil ou difícil é uma medida que depende de cada um e está relacionada com a habilidade que aquela pessoa tem para fazer aquilo. O que pode ser fácil para um pode ser extremamente difícil para outro. Tenha em mente que começar uma carreira e obter sucesso nela exige esforço, se hoje pode parecer fácil para aquela pessoa, saiba que ela se esforçou e continua se esforçando a cada dia para encontrar um nicho para usar suas habilidades, se especializando, e trabalhando focada para obter bons resultados.

Mude seus pensamentos e mude sua realidade. Não caia na armadilha do negativismo enxergue o lado bom das coisas e elas se tornaram boas, seja agora para o aprendizado e posterior crescimento.

Carlos de Paula: É autor do E-book: Coaching como ferramenta de transformação, como transformar sonhos em metas realizáveis. À venda pela Amazon. Neste livro o autor ilustra como construir metas desafiadoras e a importância delas na conquista dos projetos de vida. www.ouroborostreinamentos.com

Fonte: Administradores