Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Chevrolet apresenta nova campanha para o Onix com destaque para recurso MyLink

A Chevrolet apresenta nova campanha para o Onix, criada pela Commonwealth, dentro do recém-lançado posicionamento global da marca, "Find New Roads". A ação destaca a engenhosidade do modelo com a tecnologia de navegação MyLink, que usa o GPS do celular do motorista para atualizar e mostrar, em tempo real, novidades que possam vir a surgir no trajeto percorrido pelo Onix.

Para traduzir a proposta, o filme transcorre num ambiente de testes formado por um labirinto controlado via computador por um casal de engenheiros. Enquanto as paredes do labirinto são constantemente alteradas, a fim de testar o recurso de navegação do Onix, vemos na tela do MyLink a rota ser reformulada em tempo real. Apesar das inúmeras alterações feitas pelos engenheiros no percurso, o Chevrolet Onix chega ao seu destino com sucesso. Além do comercial, veiculado no domingo (18) em TV aberta, a iniciativa é composta por mídia online nos principais portais.

Fonte: Cidade Marketing

As quatro características de um vendedor de sucesso

Trabalhar como vendedor não é uma atividade fácil, muito menos tranquila. Cumprimento de metas, conhecimento sobre produtos, atender e conquistar clientes, são algumas das tarefas desses guerreiros das vendas. E como obter o sucesso no ramo? O profissional deve possuir um perfil todo voltado à área comercial, inclusive o psicológico – um dos primeiros fatores a ser observado em um vendedor.

Assim, o sócio-diretor da consultoria Tekoare e especialista em vendas e consumo, Claudio Diogo, destaca quatro características essenciais em um profissional da área para se alcançar o sucesso:

1. Egodrive: É a necessidade que algumas pessoas têm de convencer outras. O fato de querer convencer alguém não faz da pessoa um chato, não se deve confundir persistência com insistência. O persistente possui consistência e relevância no que diz e comprova – estas pessoas não gostam de “não” como resposta. Ela tem a necessidade do “sim” e a habilidade de provar às pessoas que suas ideias são viáveis. Dedica boa parte do tempo pra estudar argumentos e processos tanto dela mesmo quanto das outras pessoas. Quando ouve o "não", entende que não foi interpretado corretamente e procura novos e convincentes argumentos.

2. Resiliência: Capacidade que uma pessoa tem de absorver um “choque”, sem deixar de lado sua essência. A profissão de vendedor é uma das mais estressantes que existem. A pressão aparece de todos os lados e se escuta a palavra “não” frequentemente. O profissional precisa estar sempre preparado para negociações difíceis, que podem durar meses. Esta habilidade lhe proporciona "frieza" para pensar, enquanto outras pessoas se desesperariam.

3. Senso de organização: Um bom vendedor gosta de Excel e de outras ferramentas de controle. O planejamento faz com que ele busque o objetivo de forma organizada, cumpra regras, seja ético e saiba aproveitar todo o processo que circunda as vendas em seu benefício. Analisa pontos fortes e fracos e começa não a manutenção da venda, mas sim o que chamamos de pré-venda.

4. Pré-venda: Caracteriza aquele vendedor que consegue manter clientes apaixonados por ele, pela empresa dele e pela marca que ele representa. O profissional deve navegar pelo mundo do business de forma natural (tanto pessoa física quanto jurídica). O bom vendedor deve poder circular entre todas as empresas e pessoas, sem qualquer tipo de bloqueio. É alguém que cria, provoca e induz relacionamentos entre partes interessadas, no intuito de ajudá-las. Assim, ele consegue enxergar o que outros não veem: oportunidades de novos negócios. Como consegue ter a "visão do todo", torna-se apto a ajudar empresas na melhor decisão e passa a ser um provedor de sucesso – aí sim o ciclo da venda se fecha.

Segundo Claudio Diogo, uma venda só termina quando o cliente volta a comprar de você. “Se não compraram novamente, estão com a venda incompleta. Pense nisso e procure-os”, finaliza.

Fonte: Administradores

Gerenciamento de Riscos nas empresas

Pode-se dizer que o risco é um conceito inerente a qualquer atividade empresarial. Quem investe ou empreende sabe que os resultados dependem de vários fatores, externos e internos, e a possibilidade de “algo não dar certo” está sempre presente no dia a dia da gestão.

O escritor e economista norte-americano Peter Lewyn Bernstein tem uma frase que ilustra bem esse fenômeno: “Quando investidores compram ações, cirurgiões realizam operações, engenheiros projetam pontes, empresários abrem seus negócios e políticos concorrem a cargos eletivos, o risco é um parceiro inevitável. Contudo, o risco não precisa ser hoje tão temido: administrá-lo tornou-se sinônimo de desafio e oportunidade”.

Se não é possível eliminar totalmente os riscos, mesmo porque as chances de aproveitamento das oportunidades seriam suprimidas, a necessidade de gerenciá-los ganha cada vez mais importância. Na prática, esse processo permite que os gestores reflitam de forma estruturada sobre as variáveis que podem afetar a dinâmica e os resultados do negócio, discutindo alternativas concretas caso “o pior venha a acontecer”. Em tempos de incertezas crescentes, o raciocínio sobre os cenários mais pessimistas é um mecanismo que pode ser determinante na disputa por um lugar no futuro. No mínimo, caso a alternativa desfavorável se concretize, sai na frente quem pelo menos raciocinou sobre aquela possibilidade.

O escopo de análise varia de acordo com o perfil da empresa, já que cada atividade tem suas características específicas, mas basicamente os riscos podem ser de origem externa: políticos, econômicos, sociais, ambientais, tecnológicos e legais; ou interna: financeiros, pessoais, tecnológicos, de conformidade, de inovação, entre outros. O exercício básico é construir alternativas de cenários possíveis para cada variável e desenvolver o raciocínio estratégico para responder à seguinte questão: se o pior cenário se concretizar, o que a empresa deve fazer? Por exemplo, qual o risco de um grande contrato ser interrompido de supetão? Se isso acontecer, o que fazer? Caso um grande fornecedor interrompa o fornecimento de uma matéria-prima essencial, qual a alternativa? Ou, ainda, se um grande concorrente entrar no mercado local de forma agressiva, como competir com ele?

Esse processo envolve cinco passos: (1) identificação das variáveis que impactam no negócio, (2) avaliação do grau de risco (pouco, médio, alto impacto), (3) tratamento, (4) monitoração e (5) informação. Um gerenciamento eficaz dos riscos requer diversos cuidados, desde a definição de papéis, responsabilidades e desenho dos processos críticos à governança do gerenciamento de riscos, implantação de sistemas de controle e comunicação, entre outros.

Porém, mais que definir processos, é preciso que os princípios e a importância dessa ferramenta estejam disseminados entre a equipe e incorporados ao planejamento da empresa. Do ponto de vista estratégico, é muito arriscado não pensar sobre a pior alternativa com receio de que ela possa acontecer. No que diz respeito à gestão de riscos, é prudente ser paranóico!

Fonte: Administradores

Camicado apresenta ação promocional “Casamento do Ano”

A Camicado, rede especializada em casa&decoração, apresenta uma ação promocional que traz inspiração para o grande dia e que promete agradar a todas as noivas.

Para participar, basta fazer uma lista de casamento em uma das 42 lojas da Camicado, entre os dias 19/08 a 15/09.
A noiva ganhará um voucher para assistir o filme “Casamento do Ano”. O voucher deverá ser apresentado na bilheteria dos cinemas participantes e na compra de um ingresso, a noiva ganhará o convite para mesmo dia e sessão.

Fonte: Promoview

Petrobras apoia Mundial de Judô e incentiva o esporte

Os melhores judocas do mundo estarão reunidos no Rio de Janeiro, de 26/08 a 01/09, para o Campeonato Mundial de Judô, que tem o patrocínio da Petrobras. Ao todo serão 738 lutadores, 477 homens e 306 mulheres, de 124 países.

A competição, que será disputada no Maracanãzinho, é a mais importante da modalidade depois dos Jogos Olímpicos. Este será o terceiro Mundial realizado no Rio (1965 e 2007) e o quarto no Brasil.

Serão investidos R$ 20 milhões pelos próximos quatro anos. O patrocínio faz parte do Plano Brasil Medalhas, do Governo Federal, que tem o objetivo de colocar o Brasil entre os dez primeiros países nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

Entre as contrapartidas do patrocínio da Petrobras ao judô estão a aplicação da marca nos uniformes da Seleção Brasileira, no site da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), na sede, no ônibus oficial dos atletas, em ações de marketing promocional em todas as competições nacionais organizadas pela CBJ, incluindo o Mundial do Rio.

Ações Promocionais

Como patrocinadora do Mundial de Judô, a empresa realizará uma série de ações promocionais durante a competição. Cerca de sete mil crianças e jovens de dez projetos sociais patrocinados pela Petrobras serão levados para ver de perto os grandes ídolos do judô, numa oportunidade de disseminar ainda mais a cultura dos esportes olímpicos.

Antes de chegarem ao Maracanãzinho, as crianças irão ao Centro Petrobras de Referência Esportiva da Mangueira para assistir a palestras sobre a prática esportiva e cidadania com a ex jogadora de basquete Magic Paula, que coordena o Instituto Passe de Mágica.

No acesso ao estádio foi construída pela organização do evento a Cidade do Judô, com uma série de atividades para os fãs do esporte. No estande da Petrobras haverá totens com ilustrações em tamanho real dos atletas das outras modalidades olímpicas patrocinadas pela marca (remo, levantamento de peso, boxe, esgrima e taekwondo) onde os visitantes poderão tirar fotos e levá-las impressas como brinde.

Os modelos estarão usando uma placa com a frase “O esporte brasileiro #meinspira”. Inspiração é o mote da campanha de 60 anos da Petrobras.

Fonte: Promoview