Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

O ativo mais importante da empresa

A reputação de uma empresa é seu bem mais valioso, seu ativo mais importante. Em tempos em que o consumidor está mais participativo por meio das redes sociais, é preciso saber gerir com maestria a imagem da companhia, caso contrário, a vida desta pode estar correndo um grande risco. "Na era da informação e do conhecimento que estamos vivendo, a alternativa muitas vezes segura e confortável do ´low profile´ não está mais disponível. Todo mundo tem uma opinião sobre todas as corporações e tem meios de multiplicar esta", afirma Dalton Pastore, CEO da Corpora – BR, empresa com foco na reputação corporativa com ações de branded content e brand experience.

O executivo destaca que o compartilhamento das informações sobre determinada empresa não se restringe aos clientes. "Funcionários, fornecedores, distribuidores, imprensa, legisladores, agentes de regulação; todos tem influência no sucesso ou no fracasso da corporação", diz. Pastore ainda acrescenta que dentro da organização, o dono, CEO da empresa é quem tem a primeira responsabilidade sobre a imagem corporativa, sobrevindo para todos os diretores e, por fim, os funcionários.

A reputação ainda pode comprometer no lucro, impactar a concorrência, atrair – ou repelir -, mais consumidores, por isso o gerenciamento da imagem se torna vital para o negócio, algo que pede um sólido plano de negócios, alinhado a estratégias mais assertivas . "As principais empresas e corporações do mundo tratam da reputação de maneira profissional, com apoio de inteligência estratégica especializada, diz Pastore. "Uma conexão falha com os stakeholders (públicos de contato) pode comprometer a habilidade de uma corporação para contar com sua boa vontade, confiança e suporte. O que, por sua vez, certamente irá tornar mais difíceis os objetivos traçados no plano de negócios", conclui.

Prevenir para não remediar

A maneira como a crise de uma imagem é gerenciada pode ser decisiva a companhia. Saber manejar, sem descuidos, a reputação de uma empresa desde -sempre – é fundamental para o êxito desta."As corporações precisam hoje em dia alinhar o corporate value que oferecem a sociedade, com os anseios de seus stakeholders e seu plano de negócios. Em um assunto tão fundamental, como reputação, não há espaço para improvisações", finaliza Pastore.

Fonte: ClienteSA

Seis lições de empreendedorismo de Michael Jackson

Polêmico, mesmo quatro anos depois de sua morte, Michael Jackson ainda é um misto de herói e bandido, que desperta amores e ódios muito intensos. Ao mesmo tempo em que foi o centro de problemas sérios na Justiça e crises pessoais e familiares, é reconhecido como um dos maiores gênios da música pop mundial. E é justamente de sua carreira profissional que podemos tirar algumas lições que escapam ilesas às máculas sofridas por sua imagem.

Em um artigo publicado no Administradores.com pouco depois da morte de Jackson, o palestrante Fabiano Brum destacou alguns pontos relativos ao perfil empreendedor do rei do pop, que começou a cantar muito jovem, soube fazer parcerias de sucesso, conseguiu trabalhar com relativa independência, soube identificar oportunidades e, quase sempre, calculou bem os riscos de suas empreitadas.

Confira as lições destacadas por Brum:

1 – Não existe idade para empreender

Jackson começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista dos Jackson 5. Em 1972, aos 13 anos, iniciou sua carreira solo, pois era evidente o seu talento e como havia se destacado em meio aos demais componentes do grupo.

2 – Parcerias de sucesso

Michael Jackson sempre foi reconhecido por fazer parcerias estratégicas que lhe renderam resultados espetaculares, como com o produtor Quincy Jones (uma espécie de mentor em sua carreira). “Off the Wall”, o primeiro trabalho que lançaram, atingiu vendagem acima de 20 milhões de discos. Michael tinha talento para construir boas parcerias, tendo trabalhado junto com artistas como Paul McCartney, Slash (guitarrista do Guns ‘n Roses), Eddie Van Halen, Lionel Ritchie, entre outros.

3 – Independência e autoconfiança

Graças ao sucesso em sua carreira solo, aos 13 anos o astro começou a se libertar das garras do pai que o humilhava publicamente. Em 1983, vingando-se contra anos de maus tratos e humilhação, Michael demite seu pai que ainda atuava como seu empresário. No especial para a TV sobre os 25 anos da Gravadora Motown, Jackson exigiu cantar uma de suas próprias músicas, diferentemente dos demais convidados, que relembraram antigos sucessos da gravadora. Ao som de Billie Jean, Michael chocou o público com o passo monnwalk, que se tornaria uma de suas marcas registradas.

4 – Busca de oportunidades e correr riscos calculados

Por várias vezes, Michael Jackson investiu dinheiro de seu próprio bolso para bancar suas ideias, já que algumas delas eram tão ousadas que assustavam sua gravadora. Em 1982, o disco Thriller chegou às lojas e pulverizou todos os parâmetros para medir um álbum bem sucedido. O LP chegou a vender 1 milhão de cópias por semana, rendendo-lhe 140 discos de ouro e platina. Das 9 faixas que compunham o disco, sete chegaram ao Top 10 da Billboard. Thrilller vendeu 106 milhões de cópias.

4 – Inovação

Michael Jackson tem mais vendagens do que Beatles e Elvis Plesley juntos. Há três semanas do Natal de 1983, foi lançado o vídeo de Thriller, o mais ambicioso projeto de Michael Jackson. Sofisticação, duração, equipe e orçamento dignos de cinema, o clipe se tornou instantaneamente a referência máxima do gênero e um dos pilares da cultura pop. O vídeo triplicou a venda do disco e ajudou a popularizar a MTV.

5 – Crie uma marca

Michael sabia muito bem como usar algumas ferramentas de marketing. Era especialmente notável sua capacidade de criar marcas. Como Elvis Presley já era “O Rei do Rock”, Jackson resolveu batizar-se de “O Rei do Pop”. Além disso, ele soube criar outras referências junto aos seus fãs, como o passo moonwalk, a luva branca em apenas uma das mãos, suas roupas, entre outras.

6 – Seja socialmente responsável, retribua

Michael Jackson fez contribuições para 39 casas de caridades, além de promover inúmeras outras ações sociais. Suas músicas podiam facilmente transpor barreiras nacionais, assim como de idade e sexo. Em 1985 ajudou a promover a mega campanha USA for África. A música-tema “We Are The World” (“Nós somos o mundo”), composta por Michael Jackson e Lionel Ritchie, reuniu 44 cantores da “nata” do pop americano. Estima-se que esta ação tenha gerado aproximadamente US$ 50 milhões. Em 2001, Michael Jackson ganhou do Guinness Book o título de artista que mais contribuiu com obras de caridade em toda a história.

As falhas

Em seu artigo, após ressaltas as lições, Fabiano Brum lembra que o cantor também cometeu seus deslizes e pagou caro por eles. “Michael Jackson também cometeu inúmeros erros do ponto de vista estratégico do empreendedorismo, e estes fatores causaram estragos em sua carreira, em suas finanças e arranhões em sua imagem”, afirma, ressaltando, no entanto, que tais erros não diminuem a validade dos bons exemplos.

Fonte: Administradores.com

Uma ferramenta aos esquecidos!

Investindo em novos segmentos de atuação, a Sofit, empresa desenvolvedora de softwares como serviço, anuncia o lançamento do SmartMind, aplicativo gratuito que funciona pelo Facebook desenvolvido para auxiliar os usuários da rede social a controlar o vencimento de documentos, contas a pagar, produtos e garantias, entre outros itens.

Especialista no desenvolvimento de soluções para a gestão de frotas e veículos, a Sofit está levando sua expertise em aplicativos de gestão também para pessoas físicas. Qualquer usuário da rede social pode acessar o aplicativo e cadastrar as datas de vencimento de inúmeros itens para receber lembretes no perfil do Facebook e também por e-mail, além de informações importantes relacionadas aos itens cadastrados.

Giovani Amaral, CEO da Sofit, explica que um brasileiro possui cerca de 30 documentos com vencimentos para controlar periodicamente e o esquecimento de pagamentos ou renovações pode acarretar em diversas multas e contratempos. "Por outro lado a consulta diária ao Facebook já é um hábito para grande parte das pessoas e nada mais conveniente do que reunir informações relevantes em um local único evitando que o usuário tenha que sair e acessar outras plataformas", explica.

SmartMind auxilia o usuário a gerenciar itens relacionados a veículos como manutenção, seguro, impostos, além de garantias de produtos, passaportes, vistos, vacinas, consultas médicas ou datas importantes. Quando o usuário inserir o vencimento da habilitação ou do seguro do carro, por exemplo, receberá alertas sobre o vencimento do pagamento, indicação de onde pode ser renovado, quais são os valores praticados e qual a documentação necessária, além de outras dicas.

Segundo Robson Pereira, responsável pelo produto SmartMind, entre maio de 2011 e maio de 2012, foram emitidas mais de 70 mil multas devido à carteira de motorista vencida só no estado de São Paulo. "Esse número seria bastante reduzido caso essas pessoas recebessem avisos sobre a aproximação do vencimento. Queremos fornecer uma solução fácil e acessível que realmente faça com que o usuário ganhe tempo e evite gastos desnecessários" afirma.

Fonte: clienteSA

Gorila vira Homem de Ferro em exposição

O artista britânico Martin Wall criou uma escultura do Homem de Ferro para o GoGoGorillas, uma exibição de 53 esculturas em forma de gorila em Norwich, Reino Unido.

Cada artista, escola e grupos que visitaram o evento puderam pintar um gorila e modificá-lo do jeito que achassem conveniente.

Fonte: Promoview

Três coisas que aprendi com Warren Buffett – por Bill Gates

Três coisas que aprendi com Warren Buffett

Eu quero compartilhar algumas mensagens sobre coisas que aprendi durante a minha carreira na Microsoft e na Gates Foundation (eu posto com frequência no meu blog). Mês passado, eu fui a Omaha para o encontro anual dos acionistas da Berkshire Hathaway. É sempre divertido, não apenas pelas partidas de ping-pong e o concurso de atirar jornais com Warren Buffett. Também é divertido por que eu tenho a oportunidade de aprender com Warren e saber como ele pensa.

Aqui estão três coisas que aprendi com Warren Buffett ao longo dos anos:

1. Nem tudo é sobre investir

A primeira coisa que aprendi com Warren, claro, foi sobre como pensar um investimento. Isso é natural, dado seu histórico impressionante. Infelizmente, é nesse momento em que as pessoas param e perdem o fato de que ele tem um panorama inteiro para negócios, um pensamento bastante poderoso. Por exemplo, ele fala sobre como procurar a fraqueza das empresas – é uma vantagem competitiva – e saber se essa fraqueza está encolhendo ou crescendo. Ele diz que um acionista precisa agir como se ele fosse o dono de todo o negócio, olhando para o lucro futuro e decidindo se vale a pena. E você precisa estar disposto a ignorar o mercado, mais que segui-lo, por que você quer tirar vantagem dos erros do mercado – as companhias que foram avaliadas com um preço abaixo do que realmente valem.

Eu preciso admitir que quando conheci Warren o fato de ele possuir esse panorama foi uma grande surpresa para mim. Eu o conheci em um jantar preparado pela minha mãe. No caminho, eu pensei: "Por que eu quero conhecer esse cara que trabalha com ações?" Eu pensei que ele usava apenas algumas lições de mercado – como volume, o preço mudou com o tempo – para tomar suas decisões. Mas quando começamos a conversar naquele dia, ele não me perguntou nada sobre esses assuntos. Em vez disso, ele começou a me fazer perguntas fundamentais sobre o nosso negócio. "Por que a IBM não consegue fazer o que a Microsoft faz?" Ou "Por que a Microsoft é tão lucrativa?" Foi então que eu percebi que ele tem um olhar sobre negócios bem mais profundo do que eu imaginei.

2. Use sua plataforma

Muitos líderes escrevem cartas aos seus acionistas. Mas nenhum é tão famoso pelas suas quanto Warren é pelas dele. Parte por que seu bom humor natural brilha. Outra parte por que as pessoas acham que aquilo ajudará com que elas invistam melhor (e elas têm razão). Mas também por que ele está sempre disposto a falar com franqueza e criticar coisas como opções de ações e derivativos financeiros. Ele não tem medo de assumir posições, como assumiu acerca dos impostos cobrados dos ricos, que vai contra seus próprios interesses. Warren me inspirou a escrever minhas cartas anuais sobre como a fundação funciona. Eu ainda tenho um caminho a percorrer até que fiquem boas como as de Warren, mas tem sido útil sentar uma vez ao ano para explicar os resultados que temos observado, bons e ruins.

3. Saiba o quanto seu tempo é precioso

Não importa quanto dinheiro você tem, você não comprará mais tempo. Só existem 24 horas no dia de qualquer pessoa. Warren tem um bom senso disso. Ele não preenche seu calendário de reuniões inúteis. Por outro lado, ele é bastante generoso na hora de dividir o seu tempo com as pessoas em quem ele confia. Ele dá aos mais próximos seu telefone pessoal e eles podem ligar que ele atenderá.

Apesar de Warren marcar um encontro anual com vários universitários, poucas pessoas o procuram para pedir conselhos. Eu tenho muita sorte nesse sentido: nossos diálogos são inestimáveis para mim, não apenas na Microsoft. Quando Melinda e eu lançamos a fundação, eu procurei Warren para pedir ajuda. Nós conversamos bastante sobre como a filantropia pode impactar tanto quanto o software. A maneira brilhante com que Warren observa o mundo é tão útil na hora de atacar a pobreza e doenças como é na hora de construir um negócio. Ele é único.

Fonte: Administradores.com